Está na hora de admitirmos que a vida não está a acordamos a desejar que o dia passe depressa, aceitamos situações que não merecemos e vivemos uma rotina que nos deprime a cada dia.Crescemos cercados de regras. Habituámo-nos a que fosse a sociedade a dizer-nos como comer, vestir, casar, amar e trabalhar. Em cada instante, houve sempre alguém pronto a orientar-nos com «Devias fazer assim…»Se não estiverem ao serviço da felicidade, as nossas escolhas nunca vão fazer sentido. Este livro nasceu quando tomei a decisão de desistir de uma vida que não era minha. Despedi-me do emprego que tinha, viajei muito e fiz voluntariado internacional. Estas experiências permitiram-me descobrir que viver é muito mais do que acrescentar anos à idade.Nestas páginas, procuro questionar, refletir e abordar o que são as nossas vidas numa perspetiva diferente. Mostrar que esta experiência no planeta Terra não tem de ser um martírio, bem pelo contrário. Hoje sei que, quando escolhemos o que nos faz bem, a vida começa a correr de outra forma. Está nas nossas mãos o poder de mudar e, nos nossos olhos, a capacidade de ver o mundo de uma forma diferente.Desistir também é para os fortes, os que não aceitam menos do que merecem.A culpa não é dos teus pais, professores, amigos, chefes, marido ou mulher. Assume a responsabilidade das tuas escolhas. Liberta-te das expectativas. Faz as pazes com o passado. Mantém-te presente e, sempre que sentires, não hesites. Os teus sonhos estão à espera que acordes, para os realizares.
Não é literatura, não é auto-ajuda, não é uma biografia. No fundo, este livro é uma compilação de crónicas como as que o autor faz para o jornal Público. Como é que classificamos isso?
Num mundo onde as pessoas estão cada vez mais desconfortáveis na própria pele, mas toda a gente passa uma imagem de pessoa feliz e concretizada, é importante pararmos um pouco e pensarmos se estamos efectivamente felizes ou se estamos apenas confortáveis.
O que é que nos move? O que é que nos deixa nas nuvens e com aquela sensação de concretização? As respostas são diferentes para cada um e é por isso que este livro não dá respostas, nem pretende dá-las. O que o livro faz é levantar questões e fazer-nos reflectir. Se tiverem sorte, chegam ao final do livro a pensar o mesmo que eu: interessante, importante para muita gente, felizmente sinto-me bem no ponto em que estou na minha vida.
Mesmo que o livro não vá directo ao vosso coração (ou mente), de certeza que conhecem pessoas que estão a precisar que alguém as faça reflectir sem ser invasivo ou sem tentar dar respostas certas e erradas.
Se trabalhasse como biblioterapeuta, acredito que este livro seria uma boa ferramenta de trabalho.
Para quem gosta de consumir livros a um ritmo frenético, este não é o mais aconselhado para o efeito. Na verdade, o livro pede que nos demoremos nele para que possamos sentir ecoar em nós as palavras do escritor... Num discurso despretensioso mas, ao mesmo tempo, profundo Manuel Clemente acena-nos constantemente com um bilhete de viagem ao nosso eu interior. Um caminho que não pretende ser castrador, mas antes um desbloqueador de atitudes que talvez nunca nos tenhamos atrevido a percorrer! Para mim, é um livro que dá alento para aqueles que gostam de olhar em frente.
Com a leitura deste livro ri e refleti. Refleti principalmente sobre a importância de viver e de para isso nos sentirmos preenchidos. Um livro que pretendo reler e que é bom faze-lo para não nos esquecermos das suas importantes mensagens. Gostei da forma de pensar do autor e da maneira como consegue expressa-la no papel.
Conheci o Manuel Clemente pela sua página de Instagram e fiquei curiosa quanto à sua escrita. Numa visita à Bertrand este título chamou-me a atenção e descobri que era dele. De leitura leve mas profunda e que puxa à reflexão, é um bom livro para qualquer altura da nossa vida, que nos permite refletir, indagar e encontrar algumas respostas.
O livro está bem escrito e tem alguns insights interessantes. Mas a verdade é que não nos ensina propriamente nada. Senti que me estava sempre a dizer o óbvio. No fundo, é como ler o diário do autor, em que ele desabafa sobre várias áreas da vida. É interessante este chamar de atenção para o "óbvio" que por vezes nos passa despercebido, e é um livro que se lê bem e rapidamente. Mas esperava algo mais inspiracional e com objetivos mais concretos.
