No meio de uma tempestade, um jovem diplomata é abandonado, moribundo, numa rua. A mulher por quem se apaixonara traiu-o, apunhalando-o, deixando-o sozinho, caído na calçada, à chuva, a lutar contra a morte.
Todavia, quando esta espia, cuja beleza exótica seduz todos com quem se cruza, reaparece e o Serviço de Informação se apercebe de um pormenor, a história muda repentinamente. Que plano estará ela a urdir? E o que terá acontecido ao espião português? Será que conseguiu sobreviver? Tudo se complica quando um magnata é raptado e os negócios dúbios de um laboratório farmacêutico são questionados.
Numa viagem deslumbrante por cenários extraordinários e cosmopolitas, como Moscovo, Praga, Londres, Lisboa e as Caraíbas, A Hora Solene é o derradeiro capítulo da trilogia de espionagem que revelou Nuno Nepomuceno. O desfecho dramático de uma grande narrativa, onde nada é o que aparenta ser, e que não será capaz de parar de ler.
Nasceu em 1978. É autor da série bestseller de thrillers psicológicos Afonso Catalão, com a qual foi N.º1 de vendas nacional, de duas séries de ficção em formato podcast e de diversos contos.
Nomeado para vários prémios, incluindo o de Ficção Lusófona 2019 das Livrarias Bertrand com A Última Ceia, do qual foi finalista, destacou-se em 2012, quando venceu o concurso literário Note! com a obra O Espião Português, o seu primeiro livro, que a Cultura Editora reeditou em 2021.
Apresenta agora A Noiva Judia, o derradeiro título da série que o notabilizou.
Trilogia Freelancer (em reedição pela Cultura Editora) O Espião Português, A Espia do Oriente, A Hora Solene
Série Afonso Catalão A Célula Adormecida, Pecados Santos, A Última Ceia, A Morte do Papa, O Cardeal, A Noiva Judia Histórias do Bem e do Mal, Os Ficheiros Catalão, O Assassino, A Morte de Dario
Representação literária e imagem
Agência das Letras e-mail: info@agenciadasletras.pt
Referências
N.º 1 nacional de vendas de livros.
N.º 1 nacional Fnac;
N. 1 nacional Continente;
N.º 1 nacional Bertrand;
N.º 3 nacional WOOK;
N.º 1 nacional Kobo;
N.º 1 nacional Apple;
N.º 1 nacional Amazon;
N.º1 nacional policiais e thrillers Wook.pt;
N.º 1 nacional policiais e thirllers Bertrand.pt;
N.º 1 nacional google play;
Prémios Literários
Prémio Note! 2012 (parceria grupo LeYa, revista Lux Woman e lojas Note!) - O Espião Português. Finalista Prémio Bertrand Ficção Lusófona 2019 - A Última Ceia. Geeks de Ouro - Melhor livro nacional 2020 - A Morte do Papa.
Serei sempre suspeita a falar dos livros do Nuno. Aliás, esta opinião vai ser bastante informal, com pouco ou nenhum cuidado em ter frases de citação, porque na verdade acho que há outros valores que aqui se impõem. Sei que a maior parte de vocês não esteve na apresentação de A Hora Solene - que teve uma sala cheia de pessoas bonitas - e que provavelmente não sabem, mas fui eu e a Vera Brandão (A Menina dos Policiais) que apresentámos esta obra. Correndo o risco de me repetir, e peço desculpa a quem esteve presente, quero deixar registado por escrito umas quantas coisas sobre o percurso literário do Nuno e o fecho desta trilogia.
A Trilogia Freelancer começou há mais tempo do que qualquer um de nós possa ter noção. Apesar da recente reedição do premiado O Espião Português e da célere publicação de A Espia do Oriente e de A Hora Solene, a verdade é que o percurso, a certa altura, teve o seu quê de espinhoso. Foi preciso uma grande força de vontade, uma grande luta e sentido de resistência para que todos estes livros vissem a luz do dia. Tenho um grande orgulho no autor e na pessoa que Nuno Nepomuceno é. Antes de me dedicar a A Hora Solene, penso que não será demais notar como poucos autores tratam os seus leitores com tanto carinho e dedicação como o Nuno, e isso tem feito toda a diferença. Está sempre disposto a falar com os seus leitores, a enviar livros autografados, a estar presente sempre que possível. É quase de estranhar, não é? Dado que a maior parte das vezes estamos habituados àquela proximidade distante que tanto caracteriza a maior parte dos escritores.
