Uma noite começa como outra qualquer e entra para a história da humanidade, quando metade dos seres humanos adormece de forma profunda e inexplicável. Tratada como uma epidemia, a doença desencadeia um caos sem precedentes nas cidades do mundo. O pesadelo parece não ter fim quando a porção de humanos livres do sono descobre que está dividindo a noite com demônios da escuridão. Esse mundo, novo e sombrio, é apresentado pelos olhos de Lucas, um homem que desperta nesse tenebroso cenário e que se tornará, mesmo contra sua vontade, um poderoso e venerado guerreiro, lutando contra os vampiros e liderando os humanos ao encontro dos quatro milagres que libertarão a Terra da terrível maldição. Vampiro-Rei Vol. 1 – Bento é um dos livros mais aclamados pelos leitores de André Vianco, tanto pela aventura vertiginosa como pelas personagens cativantes. É uma passagem certeira para um mundo de fantasia e imaginação.
Andre Vianco is now the Brazilian writer wins more readers of fantasy and terror.
Vianco explores the supernatural and the popular imagination with ease and enthusiasm, taking the reader on a journey of no return, an "addiction" of the property.
His book The Seven already hit the home of 50,000 copies sold. Each day more and more people are enchanted with the saga of vampires Portuguese found sealed in a silver box on the Brazilian coast.
Welcome to this world full of unusual characters, deep feelings and fantasy, one page after another.
Bento é um livro que me marcou quando o li pela primeira vez no já longínquo ano de 2003, pouco após ser lançado. Na época, eu era adolescente e ainda não conhecia a obra do autor, mas lembro de como a ideia havia me chamado a atenção de imediato; uma fantasia épica envolvendo vampiros, profecias e guerreiros místicos, tudo isso ambientado em um Brasil pós-apocalíptico. Pode-se tecer alguns comentários nem sempre elogiosos acerca do estilo da escrita de André Vianco, mas ele transita com tranquilidade entre os lugares-comuns do gênero com o qual trabalha, e não dá para acusá-lo de falta de criatividade ou de ser ruim com worldbuilding. Bento faz bem em se reconhecer como uma obra de ação com pitadas de terror, e embora faça menção à questões mais profundas, não permite que as mesmas o forcem a assumir tons pretensiosos. Porém, mesmo esse saudável grau de autoconsciência aliado a um bom conceito não são o suficiente para tornar a narrativa menos morosa.
O grande problema do livro é a prosa, a qual sofre daquilo que costumo chamar de "Síndrome de Cavaleiros do Zodíaco"; um mal que também acomete outras obras da fantasia moderna brasileira, como A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr. Em suma, ela tende à prolixidade, é repleta de exposições desnecessárias e de personagens que teimam em se comunicar como se estivessem em uma telenovela. Há também parágrafos e mais parágrafos explicando coisas que fluiriam melhor caso estivessem costuradas ao drama e ao diálogo. Avesso ao princípio do "Mostre, não conte" e quase completamente desprovido de sutileza, o texto não cansa enquanto não explicar ao leitor, como se o mesmo fosse uma criança, os pormenores da cena em questão, inobstante o quão óbvios sejam. Este fenômeno se repete até, literalmente, a última frase do livro. Perdi a conta de quantas vezes fui "lembrado" pelo roteiro de que um punhado de olhos rubros e brilhantes na floresta era um grupo de vampiros empoleirados, ou de que sujeitos utilizando armaduras, espadas de prata e capas vermelhas eram bentos. Às vezes, parte de mim não se surpreenderia caso Vianco descrevesse alguém tomando água e então gastasse uma linha extra com "... essa substância líquida, sólida ou gasosa que nos dá vida e mata a sede!". Tal abordagem, a meu ver, é somente aceitável em livros infanto-juvenis (decididamente não é o caso) ou por amadorismo do autor, e dada a experiência de Vianco em 2003, isso não corresponde à realidade. Também há uma profusão de personagens, muitos deles sem grande relevância na história, mas que mesmo assim são quase todos acompanhados de verdadeiras fichas de RPG com descrições e tudo mais, tornando a leitura para lá de cansativa.
Basicamente, Bento é mais um caso clássico de uma boa ideia surrada por uma execução meio capenga. Além de cortar gordura, precisava urgentemente de um editor capaz de dar um pouco de foco a um escritor que, embora talentoso, aparentemente ainda não tinha muita noção dos próprios limites. Mas ah, para não fechar esta resenha com um comentário negativo, que fique registrado: Mesmo com todos os problemas, esse livro ainda é muito superior a Twilight.
