Tbh senti que muitos argumentos expostos no livro estavam assentes em premissas de verdades absolutas que não estavam de todo fundamentadas - logo a negação categórica do relativismo deixa uma pessoa de pé atrás - o que depois dá em problemas lógicos (p.e.: considera o ser humano como indivíduo puro cuja ambição derradeira é a perfeita autonomia e "liberdade", no entanto, permite-se ter concepções objetivistas de liberdade, "retirando" a capacidade do indivíduo chegar por si ao seu próprio conceito de liberdade, e negando essa experiência do cânone cultural chinês). Enfim, sinto que o Kissinger iria amar este livro.
Dei mais uma estrela porque de facto foi entertaining, e embora a sua promenade pelo colega da filosofia da música fosse um bocado complicada para mim de relacionar com o resto do livro, foi interessante.