Rie estava de malas prontas para passar as férias nas lindas praias do Recife com sua irmã gêmea e seus pais, quando foi pega no flagra matando aula. Como castigo, sua mãe decidiu que ela ficaria em Brasília, abrigada em um quarto bagunçado na casa dos tios, e ainda teria que ser voluntária na festa junina da Paróquia Santo Antônio. Tentando encarar o que parece ser um martírio, principalmente depois que é sorteada para a barraca do pastel (ninguém aguenta mais a piada racista do pastel de frango), a garota se surpreende com um admirador secreto que todas as noites envia uma mensagem pelo correio elegante da festa. Entre risadas e mistérios, venha se divertir com esse conto recheado de comidas típicas e amores secretos.
Que história fofa! <3 <3 <3 Quero fazer uma resenha completa depois, mas eu adorei essa primeira experiência com a escrita da Marina. Foi uma leitura muito divertido, muito atual e que eu terminei de ler com o maior sorriso do mundo no meu rosto :)
Lendo a sinopse nós já percebemos que a premissa da história é simples, que não vamos encontrar nada muito profundo por aqui, e é isso mesmo que chama atenção, porque a gente já chega na leitura sabendo que ele é um ótimo conto pra quem curte clichês e histórias engraçadas e super fofinhas.
Rie é uma personagem muito cômica e espontânea, e não tem como não rir e achar uma doideira a confusão em que ela se mete ao ficar de castigo, e rir mais ainda de tudo que começa a rolar depois disso. Eu realmente achei que o ponto principal da história seria o mistério de saber quem seria de fato o admirador secreto de Rie, (o que pra mim não seria tão divertido assim, porque eu descobri no mesmo momento em que o personagem apareceu em cena, talvez porque eu já tenha shipado os dois). Mas a verdade é que as relações que a protagonista cria os outros personagens são o ponto mais forte da história, porque envolvem representatividade e muitas outras questões sociais que são abordadas de forma leve.
Gostei muito da escrita da Mariana, e da qualidade na construção de seus personagens, um conto muito fofo que me deixou com vontade de ir numa festinha junina dessas de igreja de bairro.
Muito fofooooo! É um conto sobre festa juninas EM BRASÍLIA. Curtinho e Gracinha! Amo quando lemos histórias que seriam clichês e colocam pessoas com deficiência no centro. O clichê é muito negado a eles. Quantas histórias com protagonistas com deficiência você já leu? Sabe, muito significativo 💛
Em tempos de pandemia em que não teremos festas juninas... foi a melhor leitura possível 🥰💛
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A Página 7, mais uma vez, FAZ TUDO! Só histórias perfeitas.
EU AMEI ESSE CONTO DEMAIS!!!! Tive todo tipo de reações boas enquanto lia, desde gargalhadas até colocar a cabeça no travesseiro e gritar de emoção! A parte em que a Rie citou a Ryujin e o Itzy foi um surto à parte e só atestou o BOM GOSTO E O CARISMA dessa protagonista PERFEITA! Eu AMEI a Rie, ela é super engraçada, tem atitude e as videoconferências entre ela, a irmã e as amigas foram maravilhosas! Sério, fazia tempo que eu não lia uma história com uma protagonista tão real e cativante. Eu também amei que essa história se passa em Brasília! É bom demais ler histórias que se passam em lugares que a gente conhece... é uma sensação tão gostosa. E o romance? Ah, foi perfeito também. Estou até me sentindo mais leve depois dessa leitura, estava precisando ler algo que me deixasse tão feliz quanto esse conto me deixou.
