"This eye-opening journey through centuries of medical care on the battlefield is a fascinating read. The research is impressive, the writing style relaxed but what makes this book stand out is the personal stories of women and men who risked their lives to save others." - ANNE MACMILLAN, HISTORIAN, JOURNALIST AND AUTHOR OF WAR STORIES
Double Emmy award-winning author Martin King takes you on an enthralling journey through the history of medicine on the battlefield, covering the battles of Ancient Rome, both World Wars, Vietnam and many more. Hear true stories of the brave men and women who risked their lives to save others in the chaos of conflict,
• Tillie Pierce, the 16-year-old girl who tended soldiers from both sides during the Civil War • Mary Seacole a black nurse who ran her own medical center during the Crimean War • Nellie Spindler, a staff nurse in World War I who was tragically killed in the Battle of Passchendaele • John Bradmore, the man who saved Prince Henry in the War of the Roses
Battlefield Medics includes first-hand accounts from veterans of various wars and conflicts, as well as a foreword by Colonel Robert Campbell of the 101st Airborne Division of the US Army.
Told with King's usual flair for engaging narrative and eye for historical detail, this illustrated account provides a testament to these remarkable medics and the vital part they played in history.
Emmy Award winning British Military Historian/Author/ Lecturer who's had the honor of reintroducing many US, British and German veterans to the WWII battlefields where they fought. He lives in Belgium near Antwerp where he spends his most of his time visiting European battlefields.
His voluntary work tracing individual histories has been a labor of love for almost 30 years. He speaks, and has a working knowledge of German Italian Dutch and French. Frequently in demand as a public speaker he has lectured at many British and US colleges, universities and military bases throughout the world. The History Channel hired Martin as a Historical Consultant on their series "Cities of the Underworld". In 2007 he began a new assignment working as a Historical consultant/writer on the hit series 'Greatest Tank Battles', currently the most watched military documentary in the US. Shortly thereafter he accepted an invitation to work as a Presenter/Historical Consultant on the series 'Narrow Escapes' with Bafta Award winning documentary makers WMR.
He is a frequent visitor to the prestigious West Point Military Academy. Widely regarded as a leading authority on European Military History, General Graham Hollands referred to him as the "Greatest living expert on the Battle of the Bulge". Steven Ambrose called him "Our expert in the Ardennes". Fellow writer and notable historian Professor Carlton Joyce said "He really is the best on the Ardennes". His campaigning work for World War Two veterans recently came to attention of some leading military personnel at the Pentagon who cordially invited him to present his latest work there. Awarded 'SERVICES TO EDUCATION' certificates by the USAF and NATO. In 2015 his documentary feature 'Searching for Augusta' received no less than 7 EMMY AWARDS for 'BEST HISTORICAL DOCUMENTARY'. In 2017 his book 'THe Fighting 30th Division - They called them Roosevelt's SS' was nominated in the USA for the 'Prestigious writer Award'. He's also an Honorary Citizen and chosen Cultural Ambassador
As a doctor I am very interested in the history of medicine. This book started out to be very fascinating, but did drag on a bit. I feel like maybe it needs more editing. There is a disjoint between some stories that just doesn’t allow it to feel polished. But the history is interesting.
É o dever de um comandante de combate cumprir a missão e trazer seu pessoal para casa com vida. Levamos muito a sério, especialmente este último, e o realizamos, em grande parte, através de um tratamento médico detalhado e de um plano de evacuação e rede que salva vidas. No centro disto está o médico.
Guerra é uma experiência multifacetada; trata-se de salvar vidas, assim como tirá-las.
Aqueles que ousaram aventurar-se nos domínios do inferno para salvar vidas.
O cuidado não tem cor e a coragem não tem credo.
A forte divisão da profissão médica em médicos e cirurgiões, pode ser rastreada até o século XII, quando a igreja católica proibiu oficialmente o clero de derramar sangue sob qualquer circunstância.
Entre os séculos IX e XIII, o mundo islâmico forneceu contribuições substanciais para a ciência da medicina.
Desde o final da idade média e por muitos séculos seguintes, a única forma reconhecida de lidar com um membro infectado era a amputação imediata.
