L’aveva attesa, invocata e desiderata da una vita la pensione, Bloch… e finalmente l’ora è scoccata. L’ex-ispettore svuota l’ufficio dalle sue cose e lascia dietro sé Scotland Yard, ma non Dylan Dog, la cui amicizia continuerà con l’affetto e la stima di sempre. Nel frattempo, l’Indagatore dell’Incubo è alle prese con il paradossale caso di Nora, una ragazza che è stata uccisa senza che sia morta.
Posetioci knjižara, bilo opipljivih bilo virtuelnih, često imaju prilike da nabasaju na naslove koji prate formu "Život posle...", a umesto te tri tačke dolaze "tridesete", "četrdesete", "smrti" i tako dalje i tako redom. Kombinacije su beskonačne. I jednako besmislene. Ponekad mi se čini da bi ta rečenica trebalo da glasi "Život posle detinjstva", ma koliko ono trajalo, a valjda svakome traje drugačije.
U neku ruku, ova epizoda označava i kraj detinjstva Dilana Doga, kraj osamdesetih, kraj zlatnog doba.
Naravno, konsenzus je da se zlatno doba "Dilana Doga" okončalo epizodom 100, ali ono što važi za ediciju možda ne važi za njenog protagonistu. A možda ni za čitaoce.
Čitaoci "Doga" su specifična sorta ljudi, posebnog mentaliteta i senzibila. Više nego ma koji drugi sloj društva, doživljavam ih poslednjim i možda najautentičnijim krikom generacije X, naročito na području "regiona" (da ne kažem, vilajeta). To su vam oni što su nosili teksas jakne, slušali Balaševića i Flojde, zaglavili negde u '88. kao VHS kaseta u plejeru. Večni tragači za onim ushićenjem prvog poljupca, prvog gledanja Star Warsa, prve pročitane epizode "Dilana Doga", poklonici Kastanede i Danikena, čitaoci Klarka i Herberta, potajni degustatori Tolkina u opskurnom vremenu između "Nolitovog" i "Ezoterijinog" izdanja, između koliko-toliko uređene zemlje i razuzrane piraterije.
Iako mlađi od te ekipe, rođen u pretposlednjem hropcu godine kada je umro Tito, ni ja ne mogu da pobegnem iz tog kraja osamdesetih, valjda zato što ih predobro pamtim. Kao i mnogima, to je i meni zlatno doba, samo što svi mi kolektivno nismo dočekali taj famozni stoti broj, već zaglavili na 59. Da je makar bio 69.
Moje redovno čitanje DD-a a i drugih stripova prestalo je s prestankom osnovne škole. S polaskom na fakultet počeo sam da se srećem s nekim novim izdanjima "Dilana Doga", što piratskim, što hrvatskim, ali do pojave "Veselog četvrtka" na našem izdavačkom nebu nisam se ozbiljno vraćao ovom stripu, pa ni domaćim publikacijama, iako sam ne samo učestvovao u njihovom stvaranju, već i uredno kupovao.
Enivej, te epizode koje su mi povremeno padale šaka bile su kao ponovni susret sa starim znancem, koji se promenio bezmalo do neprepoznatljivosti, ali opet ne dovoljno, a istovremeno ostao isti i u međuvremenu ustajao i ubuđao se dok sam ja otišao negde dalje, jureći za nekim novim svežijim i blistavijim "frendovima".
I tako do ovog broja.
Paola Barbato je napisala najbolji dijalog koji sam ja u "Dilanu Dogu" u životu pročitao. Duhovit, vispren i pametan, zaista je poslovičan dašak svežeg vazduha u dugo zatvorenoj sobi s teškim draperijama navučenim na balkonske prozore, u šta se DD pretvorio. Zaplet kao zaplet nije ništa posebno, osim koketiranja s "Disksvetom" i raznoraznim drugim franšizama koje su ranije rabile tu ideju, ali poslednjih nekoliko stranica stripa tu staru ideju, sada već razvučenu kao premalo maslaca preko previše hleba (brownie svakome ko prepozna citat) okreće naglavačke i pretvara u vrlo jasnu poruku da je vreme za novi početak, ma koliko to otrcano zvučalo, da se nakupilo posla koji valja završiti i da je dosta više ponavljanja starih grešaka i vreme da se naprave neke nove.