Nas últimas semanas, tenho procurado ler apenas livros leves, divertidos ou o mais distantes possível da realidade complicada que estamos vivenciando neste ano de 2020. Por isso, decidi que era a melhor hora para ler esse conto. Nele, acompanhamos Helen Rie, que está de castigo e precisa trabalhar como voluntária na festa junina de sua igreja. Logo no primeiro dia, a garota recebe um correio-elegante e nos próximos dias fica preocupada em descobrir quem teria sido o autor do bilhete. Adorei como a história vai se desenrolando com bom-humor e leveza, entre as reclamações de Rie sobre o uso do uniforme de voluntária e as chamadas de vídeo e mensagens com suas amigas e irmã. Gostei também de como coisas inesperadas vão acontecendo e as teorias sobre quem seria o admirador secreto vão sendo elaboradas, reforçadas ou descartadas. O melhor de tudo é que, no fim, esse admirador é a pessoa que tanto as personagens quanto nós, leitores, menos esperamos - mas é alguém fofo que eu imediatamente comecei a shipar com a Rie. Recomendo muito a leitura para quem está sentindo falta de festas juninas e também para quem procura por histórias românticas divertidas.
4.8 Eu guardei essa história para ler ontem, era São João e eu estou nessa de leituras temáticas. Logo de cara é preciso falar das personagens desse livro. Uma melhor que a outra. As amigas de Rie são as melhores que alguém pode querer, a irmã, sua tia e seu primo... Falando especificamente da protagonista, gosto de tudo do pouco que a autora descreve sobre ela. Adoro que ela tenha as mechas laranjas e que tenha uma personalidade tão decidida. Era alguém que eu provavelmente gostaria de conhecer mais. Quanto ao enredo, achei bem divertido. É um texto dinâmico, então quando você menos espera já passou 50% da história. Apesar de tudo, não posso deixar de mencionar que o texto é um pouquinho previsível. Descobri o plot principal logo de cara, mesmo assim, isso não estragou minha experiência e eu me diverti como nunca mais tinha me divertido com o texto YA. Fiquei torcendo e shipando o casal principal. Quanto a conclusão da história, eu entendi que o final se encaixaria com final do evento. Fazia sentido. E eu de verdade fiquei um pouco triste com o encerramento de tudo, ao mesmo tempo muito feliz pela personagem e com tudo que ela vivenciou e aprendeu. Um ressalva para a última cena. Eu queria muito que tivesse mais coisa, podia ter alongado um pouco mais da história, eu não me importaria. Eu espero que a autora considere a ideia de trazer essas personagens em uma nova história, pode até ser em uma outra data comemorativa, seria interessante. Estou terminando de escrever essa resenha e igual a quando finalizei o livro. Com um sorrisão no rosto.
Amei ler esse conto super fofinho e leve. Bom para distrair depois de uma leitura pesada. É curtinho e cheio de amor. Bem escrito e com cheiro de Arraial. Não podia ter escolhido melhor mês para ler hahaha Adorei a representatividade nos personagens também.
Rie é pega matando aula e aceita ser voluntária na festa junina da igreja para diminuir sua punição. Lá ela começa a receber correios elegantes e fica animada, mas com certo receio: quem será o admirador secreto? Tem festa junina, melhores amigas, linguagem atual e é muito fofo de ler, gostei!
Correio nada elegante é um conto super envolvente e apaixonante sobre uma garota, Rie, que, em uma festa junina, recebe correios elegantes de um admirador secreto. Rie talvez seja a personagem mais bem-humorada e divertida que já encontrei em livros. Ela é espontânea, autêntica e engraçada e, como a história é narrada por ela, todo o conto se torna leve e fluido.
Inicialmente, fica a impressão de que o ponto central do conto é o mistério de quem seria o admirador secreto de Rie, no entanto, as relações que a menina constrói com suas amigas, sua irmã, seu primo e demais personagens acabam falando mais alto do que o segredo em si. Outro ponto que gostei muito foi acompanhar as reflexões e e as angústias de Rie ao longo da trama.
De forma geral, Correio nada elegante é um conto muito bem construído e que atende perfeitamente seu propósito de entreter e divertir, dentro da temática de festas juninas. Só não dei cinco estrelas pra ele porque senti um pouquinho de falta de ver outras características da protagonista que não tivessem relação direta com seus possíveis admiradores, mas definitivamente isso não compromete a leitura ou a qualidade do conto.