E é esta humanidade que se destaca na sua escrita e que acaba por tornar esta trilogia única. Não tanto policial, mais de espionagem, mas certamente emocionante, esta foi uma aventura de características singulares em que o mistério deu uma mão à adrenalina e outra ao romance. O Nuno soube como equilibrar bem estes três ingredientes tornando cada livro pessoal, cativando quem lê ao mostrar uma inteligência narrativa que se reflecte no facto de ter conseguido conquistar um público tão vasto e distinto em personalidades. Se muitas vezes o público feminino não se deixa cativar pela frieza dos livros de espionagem, com esta trilogia o Nuno conseguiu duas apresentações em que o público era maioritariamente feminino. Se isto o torna lamechas? Não, sinceramente acho que não, mas quem é que não sei deixa levar por um bom romance?
Temos ainda o facto de que tudo o que é narrado no livro, cenários e paisagens, é feito com uma precisão a que poucos se dão ao trabalho. Existe muito tempo de estudo e de investigação ali empregue. Dito isto, A Hora Solene está tão bom quanto se podia esperar. O final do segundo livro deixou-nos a fervilhar de nervos e de incertezas. Mesmo este terceiro começa de forma algo dúbia, o que faz com que não o larguemos até descansarmos as nossas inseguranças. A intriga está bem formulada, as respostas que tanto procurávamos vão-nos sendo dadas a um bom ritmo e é com um sorriso nos lábios que fechamos o livro. Como dizia o Nuno nas redes sociais "Keep Calm and... Trust Nuno!" Eheh, é mais ou menos isto, mas nada consegue impedir que por vezes fiquemos algo assustados com o rumo da trama.
Resumindo, sim, sou suspeita porque adoro o Nuno, gostei da trilogia desde o início e tendo eu apresentado os últimos dois livros é claro que também acabei por criar uma maior ligação com eles. Ainda assim, para quem me segue há mais tempo, sabem que se eu não gostasse nem sequer tinha aceite o convite do Nuno ou então não falava sobre os seus livros. Claro que todos temos gostos diferentes e as opiniões poderão sempre divergir, mas esta é a minha. Só posso desejar que o Nuno continue a escrever, ouvi dizer que teremos coisas novas em 2016! Boas leituras e Feliz Natal!
A Hora Solene põe fim à trilogia Freelancer de Nuno Nepomuneco. Terminada a sua leitura sinto a vazio normal de abandonar o personagem principal, esperando que o autor o coloque em novas aventuras e faça reviver André Marques-Smith e o traga de volta de ao mundo da espionagem. Portugal precisa de um espião do seu gabarito.
Tal como o final de A Espia do Oriente que, a meu ver, foi arrebatador, o início deste livro foi envolvente e viciante. Sangue, muito sangue, terrorismo e muita violência faz com que o leitor não se consiga despegar das suas páginas. Posso apenas acrescentar, e para não estragar muito da história, que o começo do livro é brutal!
Adorei esta trilogia. Um enredo óptimo com descrições de muitos países e muitas reviravoltas á mistura. Só me faltou uma coisa ... queria saber o conteúdo do vídeo que Anna enviou a André. Sempre pensei que no fim viria a descrição do vídeo a título de encerramento (foi um momento tão importante e pouco explorado)
O enredo? A sinopse simplesmente diz tudo, esperem um enredo totalmente alucinante! O ritmo frenético em que decorre a ação é impressionante, as surpresas continuam a arrebatar-nos, novas informações são nos fornecidas gradualmente de forma a aguçarmos o apetite constante que não nos permiti largar a leitura . Um dos pormenores que mais gosto nesta trilogia e que se verifica em todos os volumes, é a diversidade de locais onde a acção decorre, num momento estamos em Lisboa, no outro em Londres mas entretanto já passamos por Hong Kong, Macau ou Praga.