Za trista i kusur epizoda jednog evropskog stripa, puna kapa.
Ovo čitanje nije donelo ushićenje prvog poljupca, supernove prvog orgazma, kafansko divljanje sa starim prijateljem. Ovo je slučajni usputni susret sa osobom koju retko viđate jer vas je život odveo drugim bogazama, propraćen dijalogom: "Kakav si mi, matori?" "E, da znaš da sam dobar." I onda sledi klimanje glavom i razilaženje svako na svoju stranu, ali sa nagonskim dubokim poimanjem da se za mesec dana garant viđate na kafi.
Essa é a minha primeira experiência com o Investigador do Pesadelo. Havia tentado uma vez, mas a história não clicou comigo naquela época. Hoje consigo ler com mais tranquilidade os fumetti e compreender a forma diferente de construir narrativas dos quadrinhos italianos. E preciso dizer o quanto isso fez diferença na minha experiência. Consegui curtir mais a história, entendendo na narrativa quase um Além da Imaginação com um personagem bem complexo e cheio de referências. Confesso que esse não é o melhor volume para se iniciar porque, de certa forma, ele é um encerramento de uma era para o início de uma nova. É como as primeiras histórias do Alan Moore no Monstro do Pântano em que ele precisava fechar algumas pontas para iniciar sua própria história. Mesmo assim, qualquer HQ da Sergio Bonelli é um espetáculo à parte. Então essa resenha vai ser o início da minha jornada pelo mundo do Dylan.
Nesta história que dá início à fase sob a direção editorial de Roberto Recchione, o inspetor Bloch conquista sua tão sonhada aposentadoria. Com uma idade avançada, ele é dispensado de seu serviço e agora precisa lidar com uma nova realidade. Ele reencontra alguns velhos amigos e decide finalmente curtir o restante de sua vida. Para poder ser livre e viajar a outros lugares, ele aluga o seu quarto, mas as pessoas que convivem com ele são um pouco estranhas. Principalmente porque uma dessas pessoas guarda uma foice dentro do armário. Enquanto isso, Dylan recebe um caso inusitado. Uma mulher chamada Nora procura Dylan porque ela quer morrer. Segundo ela, uma lâmina rasgou sua garganta, mas ela não caiu morta. Só que Dylan descobre detalhes da família de Nora, os Cuthberts, que o deixam mais preocupado em descobrir quem matou Nora. Por toda a cidade de Londres, pessoas tem sofrido situações fatais e não caem mortas. Parece que a morte tirou férias e deixou a cidade em um estado caótico. O que terá acontecido?
Decididamente esta edição é uma espécie de passagem de tocha para uma nova fase. O clima de despedida se faz presente por toda a edição. Quando Dylan descobre sobre a aposentadoria de seu companheiro na polícia, ele fica desolado porque parece que ele nunca imaginava que isso pudesse acontecer. É como se uma tempestade de mudanças estivesse por acontecer. De certa forma isso chega a ser possível de ser interpretado até como uma metalinguagem porque a série vai passar por alterações. A vida do old boy, apesar de intensa, sempre foi marcada por constâncias. Mas, algo simples como a saída de um personagem provoca uma reflexão em Dylan. Mesmo quando ele precisa lidar com o caso de Nora e acaba não conseguindo resolver o problema do jeito que ele gostaria, Dylan percebe que ele mesmo precisa mudar e encontrar um novo caminho. Tem um trecho interessante em que Bloch pergunta a Dylan se ele nunca imaginou sair da cidade ou viajar pelo mundo e o personagem responde que isso não passou pela sua cabeça e que ele gosta da cidade. Ou seja, é um personagem acostumado com permanências e que tem dificuldade em lidar com o novo. Veremos a partir daqui como o personagem vai lidar com o seu universo sendo sacudido.