Desde o meu primeiro contato com a literatura de André Vianco, com Os Sete, me tornei um fã inveterado. Devorei a sua continuação, O Sétimo, com entusiasmo e, a partir desse ponto, segui a leitura de sua obra com O Senhor da Chuva e O Turno da Noite, todos ambientados no mesmo cenário e contando uma história linear.
Minha primeira aventura fora do universo de Os Sete veio com o lançamento de A Noite Maldita, livro mais recente do autor. Se eu já não fosse fã, teria me tornado com esse que é a obra mais madura lançada por ele até esta data. André Vianco te coloca dentro da história e te envolve psicologicamente com os dramas vividos pelos personagens.
Nesse ponto, tomei um caminho inverso ao mais indicado, uma vez que A Noite Maldita vem para elucidar as origens dos eventos que resultaram na trilogia formada pelos livros Bento, Bruxa Tereza (lançado anteriormente com o nome O Vampiro-Rei Vol.1) e Cantarzo (ou Vampiro-Rei Vol.2). É bom deixar claro que a leitura pode ser iniciada através de Bento ou de A Noite Maldita sem qualquer prejuízo ao entendimento, porém nessa resenha abordaremos apenas o primeiro.
Bento foi lançado em 2003 pela editora Novo Século e, apesar de abordar também o tema vampírico utilizado em Os Sete, traz algo de novo para o gênero no âmbito nacional. A história traz um futuro pós-apocalíptico, onde homens e vampiros dividem o mundo, obrigando os seres-humanos a se esconderem em verdadeiras fortalezas durante as horas de escuridão e a se adaptarem para resistir às tentativas vampíricas de se apossarem dos corpos dos adormecidos, pessoas que caíram em sono profundo na noite em que tudo começou... o que eles chamam de Noite Maldita.
É nesse contexto que somos apresentados a Lucas, um recém-desperto que se descobre pertencente a uma classe especial de guerreiros. Os Bentos, como são conhecidos, são guerreiros sagrados que ao confrontarem os vampiros, são acometidos de uma fúria sanguinária, lutando até o fim de suas forças ou até que todos os malditos estejam mortos. Como se isso não fosse o suficiente, além de fazer parte dessa casta, Lucas ainda é mais especial, pois se trata do trigésimo Bento, aquele que segundo a profecia irá acabar com a guerra e salvará a humanidade dos sugadores de sangue. O protagonista e o leitor vão descobrindo juntos que nada mais é como já havia sido um dia e que mesmo unidos por um ideal comum, os seres humanos ainda conservam os seus defeitos e ambições.
O cenário ajuda bastante na ambientação da história, mesmo se tratando de um Brasil totalmente modificado. Uma vez que a humanidade foi reduzida de maneira drástica demograficamente falando, a natureza reclamou aquilo que tinha lhe sido tomado e encheu de verde a paisagem brasileira, enquanto as grandes capitais se tornaram verdadeiros ninhos de vampiros. O enredo se desenvolve em grande parte no estado de São Paulo, mas também somos levados numa viagem por outros estados brasileiros. A narração em terceira pessoa segue principalmente os passos de Lucas, porém há espaço para que outros personagens desenvolvam sua participação na saga. Até os vampiros tem a sua voz na narrativa, algo que segue a linha contemporânea da literatura de fantasia.
A única ressalva que faço em relação a Bento, são alguns personagens caricatos por demais, principalmente o Bispo, que encarna um nordestino estereotipado e desconectado da real figura de um nordestino de verdade. Porém, esse defeito parece ter sido corrigido com a evolução do autor, tanto que em A Noite Maldita nem percebemos esses pequenos deslizes.
Em resumo, Bento é um excelente livro que reúne em sua fórmula dois gêneros em alta hoje em dia: o mito do vampiro e a distopia. Vale a pena a leitura!
Primeira obra do mestre André Vianco que eu tive o prazer de ler e como me arrependo de não ter tido contato com suas obras antes, fantasia sombria situada no cenário brasileiro o qual nós leitores conseguimos nos localizar geograficamente é um deleite, ver suas referências a músicas nacionais, personagens que nos representam com nomes e apelidos referenciados na literatura nacional não tem preço. Sua escrita é envolvente e fluida não deixando espaço para melancolia, uma vez iniciada a leitura é impossível largar fazendo com que cada momento livre dos afazeres do dia a dia seja preenchido com a vontade de devorar as páginas como se fossemos vampiros sendo atraídos pelo cheiro do sangue das presas ao redor. Excelente trabalho.
