" O amor é consenso. Não existe nada mais popular no mundo do que ele. Talvez porque ele seja o que mais buscamos na vida, afinal, todo mundo quer ser amado e ter alguém para amar. E a verdade é que não o queremos por acaso, mas porque fomos feitos para essa finalidade. O problema é que a maior parte das coisas que defendemos como amor, não tem nada a ver com ele. Isso porque o amor humano ama “quando”, “se” e “porque”. Ele é carente, limitado, finito. Mas existe um amor eterno. Que não depende de reciprocidade, combustível ou razão. Se Deus é amor, talvez a nossa opinião sobre esse tema devesse tê-lO como único padrão, já que Ele não ama porque precisa, como nós, mas porque Ele mesmo é o próprio amor. A Fonte de amor verdadeiro ama. E por nos amar, Ele entregou o Seu Filho à morte para garantir que a morte não poderia mais colocar um fim à nossa história de amor com Ele. O Amor redefiniu o significado do verbo amar. E contra fatos não há argumentos: este, certamente, é o amor mais louco da história. Nestas páginas, você conhecerá mais a respeito das multifacetas desse amor, como podemos chegar mais perto dele e como, mesmo que não percebamos, ele é capaz de demonstrar o coração ansioso de Deus por um relacionamento de amor conosco."
Por incrível que pareça, ainda conseguiu ser melhor que "Sob os Céus da Escócia". Deive Leonardo, de vez em quando, diz algumas verdades, mas, ainda assim, completamente fora de contexto bíblico. No mais, só doidice, como a abaixo:
"Fico imaginando a cena da entrada triunfal, e cada vez mais me convenço de que no momento em que se aproximou de Jesus, o jumento entendeu: 'A minha natureza é forte, mas a d'Ele é mais'" (p. 147).