Outro método comum de tratar feridas abertas, mas igualmente doloroso, era a prática de derramar óleo fervente sobre a área afligida.
Um neurocirurgião do século XVII mantinha unhas longas em preparação para a remoção de um pericrânio exposto.
Uma das muitas razões pelas quais Marlborough foi um comandante bem-sucedido foi a nomeação de um boticário geral, que forneceu a cada regimento um baú de medicamentos.
As irmãs de Beguines eram um coletivo formidável que dirigia os hospitais e prestava atendimento nas muitas comunidades onde viviam e prosperavam na idade média.
Ao longo da guerras revolucionárias, a doença, em vez de ferimentos de batalha, foi a principal causa de morte entre as fileiras.
Triagem é uma palavra francesa que se refere ao processo de determinar a prioridade dos tratamentos dos pacientes com base na gravidade de sua condição, no tempo e nas possibilidades de tratamento.
Bola “Minié”. Esta era uma bola de calibre 0,58, feita de chumbo macio, inventada pelo oficial francês Claude-Etienne Minié em 1849. Ela se achatava no impacto para criar uma ferida que se expandia a medida que a bala se enterrava mais profundamente no tecido. Ela estilhaçava o osso acima e abaixo do impacto e, raramente, saía.
O clorofórmio foi usado pela primeira vez como anestésico em 1847. Por permitir que os cirurgiões realizassem as operações dolorosas mais lentamente, eles podiam preparar melhor os cotos de amputação para próteses.
A Cruz Vermelha foi criada como uma resposta direta às experiências de Dunant imediatamente após a sangrenta batalha de Solferino, em 24 de junho de 1859. A batalha foi o encontro final da segunda guerra da independência italiana.
Convenção de Genebra. Em tempos de conflito, a Cruz Vermelha teria a neutralidade garantida para suas ambulâncias, hospitais e trabalhadores médicos e seus equipamentos.
O advento da primeira guerra mundial viu avanços espetaculares em anestesia, cirurgia asséptica e bacteriologia, assim como o crescimento das profissões médicas civis e militares.
Ainda mais notável foi o sucesso da medicina em reabilitar os feridos, e isto, mais do que qualquer outra coisa, foi responsável pela capacidade dos exércitos de continuar lutando.
Durante a segunda guerra mundial, a eficácia dos médicos de combate e militares no atendimento ao trauma de linha de frente aumentou significativamente, graças às inovações médicas.
Os programas governamentais patrocinados pela guerra contribuíram para o desenvolvimento de vacinas novas ou significativamente melhoradas que enfrentaram 10 das 28 doenças evitáveis por vacinação identificadas no século XX.
A guerra e o conflito podem produzir os heróis e heroínas mais improváveis.
A segunda guerra foi o catalisador de muitas inovações no tratamento de ferimentos traumáticos no campo de batalha. Ela também levou à transformação da indústria farmacêutica, ao desenvolvimento do moderno sistema de transporte aéreo, à introdução do helicóptero e a grandes avanços no campo médico da psiquiatria.
O soldado de infantaria no pacífico sul, durante a segunda guerra mundial, viveu cerca de 40 dias de combate em quatro anos. A média dos soldados de infantaria na Vietnã foi de 240 disa de combate em um ano, graças à mobilidade do helicóptero.
Melhorias na medicina do campo de batalha significam que mais de 90% dos soldados feridos no Afeganistão sobreviveram.
Uma guerra, um conflito, uma ação policial, uma insurgência; todas estas descrições são excedentes às exigências das equipes médicas que remendam e remontam os corpos despedaçados de jovens, homens e mulheres do confronto violento, eles são sempre obrigados a fazer o seu trabalho.
Os médicos de combate contemporâneos ainda serão obrigados a provar sua eficiência em quatro grandes competências antes de se lançarem a linha de frente. Cuidados de emergência, evacuação, proteção das forças médicas e cuidados primários limitados.
O objetivo final foi, é, e continuará sendo, apesar da tecnologia utilizada, a otimização do cuidado no campo de batalha, e o cuidado, como a coragem, não pode ser programado em nenhuma máquina.
