Yechezkel Damjanich é um jovem violinista judeu que vive com a sua mãe doente na devastada Budapeste do pós-guerra. Para fugir à miséria, “Chaskel”, diminuitivo pelo qual é tratado em família, pede ajuda ao tio Yoséef Nagy, que vive na Palestina, onde dirige o Café Budapeste, um lugar pitoresco perto da Cidade Velha, onde judeus, árabes e ocidentais coexistem… Um oásis efémero de harmonia onde as notas do violino de Yechezkel vão dar lugar ao estrondo dos obuses de Davidka, bombas árabes, ódio e destruição.
Neste ambiente de intolerância e violência, a paixão de Yechezkel por Yaiza, uma jovem de origem árabe, enfrenta ainda maiores desafios. Mas isso não os impedirá de procurarem a felicidade, numa cidade em guerra, onde o Café Budapeste é um dos últimos espaços de paz e tolerância.
Alternando de forma hábil a realidade histórica — e as questões políticas e geoestratégicas inerentes a um dos momentos mais importantes da história do século XX, a formação do Estado de Israel, cujas consequências ainda hoje se fazem sentir na região — com os dramas pessoais de Yechezkel e da sua família, Zapico constrói uma história cativante, que é um hino à tolerância e à paz entre os homens, independentemente da etnia ou credo.
Nacido en Blimea, un pueblo de los Valles Mineros asturianos, Alfonso Zapico es diplomado en Ilustración y Diseño por la Escuela de Arte de Oviedo. Como freelance realiza trabajos gráficos de carácter infantil/juvenil para editoriales nacionales y regionales (libros de texto, dibujos animados, páginas web, ilustraciones…), y ejerce de ilustrador en un proyecto de la Consejería de Educación del Principado de Asturias desde el 2005.
Es colaborador habitual de un periódico regional, La Nueva España, y ha publicado historietas y tiras cómicas en diversas revistas juveniles y digitales de Asturias. Su primer álbum de cómic, La guerre du professeur Bertenev, fue publicado en Francia por Editions Paquet, y recibió el Prix BD Romanesque en el FestiBD Ville de Moulins en el 2007. También ha colaborado en otro álbum colectivo, Un jour de mai, editado en la primavera del 2007 por Paquet con guión del francés Règis Hautiere.
Esta BD mostra um conflito do qual sei pouco mais que nada (mea culpa). A mãe e um filho (judeus) fogem da Hungria comunista para Jerusalém. No entanto tudo muda com a partilha de Jerusalém pela Palestina e Israel, aprovada pelas Nações Unidas em 1947. Onde antes existia harmonia entre judeus e muçulmanos, agora há conflito. É esse o ponto de partida desta história. O protagonista tem de aprender a lidar com as diferenças mesmo sem as entender. Creio que esta GN transmite uma mensagem muito importante. Que a religião ou a política não deve separar as pessoas mas sim encontrar interesses comuns e assim conviver pacificamente. E a amizade deve sempre prevalecer.
Não sou particularmente fã deste tipo de traço. Negro. Escuro. Confuso. Conflituoso com as diversas linhas que se cruzam.
Quanto à história gostei. Mais uma lição, um pequeno vislumbre da história mundial. Mais um episódio em que é impossível não refletir na estupidez do ser humano e na ânsia desavergonhada dos homens pela guerra, que tristemente começa sempre com disputas insignificantes.
Desta vez viajei até à Palestina. Um país que hoje está destroçado e onde se inclui a tristemente famosa Faixa de Gaza. Um país onde chegaram a conviver em harmonia e paz muçulmanos, judeus, ingleses, cristãos... Mas aquela sede, aquela fome, aquele gene da mais profunda idiotice que o homem possui em gostar da luta, tudo destrói, tudo arrasa.
Parece que sou atraída para este tipo de livros: bandas desenhadas que ensinam. Que me fazem entender melhor.