As personagens? O André conquista-me sempre mais um pouco, a cada livro que passa, ganhou mais carisma e um charme subtil que encantará qualquer leitor. Anna, que no volume anterior deixou cair sua mascara de agente dupla, mostrando-nos assim a sua vertente humana, neste consolida definitivamente a sua característica mais importante, o altruísmo.
A escrita? Somos mais uma vez presenteados com uma escrita que nos incentiva a leitura, simples mas ao mesmo tempo bastante rica em termos, vocabulários e maneirismos literários.
Conclusão? Se o volume anterior consolidou a posição do autor como sendo um dos meus preferidos, este livro veio vincar esse estatuto, é mesmo um dos meus autores preferidos! Apesar de todos os desenvolvimentos e reviravoltas que ocorreram durante a trilogia, este é decididamente o final aguardado por todos!
E assim termina esta trilogia. Estou feliz por o ter feito, mas muito triste por saber que acabou. No entanto preferi assim. Pensar que poderia haver sequelas ou continuações não me deixaria contente. A escrita deste livro é, sem dúvida, muito mais aprimorada, e o Nuno mais uma vez me confirma que é um dos melhores escritores desta "nova geração". Assim, só me resta esperar, com todo o coração, que o autor continue. Com esta trilogia não só demonstrou que tem potencial para escrever como tem talento para o fazer. Em breve conto fazer um vídeo que me foi muito pedido por quem segue o blogue o canal, onde falarei na trilogia (sem spoilers) e onde conto ser um pouco mais específica. Apesar de tudo, fica aqui uma nota: eu devo ser das poucas pessoas que não ficou 100% satisfeita com o final.. mas sobre isso, poderei apenas falar com quem já leu o livro :p
Após alguns dias de reflexão, eis que me sentei para escrever esta opinião! Todos sabem que aguardei ansiosamente por esta obra, assim como muita gente! E finalmente o livro chegou cá a casa, trazido por um carteiro muito simpático e que se riu da minha alegria ao ver o envelope a chegar! Escusado será dizer que a minha reacção dentro de casa foi ainda melhor do que fora das portas – desde um abraço ao livro, uns quantos saltinhos, e um valente sorriso parvo! :) Ora, e porque é que me dignei a descrever esta minha reacção? Porque a verdade é que nem todos os autores e nem todos os livros são capazes de provocar esta emoção! Creio que não fui a única a tê-la, o que significa que não sou a única responsável por ela, mas sim o Nuno Nepomuceno! Um autor como poucos, a quem deixo aqui novamente os meus parabéns e o meu sincero obrigada!
Para quem não sabe, A Hora Solene é o terceiro volume da Trilogia Freelancer, uma trilogia repleta de ingredientes muito especiais desde o início até ao fim. E foi graças a estes que fui conquistada. Nunca fui grande apreciadora de espionagem. Aliás, apesar de gostar de livros com acção e mistério, a verdade é que sou um pouco medricas, o que me faz ficar sempre um pouco de pé atrás quando pego num livro ou mesmo num filme do género! No entanto, como sabem, com esta trilogia consegui aguentar o sofrimento e deixar de ser medricas! :) A verdade é que, como já disse na minha opinião do primeiro volume, estes três livros são bem mais do que uma história de espionagem, bem mais do que um espião e uma espia, bem mais do que sangue! Por isso, para quem ainda não os leu, só tenho a dizer: LEIAM!
E agora falo para quem já leu os dois volumes anteriores. É verdade ou não é que o Nuno Nepomuceno nos deixou numa pilha de emoções no final do segundo livro? Não acredito que haja alguém que tenha conseguido ficar indiferente! Apercebi-me ao falar com o autor que houve muita coisa que não disse acerca deste volume na respectiva opinião. Talvez porque não queria escrever nenhum spoiler, porque não queria retirar o prazer que a leitura tem o potencial de dar, porque há coisas que não devem ser ditas antes do tempo. E com isto digo aqui e agora que cheguei à conclusão de que A Espia do Oriente é o meu favorito! Repleto de sentimentos como a confiança, a dúvida e a traição, foi com muita facilidade que me envolvi com as personagens, vivendo e sentindo aquilo que elas estavam a sentir. E foi por causa disso que o fim com que o autor nos deixa foi para mim de certa forma devastador, criando uma enorme vontade de ler o volume seguinte – A Hora Solene. Todos queremos saber porque é que tudo aconteceu.
