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La lingua di Trump

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La lingua di Trump è un esempio eclatante della comunicazione politica del nostro tempo: volgare, imprecisa, menzognera, violenta. Bérengère Viennot, traduttrice per la carta stampata e l’informazione online, si è trovata davanti un compito inedito dopo l’elezione di Donald Trump. Il presidente americano ha fatto esplodere i codici della comunicazione politica. La sua lingua è volgare e confusa, infarcita di errori sintattici e di frasi che non hanno né capo né coda, di sarcasmi e invettive – segni di un rapporto fuorviante con la realtà e la cultura. Con una penna tanto esilarante quanto incisiva, la Viennot racconta i suoi rompicapo di traduttrice e si interroga sul loro significato. Come si scivola dalla violenza delle parole alla violenza politica? In che modo ciò è un sintomo dello stato della democrazia? Perché siamo tutti quanti piuttosto preoccupati? La lingua di Trump è uno specchio implacabile: del presidente in persona, dell’America di oggi, della nostra epoca.

94 pages, Paperback

First published January 1, 2019

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About the author

Bérengère Viennot

14 books3 followers
Bérengère Viennot est traductrice. Elle travaille pour la presse depuis 2000 (Courrier international, Project Syndicate, BuzzFeed), écrit régulièrement des chroniques pour le site français Slate.fr et enseigne aux étudiants en traduction de l’université Paris VII.

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Displaying 1 - 21 of 21 reviews
Profile Image for Meike.
Author 1 book4,978 followers
October 11, 2019
Listening to the Donald, we foreigners tend to get lost in Trumpslation (as an article in the LA Review of Books put it) - yes, his elliptic sentences are simplistic, but this leads to translators trying to fill in the gaps, correct the grammatical errors and find more elaborate words, because it feels so strange to closely reproduce his weird diction and read it out loud on the evening news or render it as a quote by the American President (!) in the newspaper. Viennot's analysis of this phenomenon and Trump's language in general generated a major discussion in France, and her book is now also available in German (and soon hopefully in English as well).

Viennot writes about "deverbalising" a message, about strategies of degradation and ridicule, misogyny and racism reflected in language, language as entertainment and distraction, about the things Trump doesn't say, she speculates about Trump's intellectual capacity to retain and craft language, and - sadly, an obvious point of reference - she refers to Victor Klemperer's brilliant The Language of the Third Reich: LTI--Lingua Tertii Imperii: A Philologist's Notebook. Needless to say, there are many, many parallels.

And then there's an interesting argument that I encounter more and more frequently (e.g. in Susan Neiman's Learning from the Germans: Race and the Memory of Evil): The root of the problem, Viennot writes, is that America distorts its past, that ideas like "manifest destiny" are historical fake news employed to cover up a genocide and slavery. If your past is a lie, how can you build a better future?

This book is not a scientific text, it is more of a long, sometimes meandering essay and often a polemic - and it was the last part of the description that annoyed me. We Europeans should not be all too self-righteous. Still, Viennot raises many valid points, but frankly, I recommend reading Klemperer - his book tells you almost everything you need to know about the language of Trump, although it wasn't even written about the guy. Klemperer, a German philologist born into a Jewish family (who later identified as a Christian), fought those who wanted to take away his home, his culture and ultimately his life with his field of expertise: He demasked the Nazis by describing how they perverted the foundation of German culture and thought, the German language. So hey, Trump voters, if you really consider yourselves patriots, defend your language against those who devalue and pervert it.
Profile Image for Joséphine.
213 reviews16 followers
October 11, 2020
Voilà un essai sur les difficultés de traduire Trump, par une traductrice française, et bien que je sois française et que je parle relativement bien anglais, je me suis débrouillée pour le lire en allemand... Je n'étais initialement pas très intéressée par le vrai sujet du livre - Trump - dont j'ai eu ma dose, comme beaucoup de gens. Je l'ai acheté pour la focalisation sur l'aspect linguistique, vu que je suis des cours de traduction. Et au final, j'ai aussi appris des choses étranges sur la psychologie de Trump... peut-être plus que ce que j'avais envie de savoir, et je connaissais déjà la plupart de ces analyses via la presse. Il y a quelques sujets par contre qui étaient super intéressants et auraient mérité une analyse plus approfondie : l'analyse de la langue de Trump à la lumière de Klemperer (qui a étudié la langue des nazis et en a tiré des conclusions sur la langue des dictatures), et le fait que la victoire de Trump est celle du "white trash", peu éduqué, et que la langue et la pensée très basiques de Trump lui ont garanti leurs votes.

