Quando os protetores de Rosália descobrem um desequilíbrio na magia que sustenta o reino, Meg, a princesa de Rosália e espiã da rainha, recebe a importante missão de se infiltrar na casa de um conde como noiva de seu filho e descobrir os planos do homem.
Mas desmascarar o conde não vai ser nada fácil. Especialmente quando Yara, a futura condessa de Baia, se coloca em seu caminho.
3,5 Eu gostei muito dessa história. Acho que os problemas poderiam ter sido resolvidos se fosse algo mais longo que um conto. A construção de universo e do sistema de magia ficaram muito corridas, dificultando um pouco a leitura no início, e o passado dos personagens podia ter sido mais desenvolvido para o leitor ter uma melhor noção das suas motivações no presente. Além disso, ficou meio difícil associar a personagem principal Meg com a Megara da história original. A história ficou mais original do que uma releitura, que é a premissa dessa série.
Não escreverei nada que já não foi comentado: é muita trama e muito complexa para poucas páginas. Isso prejudicou o resultado final.
A história me deixou muito confusa. A razão nem foi os deslizes de revisão, mas o excesso de informações em pouco tempo e a correria do desenvolvimento.
Sobre os erros de revisão: geralmente aponto nas resenhas porque fui aconselhada a isso, mas geralmente não me incomodam e raramente cito quais são. Neste conto eles também não me incomodaram, mas eu gostaria que as muitas sentenças extensas e poucos claras fossem corrigidas. Mais de uma vez eu precisei relê-las, até em voz alta, para compreender a mensagem. O tempo verbal variava muito - de um parágrafo para outro - de modo que nunca tinha certeza quando o personagem relembrava uma situação e quando narrava algo inédito. Isso ajudou a aumentar a confusão que senti em toda a leitura. A regência nominal também deu umas vaciladas.
Há pouca semelhança entre a personagem e a Mégara da animação da Disney. E quando digo pouco, quero dizer, apenas o nome. Não parecem as mesmas personagens, elas são muito diferentes e não houve nem referências.
Não parece uma releitura - como essa antologia foi anunciada. Passei mais da metade do conto esperando pelos personagens conhecidos, frases famosas e cenas similares aparecerem. Foi um fator que me deixou confusa do que se tratava a história e para onde ela ia.
Não posso negar que é uma história da Clara Alves mesmo. Li "Conectadas" e assim como no livro vi que ela tende a repetições. Apesar de gostar da forma como ela escreve simplesmente seu texto não prende minha atenção; demoro muito mais que o normal para concluir a leitura. Não foi diferente neste caso. Três dias para ler 86 páginas e achei que era uma ressaca literária que dificultava meu avanço com mais rapidez, atrapalhava que eu me envolvesse com a historia.
Não é uma crítica, é mais uma falta de sorte que me sinta assim com os trabalhos dela. Até porque gosto de suas personagens independente disso, ela acerta na construção deles - e aqui não foi diferente apesar do espaço curto que tinha. Por isso mesmo que gostaria de ser sugada pela sua narrativa.
E como não poderia faltar, esta é uma história LGBTQ+ (não foi confirmado, mas acho que a princesa é lésbica enquanto sua mãe é, no mínimo, bissexual. Há outras personagens femininas que também suspeito que sejam lésbicas/bissexuais). Como integra essa comunidade, ela acerta na inserção disso muito bem.
Espero ler os outros contos porque a ideia me parece muito boa. E eu sou uma eterna apaixonada pela Disney.
Princesa da magia torna nosso maior sonho realidade: uma história de ação, mistério e fantasia totalmente comandada por mulheres. A trama se passa em uma espécie de reino medieval com nomes e paisagens brasileiras, do jeitinho que a gente gosta, com uma rainha casada com mulher e uma princesa bissexual maravilhosa. Além de princesa ela também é espiã e protagoniza várias cenas de ação em uma missão super perigosa no reino rebelde comandado por um conde conservador. O foco principal não é a história de amor, mas o ship entre duas mulheres esquenta nosso coração. Leitura leve e envolvente. Super recomendada!
