Quando Margarida chegou à Casa da Azenha teve aquela sensação, não desconhecida mas sempre inquietante, de já ter estado ali.
Margarida é uma jovem professora de Matemática. Um dia vai a Vila Real proferir uma palestra e fica hospedada num turismo de habitação, casa antiga muitíssimo bem conservada e onde, no seu quarto, está dependurado o retrato a óleo de um homem que se parece muito com Miguel, a sua recente paixão. Por um inexplicável mistério, na manhã seguinte Margarida acorda cem anos atrás, no seio da sua antiga família. Sem perder consciência de quem é, ela odeia esta partida do tempo. Mas aos poucos vai-se adaptando. Conhece o homem do quadro e apaixona-se por ele. Quando ele morre num acidente, Margarida regressa ao presente."
ROSA LOBATO DE FARIA nasceu em Lisboa, a 20 de Abril de 1932. Estreou-se nas letras com o volume de poemas Os Deuses de Pedra (1983), tendo publicado depois As Pequenas Palavras (1987), Memória do Corpo (1992) e A Gaveta de Baixo (1999). Ficcionista, publicou O Pranto de Lúcifer (1995), Os Pássaros de Seda (1996), Os Três Casamentos de Camila S. (1997), Romance de Cordélia (1998), O Prenúncio das Águas (2000, Prémio Máxima de Literatura), A Trança de Inês (2001), O Sétimo Véu (2003), A Flor do Sal (2005), A Alma Trocada (2007), A Estrela de Gonçalo Enes (2007), As Esquinas do Tempo (2008) e Vento Suão (obra póstuma, 2010). Publicou ainda a peça de teatro Sete Anos – Esquemas de um Casamento (2002), vários volumes infanto-juvenis e colaborou nas revistas O Autor, O Mundo Feminino e Máxima. Faleceu em Lisboa, a 2 de Fevereiro de 2010. Foi condecorada pela Presidência da República, a título póstumo, com o Grande-Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique, em 2010.
A historia começa com Margarida e a sua ida a Vila Real em trabalho e no facto de ficar num turismo de habitação que lhe parece extremamente familiar, mas que não pode ser, pois é a primeira vez que se desloca áquela região....ou não???
Margarida também tem uma vida amorosa complicada entre Miguel, o seu grande amor, mas casado e Pedro, alguém que é apenas um amigo colorido, mas que a ama com todas as forças.
Esta é uma historia alucinante com viagens no tempo, com as ditas "esquinas do tempo" a espreitarem em todo o lado, á espera para nos apanharem.
Um enredo invulgar, mas muito bem feito por uma autora que consegue prender o leitor até ao fim, para saber afinal como é que acaba. E, apesar do final não ser muito do meu agrado, é o final lógico para um livro que aborda muitas temáticas inquietantes como a continuação tempo/espaço, quem afinal somos, as pessoas que entram na nossa vida - será que já as conhecemos de vidas anteriores? Quem afinal somos nós - originais ou apenas cópias repetidas através dos anos? Como explicar certas tendencias que não podem ser explicadas pelo nosso percurso de vida?
A escrita da autora tanto sabe ser poética como sabe ser objectva, pois o livro não é muito grande mas no entanto contem tanto dentro dele - parecem quase vários livros.
A continuar.
P.S. - não leiam a sinopse: é daquelas que conta quase tudo.