"Er ist reich, aber so, wie alle Angehörigen des white trash gern wären, wenn sie könnten. Nicht von ungefähr nimmt er kein Blatt vor den Mund und spricht ihre Sprache. Eine süße Rache an der politischen Linken, die sich für die intellektuelle Elite hält und die Durchschnittsamerikaner mit ihrer Bildung und ihren Vorhaltungen knebelt! Die ostentative Dummheit Trumps, sein Credo, dass die Dinge mit dem entsprechenden Willen zu ändern seien, sowie sein binäres Denken treffen auf eine ganze Bevölkerungsgruppe zu, die seit Langem vor Ungeduld brodelt, die weder die New York Times noch die Washington Post liest, zwischen der Ost- und der Westküste (meist im Süden) lebt und endlich einen Präsidenten erkoren hat, der ihr das Gefühl gibt, zu existieren und ein Mitspracherecht zu haben."


En tout cas je retiens la référence à The Language of the Third Reich: LTI--Lingua Tertii Imperii: A Philologist's Notebook, en ce qui concerne les particularités linguistiques des dictateurs et populistes.
- Klemperer a noté que la langue écrite des nazis était très proche de leur langue orale, une langue simpliste utilisée pour les discours.
- une certaine hystérie qui est perceptible à la fois dans les actes et paroles des nazis.
- beaucoup de répétitions, surtout pour les nouveautés qui vont dans le sens des nazis. Viennot remarque que Trump tourne aussi en rond dans ses discours et ses tweets, quitte à reparler des mêmes événements chaque jour.
Profile Image for Dario Andrade.
733 reviews24 followers
July 30, 2021
Começo pelo final, ou melhor, com o último parágrafo do livro: “E por fim deve-se ouvir Donald Trump porque ele é contagioso: no Brasil, na Hungria, na Turquia, na Itália, na Áustria e em outros lugares, a violência das palavras e dos atos se intensifica. Nesses países, que se creem seguros graças às aulas da história, mais e mais cidadãos voltam os ouvidos na direção dos Estados Unidos e ouvem, todos eles, a língua de Trump”.
Sim, é verdade, há muito a linguagem trumpiana ultrapassou barreiras. Esse talvez seja a razão mais útil para se ler esse livro. Aqui, nessa terra em que se plantando tudo dá, a linguagem trumpiana encontrou terreno fértil e um discípulo atento e fiel. Se nos Estados Unidos, parece ter sido mais farsa, aqui a farsa junta-se à tragédia.
O livro, é claro, escrito em 2019, não teria condições de abordar o Covid-19 e suas consequências nefastas. Mesmo assim, merece ser lido e mesmo a autora seja enviesada em sua análise. Atenta à linguagem, é descuidada em relação ao caldo social e político que deu origem ao trumpismo. Diria simplista até, com uns toques de arrogância francesa e progressista. De qualquer modo, não é o que ela se propôs a fazer. Ela só quis mesmo analisar o modo pelo qual Trump se expressava. O estilo ensaístico nos deixa, no final das contas, com um grande buraco que ela nem mesmo se arrisca a enfrentar: Como combater a linguagem trompista? Como tentar voltar a uma política em que haja um mínimo de racionalidade?
As lacunas não enfrentadas por ela me incomodaram porque são coisas que enfrentamos diariamente aqui no Brasil. Outro dia peguei um Uber e o motorista se arriscou a conversar comigo. Queria ele saber o que eu achava do voto impresso. Fiz, talvez um tanto arrogantemente, uma tentativa de explicação e conclui com o argumento (isso foi antes da live de Bolsonaro em 29 de julho de 2021) que não havia provas de fraudes em urnas eletrônicas. Fiquei orgulhoso de mim mesmo. Ele me rebateu com a seguinte frase: “Não pode haver provas. Esse pessoal que comete esse tipo de crime, nunca deixa provas”. A conversa acabou ai. Achei melhor terminar o resto da viagem calado.
Bolsonaro copia, ou melhor, mimetiza da melhor maneira possível, a linguagem trumpiana, a começar pela vulgaridade, que não se limita às palavras, mas é um estado de espírito. Aquilo que seus seguidores e de Trump enxergam como sinceridade não passa dessa vulgaridade, dessa falta de empatia por outro ser humano. O momento máximo da expressão bolsonarista disso foi a paródia que ele fez de alguém incapaz de respirar em razão da Covid.