3,5? potencial de ser um standalone 10/10. entendo que é um conto, mas, teve um começo muito bom e que seria muito bem desenvolvido pra um standalone o que fez com que o final fosse bem corrido e deixando a desejar com todas as pontas soltas.
eu gostei muito do começo e da forma com que clara nos coloca nesse universo aprendendo as dinâmicas enquanto tudo vai acontecendo. o problema foi o final que achei corrido, queria mais tempo para as resoluções. mas é um bom conto!
gostei bastante masss como nem tudo são flores os pontos negativos da leitura são:
- o inicio é um tanto quanto confuso, tive de reler 3x para conseguir entender o que estava acontecendo - no decorrer do conto as coisas acontecem de uma forma muito corrida e o final também (mas isso não atrapalhou tanto o desenvolvimento da história) - não ter percebido ao longo do conto que a releitura era sobre a Megara (apenas porque não cumpre a premissa da série, mas vejo muuuito potencial na história caso não fosse uma releitura e se a história fosse desenvolvida em mais páginas)
(3.5) Eu gosto bastante da escrita da Clara, o conto foi interessante mas achei que todo o universo e o plot da história muito grande para ser colocado em um conto, se fosse desenvolvido em um livro eu teria gostado mais. Para mim o final ficou corrido e um pouco confuso. Fora isso, gostei da principal.
Depois de ter lido o conto "A profecia da sereia", outra história de fantasia com personagens sáficas escrita por Clara Alves, fiquei cheia de expectativa com o lançamento de "Princesa da Magia". E as minhas expectativas foram não apenas satisfeitas, mas também superadas! Adorei a ambientação da história nesse mundo que faz referência à "Antiguidade Clássica", mas que ao mesmo tempo constrói uma sociedade progressista, diferente do que normalmente encontramos em histórias de fantasia épica ou histórica. A oposição política reacionária, conservadora e cheia de interesses particulares, representada principalmente pelo Conde Ítalo Albani, dá ainda mais veracidade a essa história, pois todo avanço social é resultado das lutas de grupos sociais, que naturalmente encontram a resistência dos poderosos e privilegiados. Nessa sociedade, a protagonista, Meg, vê a diferença entre a sua liberdade na capital e opressão patriarcal ainda persistente em uma das regiões de seu reino quando se torna noiva do filho do Conde Albani, com o objetivo de investigar a conspiração política e o mal-uso da magia dos quais a Corte suspeita. Adorei a independência e autonomia dela e seus esforços para investigar o que está acontecendo. A autora constrói o suspense e o mistério dessa trama com o incluindo também os pontos de vista de outros personagens, que tanto nos introduzem à parte fantástica da história, como também colaboram para a virada do final. A presença de Yara, noiva do Conde Albani, é outro elemento maravilhoso dessa história. Esperta, sarcástica e durona - mas também vítima da crueldade do Conde - ela desafia a percepção de Meg, e as interações entre as duas são uma das melhores coisas no conto. A tensão sexual é maravilhosa! Por fim, me surpreendi com o desenvolvimento da história, com as ações de Hosana, a misteriosa personagem que muda de lado na conspiração, e com o crescimento interno de Meg, enfrentando seu trauma do passado e descobrindo sua própria força mágica. Recomendo muito essa história para os fãs de fantasia e também para quem procura por uma boa história com personagens LGBT.
Esse foi o meu primeiro contato com a escrita da Clara e no prólogo fiquei meio assustado, pois era muito coisa para entender então fiquei preocupado de ser assim o livro inteiro. Mas graças aos deuses, isso acontece só no comecinho e depois tudo é explicado.
Toda a cultura e política de Rosália foi desenvolvida de uma forma muito mais profunda do que eu esperava de um livro com poucas páginas igual esse. É tudo explicado em detalhes de uma forma que você se sente parte do universo.