Um livro que vicia facilmente (foi lido em poucas horas), mas que tem algumas lacunas ou, se preferirem, pontas soltas. Acompanhamos Margarida, professora de matemática, que, hospedada num quarto de uma casa antiga em Vila Real, viaja no tempo, mantendo a consciência do tempo donde partiu. A sua primeira paragem é em 1908, ano em que mataram o Rei; depois à época Pombalina onde se encontra numa cela de um convento. Esta passagem nas esquinas do tempo dá-nos a conhecer várias personagens, principalmente as ligações familiares de Margarida, mas também as relações amorosas. Descobrimos a tradição de se darem nomes com M às mulheres e vamos descobrindo qual o desfecho de cada uma. Gostei da ideia da autora em mostrar as diferenças nos direitos das mulheres entre épocas e, em termos históricos, acho que está muito bem fundamentado. Perde pela personagem do Pedro, tão vazia e superficial, que nunca sabemos ao certo o que é feito dele. Pensava que ia ser um tema bem explorado, a reviravolta que se procurava para "apimentar" a história, mas ficou aquém. Este Pedro tem um amigo que o ouve e ajuda, mas cujo vocabulário me incomoda profundamente, principalmente com o uso da expressão horrosa: "dor de corno". Senti que a prima que lhe vai esclarecendo as dúvidas sobre a família arrasta um pouco a história. A amiga de Miguel também viajou no tempo, mas foi algo pouco explorado. No geral, gostava de ter sabido mais sobre alguns pontos, que senti que foram muito superficiais; mesmo assim, é um livro muito interessante.
Este livro contém um significado especial para mim, já que foi um dos que despertou a paixão pela leitura. Oferecido por uma das minhas melhores amigas há dois anos que resultou numa cara de descontentamento. Mas revelou-se uma surpresa. Quando vi a notícia da morte de Rosa Lobato de Faria fiquei triste. Nunca se esquece dos livros com que começámos verdadeiramente a ler e esta Esquinas do Tempo é uma boa história.
Sem profundidade e com uma escrita pobre, as personagens tornam-se insípidas e a viagem no tempo uma grande inutilidade. É uma desilusão para quem já leu alguns livros interessantes da autora, não esperava nada de muito complexo, mas esperava algo minimamente aceitável e que me divertisse. E, mais uma vez, a vida para as personagens ricas é uma facilidade que enjoa.
Continuo sem perceber como é que esta escritora não é mais divulgada. Cada livro é uma pequena pérola, mesmo os que são mais pérola de rio, como este.
Um romance bonito, cheio de um realismo mágico, e apesar de não ser a história mais original de todas, foi muito bem conseguida e desenvolvida. Valeu a pena!
Este foi o quarto romance que li da autora e foi também o que menos me surpreendeu, não creio que seja por este universo da escritora já me ser familiar, mas por não ter encontrado a poesia dos outros livros. Pode muito bem ser falha minha, coisa de má achadora, mas a única poesia que descobri foi mesmo no conceito das esquinas do tempo, nesta ideia (embora não seja original) de um tempo que se dobra, que tem arestas que são transpostas por viajantes involuntários. De resto, a história em si não me acrescentou grande coisa. O início prometia e pareceu-me intrigante, mas a forma como se desenrola é bastante banal, a fantasia é tratada de uma forma realista até certo ponto, mas depois há demasiadas personagens que se repetem, com o mesmo corpo e o mesmo nome, só o tempo muda. Que professora de matemática de colégio (mesmo sendo de boas famílias de pais com dinheiro) tem férias o tempo todo para poder andar desaparecida sem ninguém a chamá-la às responsabilidades? Que terá acontecido à Margarida original que vivia no convento? Terá também ido parar a outra época passada, vestir a pele de outra Margarida e assim sucessivamente, até ao início dos tempos? Esperava encontrar respostas, mas o que encontrei foi uma certa angústia envolta de melancolia.
Uma estreia na autora e posso dizer uma estreia feliz. Soube-me mesmo bem, ler esta historia, engraçada e tambem com um certo dramatismo. Rosa Lobato de Faria, tras-nos uma viajante no tempo, onde o presente se entrelaça com o passado para de algum modo nos revelar os mistérios e os segredos de uma familia tradicional.
Margarida é essa viajante que descobre no passado o grande amor de sua vida e o revê no "seu" presente. No passado "encarna" na pessoa de sua bisavó e toma entao parte do seu dia a dia, os momentos felizes e os momentos dramáticos vividos e descritos com uma simplicidade que nos sentimos no centro da historia.