A linguagem trazida por Trump se expressa ainda por meio em que cria uma realidade própria, distinta daquela em que se vive. A verdade, como conceito não importa. A verdade, como algo distinto do sujeito, não é algo que se encontra no mundo trumpiano. De fato, verdade é qualquer coisa que passa pela cabeça: “Donald Trump e os funcionários de seu governo que propagam inverdades muitas vezes desmentidas friamente pelos meios de comunicação vivem em um mundo infantil e de fantasia, no qual é suficiente nomear a realidade para que ela tome forma” (...) “É um tipo de pensamento mágico, a convicção de que se pode realizar algo desejando-o com toda força, que funciona de forma retroativa e permite reformular a realidade” (...) “E se os fatos atestarem algo diferente, então é preciso alterar os fatos. Dessa forma, a história é constantemente reescrita”.
Enfim, há elementos interessantes no livro, algumas ideias úteis, mas ainda resta a pergunta: como enfrentar a linguagem trumpiana? Como enfrentar uma linguagem que não quer sair do seu próprio nicho de fantasia?
Por fim, acho que o livro, por mais insights interessantes que tenha, é prejudicado pelo viés burguês-progressista da autora. No final das contas, fiquei com a impressão que ela quer apenas mostrar como é superior aos americanos white trash caipiras que votaram em Trump e votam em seus mímicos. Em política, desprezar o eleitor é sempre má lição.
Profile Image for dammydoc.
350 reviews
November 1, 2024
“Quando Donald Trump è apparso sulla scena politico-internazionale, per i professionisti incaricati di tradurre le sue frasi è stato necessario un periodo di adattamento. Quest’uomo che si rivendica antisistema ha in realtà rotto tutti i codici politici in vigore fino ad allora: con la sua elezione, da un punto di vista socio- comunitario, morale e sul piano della comunicazione, l’America ha cambiato universo”. Il mattino successivo alla proclamazione dei risultati della corsa presidenziale statunitense del 2016 in molti sono stati sorpresi dall’avverarsi di un evento giudicato semplicemente impossibile: la vittoria di Donald Trump, un “miliardario narcisista, sessista, razzista ed incolto”, su Hillary Diane Rodham Clinton, moglie di Bill Clinton, ex first lady. Pochi - tra cui l’autore e regista Michael Moore che aveva scritto un editoriale che sarebbe suonato profetico -, avevano anticipato quell’esito. Anche Bérengère Viennot, giornalista francese - collabora con la rivista on line di politica, cultura e attualità “Slate”-, traduttrice e docente di traduzione presso le Università Paris VII e Paris III, non nasconde di esser stata colta di sorpresa: “... si è trattato di un evento sconvolgente. [...] Sul piano professionale, perché mi ha costretta con una violenza improvvisa a rivedere il mio modo di lavorare e mi ha brutalmente espulsa dalla zona di comfort nella quale mi crogiolavo beata dopo l’elezione di Barack Obama nel novembre 2008, senza peraltro che questo sconvolgimento apportasse il minimo beneficio alla mia attività”, scrive nel capitolo introduttivo di questo suo saggio d’esordio. La lingua di Trump (in originale La Langue de Trump) analizza a fondo le strategie di comunicazione del 45° Presidente degli Stati Uniti d’America, dall’umorismo aggressivo all’eliminazione non solo del filtro del “politicamente corretto”, ma, soprattutto, di quel differente registro che di norma permette di distinguere la comunicazione scritta da quella orale, come il sistematico, quasi compulsivo utilizzo di Twitter - strumento fondamentale di propaganda quotidiana e consolidamento della propria base di consenso - dimostra…

Ne scrivo su

https://www.mangialibri.com/la-lingua...
Profile Image for yellowdog.
851 reviews
October 11, 2019
Trumps Sprache