E aos poucos, ao longo deste livro, é-nos revelado o porquê. E se no fim de A Espia do Oriente eu dizia “Como é que ela foi capaz? Não há NADA que justifique isto.”, a verdade é que dei por mim de coração dividido quando finalmente percebi! E voltei a ouvir as palavras que o Nuno me disse quando o conheci pela primeira vez “Não se preocupe! Tudo será explicado!”. E lembro-me de lhe responder “Mas não estou a ver nenhuma explicação possível”. E disse ele novamente “Não se preocupe! Vai ver! Vou explicar tudo!”
Como em qualquer opinião, tenho medo de revelar algo que não devo. Mas neste caso nem sequer é o medo de revelar, mas sim o não querer revelar. Haverá leitores a iniciar esta leitura sem sequer ler a sinopse. Haverá leitores a iniciar a leitura sem ler nenhuma opinião (o meu caso). Haverá leitores a iniciar a leitura depois de ler a opinião espero! :) E haverá leitores (também como eu) que depois de chegar ao fim, vão ler todas as opiniões! Sim, porque não só foi um prazer ler esta trilogia, como é bom falar sobre ela, ouvir falar dela, ver o que pensamos até nas palavras de outrem!
E tudo o que já disse continua a parecer pouco. Podia falar de imensa coisa: das descrições magníficas de vários locais, das reviravoltas que vão acontecendo, do quão gosto, ou não, das diferentes personagens, mas o meu coração volta sempre ao mesmo lugar - à família, à pessoa humana, à ética, à moral, à confiança, ao amor, à amizade e a todos os alicerces que seguram não só o nosso Espião Português como cada um de nós! :)
E pronto... Depois de cerca de 1.350 páginas dou por terminada a leitura de Freelancer. Uma trilogia que me acompanhou desde o início do mês e que me encheu as medidas!
Foi, de facto, uma excelente surpresa. Nuno Nepomuceno escreveu uma trama consistente e coerente ao longo de três volumes, sempre com novos desenvolvimentos, sempre com suspense. Gostei muito do desenvolvimento da história e da sua conclusão.
"A hora solene" traz o desfecho da trilogia Freelancer e o último em que sabemos mais sobre a vida de André Marques-Smith. Mais uma vez, o autor não desilude e é capaz de construir uma sequência de eventos que nos prende à leitura e que nos faz querer continuar até conseguirmos descobrir todo o enredo e aquilo que será o destino das personagens que estamos a acompanhar ao longo dos dois livros anteriores. Sem dúvida, mais um livro que vale a pena a leitura e que mostra que Nuno Nepomuceno é mesmo um dos autores portugueses que se dedicam ao thriller da melhor maneira.
Espetacular! Um livro com um enredo muito bem conseguido, cheio de supresas, ação e reviravoltas. A descrição dos locais e monumentos é muito bem feita e apresenta-nos um fim delicioso. Esta trilogia deixa-nos com saudades das personagens...
Já começa a ser difícil dar a minha opinião sobre os livros do Nuno, estando com medo de me tornar repetitiva… mas quem o manda escrever narrativas poderosas, fortes e com qualidade de excelência?
A espera não foi muita, mas foi muito aguardada e não me desiludi mais uma vez. Sabem que eu comecei apenas a ler a trilogia Freelancer este ano por generosidade do Nuno que me ofereceu e à BibiliotecaMil “O Espião Português”, porque ainda não tinha conseguido adquirir o livro (até porque procurei a primeira edição aquando ele foi vencedor do prémio Literário Book.it e nunca encontrava) ,mas sempre quis ler e estava na minha wishlist desde sempre. Adoro livros de espionagem e uma sinopse como a do “O Espião Português” é atractiva para qualquer fã do género. Verdade seja dita que fiquei completamente viciada na história, apaixonada pelo André Marques-Smith (desculpa Gustavo, mas é verdade) e com “A Hora Solene” foi o culminar de todas as emoções.