A arte de Bruno Brindisi é bem adequada a essa edição. Pelos padrões Bonelli, ela não chega a ser espetacular, mas entrega o conteúdo de forma bastante competente. Gosto de como Brindisi não usa os mesmos modelos de personagem sempre. Cada um, mesmo aqueles que estão apenas no fundo possuem individualidade. Até mesmo o molde físico não é nem um pouco semelhante. Além disso os personagens conseguem expressar bem suas emoções. Sabe quando o formato do rosto se altera quando o personagem está triste, feliz, amedrontado, chorando? Então é isso o que acontece aqui. Brindisi tem também um ótimo domínio de luz e sombras com as projeções de luz fornecendo perspectiva às cenas. O cenário fica mais encorpado com esse controle do branco e preto e revela mais detalhes do que parece à primeira vista. Tem uma cena do quarto do novo morador do quarto na casa de Bloch que mostra bem como esse domínio do P&B interfere com a nossa percepção. O quarto é repleto de objetos por toda a parte representando memórias de diversas pessoas e lugares. As sombras que batem no quarto fazem com que ele ganhe mais área e pareça maior do que é na verdade. Fora os detalhes dos objetos que foram meticulosamente desenhados.
Pensar na morte tirando férias é algo que já passou pela literatura. Quando ela não está presente, o que acontece com quem morre? Será que a nossa realidade aguentaria isso? José Saramago escreveu um romance chamado As Intermitências da Morte onde ele propõe algo semelhante, mas encerrado naquele pequeno universo do interior do realismo mágico. Deveríamos pensar na morte como uma força universal ou como um ser senciente? Porque no segundo caso, ela pode desejar tirar férias e ser mais empática em relação aos problemas de nosso mundo. Embora a morte seja eventual e inevitável a todos, não significa que ela está alijada de sentir simpatia pelos nossos sofrimentos. Paola Barbato nos apresenta um personagem que não pode ser enxergado por humanos comuns e que consegue se fazer passar como uma pessoa normal. Para entender mais sobre o inspetor Bloch, que lhe despertou curiosidade, ela faz uma amizade curiosa que faz com que ela precise interpretar vários papéis diferentes.
Tem duas coisas que eu não gostei muito nesta edição. Primeiro tem aquela ideia de que as coisas acontecem alheias à Dylan. Tem alguns momentos bizarros em que o personagem passa ao lado de alguma morte ocorrendo naquele momento, que me remete a filmes de comédia com desastres acontecendo ao redor do protagonista sem que ele note. Entendi que era para dar um ar descontraído para a história, mas não me agradou. O meu segundo problema, e não é bem um problema, mas uma constatação, é que realmente a narrativa só vai impactar a quem já conhece a mitologia do Dylan. As homenagens feitas, a maneira como Bloch se insere como essencial para o protagonista, tudo isso não consegue ser captado por quem está chegando agora. Mas, é aquilo, a gente já está ciente do fato quando pega esta edição, o editorial e a sinopse são bastante honestos nesse sentido. Espero que a partir da edição 2 ou 3 a gente consiga ter uma melhor visão sobre o que realmente está acontecendo. Mesmo assim, a história brilha e o leitor não consegue parar de ler.
Essa história é tão início de temporada que várias situações ficaram no ar. Com a saída de Bloch do departamento, Dylan perdeu todos os contatos que ele tinha que facilitavam sua vida como investigador. Fora que ele já não é muito querido pelo alto escalão. Ou seja, o personagem vai precisar encontrar outras formas de conseguir tais informações ou sua vida se tornará bem difícil. Outro problema é em relação a ele mesmo já que ele percebeu ser necessária uma mudança interna. Talvez seus métodos já não sejam tão eficientes como antes. Por último, algumas pontas soltas no caso Cuthroat continuam por aí. E são consequências das ações do próprio Dylan que fez algo que não deveria. Vamos ver como isso vai voltar para confrontá-lo.
No geral, essa primeira edição é muito boa e serve como encerramento de uma fase e o começo de outra. Ter uma roteirista mulher em uma revista tão prestigiada também é algo bem legal. A equipe responsável pela edição está de parabéns por trazer uma história de alto nível. Aqui tem de tudo para quem curte esse tipo de história: mistério, drama e um pouco de confusão. Pronto, estou fisgado pelo personagem e vamos ver o que o futuro reserva ao Dylan.
