A invenção da brasilidade propõe uma abordagem inovadora na historiografia sobre os estudos imigratórios no Brasil. Utilizando as metodologias da pesquisa histórica e da etnografia antropológica, Jeffrey Lesser recorre ao passado para olhar e entender o presente e a complexidade das questões de identidade no Brasil atual.
While I found this extremely informative on both the idea and practice of immigration in Brazil, I feel like so much more could have been done.
Afro-Brazilians were really only mentioned in relation to other groups, women were given even less and there was no attempt to provide even one indigenous perspective on immigration.
It also felt like the author did the majority of his research on pre-1945 immigration considering how easily he glossed over post-1945 Brazil in one chapter.
But like I said before, despite my critiques, this book was extremely informative in what it set out to do and I don't regret taking the class I had to read it for, I just feel that it could have done more.
Excellent analysis of the role of immigration in making national identity in Brazil
An excellent analysis of the intersections between immigration, race, and national identity in Brazil, with details around specific nationalities, and also very well written.
Livro bom, contando a história de diversas correntes de migração para o Brasil e a reação, tanto dos imigrantes quanto dos nativos, a eles.
Destaque para a tentativa de imigração de afro-americanos no começo do século XX e como o Itamaraty, junto com outros órgãos do governo, barraram isso. A Constituição de 1890 proibia a entrada de nativos da África e da Ásia, devido à teoria racista de embranquecimento da população, mas os governantes brasileiros não pensaram que negros poderiam vir de outros países americanos para o Brasil. O contraste disso com o recebimento caloroso do imperador D. Pedro II para os confederados americanos que perderam a guerra civil e queriam a manutenção de um estilo de vida com escravidão nessas terras é gritante.
Uma pena que o livro dedica muito pouco tempo às correntes migratórias mais recentes, de chineses, coreanos, bolivianos e angolanos.