“Que profissão eu deveria colocar em meu cartão de visitas: historiador, antropólogo, filósofo? Prefiro não escolher. Não me reconheço na filosofia pura, não domino bem essa postura, não fico à vontade no discurso inteiramente abstrato. A antropologia filosófica me convém melhor, mas ela não existe como disciplina autônoma. Historiador, talvez, com a condição de incluir no objeto da história a vida moral, a vida estética. Em certa época, eu dizia que queria buscar o ‘sentido moral’ da história.” Talvez Todorov seja um intelectual inclassificável. Segundo o próprio, talvez “humanista” seja o único rótulo que lhe caberia em qualquer época de sua vida como pesquisador e escritor. Neste livro, estão reunidas as entrevistas que ele concedeu a Catherine Portevin, nas quais lhe foi proposta a difícil tarefa de se debruçar sobre a própria obra e avaliar os elementos biográficos que teriam contribuído para suas escolhas intelectuais.
In Bulgarian Цветан Тодоров. Todorov was a Franco-Bulgarian historian, philosopher and literary theoretician. Among his most influential works is his theory on the fantastic, the uncanny and marvellous.
Bellissima conversazione con un maestro della critica letteraria, che nei miei anni universitari credevo trincerato come un Barthes, un Lévi-Strauss, un Eco, e che invece ho scoperto libero ed originale... capace di appassionare ed illustrare presupposti e limiti della semiologia così come del famigerato strutturalismo. "La tentazione strutturalista di studiare l'opera, e solo essa, è votata allo scacco: l'opera deborda sempre da tutti i lati. Si è obbligati ad isolare dei segmenti o delle prospettive; ma, se si reifica questa necessità pratica in un postulato teorico, essa diventa nociva". C'est tout! Utili i riferimenti bibliografici a termine del volume, nonché la breve "conversazione a distanza" in postfazione.