Correio Nada Elegante é um conto com um enredo envolvente e personagens muito bem construídos. Eu não conhecia a autora, mas após esse conto estou curiosa pra conhecer seus outros livros. A história flui de uma forma tão leve, o mistério de se descobrir quem é o admirador da Rie foi algo divertido de se acompanhar, e me surpreendendo no final. Amei acompanhar as reflexões da personagem, sua relação com suas amigas e as pessoas a sua volta.
Eu ADOREI o fato dessa história se passar no período de festas juninas, trouxe todo um ar mais divertido pra história. No geral, Correio nada Elegante é um conto muito bem construído, é um daqueles livros pra se ler "em uma sentada", com um enredo que aquece o coração e te deixa com água na boca com tanta citação de comida gostosa que aparece nessa época do ano!
Livro muito fofo, bem escrito e amei ficar querendo saber se a pessoa que no correio elegante era quem eu achava que era, mesmo que tenha percebido logo de cara. Um livro cativante de fato, pois os personagens são bem cativantes, e fica bem claro quem é quem antes mesmo que personagem nos diga com quem está interagindo. Sem contar que fala da melhor época que é festa junina e todas as comidas gostosas, amei! Deixa a gente com quentinho no coração e com vontade de correr para uma festinha junina.
Leitura mais que gostosinha e envolvente! Estou numa ressaca literária há meses e pouquíssimos tem sido os livros a me cativar nesse meio tempo, e felizmente Correio Nada Elegante foi um deles. Me apeguei aos personagens logo nas primeiras páginas, não conseguia pausar a leitura de tão envolvida e terminei o conto com um sorriso no rosto e querendo ler mais desses personagens! Amei demais, recomendo muito!
Eu não achei que ia dar 5 estrelas porque tinha achado o começo e os diálogos fraquinhos, mas a verdade é que a história é tão divertida, emocionante e fofa que me cativou. No livro, Rie não está muito animada para ser voluntária na barraca de pastel durante a festa junina. Mas a cada dia ela recebe um trecho de um poema pelo correio elegante, e além de ficar muito soft ela também fica muito na ansiedade de saber quem é - reação que eu totalmente me identifico kkk Ela e as amigas começam a investigar. O leitor consegue descobrir bem antes. Mas mesmo perto do fim a história consegue dar umas surpresas que te seguram até o final. Foi muito gostosinho e satisfatório, recomendo.
A época do ano que mais gosto é a época das festas juninas e julinas, tem algo mágico no ar e muito comida boa que super me atrai. Nesse conto conhecemos a estória de uma garota que ao invés de viajar com os pais e a irmã gêmea tem que ficar e ser voluntária na barraca do pastel durante a festa de São João, mas o que ela não esperava é que fosse receber um correio elegante anônimo. O que mais amei nessa estória foi a diversidade e a nostalgia que ele traz. Recomendo muito, com certeza se tornou um dos meus favoritos.
Eu amo festas juninas/julinas então um conto ambientado em uma festa dessas já tinha grande chances de me conquistar.
Eu amei a protagonista e as amigas delas. Fiquei verdinha de inveja da vivência que ela teve com o Correio Elegante, uma vez que esse treco só serviu pra me traumatizar quando era adolescente. Fiquei tipo a Laura do Carrossel: "tão românticoooo".
Eu acertei quem era o admirador secreto, estava torcendo para ele desde o início e o final só não foi mais fofo pois faltou um 'tompero' que eu queria ver acontecer.
Rie participará da quermesse de Santo Antônio para recuperar a permissão de utilizar celular (estava de castigo devido notas e episodio de matar aula), foi sorteada para ficar na barraca de pastel junto com seu primo e um amigo do primo. Durante os dias de quermesse, recebe correios elegantes que formam um poema, ela e suas amigas se esforçam muito para descobrir o admirador secreto. Ao decorrer da história, elas tem uns 3 ou 4 suspeitos mas não acertam. O admirador era o amigo do primo, Rui, que apresenta deficiência auditiva e sempre teve muita vergonha de falar com ela.
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Muito gostoso de ler. Que tristeza me deu por não termos tido festa junina esse ano, aaaaah.
Amei que a autora inseriu um pouco da cultura surda no texto, isso é sempre tão importante; acho que nunca tinha encontrado uma história com uma personagem surda