Smutne, że ta sytuacja nadal trwa. Komiks przedstawia historię imigranta, który przeprowadza się do Palestyny, kiedy to powstaje Izrael jak i początek konfliktu pomiędzy tymi dwoma państwami. Komiks bardzo przystępnie nakreśla zaczątki tej sytuacji, przedstawiając ludzi, którzy wymykają się konwencjom. 4,5/5
Hay tantas cosas que quiero decir de esta preciosa obra, que las palabras se quedan cortas (por eso Zapico nos regala sus brillantes viñetas). Todo el mundo debería leer "Café Budapest", porque gracias a él yo soy más humano, más consciente y más precavido. Es una historia humilde, como sus sencillos pero bien construidos protagonistas; pero además de eso es una historia con la que volverás a los orígenes de un conflicto eterno, con la que comprenderás que el presente no puede entenderse sin asimilar el pasado, que el ser humano resulta ser una paradoja petarda e incansable, y que el corazón siempre debe aprender a volver a querer, a perdonar y a abrazar, incluso en el momento más oscuro. Es un retrato que demuestra que la buena convivencia y el entendimiento deberían ser principios universales. ¡Gracias, Alfonso Zapico, por esta gran historia! Ya quiero leer más.
Da instalação do estado de Israel à instalação do ódio entre árabes e judeus foi um pequeno passo. Narrativa sensivel esta que põe em evidência a fragilidade do genero humano mas tambem a irracionalidade dos fundamentalismos religiosos.
Um dos meus objectivos este ano é ler mais em outras línguas que não o Portguês ou o Inglês. Queria ler mais em Espanhol e comecei com esta graphic-novel, que é popular mas não é a obra mais conhecida do autor. Gostei bastante mas eu também gosto de tudo relacionado com a 2ª Guerra Mundial. É rápido de se ler e já apontei algumas palavras que não percebi para ir ver ao dicionário. O traço e o facto de ser a preto e branco são outros pontos favoritos. A capa também é muito apelativa. O final deixa-nos tristes. Idealiza uma Palestina e Israel sem bombardeamentos e com paz. Infelizmente é apenas uma ilusão no papel de um livro.
Un sujet peu traité en littérature, et encore moins en BD - le départ des juifs après la deuxième guerre mondiale pour la Palestine, encore sous protectorat anglais. La création d'Israël à travers le parcours d'un jeune musicien hongrois et sa mère. Son arrivée à Jérusalem et son coup de foudre pour une jeune femme palestinienne. Très belle histoire même s'il m'a manqué quelque chose pour avoir le coup de cœur !
Lo acabo de sacar de la biblioteca, y la única pega que tengo es que se me ha quedado corto. Quiero más, de Chaskel, de su familia, de su historia... Nunca había leído nada sobre cómo se creó Israel. Las consecuencias aún las vivimos; pero de lejos, en imágenes rápidas en el telediario, como si pasase en una película. Alfonso Zapico da voz, nombre y una historia a todas esas personas.
Gostei do traço, do humor ligeiro, da forma como aborda a amizade entre duas pessoas de crenças diferentes. Mostra-nos que, no final, são as pessoas que importam, guerras e derramamento de sangue não dão bem-estar e felicidade a ninguém. No entanto, não adorei, visto que é uma história muito simples e que não me trouxe propriamente algo de novo.
Chaskel é um jovem violinista judeu que vive com a sua mãe doente em Budapeste, após o final da 2ª Guerra Mundial. Para fugir pobreza, o jovem pediu ajuda ao seu tio, que vive em Jerusalém, e é dono do Café Budapeste, e onde judeus, árabes e ocidentais coexistem. No entanto, com partilha de Jerusalém pela Palestina e Israel, bem como a retirada dos ingleses, abalam esta coexistência pacífica. Incrível como uma BD consegue-nos passar uma mensagem tão importante e explicar-nos um pouco mais sobre a história do conflito entre a Palestina e Israel, mas contando de um modo muito cativante e nada maçador.
Tym razem podróż do Palestyny końca lat 40, z komunistycznego Budapesztu do kraju, który miał być nadzieją, na lepsze życie wśród zróżnicowanego etnicznie społeczeństwa pod kuratelą brytyjską. Aż w końcu upragniona rezolucja Narodów Zjednoczonych, tłumy wiwatujące na ulicach i nagle ludzie przestają się poznawać. A Hagada, Irgun... i inne terrorystyczne organizacje zbierają krwawe żniwo. Smutna rzeczywistość świata, który po wojnie światowej szykował się na kolejne batalie, tym razem z sąsiadami...