Ficando nós num autêntico “cliffhanger” de roer as unhas em “A Espia do Oriente”, neste “A Hora Solene” temos as respostas a todas as nossas dúvidas. É o verdadeiro terminar, atar pontas soltas. É uma verdadeira história de amor puro em todas as suas facetas. É na verdade aqui que percebemos as intenções do Nuno na condução da narrativa da trilogia e de facto é de uma qualidade garantidamente acima da média. Uma das características que tenho que enaltecer é o trabalho cuidadoso com que o Nuno descreveu cada um dos locais onde se desenrola a acção. É de louvar todos os detalhes minuciosos, pedacinhos que nos conseguem colocar lá em cada um desses locais sem nunca sequer temos imaginado lá ter ido ou visto. Parabéns por isso e obrigado pelas viagens. Também o tema principal abordado, a modificação/o aperfeiçoar genético, a criação de seres vivos em laboratório por entidades que se acham “Deus” é actual e ainda dá mais interesse a toda a trama. Temos aqui um livro que é acção pura do inicio ao fim, sem paragens para respirar, para pensar, e somos impulsionados a ler até chegarmos ao fim, onde todas as respostas são dadas. E temos mesmo muitas surpresas e sangue. Só não gosto mesmo é da Mariana.
E o fim, caros leitores, é o fim que todos nós queríamos. Eu estava a acabar o livro quando o Gustavo entrou em casa após um dia de trabalho e toda eu era sorriso aberto e lágrimas nos olhos. Porque é assim que ficamos quando nos temos que despedir de personagens que passamos a amar, que passam a ser parte de nós de forma eterna. Esta é uma dessas trilogias/livros, que nos deixam um pedaço delas dentro de nós.
Por isso Nuno Nepomuceno, OBRIGADO pela experiência maravilhosa de conhecer o André, a Anna, o Kimi e o Tommy, todos os outros e claro… a Diva!!!! Obrigado por teres posto um pedacinho de ti, dessa tua maneira de ser, desse sorriso,nesta tua, nossa (dos teus fãs) história. E quero sem dúvida nenhuma ler mais escrito por ti. Com esta qualidade de escrita é imperativo que te mantenhas a escrever por muitos e longos anos, porque tens talento e acima de tudo és de uma generosidade ímpar com todos nós, teus fãs e isso não tem preço. https://bibliotecamil.wordpress.com/2...
Obra que fecha a trilogia "Freelancer" e que não desilude. Claramente o conjunto das 3 obras poderia constar ombro a ombro com outras sagas de suspense internacionais e não ficaria a perder. É neste volume que ficamos a conhecer ao pormenor a história do passado de André Marques-Smith, que acompanhamos o seu tormento interior ao se deparar com o seu passado e no final, a aceitação de quem ele é e do que tem na sua vida. Um texto com muita acção, que nos remete para momentos do passado para esclarecer a vida de André, mas que corre em direcção ao futuro. Um futuro que André vive na dúvida se irá ter e como será, mas que no final vemos que existe e é perfeito. Confesso que considero o final da personagem demasiado perfeito, mas talvez André o mereça, pelo sofrimento e provações pelas quais passou ao longo da história. Tenho pena de me despedir de André Marques-Smith...
O problema das trilogias é que depois de acompanhar as personagens ao longo de tantas páginas acabamos, invariavelmente, por nos sentir mais próximos delas. Foi precisamente isso que me aconteceu com esta trilogia e é com muita pena que me despeço do André e companhia. Foram muitos momentos de acção e tensão e alguns de descontracção e brincadeira. Foram planos inteligentemente arquitectados e reviravoltas surpreendentes. Vai deixar saudades!
#5#runawaytbrmaio Este é o terceiro livro de Nuno Nepomuceno e como o autor já nos habituou é um excelente trabalho. É uma leitura que quase nos deixa sem ar, com sempre alguma coisa a acontecer e connosco a temer a cada minuto que alguma tragédia fatal atinga as nossas personagens preferidas. Talvez á primeira vista o final possa parecer forçado e demasiado "arranjadinho" mas eu pelo menos senti assim, que se não fosse deste modo, talvez o livro não me tivesse dado tanto prazer. Portanto não duvidem que o recomendo. E agora venha a célula adormecida e restantes livros do Nuno, que obviamente estou ansiosa por ler.