Wir alle können jeden Tag in den Nachrichten davon hören, was Donald Trump wieder einmal gesagt hat. Oft ist das nicht nachvollziehbar. Trumps Eskapaden sind zu krude, was er sagt ergibt für vernünftige, klardenkende Menschen keinen Sinn bzw. man ist von der Bösartigkeit und Unverschämtheit des gesagten nahezu schockiert. Bérengère Viennot ist eine Übersetzerin von Reden. Schon Obama hat sie ins Französische übersetzt, Trump auch und sie gibt einen Überblick in Trumps Sprache. Vieles ist einen natürlich noch im Gedächtnis, doch es ist schon überraschend wie viel fragwürdiges Trump schon verzapft hat. Die Autorin ist überwiegend sachlich, macht aber auch keinen Hehl daraus, wie gefährlich sie Trump findet und ein paar Polemiken gegen ihn kann sie sich auch nicht verkneifen.
Trumps Sprache und Gebaren findet auch seine Nachahmer und das ist das Fatale. Trump und viele andere Populisten haben keinen Anstand, ihr Verhalten hat zur Verrohung der Sprache geführt und es ist zu fürchten, dass dieser Prozess nicht mehr umkehrbar ist. Ich habe dieses Buch mit Spannung gelesen, aber natürlich ist es unmöglich, sich mit Trump zu beschäftigen und das noch zu genießen. Dennoch ein gutes Buch!
Profile Image for Lucia.
228 reviews11 followers
December 12, 2019

3/5

I traduttori e gli interpreti svolgono un lavoro che va oltre il semplice tradurre da una lingua all'altra. Il compito del mediatore linguistico è quello di trasmettere da una lingua all'altra lo stesso senso e le stesse sensazioni provocate dalla lingua originale, particolarmente importante nell'era di Trump, che usa un linguaggio molto crudo e semplice e che, tradotto letteralmente, provocherebbe probabilmente scandali politici e casi di stato.