Gostei muito da história. Foi muito fácil ligar-me aos personagens e sentir as suas emoções, não ficando indiferente a dois conflitos horríveis! A arte é muito expressiva e enriquece muito os personagens, dá para perceber muito bem as influências franco-belga. Não conhecia o autor e fiquei fã dele como contador de histórias. Uma história curta mas com muito impacto!
I guess when I picked this up a year ago my Spanish wasn't good enough to realize it was going to be a both extremely antisemitic and islamophobic story set in 40s Jerusalem but anyway I think this is the first long form work I've read in spanish
Novela gráfica que si bien no aporta nada original sobre el conflicto palestino-israelí, sí que aporta algunas bellas viñetas y la necesaria visión personal de unos protagonistas atrapados en una situación cada día más complicada y difícil de comprender. Para mi gusto, especial mención merecen los dibujos con que se nos hace llegar la música bocetada en esta historia. ¿Más café?
Molt bona lectura, fàcil i fresca amb un il•lustració que passa molt bé. La trama és dura però t'ajuda a situar-te en els inicis del conflicte iraeliano-palestí
Malgré le dessin minimaliste en noir et blanc, l'intrigue dans la grande histoire est très prenante, les personnages attachants, et une bd très instructive pour comprendre la naissance de l'Etat d'Israël, et les rapports entre les différentes parties...
Dette er en fin grafisk roman om de små menneskene som blir fanget i og rammet av historiens store øyeblikk. De er først og fremst mennesker med sine små og store kriser og sine store og små gledelige øyeblikk. Deretter er de sin religion, sin rase, sitt kjønn, sitt land og de prøver men klarer ikke å komme seg over disse skillelinjene. De flykter. Og de flykter igjen. Og på nytt finner de fred i disse små øyeblikkene av delt glede.
Conocí a Zapico gracias a " Los puentes de Moscú", libro que me regalaron y que me encantó. Así que cuando, bicheando en Ebiblio, me encontré con esta novela gráfica no dudé en cogerla prestada. Está claro que es un autor que no deja indiferente con sus historias, que tienen un marcado carácter político y que , en este caso, nos muestran un episodio histórico muy interesante como es la historia de Palestina tras la marcha de las tropas inglesas. Este conflicto bélico entre musulmanes y judíos por quedarse con este territorio queda perfectamente plasmado gracias no sólo a la narración, sino a esos dibujos potentes y en los que el uso de color es maravilloso. Los personajes están muy bien construidos y nos reflejan sus anhelos y esperanzas condicionadas por una realidad aterradora. Está claro que es una historia cruda pero no me cansaré de repetir lo necesario que es conocer los hechos en un intento de nor repetir los errores del pasado. Sabéis que yo sé poco a nada de novela gráfica pero estoy intentando aprender y he de decir que Zapico se une a Paco Roca y Teresa Valero e mis lista de autores españoles preferidos. Y que aspiro a seguir disfrutando de sus novelas por mucho tiempo más.
Que belo livro! A história parece simples e comecei com alguma expectativa baixa. Gostei logo do tipo de desenho, aparentemente inacabado como se fosse o trabalho preparatório antes do digital e côr, com um tipo de traço que adoro. As cenas estão bem desenhadas, com um excelente trabalho de emoção nos personagens e nos detalhes. Uma história sobre o conflito Israel-Palestino no pós 2ª guerra mundial, nas vésperas da decisão da ONU e na saída (péssima) dos ingleses. O ambiente de tolerância que se vivia, vai-se alterando com os dias, tornando o quotidiano complicado de viver. Uma bela história sobre as pessoas que ficam no meio das páginas da História, de quem sofre na pele as decisões que os líderes tomam e que afectam o quotidiano e a vida de casais, vizinhos e familiares. Vou seguir este autor.
Bueno, está bastante bien. Ojalá todo el comic fuera tan impresionante estéticamente como el dibujo de la portada. Se aborda el tema de los enfrentamientos entre judíos y árabes básicamente, con escenarios en Budapest y Jerusalem, donde se va plasmando de manera didáctica este conflicto, años 40. También toca el tema de los campos de concentración, con algún toque horripilante y el tema del amor interracial, la parte más bonita, claro.