Dilan Dog je serijal koji se već 30 godine manje-više vrti u krug: likovi se na početku svake epizode vraćaju na početnu poziciju i to je nešto na šta su čitaoci navikli. Nikad više, inspektore Blok počinje odlaskom inspektora Bloka u penziju. Blok je od početka serijala dragoceni Dilanov saveznik i prijatelj, a njegov odlazak iz Skotland jarda menja odnos snaga. Kako će se Dilan snaći u novim okolnostima? Scanario za Nikad više, inspektore Blok napisala je Paola Barbato, žena koja je već dugo jedan od najvažnijih scenarista serijala, a nacrtao uvek pouzdani Bruno Brindisi. Blok možda jeste u penziji, ali je veoma važan lik u ovoj priči na 112 stranica. Zapravo, sve se vrti oko njega i njegovog odnosa sa Dilanom. Lik inspektora u penziji dobija na dubini, Paola Barbato čitaoce podseća na gubitke koji su ostavili dubok trag u njemu(žena, sin), ali lik pomera u novom smeru – dalje od pozicije koju je toliko godina zauzimao u serijalu. Čini se da je ovo i svojevrsni oproštaj od Bloka, te da će njegovo prisustvo u serijalu u buduće biti svedeno na povremena pojavljivanja i/ili će biti pozicionirano na posve novi način. Uvode se i novi likovi: Nora Katbert nije baš sasvim tipična klijentkinja istraživača noćnih mora. Zašto? Zato što je mrtva. Zahvaljujući čudnom fenomenu zbog koga u Londonu niko ne može da umre, Nora je nakom svog ubistva u prilici da poseti Dilana i da ga angažuje da pronađe njenog ubicu. A tu je i Gas Blič, prevejani kriminalac čiji je lik zasnovan na holivudskom glumcu srpskog porekla Karlu Maldenu i koji će, baš kao i Nora, postati jedan od stalnih likova. Ili bar povremenih. Bilo kako bilo, serijal ulazi u sasvim novu i uzbudljivu fazu. Biće zanimljivo videti kako će se situacija dalje razvijati. Početak obećava.
O Inspector Bloch é uma das personagens indissociáveis de Dylan Dog. Não é um Lestrade para um Sherlock; Bloch não serve como desculpa para o genial investigador revelar como conquista os mistérios. A relação é de simbiose e amizade, com Bloch a socorrer-se de Dylan nos casos estranhos e este a pedir favores a Bloch quando precisa de informações policiais. Partilham bebidas nos pubs, apesar de Dylan ser abstémio e beber água enquanto Bloch saboreia uma pint. Em 2015, a relação de sempre foi revista pela equipa editorial de Dylan Dog. Bloch, cuja principal preocupação nos casos em que se vê envolvido é não perder a sua reforma, passa finalmente à reforma. A lógica é insuflar ar fresco na série, levando Dylan a ter de interagir com outro interlocutor na Scotland Yard.
E como é que um inspector encara o facto de, de um dia para o outro, deixar os seus afazeres? Muito bem, aparentemente, mas de facto cai na depressão. Será salvo por um estranho aliado, que não se interessa especialmente pelo ex-inspector mas se interessa muito por Dylan Dog. À beira do suicídio, Bloch redescobre o gosto pela vida graças a este novo amigo, mas há consequências disso. Durante uns tempos, ninguém é capaz de morrer em Londres. Cadáveres mantém-se vivos, os idosos nos lares estão vivos apesar de tudo apontar o contrário, vítimas estropiadas de acidentes fatais mantém-se vivas. A Morte tirou umas férias, deixando o seu trabalho de lado para ajudar Bloch a encarar a vida. A amizade entre a Morte e Dylan Dog é um dos temas recorrentes da série. Chegaram até a jogar partidas de xadrez, num aceno a Bergman.
Dylan apercebe-se disso ao investigar o caso de uma mulher morta que não consegue morrer. No decorrer da história, percebendo que o novo amigo de Bloch é a Morte, pega na sua foice e tenta matar de vez a mulher morta, mas não o consegue. Se alguém vivo tenta ceifar alguém morto com a foice da Morte, o resultado é o inverso, e a vítima fica condenada a uma morte viva.
Secondo numero della nuova gestione di Dylan Dog. Un numero dedicato al pensionamento di quello che- pure dal mio punto di vista totalmente estraneo ai vecchi numeri della serie- si capisce essere un personaggio di enorme importanza per Dylan, oltre a essere il suo contatto nella polizia.
