Novo livro da coautora do best-seller A monja e o professor.
Você sempre pensa sobre aquilo que você fala? E já pensou em como o que você fala influencia o que você pensa e sente? Usamos muitas expressões por décadas – gerações! – sem nunca nos perguntarmos sobre seu real significado ou mesmo veracidade.
Nesse livro, Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista do Brasil, reflete sobre alguns desses ditos populares através da luz da sua longa experiência com o ensinamento Budista e nos guia a pensar sobre muitas dessas "verdades", todas com certeza muito familiares ao leitor e que já saíram de sua boca algumas dezenas de vezes. Um livro para refletir sobre o que a linguagem representa e a necessidade de autoquestionamento constante. Para Monja Coen, verdade sempre precisa ser seguida por um ponto de interrogação.
Foi jornalista profissional em sua juventude, tendo sido repórter do Jornal da Tarde, vespertino da empresa S.A. O Estado de S.Paulo – uma das maiores empresas jornalísticas do Brasil.
Na década de 1970 foi morar em Los Angeles, na California, trabalhando como funcionaria local do Banco do Brasil S.A.
Nessa época iniciou práticas regulares de zazen no Zen Center of Los Angeles.
Tornou-se residente da comunidade de Los Angeles e fez os votos monásticos em 14 de janeiro de 1983.
No mesmo ano, em Outubro, entrou para o Mosteiro Feminino de Nagoya, Aichi Senmon Nisodo e Toku Betsu Nisodo, onde residiu por oito anos, tendo se graduado como monja especial (Tokuso), habilitada a ser professora do Darma Budista de monges, monjas, leigos e leigas.
Reflexões muito boas sobre a vida, no geral. A vida que a gente leva, a vida que a gente quer e pensa... Eu, como uma boa amante de conteúdo budista, amei e quero ler mais coisas da Monja.
Um ótimo livro! Perfeito para questionar as 'verdades' que repetimos sem nos darmos conta do que falamos. Uma leitura rápida, porém, rica e pertinente!
Li o livro "Verdade - Porque nem tudo que ouvimos ou falamos é verdadeiro" escrito pela Monja Coen. É o terceiro livro que termino dela e estou, mais uma vez, muito encantado. Nesse livro ela traz diversos ditos populares, títulos dos capítulos de seu livro, e reflete sobre cada um deles. Dentro de cada capítulo traz ensinamentos que aprendeu ao longo de sua vida e de suas andanças. Ressalta a importância da educação, da evolução, do respeito com as outras pessoas, na vida em comunidade. Reforça a grande necessidade de estarmos de bem com nós mesmos, observar o que pensamos, o quanto movimentamos, o quanto ficamos quietos, com quem andamos, o quanto nós nos importamos com as coisas e pessoas que nos importamos. Afinal de contas, tornamo-nos o que praticamos. E a prática, conforme coloca a Monja Coen, é a realização. E nós, como seres humanos, podemos alçar voos incríveis e não nos mantermos aprisionados, seja em ideias, seja em situações circunstanciais.
Ela cita que: " O autoconhecimento, não como peso, culpa, julgamento, mas como reconhecimento da nossa pequenez e insuficiência, que pode se tornar grandiosidade, depende da nossa capacidade lúdica de nos transformarmos, fluirmos, como águas de um riacho. "
Mais na frente, empondera os leitores pedindo para que eles sejam FAZEDORES! Que façam acontecer: " Alcance seus objetivos falando, escrevendo, fazendo acontecer. Esperar pode apagar o brilho de seus olhos. "
Por fim, a análise do provérbio Querer é poder é tão simples, mas faz muito sentido: " Querer só é poder quando nos esforçamos, quando construimos possibilidades de atingir o que queremos. Querer apenas, sem se mexer, sem fazer nada pra realizar, é tão tolo como esperar que as possibilidades caiam do ceu. Se você não for atrás, o seu querer perderá o poder. (...) Querer pode se tornar poder, mas é preciso saber querer e o que querer, caso contrário não há poder que resista a quem não sabe o que quer. "
Vocês já leram algum livro da Monja Coen? Comentem.