Acabamos de ler com uma sensação de ternura e tambem com uma lágrima no canto do olho.
As Esquinas do Tempo é um livro pequeno que, suavemente, nos seduz com a sua escrita poética e viagens temporais que se expandem pelos séculos. Ler Rosa Lobato de Faria é ser invadida pela sensação de leveza e pela borbulhante paixão das personagens e, este livro não é a excepção à regra. Opinião completa em: http://devaneiosdajojo.blogspot.pt/20...
Rosa Lobato de Faria, As Esquinas do Tempo⭐️⭐️⭐️ Uma história mirabolante ao estilo a que a Rosinha nos habituou. Uma sabedoria de tempos antigos e um conhecimento da actualidade, aliados a um espírito observador, intuitivo e dinâmico. Este romance gótico, como afirmou Eugénio Lisboa, revela a sua esplendorosa imaginação e sequestra-nos para esse mundo a que, de livre vontade, desejamos aderir. Li-o ontem à noite e hoje à tarde porque tudo se tornou urgente nesta descoberta. Que viagem!
“𝘔𝘢𝘴 𝘢 𝘷𝘦𝘳𝘥𝘢𝘥𝘦 é 𝘲𝘶𝘦 𝘫á 𝘵𝘦 𝘢𝘮𝘢𝘷𝘢 𝘭𝘰𝘶𝘤𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦, é 𝘦𝘴𝘴𝘦 𝘰 𝘵𝘦𝘳𝘮𝘰. 𝘌 𝘥𝘦𝘴𝘤𝘶𝘭𝘱𝘢 𝘢 𝘱𝘪𝘳𝘰𝘴𝘦𝘪𝘳𝘢, 𝘮𝘢𝘴 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘴𝘦 𝘢𝘮𝘢 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘰 é 𝘢𝘴𝘴𝘪𝘮. 𝘍𝘪𝘤𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘳𝘪𝘥í𝘤𝘶𝘭𝘰𝘴 𝘦 𝘱𝘰𝘴𝘴𝘪𝘥ó𝘯𝘪𝘰𝘴 𝘦 𝘥𝘪𝘻𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘴ó 𝘭𝘶𝘨𝘢𝘳𝘦𝘴-𝘤𝘰𝘮𝘶𝘯𝘴 𝘦 𝘱𝘢𝘳𝘷𝘰í𝘤𝘦𝘴, 𝘱𝘰𝘳𝘲𝘶𝘦 𝘯ã𝘰 𝘩á 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘦𝘹𝘱𝘳𝘪𝘮𝘪𝘳 𝘦𝘴𝘵𝘢 𝘤𝘰𝘪𝘴𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘯𝘰𝘴 𝘪𝘯𝘷𝘢𝘥𝘦 𝘦 𝘯𝘰𝘴 𝘰𝘱𝘳𝘪𝘮𝘦 𝘦 𝘯𝘰𝘴 𝘴𝘶𝘧𝘰𝘤𝘢 𝘦 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘢 𝘲𝘶𝘢𝘭 𝘢𝘪𝘯𝘥𝘢 𝘯ã𝘰 𝘴𝘦 𝘪𝘯𝘷𝘦𝘯𝘵𝘰𝘶 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘢 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘯ã𝘰 𝘴𝘦𝘫𝘢 𝘢𝘮𝘰𝘳.” Desde há uns meses para cá que tenho por hábito, nas viagens mais longas para o trabalho ou no regresso a casa, ouvir o Podcast Vale a Pena, da @marianaalvim , e tem sido fantástico pois tenho tomado nota de grandes títulos de livros. No episódio da conversa com a Ana brito e Cunha, falou-se muito dos livros da Rosa Lobato de Faria e entre alguns dos títulos a que consegui deitar a mão, escolhi para começar As Esquinas do Tempo, e fiquei maravilhada por encontrar um romance sobre viagens no tempo que não carece de esclarecimentos, ou procura de sentido, mas deve sim ser apreciado pela beleza pura daquilo que é o amore que autora tão bem retrata. Fiquei fascinada não só pela história da Margarida e do seu eterno amor, que se encontram em diferentes 𝘵𝘪𝘮𝘦𝘭𝘪𝘯𝘦𝘴 graças à existência das esquinas do tempo, mas também pelas descrições dos costumes e usos portugueses no que tocava ao casamento e à posição da mulher na sociedade portuguesa àquela altura. Vou sem dúvida querer pelo menos mais um título da autora. Talvez 𝘖 𝘗𝘳𝘢𝘯𝘵𝘰 𝘥𝘦 𝘓ú𝘤𝘪𝘧𝘦𝘳 ou 𝘈 𝘛𝘳𝘢𝘯ç𝘢 𝘥𝘦 𝘐𝘯ê𝘴.