Un pensionamento che come spesso accade crea qualche scompenso nel neo pensionato, e così lo ritroviamo poco dopo impegnatissimo tra i pranzetti cucinati dalla zitella vicina, le giornate passate a pescare con un vecchio amico e il tempo speso assieme a un altro pensionato cui sta affittando la seconda camera.
Un individuo do cui Dylan non si fida, ma l’indagatore ha altro a cui pensare ora. Ha un caso, il caso di una ragazza uccisa che però è ancora in vita e vuole chiudere questa storia morendo definitivamente. Mentre a Londra nessuno riesce più a morire, con schiere di simil-zombie senza appetiti ma incapaci di morire (e spesso anche solo di capire che dovrebbero essere morti).
Ricorda un poco, come trama, la quarta di copertina di un libro di Pratchett del ciclo del Tristo Mietitore, quando entrava in sciopero e nessuno poteva più morire. E altre storie che al momento non mi vengono in mente ma si affollano lì dietro, a sussurrare. Un’idea utilizzata diverse volte ma sempre interessante, scritta con umorismo (non sapevo ci fosse in polizia un involontario contraltare di Groucho) e quasi con tenerezza, sempre condita da battute o scene surreali.
Conosco pochissimo Dylan Dog, ma la storia mi è piaciuta.
Apprezzato più per le finalità che per lo svolgimento, del resto lo scopo dell'albo consiste nel porre Bloch nella condizione di accettare il cambiamento. E lo stesso vale per il lettore. Mi è piaciuto il modo in cui il personaggio matura la consapevolezza del suo nuovo ruolo (Jenkins for the win!), in seguito alla prima fase di negazione. Rappresenta un punto di rottura che secondo me funziona, a prescindere dall'uso di uno fra i più triti espedienti narrativi di sempre (va detto qui ben contestualizzato, spiegone incluso). Grande gusto per la citazione; ne ho colte tre più o meno palesi, la mia preferita è quella legata ai criminali serbi.
E così è arrivato anche il fatidico pensionamento di Bloch. Lieta che non l'abbiano mostrato depresso, troppo scontato e già visto. La storia non è affatto male: c'è un po' poco Groucho, Trattandosi di un episodio di raccordo ci sarebbero state bene più comparsate. Quando siamo arrivati alla Morte nei panni del coinquilino avrei voluto veder passare anche la Trelkowsky. Vediamo quali hobby interesseranno il sig. Bloch nei prossimi numeri.
Buon numero, anche se non eccezionale. Bloch va in pensione e la cosa fa di sicuro il suo effetto. Ma la morte si ripresenta, e la sua ennesima apparizione non è proprio da buttar via, ma al contempo non è nemmeno delle migliori. E Dylan si muove in una dimensione che ha poco horror e molta comedy.Va bene, i semi sono piantati, vediamo cosa crescerà. Per il momento c'è da dire che il numero precedente era meglio
Još jednom Dylan i Smrt se susreću. Ona ponovo objašnjava da joj je dosadno. I meni je. Bit će zanimljivo ako Bloch stvarno ode u penziju. Sumnjam da ce ostat tamo duze od broja i da kroz tri broja ce iko spominjat da je otisao. U strpljenje.
Dodatak na drugo čitanje. Osta je. I 11 brojeva kasnije dosa unajmit Dylana radi Nore i Gusa, a ja sam se vrati ovoj epizodi i ponovo preleti kroz nju da se sitim kog vraga hoće.
Uma decisão acertada a Mythos de trazer histórias mais novas do personagem sem deixar de tentar completar o cânon do personagem com as histórias mais antigas inéditas. Uma boa história de DD trazendo uma mudança importante no "status quo" do personagem. Ótimos desenhos.
Scorre, e non lascia niente. Ben narrato, inizia a presentare le novità del nuovo corso. In particolare è evidente un'impostazione diversa, più da serial che da episodi autoconclusivi (ma è da vedere se si tratta di una caratteristica di solo quest'episodio o meno). Per il resto, un albo che di per sé non ha altro valore, storia già nota blablabla..