Meg é uma personagem cativante e que pegou tudo de melhor de Megara, ela é inteligente, sensual, irônica, ágil e forte. Eu amei ler as cenas dela interagindo com outras mulheres no livro pois era notável o "gay panic" que ela causava.
Outro detalhe muito importante é a representatividade da história. Durante todo o enredo vemos casais lésbicos assumidamente, personagens trans, lésbicas e bissexuais. Fiquei muito feliz em ver que é tudo feito de uma forma natural e sem sexualizar o relacionamento.
A história avança em um ritmo muito bom, alternando em diálogos políticos sobre o local e momentos de investigação e combates. Infelizmente, achei que o clímax se resolveu muito rapidamente, acabando com toda a tensão. Também gostaria de ver mais da relação de Meg e Aides.
Gostei muito da história, e é ótimo para quem quer começar a ler fantasias sem ficar perdido com 500 famílias, decretos e reinos. Adoraria ler uma sequência para saber mais sobre Meg.
O primeiro volume da coleção "Femme Fatale" foi baseado na Mégara da animação Hércules; e ela é retratada como Meg, uma princesa destemida e decidida que está disposta a tudo para salvar e proteger seu reino,Rosália. Meg e sua mãe já suspeitavam que havia algum tipo de plano em curso para gerar o conflito em seu reino, e quando ocorre um desequilíbrio na magia do local, têm a comprovação que precisavam. Sendo assim, Meg concorda em se tornar noiva do filho de um dos condes mais eminentes do reino, alguém que está no comando de uma das cidades mais importantes de Rosália e de quem elas suspeitam estar por trás destes planos. A jovem então é convidada a visitar a cidade de seu noivo e com isso espera conseguir descobrir se de fato o conde é culpado e quem são seus cúmplices. A missão é tudo o que importa para Meg e ela, que estava acostumada a conquistar homens e mulheres, não imaginava que seu coração fosse bater mais forte ao conhecer Yara, a noiva de seu futuro sogro. Será possível o amor surgir em meio à intrigas políticas e traições? Achei essa releitura muito boa e com uma trama bem intrincada e surpreendente. Sempre que pensamos que já entendemos tudo, uma reviravolta acontece e nos prova o contrário. E adorei o fato de as mulheres terem tanto destaque e empoderamento. Meg sem dúvidas é a personagem principal, mas isto não coloca Yara e as outras em segundo plano. Estou amando demais esta coleção e mal posso esperar pelos próximos volumes!
Esse livro faz parte da coletânea Femme Fatale onde as autoras criaram histórias tendo por base um princesa da fantasia. Neste caso a princesa é a Mégara.
A história se passa nos tempos antigos, no reino de Rosália. Visando descobrir possíveis traidores do reino, a rainha envia sua filha, princesa Meg, como espiã em um vilarejo sob o pretexto de um casamento entre a princesa e o conde do local.
A ambientação da história é muito boa, as personagens são bem fortes, as intrigas do poder são interessantes e tudo isso com o toque de magia que deixa tudo mais divertido.
Foi uma história com bastante ação, romance e momentos de tensão, mas com um final aberto que me deixou um pouco desencantada. Com toda certeza leria mais desse universo caso a autora entregue outro livro com os personagens pois esse aqui deixou com um gostinho de quero mais.
📌"Um sistema conservador se perpetua quando as pessoas no poder permitem que eles se enraíze."
Então eu gostei do conto e da trama da princesa e magia, um draminha emocional aqui e ali, mais o trauma familiar e tudo mais, mas achei muito confuso então acredito que faltam paginas!
Se fosse um livro e não um conto com toda a certeza eu iria amar porque realmente gostei da ideia, da escrita da Clara (obvio ne rainha) e da personagem!
Era raro vermos personagens femininas fortes e que não ficam todas emocionadinhas com um cara fortão e atencioso então gosto muuuuito da onda que está tendo ultimamente de mostrar a personagem sendo desapegada e ela provocando suspiros por se importar com uma pessoa somente, AQUELA PESSOA! e eu acho que a Clara Alves serviu muuuito nesse quesito.