Gostei de como este livro nos faz pensar sobre a nossa vida. Sobre as nossas escolhas e se elas são, de facto, nossas.
Eu li este livro em conjuntos com os lives do autor no Instagram, o que, definitivamente, aumenta o meu rating. Mais do que ler as crónicas, tive acesso a discussões sobre os temas e a histórias de vida que melhoraram a experiência de leitura.
É um livro repleto de crónicas que nos fazem refletir e ver alguns assuntos com outros olhos, faz com que pensemos mais em nós e valorizem-nos pois se não formos nós a cuidar primeiro de nós quem será? É um livro de leitura rápida, leve mas impactante. Recai sobre a forma como encaramos a vida e sem dúvida para reler.
Um livro que nos diz aquilo que por vezes precisamos de recordar. Não acho que seja de auto ajuda, mas acho que se calhar nos fala um bocadinho de motivação. De um ponto de vista motivacional, não traz nada de novo mas não deixa de ser algo que pode ser importante de relembrar a pessoas que sentem a sua vida parada. Ou que talvez ainda elas próprias não tenham mergulhado dentro de si, numa viagem de auto conhecimento. Os trocadilhos com as palavras são interessantes e algumas vezes engraçados.
Uma leitura leve e agradável, embora não contenha revelações de outro mundo mas que não deixa de ter constatações verdadeiras e a considerar.
Um bom livro para nos relembrar o que já tão bem sabemos. Dei por mim a ler e acenar com a cabeça enquanto murmurava "hmm hmm", sobre assuntos que são tão senso comum que acabamos por nos esquecer deles, pondo-nos em segundo (terceiro ou quarto...) lugar tão frequentemente. Não que seja um livro espectacular mas um bom livrinho de lembrete a ler quando nos achamos a desvalorizar.
"Se Sentes, Não Hesites" foi o primeiro livro que li do autor. Inicialmente, estava reticente que não gostasse por ser do género de textos aleatórios. Contudo, confesso que gostei imenso. A escrita do autor é muito fluída, lê-se super bem e acho que o devorei em dois dias. É de fácil leitura e nada aborrecido. Identifiquei-me com alguns excertos do livro acabando por refletir no que estava a ler e de certa forma ajudou-me a interiorizar algumas lições de vida. Sobre o enredo em si, não há muito que dizer, afinal trata-se de textos aleatórios e não de uma história com início, meio e fim. Neste livro, as personagens principais somos nós próprios e o que podemos ou não fazer com as nossas vidas de forma a que o dia-a-dia seja mais fácil e não apenas uma forma de sobreviver. Em "Se Sentes, Não Hesites", Manuel ensina-nos a viver mais livres e felizes, ao invés de andar-mos por cá a sobreviver dia a dia, amargurados com tudo e todos enquanto esperamos por uma mudança, um novo rumo. Contudo, a mudança está em nós, a mudança somos nós que a fazemos.
O óbvio tem de ser dito. Este livro encarna na perfeição essa função. Às vezes, só precisamos disso: de algo ou alguém que nos sente ao abrigo de uma sombra, nos relembre da simplicidade que é viver, sentir e fazer jus à nossa essência. Quero processá-lo bem antes de mergulhar numa reflexão mais profundo, mas o veredito é simples: quero uma versão só para mim por ter gostado tanto!
Uma leitura tao agradável e viciante que me levou a concluir o livro todo numa tarde de ferias. Tao bom e com tantos ensinamentos, recomendo sem duvida. Ansiosa por começar a ler o proximo livro deste escritor.
this book is by far, once of my favorite books ever. it brings a new perspective into anyone's life and the author's writing is just so. close to home. i loved it.
Grande pensador, que nos apresenta de uma forma clara e transparente, os pensamentos mais profundo. Excelente maneira de dividir a mensagem e captar o interesse do leitor. Muito Bom.
Não é um livro de auto ajuda, mas é um conjunto de textos que compilados fazem bem à alma, ler. Recordar certos conceitos, focar, desligar de certas distrações ... Gostei e sinto que fez algo por mim.