Este é o ultimo livro de uma trilogia e posso dizer que foi o que mais gostei. Li os outros dois e gostei mas houve qualquer coisa que não me prendeu, como este, não foi que não gostasse dos outros mas não me disseram muito. Opinião completa em: http://aviciadadoslivros.blogspot.pt/...
4,5 ⭐️ | A Hora Solene é o último volume da trilogia Freelancer de Nuno Nepomuceno.
Que aventura que foi esta trilogia! Começando pela temática, passando pelas personagens e terminando nas inúmeras viagens por esse mundo fora, de uma forma geral esta foi uma história que adorei conhecer.
À semelhança do que acontece nos volumes anteriores, «A Hora Solene» é pautada por muito suspense, reviravoltas e segredos. As pontas foram todas atadas e selaram esta obra de forma exímia, não ficando nada por explicar.
Terminar uma série faz-me sempre ter uma sensação agridoce para com a história, mas diria que esta foi encerrada com chave de ouro.
Freelancer é uma trilogia a não perder por todos os leitores que adoram ler sobre investigação científica inovadora e espionagem, com um toque de romance pelo meio.
André, vou ter saudades tuas.
Agradeço imenso ao autor Nuno Nepomuceno e à Cultura Editora pelo interesse em cederem-me um exemplar para leitura e partilha da minha opinião honesta.
I “E se toda a sua vida não passar de uma mentira?” II “Dúvida. Confiança. Traição.” III “Lutai, vós homens de valor.”
Quero agradecer novamente ao Nuno a amabilidade e gentileza que teve em oferecer-me mais um dos seus “meninos” A Hora Solene.
Mais uma leitura que me prendeu e seduziu pela narrativa ágil, pela escrita de uma mão cheia de talento, inundada de acção e a um ritmo frenético e alucinante que desde as primeiras páginas não deixam ninguém indiferente. Simplesmente espectacular! Ai o “nosso” André!!! Obrigada Nuno por este final que adorei e não poderia ser melhor! Uma trilogia que marca qualquer leitor. As palavras custam a sair, e ainda estou a descontrair, porque não consigo exprimir, a lufada de emoções que estou a sentir.
Como já referi nos livros anteriores o Nuno é um escritor com um talento excepcional ao nível do internacional, qual Ken Follett, qual Truman Capote, Ian Fleming, Jack Higgins, John Le Carré, Eric Ambler……….. entre outros, o Nuno é português (é nosso) e não digo mais nada, porque caso fosse americano ou inglês a trilogia seria um verdadeiro Bestseller a nível mundial. Vamos apoiar o que é nacional, porque é tão bom ou melhor que o internacional! O meu lema é “O que é nacional é bom!”
Uma narrativa plena de organizações, viagens, orientações, acontecimentos, imaginação, terrorismo e espionagem em diversos pontos do mundo, tais como: Londres, Moscovo, Hong Kong, Macau, Praga e não poderia faltar a nossa Lisboa. Os pormenores, as descrições, os locais, as ocorrências e os personagens com que o autor nos brinda são tão claros e bem descritos que parece que estamos dentro da própria história. A escrita do autor é clara, simples, criativa, fluída e envolvente e a cada livro que escreve mais aperfeiçoada se torna. Um livro de leitura clara, fluída, viciante, frenética, empolgante, pleno de acção, suspense, mistérios, dúvidas, incertezas e erros são-nos apresentados ao longo das 486 páginas que se devoram num ápice.
Embora aparentasse mais, só tinha ainda vinte e oito anos, era um jovem diferente dos outros mas com sonhos iguais, este era André Marques-Smith que se encontrava a lutar pela vida. Conseguirá André sobreviver à tentativa de homicídio? Qual a razão que levou aquela mulher enigmática a cometer tal atitude? Conseguirão algum dia André e Anna ultrapassar os problemas existentes entre os dois? Conseguirá o bem vencer o mal? Será esta A Hora Solene do André?
Não vou divulgar muito acerca do livro, pois este merece que a revelação, seja feita com a sua leitura e cada pessoa tirar a própria conclusão. Com a leitura deste livro o autor vai-nos dando variadas indicações dos livros anteriores, mas aconselho a lerem a trilogia completa que não se vão arrepender, pelo contrário oferecem-nos momentos de prazer intensos e excitantes.