É diferente relembrar depois de tanto tempo e reparar em alguns aspectos do livro que eu simplesmente ignorava antes. Mas não posso ignorar o quanto eu ainda aproveito a leitura, apesar de ter algumas ressalvas ❤
É sobre isso que o livro se trata, simbolicamente, no meu modo de ver.
Existem propósitos escolhidos, propósitos destinados e propósitos rejeitados e quando estes são acompanhados de fé, imprudência, crença, ímpeto, lógica e medo se encontram para a concretização (ou não), daquilo o que deve ser feito.
Na leitura acompanhamos, principalmente, Bento Lucas que é o predestinado central da história e tem um papel que representa a fé pura e firme (desprovida de raciocínio). Faz o que acha que precisa fazer, sem questionar ou pensar e se aproxima muitas vezes da loucura pra quem, diferente dele, ousa questionar as verdades absolutas ou reavaliar o contexto.
Gostaria de saber qual seria o meu sentimento por ele se acompanhassemos a história apenas pela sua perspectiva sem de fato sabermos se ele vai pelo caminho certo, ou não. Tenho a impressão de que não me vincularia tão bem, porque sou crítica e não costumo seguir cegamente ninguém. Principalmente, se esse alguém negligência as necessidades de seus companheiros.
Às vezes, como a maioria dos predestinados, Lucas parece aquele garoto chato da rua, dono da bola, que toda vez que é contrariado, ameaça acabar com a brincadeira, sabe?
Para além disso, a leitura é agradável, as batalhas são gráficas, os personagens são bem trabalhados, o desfecho inteligente e perspicaz. Fecha a história e pode ser lido individualmente, mas deixa pontos de exploração para o próximo. Gostei bastante!
Lucas acorda após um sono de cerca de 30 anos para descobrir que agora é uma espécie de “escolhido”. O trigésimo Bento. Um dos guerreiros que devem se unir para a realização de uma profecia cujo resultado deve ser a vitória dos humanos contra os vampiros. O livro “Bento” de André Vianco, conta a história de uma humanidade que foi dormir normalmente uma noite para amanhecer no outro dia com uma realidade completamente diferente onde muitos continuaram dormindo indefinidamente em animação suspensa, sinais de rádio pararam de funcionar dando início a um cenário apocalíptico onde, daqueles que acordavam de tal sono profundo, muitos estavam mudados, se tornando vampiros. Enquanto alguns poucos acordavam com poderes para fazer frente aos vampiros. Esses eram nomeados Bentos. A premissa é interessante e a história caminha relativamente bem mas, durante a leitura, fiquei com a impressão de que o texto não precisava ser tão extenso. O livro possui 660 páginas e algumas explicações se repetem de forma desnecessária como se o autor não confiasse na capacidade do leitor de acompanhar o que está acontecendo. Mas essa prolixidade não se estende ao final do livro, onde tudo parece que se resolve muito rapidamente como acontece nas novelas de TV que deixam pra resolver todos os acontecimentos no último episódio causando um certo estranhamento. Uma outra coisa que me chamou a atenção é que a construção dos personagens foca muito numa divisão entre os “bons” que seriam os seres humanos normais ou Bentos e os “maus” que seriam os vampiros. E eu penso que isso tende a empobrecer um pouco a obra embora esta forneça uma explicação crível para esse efeito polarizador. De forma geral, eu gostei do livro, apesar do enredo baseado no clichê do “escolhido”, de uma certa tendência ao maniqueísmo, dos excessos mencionados anteriormente e da conclusão que me deu a impressão de destoar demais do resto da obra. Ainda assim a história é interessante e oferece alguma diversão. Não chega a ser ruim mas não é nenhuma obra prima.
Há anos queria ler esse livro, adoro ver ficção científica brasileira, muito bom ver seres fantásticos de alguma forma habitando nossa realidade A escrita é muito boa, gostei de toda a mitologia ao redor dos Bentos e do Bispo, além de toda a organização da sociedade após a noite maldita, também fiquei satisfeito com o fechamento do livro.
Apesar de algumas inconsistências e clichês, Bento é um livro impossível de deixar no canto e ler de vez em quando, principalmente nos últimos capítulo, o que não é surpreendente, já que o autor André Vianco tem uma ótima escrita, bastante agradável e nem um pouco cansativa de ler.
