Algumas das maiores obras-primas do conto em língua inglesa numa obra que reúne pela primeira vez um conjunto de textos essenciais do século XX. Segundo de dois volumes que compilam toda a ficção curta (contos e novelas) de um dos escritores mais influentes do século XX.
H. G. Wells é essencialmente associado aos primórdios da ficção científica moderna, mas as suas obras são universais e lidas pelos mais diversos públicos. No caso dos seus contos e novelas, o leitor português terá pela primeira vez acesso a algumas obras inéditas, mas que marcaram a literatura universal. Ficará também a perceber que a maior parte da obra de Wells não se centra no universo da ficção científica e sim em temas universais: as ambições, medos, traumas e sonhos do ser humano.
Textos clássicos como «O Homem que Fazia Milagres», «A Máquina do Tempo» ou «O Bacilo Roubado» revelam de que forma o final do século XIX e começo do século XX acreditava no futuro da ciência como forma de melhorar a Humanidade.
Para além dos textos que envolvem a ciência, Wells revela-se um excepcional retratista da sociedade da sua época, agudo observador de tipos e hábitos, das esperanças de um império britânico no começo da sua fase descendente em contraponto a um mundo moderno governado pela ciência.
Dos contos e novelas incluídos no segundo volume, mais de 15 foram alvo de adaptações cinematográficas e televisivas (e quase todos foram adaptados a teatro radiofónico pela BBC).
«Os contos de Wells são pequenos retratos dos medos que guiam o ser humano e as suas ambições.» John Clute
«Li o seu último livro e, como sempre, não o consegui largar. Já o disse e mantenho que é o mais original dos escritores de língua inglesa e das outras.» George Bernard Shaw (Prémio Nobel de Literatura)
«Há poucos contistas de língua inglesa com tanta originalidade e pujança como H. G. Wells.» W. Somerset Maugham
«Wells interessou gerações atrás de gerações de leitores pela ciência.» Brian Aldiss
«Quando H. G. Wells revelou o quão universais são as paixões de um cientista, abriu as portas da ciência a todos aqueles que até então tinham tido curiosidade mas não vislumbravam por onde entrar.» J. B. S. Haldane
«Se ainda existem mundos por descobrir, Wells descobri-los-á.» Joseph Conrad
Herbert George Wells was born to a working class family in Kent, England. Young Wells received a spotty education, interrupted by several illnesses and family difficulties, and became a draper's apprentice as a teenager. The headmaster of Midhurst Grammar School, where he had spent a year, arranged for him to return as an "usher," or student teacher. Wells earned a government scholarship in 1884, to study biology under Thomas Henry Huxley at the Normal School of Science. Wells earned his bachelor of science and doctor of science degrees at the University of London. After marrying his cousin, Isabel, Wells began to supplement his teaching salary with short stories and freelance articles, then books, including The Time Machine (1895), The Island of Dr. Moreau (1896), The Invisible Man (1897), and The War of the Worlds (1898).
Wells created a mild scandal when he divorced his cousin to marry one of his best students, Amy Catherine Robbins. Although his second marriage was lasting and produced two sons, Wells was an unabashed advocate of free (as opposed to "indiscriminate") love. He continued to openly have extra-marital liaisons, most famously with Margaret Sanger, and a ten-year relationship with the author Rebecca West, who had one of his two out-of-wedlock children. A one-time member of the Fabian Society, Wells sought active change. His 100 books included many novels, as well as nonfiction, such as A Modern Utopia (1905), The Outline of History (1920), A Short History of the World (1922), The Shape of Things to Come (1933), and The Work, Wealth and Happiness of Mankind (1932). One of his booklets was Crux Ansata, An Indictment of the Roman Catholic Church. Although Wells toyed briefly with the idea of a "divine will" in his book, God the Invisible King (1917), it was a temporary aberration. Wells used his international fame to promote his favorite causes, including the prevention of war, and was received by government officials around the world. He is best-remembered as an early writer of science fiction and futurism.
He was also an outspoken socialist. Wells and Jules Verne are each sometimes referred to as "The Fathers of Science Fiction". D. 1946.