Il motivo principale per cui ho dato solamente 3 stelle a questo libro è perché, in mia opinione, non rispetta quello che proponeva essere il tema principale del libro. Leggendo la sinossi, e considerando che l'autrice del libro è una traduttrice, mi aspettavo veramente che il libro si incentrasse sulla difficoltà riscontrata dai traduttori nel riportare nella loro lingua la lingua di Trump, un problema reale con cui questa classe di lavoratori deve scontrarsi quotidianamente. Questo argomento, che io invece aspettava di leggere con trepidazione, è stato trattato grossolanamente, snocciolando qualche concetto in due, tre pagine, per poi divagare nell'analisi della persona di Trump e della sua politica.
49 reviews1 follower
August 15, 2019
Je partage complètement l’analyse de l’auteure sur Trump. Je m’attendais peut-être à plus de décryptage, plus d’exemples. Mais le message est clair - et la tendance à la ‘trumpisation’ du débat publique dans le monde effrayante. Sad!
Profile Image for Antonio Parrilla.
747 reviews29 followers
December 8, 2019
Interessante in alcune sue parti, quelle in cui si parla del "mestiere" di traduttrice, un po' meno quando diventa troppo personale riguardo alle sensazioni nei confronti del ciuffo che uccide.
Resta quindi a metà strada tra un saggio e un'invettiva.
Tre stelle.
Profile Image for Massimo Monteverdi.
705 reviews19 followers
April 7, 2025
La realtà del 2025 ha superato rapidamente a destra questo giusto pamphlet di sei anni fa sull’utilizzo dell’inglese da parte dell’Agente Orange. Quello che l’autrice profetizza nella sua disanima al termine del primo mandato è diventato violentemente il nostro presente, a partire dallo scorso gennaio. E alle parole sono seguiti i fatti, sconcertanti, assurdi e pericolosi.
Il dato di partenza è che T***p non ha minimamente la capacità di usare l’inglese al di sopra delle competenze di un alunno delle medie. Quando le frasi non sono sconnesse e incomprensibili, la struttura del discorso è quella di un periodo semplice: soggetto, verbo, predicato. Con gli aggettivi va ancora peggio, perché non se ne contano più di due o tre, costantemente ripetuti, great, tremendous, very good. Non si scappa, cioè, da una riduzione del discorso ai minimi termini, primitivi e rozzi (“Io Tarzan, tu Jane“, per dire).
Il fatto che questo imbecille sia il presidente degli Stati Uniti d’America ci rende tutti più poveri, e non solo economicamente. La miseria linguistica che esce dalla sua bocca corrisponde esattamente alla banalità binaria del suo “pensiero”: buono o cattivo, bianco o nero, con me o contro di me.
Il fatto che decine di milioni di persone si siano affidate a questa triste semplificazione significa: che è finito lo spazio per la complessità e la sfumatura, che la politica è ridotta esclusivamente a trovare il nemico di turno e fargli la guerra, senza farsi troppe domande. Il manifesto politico MAGA è tutto lì: cacciare gli immigrati per dare la rivincita al mondo Wasp, sfottere gli alleati storici per sentirsi “masters of the universe“, far franare l’economia per lucrare su speculazioni short, sdoganare il razzismo più becero per rivendicare il suprematismo bianco, urlare al complotto per non ammettere mai alcuna responsabilità.
L’incubo del 2016, ammettiamolo, è cento volte più drammatico oggi che si deve ripetere per altri quattro anni, ancor più gretto, ancor più esplicitamente miserabile. Non credo serva però una riedizione di questo piccolo saggio: tutti i necessari elementi di giudizio elencati nove anni fa restano intatti e significativi. Il cervello “ab-normal” dell’Agente Orange farà immensi danni per decenni.
139 reviews5 followers
March 9, 2019
Cet ouvrage est composé d'une série de réflexions - linguistiques et autres - par rapport à Trump et cette culture politique américaine qui a permis son accession au pouvoir. Parmi ses réflexions figure celle où l'auteur nous rappelle que la première matérialisation de la réalité alternative date de la naissance même du pays. "Nous tenons ces vérités pour évidentes par elles-mêmes: tous les hommes sont crées égaux .." - phrase tirée de la Déclaration d'Indépendance des Etats-Unis et rédigée au moment de sa fondation - est celle d'esclavagistes qui faisaient travailler leurs captifs sur des terres volées à des indigènes.
Profile Image for Guillaume.
495 reviews3 followers
October 4, 2023
L'autrice raconte (2019) son rapport avec l'expression de Trump. Il y a un aspect "collection d'horreurs dites" qui est amusant, mais pas forcément nouveau, j'ai plus apprécié les interrogations et réflexions sur comment adapter son métier : traduire sans trahir le sens, dans un domaine ou - avant Trump - tout est policée. Ce qui implique devenir vulgaire dans la traduction politique. J'en aurai voulu plus la dessus, dans ce livre au final assez court.
Profile Image for Adelina.
228 reviews1 follower
August 14, 2022
Este livro tem a virtude de nos ajudar a compreender e a alertar para a verdadeira intencionalidade das palavras usadas em diferentes contextos políticos e sociais. Em especial, quando ditas por quem tem poder de influenciar os demais, mas descuidando a língua, arrantando-a para uma violência e vulgaridade perigosas.
523 reviews4 followers
November 1, 2022
Très intéressant, je recommande.
121 reviews5 followers
December 26, 2020
Una lettura decisamente interessante, che prende in esame i diversi aspetti della comunicazione/produzione scritta (e in parte di quella orale) di Trump. Oltre all'aspetto metodologico "di settore" della traduzione per la stampa e l'attualità, degna di nota – quanto inquietante – l'analisi del lessico, della sintassi e della violenza insita nelle modalità di comunicazione del 45° Presidente degli Stati Uniti d'America.
Profile Image for Wedma.
438 reviews11 followers
October 10, 2019
Es ist ein kluges, aufschlussreiches, prima geschriebenes Werk, das man gelesen haben sollte.

Klappentext beschreibt den Inhalt sehr treffend: „Donald Trump ist berühmt für seine vulgäre, sarkastische und konfuse Sprache, die allen Regeln der Grammatik und des Anstands trotzt. Bérengère Viennot übersetzt seine Reden und Beiträge ins Französische und ist dabei mit einem Universum konfrontiert, das sie fassungslos und wütend macht. In ihrem brillanten Essay geht sie dem Phänomen der Trump-Sprache auf den Grund: Wie fließend ist der Übergang von der Brutalität seiner Worte zu seiner Politik? Was sagt die Verrohung seiner Sprache über den Zustand Amerikas aus? Und warum geht uns das alle etwas an? »Ein bissiges und empörtes Buch.« FRANCE 5“.