Reler esse livro me dá um prazer indizível. A ficção nacional está viva!
Alguns pontos que me deixaram ligeiramente desconfortável nessa segunda leitura foi a questão da reza e das súplicas a Deus, mas isso é puramente por uma questão pessoal.
A história é intrigante, mas tem mais furos que queijo suiço. Espero que os próximos livros da serie deem uma melhorada nisso ai porque tá uma bagunça.
André Vianco não decepciona. O livro é ótimo, penso que ele poderia ter desenvolvido os personagens paralelos para diversificar a trama, mas ainda, sim, o livro é campeão.
Vamos conhecendo o universo onde se ambienta essa história aos poucos, assim como Lucas, um bento recém acordado, que têm sob suas costas a responsabilidade de desempenhar papel principal numa profecia de salvação. Um papel que ele não pediu, não entende e não se sente preparado para exercer, mas que aos poucos lhe vai sendo revelado.
Vianco criou uma fantasia sobrenatural bem legal, os vampiros possuem alguns toques do autor e ainda assim tendem para o lado clássico – bebedores de sangue com aversão ao sol. A forma de organização deles é bacana de se ler e imaginar cavernas, salas e tocas recheadas desses seres dormindo durante o dia para despertarem famintos ao fim do crepúsculo. A maneira de caçar os humanos, usando até mesmo ¨mulas¨ para agirem por eles durante o dia. Como uma hierarquia primária vai sendo formada, e até mesmo entre eles a diferença entre o peão, o oportunista e os líderes existe.
Mas apesar de essa ser uma história com vampiros, o foco principal em Bento é a sobrevivência e superação humana. A resiliência e força de lutar até o último suspiro, a união e camaradagem nascida nos momentos extremos. É a história de um herói, de vários heróis, que arriscam a sua vida pela salvar a dos que se ama e pela continuação de sua espécie.
A narrativa do livro é fluida e corre rápida, as situações apresentadas são instigantes e o plot da história é bem amarrado. Só teve um momento em que achei o uso do sobrenatural meio forçado, mas nada que diminua o brilho da história, vai mais pro gosto pessoal mesmo. Recheado de personagens cativantes perdi um pouco da identificação com Lucas durante um período no meio do caminho, mas acredito que isso deva ser encarado na verdade como um ponto positivo para a escrita do autor, pois as decisões tomadas por ele são muito difíceis tanto para serem acatadas e postas em práticas, quanto para entendê-las.
Outro aspecto legal do livro é a inclusão do país como um todo na história, as cenas não se passam só no sudeste ou são realizadas por cariocas ou paulistas, aqui, Belém e Belo Horizonte estão representadas, bem como a cultura indígena e a abundância de ecossistemas que temos.
Gostei de ter entrado nessa história já tendo lido o prequel A Noite Maldita, contudo acredito que os leitores que comecem por Bento vão apreciá-lo tão quanto a mim. Fico agora contando os dias para continuar essa saga, e descobrir o que acontece com Lucas, Sinatra, Raquel, Adriano e tantos outros personagens.
4,5 estrelas!
*Para ler meu resumo do enredo e algumas passagens favoritas basta dá um pulo no meu texto original publicado no blog Leituras da Ju.
Todas as obras de André Vianco são histórias de fantasia ambientadas no Brasil, que abordam temas sobre vampiros, anjos, bruxas, fantasmas e outros seres fantásticos. Adoro este estilo e ainda mais por se ambientar na nossa terra, por isso, não é surpresa dizer que gostei do livro Bento, é uma história de vampiro, mas contada de uma forma diferente da saga iniciada em Os Sete.
Começando que Bento é uma distopia, se inicia 30 anos após uma estranha doença se instalar no planeta. De uma hora para outra, as pessoas começaram a adormecer, sem razão de forma inexplicável, desencadeando um caos em todo o mundo. Nesta trilogia acompanhamos a história de Lucas, um homem comum que acordar no meio deste mundo caótico, sem memória e descobre que é um instrumento importante para lutar contra os vampiros e libertar o mundo da maldição.
Ao longo da narrativa, além de acompanhar a história de Lucas, conhecemos outros núcleos, personagens e a forma como as pessoas lidaram com toda as tragédias que aconteceram a sua volta. Em muitos pontos da história há momentos de reflexões sobre a evolução humana e o seu contato com a natureza, eu adorei. Como sempre o fato de ser ambientado no Brasil é ainda mais interessante, muitas soluções na história são simplesmente geniais, fiquei muito empolgada com o final. Gosto de trilogias que os volumes intermediários têm conclusões próprias, mas mantendo pontos em aberto para a continuação. Outro ponto positivo.