Traveling in time, the main character finds herself thrown back one century until she meets her lover at that point in past time... Characters find themselves again in different settings, life so different before the advent of electricity and hot water slowly become not only acceptable, but enchanting, as an escape from the noisy, busy life on the twenty first century... The Author has a fluid and rhythmic style and carries the reader through different gaps in time in a poetic movement of her pen...
"O tempo é como um filme, uma fita que está estendida, estática. E não é, obrigatoriamente sequencial." . E se fôssemos viajantes do tempo? Se fosse possível voltar a vidas passadas? Quantas das pessoas que se cruzam no nosso caminho, não serão reproduções exactas de pessoas de outras vidas? E se vivêssemos um amor tão forte que ultrapassasse as barreiras do tempo e da morte? . A história intercala os tempos. Num momento estamos com Margarida no início do século passado e no outro estamos no presente com familiares e amigos tentando entender o repentino desaparecimento dela. E em todos os momentos, Miguel, o mesmo amor, o mesmo sentimento que ultrapassa todas as barreiras! Com uma narrativa suave e uma linguagem poética muito fluida, a obra prende do início ao fim, com surpresas inesperadas. As Esquinas do Tempo conquistou um espaço no meu coração, e é um livro muito especial para mim. Já o tinha lido há 12 anos e voltar a lê-lo ao fim destes anos todos foi uma experiência única e muito rica emocionalmente. Não costumo reler livros, mas reconheço que, ao fim destes anos, a perspectiva torna-se diferente, mais madura, mais marcante! Uma autêntica obra prima da autora! . É o vento que traz o tempo ... "É o vento que perpassa nas copas das laranjeiras, que vem do mar e traz as gaivotas. É o vento que faz oscilar as minhas cortinas, que se insinua como um segredo por entre os arbustos do jardim. É o vento que me conta histórias antigas, como se fosse uma criança que não quisesse dormir. Não o ouves? Não. É o vento que sopra só para mim. É o vento manso, doce, da loucura, que me invade lentamente e me deixa à mercê dos seus dedos de nuvem, tão suaves e meigos."
As Esquinas do Tempo é considerado um dos melhores e mais lidos livros de Rosa Lobato de Faria.
Esta é uma autora que adoro, que me faz ler um livro de forma compulsiva e em tempo recorde.
As Esquinas do Tempo, traz-nos a história de Margarida que viaja no tempo, história esta que é passada em três tempos distintos, à semelhança do livro A Trança de Inês.
Esta autora tem o dom de me fazer ler os seus livros de repente, tem uma escrita que é para mim, simplesmente deliciosa, simples, concreta e direta com personagens bem construídas que são aprofundadas na medida certa para prender o leitor.
Este é um livro sobre o destino, mas também sobre a emancipação das mulheres e os direitos das mulheres ao longo dos últimos séculos, mas é também um livro sobre família, afetos, amor e paixão. A ideia da possibilidade de viajar no tempo não é nova, já li até alguns livros com esta premissa, mas consegue ser aproveitada pelos diversos autores de várias maneiras diferentes. O final foi o esperado dentro daquilo que o livro deixava antever.
