Nascida no Rio de Janeiro em 1947, é diplomada em literatura pela Universidade de Nancy, França, e mestre em comunicação pela UFRJ. Escreve sobre arte contemporânea no site Aguarrás.
A sensação foi bem parecida à de ler O assassinato de Bebê Marté. Fiquei feliz de poder ler dois assim na sequência e é isso: saudade é pra matar mesmo. Acho que gostei mais desse por conta de toda a tessitura que inclui até mesmo a capa do livro. Ela tá mais divertida também, mais incisiva em seu papel de o terror dos esquerdomachos. Em breve termino sua obra adulta (falta só o primeiro e a nova edição do segundo) e já posso pensar em releituras, que estou farto de conta-gotas.
Eu não sou a maior fã de narrativas psicológicas demais, mas essa me surpreendeu quando se desenrolou. 4 estrelas pois é arrastada por um tempo. Não dá pra saber o que é mesmo verdade, o que é mentira, algo que a autora trabalha muito bem.