Basicamente é isso, gostei bastante do plot e dos personagens, passei raiva com alguns e me apaixonei suspirando por outras, mas para conto acho que nao ficou bom porque essa historia merecia um desenvolvimento maior.
curti bastante o conto e quando acabou eu fiquei “meu deus, já acabou???” senti que era uma história que precisava demais que apenas um conto, sabe? também achei que quase não tinha nada que ligava a meg à megara, sabe? a não ser a personalidade, que eu acho que era o mais parecido assim, e como o objetivo dessa série é ser tipo um retelling, acho que ficou faltando um pouco disso.
mas eu curti muito a história em si, acho que deveria ser mais que um conto, pois tem muita coisa a ser explorada, é interessante demais!!! e os personagens também. queria saber mais sobre a meg, yara e seus passados... e até mesmo sobre a rainha. enfim, li numa escolha aleatória e valeu a pena, inclusive, uma ótima leitura de halloween, pois envolve magia e mistérios, adorei!
A Antologia Femme Fatale é composta por 12 novelas sem relação entre si, com a proposta de trazer uma releitura de princesas e heroínas da literatura.
"Princesa da magia", de Clara Alves, é inspirado na personagem Mégara, de Hércules. A escrita dela é muito agradável! A gente vai lendo e nem percebe que o tempo está passando. Além disso, achei interessante ela ter explorado relacionamentos entre mulheres, trazendo uma diversidade rara de ser encontrada em livros sobre princesas.
Gostei bastante da história, apesar de ter me sentindo um pouco perdida em algumas partes e ter achado o desfecho de tudo muito rápido. Mas para um conto tão curto, achei que teve um bom desenvolvimento (apesar de corrido) e que deixa brechas pra uma possível história maior (inclusive queria hehe). Também me surpreendi com o plot e fiquei doida pra saber o que ia acontecer depois que tudo acabou hehe.
A premissa da trama é interessante mas o universo criado, as intrigas políticas e o desenvolvimento dos personagens ficaram um pouco confusos por conta das muitas informações em poucas páginas, talvez se não fosse só um conto, seria melhor aproveitado, mas ainda serviu para distrair e passar o tempo.
Eu amo a escrita da Clara Alves, ela sempre consegue me envolver na história de um jeito único. Com essa história não foi diferente. Meg é uma mulher forte, decidida e que não tem medo de lutar (literalmente) pelo que quer. Acompanhar sua missão real foi uma delícia e me deixou com vontade de conhecer as outras histórias da antologia Femme Fatale.
A história levou um tempo pra me prender, lá prós 60% me pegou de jeito. A história é boa, é sobre uma princesa que precisa ser espiã pro Reino. Mesmo sendo um conto, Clara conseguiu criar um pequeno universo lindo e coerente. Achei maravilhoso que os homens eram patéticos e as mulheres lindas e inteligentes e poderosas.
o universo é até interessante, mas foi mais explicado do que desenvolvido, se isso faz sentido. seria melhor com mais pensamento e desenvolvimento, talvez um livro maior, mas desaponta bastante como é
Gostei muito desse livro, ao mesmo tempo que aprendi muitas palavras novas para mim em portugués. A história ta cheia de magia, alguns misterios, e amor também.
Agora quero continuar lendo a Antologia Femme Fatale. Protagonistas mulheres fortes que a gente merece!!
MEU DEUS ISSO ERA TUDO QUE EU PRECISAVA!! Uma fantasia nacional com uma protagonista forte e dona de si, um romance entre duas mulheres incrivelmente fofo e uma trama que conseguiu entrelaçar vários fatores em poucas páginas. Clara faz tudo novamente.
Primeira experiência lendo algo da autora e tenho que dizer que foi muito bom!
Como única ressalva, só gostaria que o final tivesse sido um pouco mais extenso, e que a Meg e a Yara pudessem ter passado mais tempo juntas depois do clímax.