Lisioły i medycyna . Ciekawski lisi nos zaprowadził futrzaka do książki „Wojna i medycyna. Jak działania wojenne zmieniły medycynę” pióra Martina Kinga. Lisioł z zapałem zabrał się do lektury, szybko trafiając na pierwszą ścianę, a raczej wiatr prosto w oczy. Autor ewidentnie gloryfikuje medycynę okresu antyku – głównie grecką i rzymską, obniżając przy tym wartość średniowiecznej medycyny. Cytując: „Za leczenie rannych na polu bitwy i poza nim odpowiadali głównie duchowni. Jakość oferowanej przez nich opieki obniżały wyznawane przez nich surowe zasady wynikające z doktryn religijnych”. Hmmmm w starożytnej Grecji wcale nie odmawiano pomocy chorym, uznając, że otrzymali karę boską *lisie chrząknięcie*. Nie wspominając już o takiej teorii: „Zdaniem historyków medycyna wojskowa osiągnęła poziom rzymskiej dopiero w XVII i XVIII wieku” – Rzymianie z pewnością znali broń palną i rany z nią związane! Bez komentarza. Do tego standardowe określanie średniowiecza jako „wieków ciemnych”. . Wyprawy krzyżowe również zostały odhaczone za pomocą skrajnego przykładu ze źródeł muzułmańskich tylko i wyłącznie. Cytując autora „W każdym razie niecała średniowieczna medycyna zasługuje na miano znachorstwa”. *Lisioł powoli unosi jedną brew* cóż za niesamowicie obiektywne podejście! *słychać dźwięki wyrywania kartek*. Dalej mamy „głupią Europę” w porównaniu do rewelacyjnej chińskiej medycyny. Lisioł nic nie ma do tej drugiej, ale napisanie, że lekarz, który wyciągnął komuś strzałę z twarzy tak, że pacjent przeżył, posiadał „szczątkową wiedzę” jest lekkim nietaktem. Tak, mowa o Johnie Bradmorze, autorze szczegółowego traktatu o chirurgii i przyszłym królu Anglii Henryku V. . Książka nie oferuje też tego, co zapewnia w tytule, czyli historii medycyny pola walki. Głównie jest to zbiór opowieści o konkretnych pielęgniarkach pracujących w warunkach frontowych. Treść sięga teoretycznie od antyku do Iraku i Afganistanu. Lisioł pisze teoretycznie, bo o Bizancjum czy starożytnej Persji możecie zapomnieć. Jednym piśnięciem, chociaż w środku można znaleźć ciekawostki, to Lisioł nie poleca. Ciągła stronniczość autora jest po prostu męcząca, podobnie jak przekłamania historyczne.
Battlefield medics is an eye opener. It does tend to be a little long winded in a few spots but overall I was very interested in seeing how medical advances due to field medic techniques have evolved.
Good book. Was not what I expected. Still interesting. Good exposure for the black people and their contibutions to this book's subject. editing needed . p116 Hemingway was not the author to From Here to Eternity. It was James Jones. Hemingway wrote Farewell to Arms which may be the book the author meant. Also on p. 116 Austrians had already been defeated in the Battle of the Piave and the Italians were in the midst of launching their counterattack. I think he meant Italians had been defeated.
Excellent history from the Greeks & Romans, to the Middle Ages, Napolean, the US Civil War, the founding of the International & US Rec Cross/Red Crescent, WW I, WW II, Korean, Vietnam, Afghanistan & Iraq Wars/Conflicts/Police Actions. The Medical Advancements, and the new weaponry.
Foi legal de ler, mas não gostei tanto da escrita, pareceu muito "homem hétero falando de guerra e martirizando gente sofrendo", apesar de eu saber que não foi isso que o cara quis passar. Mas, fiquei com essa impressão, principalmente quando tava falando de profissionais mulheres.
Pensei que falaria mais sobre ciência e tals, a parte histórica dele é bem mais marcante, mas mesmo assim é uma boa leitura... :) aprendi várias coisas!