Ao dizer adeus à Trilogia Freelancer, fiquei com uma lágrima no canto do olho L de saudades. Para quando o próximo livro Nuno?
No fim do livro, o Nuno agradece publicamente o apoio e a ajuda recebida de várias entidades e pessoas, onde consta o meu nome. Da minha parte eu é que agradeço toda a amabilidade e simpatia que o Nuno tem para connosco, não obstante o magnífico escritor que é!
A Trilogia Freelencer “O Espião Português, A Espia do Oriente e A Hora Solene” marcam a ficção portuguesa pela sua beleza e destreza.
Recomendo sem reservas o autor, EXCELENTE :)
O Espião e a Espia chegaram finalmente ao final, Só o Nuno conseguiria por que é profissional, Dar um desfecho assim tão divinal, À sua trilogia tão interpessoal e organizacional!
Chega o dia de começar a viagem para o fim. Abro a primeira página e quero que as quase quinhentas páginas voem a caminho da descoberta. Na dúvida do que é mais importante, se o percurso ou a chegada, não hesito e leio o fim. Fiz o mesmo no livro anterior, A Espia do Oriente, e não me arrependo em nenhum dos dois. Vivo mais o percurso assim, gosto de apreciar a construção e as reviravoltas sabendo quem vai cruzar a linha da meta. Em todo o caso é melhor não o fazerem…digo eu… Quanto a finais não me vou deter em muitos comentários, mas tenho de dizer que o final de A Espia do Oriente me entusiasmou muito mais do que o do terceiro volume, que, acredito, será muito mais consensual e, se calhar, até solene. Mas que posso fazer? Gosto da sensação de ficar pendurada em penhascos, da pequena maldade de torturar o leitor, castigando-o com aquela pontinha de irritação que o levará ao livro seguinte assim que esteja disponível. Bem jogado. Não vou esconder que o meu preferido é A Espia do Oriente, talvez por ter revelado uma evolução da escrita do autor e, consequentemente, um maior distanciamento qualitativo em relação ao primeiro volume, o Espião Português. A Hora Solene tem o peso do desfecho, do querer satisfazer ânsias e curiosidades e, ao mesmo tempo, evoluir para áreas mais arrojadas. Há muita acção e violência, os cenários simultâneos estão bem construídos, as pontes entre eles são lançadas no momento certo e o efeito global é muito bom. O início deste livro é fenomenal, tanto que receei um previsível esmorecimento, que se verificou. Contudo, seria necessário acalmar os ânimos e, no geral, não posso dizer que haja tempos mortos. Há talvez excesso de informação relacionada com os livros anteriores, para mim desnecessária por os ter lido quase seguidos, mas que compreendo e julgo ser útil para quem optar não ler os livros anteriores. Coisa que acho uma pena e deixo aqui o apelo de “ou tudo ou nada”, é ler a Trilogia Senhores! Adorava contar mais coisas mas pode ser perigoso para vocês, leitores que não fazem a batota de ler o final. Por isso vos recomendo este livro, para se surpreenderem. Para se envolverem na história do André, no seu passado diferente e no seu futuro incerto. Para descobrirem, página após página, uma história bem construída, narrada de forma fluida e elegante, sem pontas soltas e questões em aberto. Leiam os três livros do Nuno Nepomuceno e fiquem, como eu, à espera de mais e melhor. A Trilogia Freelancer está concluída e cumpre os seus objectivos de uma leitura entusiasmante que não se fica pelos meandros da espionagem internacional, mas que pisca constantemente o olho a valores de base como a família, a amizade e o amor. A humanidade que se descobre nestas páginas, e que faz com que os leitores se identifiquem e se apaixonem por este espião é, talvez, o factor diferenciador destes livros. O leitor é inevitavelmente apanhado numa teia de sentimentos que se espalha como o sangue das vidas que ficam pelo caminho. Contraditório? Definitivamente. Mas que tudo é conciliado, isso vos garanto. Quanto a mim fica o desejo de ver o Nuno alcançar outros patamares. Continuar a subir os degraus de uma escrita que promete amadurecer, ganhar consistência e sofrer as inevitáveis depurações. Aguardo outras personagens e outras histórias. O André cumpriu os seus desígnios.