Great timing to read this one (unfortunately) - With wonderful graphics and storyline, it gives some basic notions about the Israeli–Palestinian conflict. Only wish it was longer, to allow for more complex character development. Brought it in one of my library completely unaware of what it was about - it's a great graphic novel!
El tema y el momento histórico son muy interesantes. El resto, una seguidilla de lugares comunes. Lo peor, todo lo escrito. Por lo menos vale la pena para ocupar un par de horitas. Con una leída basta y sobra.
Elegía por lo que pudo haber sido y no fue, lamento por la oportunidad perdida, contra el fanatismo de unos y otros, contra lo absurdo de las guerras de religión.
Después de muchos amagues, me introduje en el mundo de Alfonso Zapico, el galardonado autor español, y empecé por el principio, por su opera prima, Café Budapest, de 2008. Me encantó. No parece para nada una opera prima, sino una obra de un autor ya maduro, ya muy canchero en esto de las novelas gráficas en las que se combina la historia de un puñado de personajes de ficción con hechos históricos atractivos. En este caso, Zapico sitúa su historia en 1947, justo cuando se crea el Estado de Israel en una porción de tierra que hasta entonces formaba parte de Palestina. La novela es una especie de Year One de todos los kilombos de la famosa Franja de Gaza, que luego retratarían en sus historietas autores como Joe Sacco o Guy Delisle, sin el atractivo de introducir personajes ficticios. En ese rubro, el virtuoso autor asturiano saca una ventaja notable: sus personajes son verosímiles, laten, transmiten un montón de emociones y uno aprende rápidamente a quererlos. Y además, no aburre con data enciclopédica. Café Budapest explora, explota y explica un contexto histórico complejo y sumamente interesante, pero no se queda en eso. Lo articula perfectamente con lo más jugoso que tiene la novela gráfica que son las historias de los personajes, con sus amores, sus rencores, sus luchas, sus convicciones y las heridas que quedaron abiertas tras la Segunda Guerra Mundial. Recomiendo grosso esta obra de Alfonso Zapico y en cuanto pueda voy por más.
Gostei muito desta bela e triste novela gráfica! Narra a história de um jovem violinista judeu húngaro que vai com a mãe para a Palestina, depois do fim da 2.ª Guerra Mundial. A mãe esteve em Auschwitz e o pai faleceu aí. A mãe é uma pessoa deprimida e sem esperança, com um segredo tenebroso revelado somente antes de morrer (mas quem ficaria bem depois do que viveu?) Vão viver para casa do tio materno que dirige o Café Budapeste, numa Palestina sob controlo militar inglês com uma convivência ainda relativamente pacífica entre judeus e árabes. Entre as músicas que voam harmoniosamente do seu violino, a ajuda no café, o rapaz apaixona-se e vive um amor independente das diferenças religiosas. No entanto, após a saída de Inglaterra, intensifica-se a violência extrema parte a parte. Permanecer ali implica lutar e estas personagens só procuram a paz e uma vida honesta e simples. A história tem um bom ritmo, auxiliada por ilustrações interessantes. É uma história de pessoas que passam por situações graves e dramáticas e mantém a sua integridade e valores 💙
Chazkel violinista judío que sobrevivió a la deportación nazi escondiéndose en una casa hasta el final de la guerra en Budapest, pero el padre no regreso y la madre luego de Auschwitz no fue la misma. Escapando de la pobreza va a Jerusalén por invitación de su tío Yosef a trabajar en su café. El café de su tío se convierte en un escenario rico en amistad, donde musulmanes, ateos, judíos e ingleses conviven con armonía. Sin embargo, la retirada de Inglaterra solo desata las cuerdas tensas de los conflictos religiosos, territoriales y políticos, haciendo que todo se desvanezca como un sueño.
Novela muy bien planteada y enfocada en lo que paso entre los años de 1947 en Jerusalén y 1949 en Hungría. Los personajes me han gustado, en especial el papel del Tío Yosef, que poniendo como prioridad su vida y su familia se mantiene firme en sus convicciones. Un excelente inicio para entender el conflicto bélico actual entre Palestina e Israel.