Não sendo para mim o melhor livro da autora (é apenas o quarto livro lido até ao momento) é um livro suficientemente bom para merecer as minhas estrelas e que me deixa a certeza de querer continuar a ler as obras da autora e a tristeza de saber que não irá haver mais livros do que os que já estão publicados.
Gosto muito dos trabalhos da Rosa. Li quatro ou cinco livros dela, sempre cinco estrelas. Já este, esteve algo aquém daquilo a que me habituei. Não considero esta leitura um tempo perdido. Gostei, mesmo assim, mas senti vulnerabilidades que não detectei nos anteriores livros dela.
"Brincar" com o tempo é uma actividade complicada e acho que a autora não foi talhada para ela. Senti-me perdido por vezes, achei a narrativa algo solta, ligeira em demasia, sem objectivos, como se fosse uma história à deriva. Mas pronto, positivo, mesmo assim.
Um livro de leitura fácil e fluída, que se lê rapidamente e sem esforço. O enredo, embora simples e previsível, consegue manter o interesse do leitor ao longo das páginas. A alternância entre diferentes momentos no tempo pode confundir um pouco no início, mas rapidamente se torna compreensível. Não me surpreendeu nem me encantou particularmente, mas também não foi uma desilusão. É uma leitura agradável, ideal para quem procura uma história leve, com um toque de viagem no tempo e alguma reflexão sobre as vidas que poderíamos ter vivido.
Este livro é muito básico e demasiado cor de rosa para o meu gosto. Por ser esta escritora dou 3 estrelas mas fiquei bastante desapontada. Sobre uma rapariga que viaja no tempo para encontrar sempre o mesmo amor e que não sendo plausível e sempre demasiado feliz e no formato que a protagonista deseja, tudo muito fácil e sem conteúdo mais profundo.
Bom, que livro espectacular!! Bem escrito, com uma história que nos faz pensar e que não se consegue largar. Gostei muito!! Foi o primeiro livro que li da escritora mas vou querer ler mais. Gostei mesmo.
Sou suspeita, porque adoro esta autora, que infelizmente já não irá escrever mais nenhuma obra (faleceu a 02 de Fevereiro de 2010). Este livro é um pouco confuso, mas uma história bela, de amor intemporal e que explica essa "coisa" chamada destino. Atravessando gerações, a Margarida da actualidade entende o que é o amor, e percebe que esse sentimento é tão forte porque não nasceu apenas nesta vida...
Gostei muito de todo o enredo e, especialmente, do entrelaçar do passado e do presente. Achei brilhante e escrita de uma forma bastante inteligente, os saltos temporais e o próprio desvendar dos mistérios, que sendo feito lentamente faz com que o leitor anseie por mais. Atrevam-se a perder nos corredores do tempo! (Opinião completa)
Conhecendo o talento da autora como actriz e compositora, estava desejosa de ler algo seu. Fui positivamente surpreendida pela narrativa fluida e uma história bastante peculiar. E pronto... assim me evadi pelas esquinas do tempo com a Margarida. Gostaria que o final tivesse sido um pouco mais aprofundado, mas gostei. Uma boa leitura que me deixou com vontade de ler mais livros da autora.
La idea de viajar en el tiempo está muy bien planteada, muy bonita, dentro de la misma familia, la misma gente… pero el final lo veo precipitado, muy típico de novela romántica. Claro que no tenía por qué ser una novela histórica, pero haber profundizado más en aquellas épocas, hubiese estado bien
Una historia corta pero muy completa. Al principio me pareció un poco simple pero luego se fue complicando, enredando la trama. Con toques dulces y agridulces, va dando una de cal y otra de arena. Buscaré más obras de esta autora para leer.