Chegámos ao fim da trilogia de Frelancer. André, um espião ao serviço de uma agência inglesa, CADMO, é possuidor de um segredo. Segredo esse que não revelaremos :P
Uma bela leitura, como já havíamos dito Nuno Nepomuceno surpreendeu, tendo tudo para ser um metre da ficção literária nacional. Com a sua trilogia "chegou, viu e venceu", se há pontos e arestas a limar? Há. Haverá sempre, principalmente para quem não desiste e tenta sempre mais.
Esperemos que o autor não desista, que continue a limar arestas e a brindar-nos com histórias magníficas.
Ressalvamos toda a pesquisa feita para levar os leitores por lugares que não conhecem pessoalmente. Nuno descreve os locais por onde a história se vai desenrolando permitindo-nos uma viagem mais fidedigna pela nossa imaginação.
Aconselhamos apenas que não se permita a cair no exagero e em descrições demasiado alargadas.
Vão daqui os nossos parabéns pela vitória alcançada com os três livros. O título de autor revelação foi bem atribuído. Ficaremos a aguardar mais novidades e trabalhos.
Nota: Ficámos vaidosos por constar dos agradecimentos :D Permitam-nos deixar aqui o nosso agradecimento ao autor por toda a simpatia e disponibilidade que sempre mostrou para connosco, o que nem sempre acontece.
Adorei o ínicio, foi como se diz na gíria, bem esgalhado! Está bem feito sim senhora, e a reviravolta lá pros dois terços do livro foi surpreendente, não estava nada à espera, e isso é o que quer num livro deste género. O final também é bom, e encaixa na perfeição esta triologia do Espião Português mais betinho de todos os tempos! Um pequeno reparo ao Nuno: as descrições de Londres estão impecáveis, mas não é necessário saber quantos sinos tem o Big Ben caso não sejam usados na história, ou quantos metros de altura tem uma parede se nenhum dos personagens a vai escalar :)) As descrições dos sítios históricos valem a pena quando acrescentam valor à história, ou são um bocadinho menos "a la Lonely Planet". De qualquer forma, eu seria incapaz de escrever mais que uma página seguida dum livro, logo a minha crítica não vale grande coisa, mas vale o seguinte: Parabéns Nuno por conseguires entreter-me durante horas a ler e fazer-me escapar do dia a dia. O mais importante quando se lê um livro é se no final se tem saudades das personagens, e eu vou ter saudades delas. Isso pra mim vale muito!
Intensidade, suspense, ação, emoção, amor, ternura e humildade . O André teve a sua Hora Solene, os seus sonhos tornados realidade, a vida sorri-lhe e a família também! Os seus medos, angustias e feridas ficam no passado. Sim, o André teve um fim à altura! Um livro cheio de suspense e ação numa narrativa intensa e sem pontos mortos; nota-se perfeitamente uma evolução constante do autor desde 'O Espião Português' . Emoção, amor e ternura estão sempre presentes, mas no final são mais exuberantes ! Adorei o realismo nas descrições dos vários cenários onde a ação é passada e também a trama que se baseia num tema melindroso, ética e moralmente, mas por demais atualizado. A humildade do autor é a humildade que encontramos no André. Por fim, a presença constante do Kimi e do Tommy, aligeiraram a narrativa e até me divertiram.
Agradeço ao Nuno, ter-me proporcionado tantas e tão boas horas de leitura. Obrigada Nuno, aguardo ansiosamente o que está para vir!
Incrível história. Muito bem construída e sem lacunas. Incrível evolução do Nuno enquanto autor. Personagens profundas e cheias de vida e que se vão alterando ao longo do grande percurso do André. Nunca fui fã de espionagem, mas tenho que dar a mão à palmatória, misturando elementos fantásticos com elementos da vida quotidiana e familiar, esta história prende-nos até ao fim.
O final da história do espião português que precisávamos. Senti algumas passagens muito demoradas e um pouco desnecessárias; e outras em que preferia que tivessem sido mais detalhadas. Mas de uma maneira geral não desiludiu e manteve, essencialmente, o nível dos livros anteriores da trilogia.