Não tenho nada a falar de negativo sobre a obra, André Vianco escreve para um tipo de público bem especifico – fãs de história de vampiro mais tradicional, sem muito romances. Para quem não gosta deste estilo literário, sugiro não ler o livro. Para quem curte, fica uma excelente dica. Recomendo também O Senhor da Chuva, Os Sete, Sétimo e a trilogia O Turno da Noite, li todos nesta ordem e adorei.
É um livro sobre um pós-apocalipse de vampiros. Em determinada noite, denominada "Noite Maldita", algumas pessoas se transformam em vampiros ("noturnos"), outras adormecem e, com outras, não acontece nada, sendo obrigadas a viver em um mundo perigoso, formando fortificações para se defender dos noturnos. Lucas é um dos que adormecem. Após 20 anos, quando acorda, se depara com um mundo destruído e com uma missão de salvá-lo.
Achei que o início foi muito bom e me empolgou bastante para continuar lendo, enquanto o final foi razoável/bom. Porém a maior parte do livro, que é o meio, deixou muito a desejar, pra mim. O autor foi colocando um monte de personagens e infelizmente, mesmo com as 520 páginas, não conseguiu desenvolvê-los. Como resultado, finalizei o livro sem me importar com um personagem sequer, o que estragou as cenas de ação, pra mim, pois eu realmente não ligava se um personagem morrresse ou não. Faltaram personagens femininas, também. Quase tudo homem. Além disso, os diálogos não me chamaram a atenção, e a participação dos vampiros deixou muita a desejar (por vezes achava que se pareciam mais com zumbis do que vampiros, de tão inexpressivos).
Eu realmente recomendo outra obra do André Vianco, que é Os Sete. Esta me cativou bastante do início ao fim, tanto pelos personagens quanto pela história. Essa, Bento, eu não recomendo. Não pretendo ler os dois próximos livros da trilogia.
Bento: Saga O Vampiro Rei - Volume 1 é o primeiro livro de uma trilogia de André Vianco, inserida em um universo pós-apocalíptico onde vampiros dominam o mundo.
O mundo: A história se passa em um futuro distópico onde uma "Noite Maldita" transformou grande parte da população em vampiros. Quem acordou ou se tornou humano ou vampiro. Boa parte da população se encontra em estado dormente (não se sabe se como humano ou vampiro até que acorde). Os poucos humanos sobreviventes vivem em constante medo e luta pela sobrevivência. A narrativa se passa pelo menos 30 anos após a noite maldita. O protagonista é um super humano denominado Bento. Por ser o 30ª Bento da profecia, aparentemente ele é muito mais forte e rápido que os demais bentos que se transformam sobre ataque vampiresco. O livro basicamente se passa na jornada de reunir os 30 Bentos. Após Se encontrarem, 4 milagres acontecem (TUPÃ, ondas de rádio, todo novo acordado é bento, mulheres grávidas). Aparentemente o Vampiro Rei é o Cantarzo adormecido após ingerir o sangue do bispo profético.
Não tem relação direta ao último livro mas talvez esses mundo apocalíptico venha a ser um evento pós libertação de Jô na terra.
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Adorei os personagens e todo o univeros criado por ele . Eu tinha um pouco de preconceito com a temática de vampiros e já estava decidido não ler por causa também da capa, que é horrível ( pelo menos a minha versão) .Eu gostei tanto e o meu entusiasmo com esse livro se deve ao fato que eu me surpreendi, eu esperava nada desse livro. Enfim , foi a maior surpresa fo ano até agora e eu recomendo para todo mundo até porque é um livro nacional e precisamos incentivar as editoras a publicarem e valorizar em cada vez mais os autores nacionais
Livro muito legal, e acredito ser um dos melhores trabalhos de André Vianco, ele transporta o mundo em um Brasil num futuro pós apocaliptico com humanos sendo acuados pelos vampiros Mal posso esperar para ler a continuação que já saiu faz muito tempo e nunca li
O melhor livro de vampiro que já li. Quando acabei, fiquei com aquela sensação de que não gostaria de ter lido só pra sentir o gosto de novo. Muito bem escrito, impossível parar de ler!