Man sieht es den Ausführungen der Autorin an, dass sie fertig mit der Welt ist, in der sie Trump übersetzen muss. „Seit Donald Trump an der Spitze der freien Welt steht, habe ich das Gefühl, jeden Tag einen Schlag ins Gesicht zu bekommen. Und ich glaube, ich bin nicht die Einzige.“
Sie begründet im Verlauf ihres Essays ihre Haltung: „ … dass derjenige, der als Aushängeschild seines Landes und mithin seiner Sprache fungieren soll, den Wortschatz eines Sechstklässlers hat, deprimiert mich als Spracharbeiterin. Trumps beschränkter Wortschatz, den ich als Aggression empfinde, ist jedoch nicht das Erschütterndste an seiner verbalen Gewalt. Sicher, er misshandelt die Sprache, obwohl sie ihm nichts getan hat. Aber wenn er kompletten Unsinn von sich gibt…, kommt das Aggressionspotenzial seiner vulgären Äußerungen zum Tragen.“

Es gibt da noch bissigere wie nachvollziehbare Passagen. Die Autorin kann sich so überzeugend empören!
Bérengère Viennot macht es für die Leser verständlich, warum es so eine Zumutung ist, den heutigen Präsidenten von USA zu übersetzen. Sie fängt erst damit an, dass sie erklärt, was das heißt, etwas zu übersetzen, welche Faktoren noch mit hineinfließen, wenn man adäquat übersetzen möchte, welchen Unterschied es macht, wenn ein Profi-Übersetzer dies tut oder ein Journalist, der nicht von Berufswegen übersetzt uvm.

Auf dieser Basis erklärt Bérengère Viennot, warum es oft unmöglich erscheint, Trump zu übersetzen und bringt viele Beispiele, um ihre Ausführungen zu untermauern.

Bérengère Viennot vermutet, dass Trump ein Legastheniker ist. Eins ihrer Kinder ist Legastheniker. Die Parallelen im Verhalten sind für sie unübersehbar. Zudem steht bei Trump der Verdacht auf Alzheimer im Raum, wie beim früheren Präsidenten Ronald Reagan.

Im Kapitel „Selbstüberschätzung“ schreibt sie: „Das Problem besteht nicht in seiner vermeintlichen Dummheit, sondern in seiner mangelnden intellektuellen Neugier. Solange man sich der menschlichen Kultur und der Erfahrung andere verschließt, verschließt man sich auch dem kulturell stimulierten Denken. Die Sprache von Donald Trump dreht sich im Kreis, genau wie seine Aussagen und sein politisches Denken: er nimmt sich selbst zum alleinigen Maßstab aller Entscheidungen.“

Ich lasse die Autorin so oft zu Wort kommen, weil es besser ist, ihre Ausführungen im Original und unmittelbar zu erfahren. Weshalb man auch das Buch selbst lesen sollte. Die Frau hat Klasse, Bildung und Humor. Diese Kombination sollte man sich nicht entgehen lassen. Sie blickt durch und bringt ihre Gedanken glassklar, eloquent und niveauvoll zur Sprache. Gern würde ich ein anderes Buch aus der Feder von Bérengère Viennot lesen.

Fazit: Ein lesenswertes Werk, das sich nicht nur mit der Sprache von Donald Trump befasst. Von der Sprache ist der Übergang zur Persönlichkeit nicht weit. Doch das ist noch nicht alles. „Wenn Amerika auf seinen Präsidenten schaut, glaubt es sich in einem Zerrspiegel zu sehen. In Wahrheit reflektiert dieser Spiegel jedoch eine Wirklichkeit, die es lange verdrängt hat und nun als plötzlichen Schlag ins Gesicht empfindet.“ Dazu gibt es noch im letzten Kapitel einige kritische wie wahre Worte, die von der Entstehungsgeschichte Amerikas bis zur Gegenwart unter Trump reichen und klarstellen, was das alles mit uns zu tun hat, i.e. mit Menschen, die in Frieden glücklich leben wollen.
Profile Image for Kathrin Schröder.
Author 11 books3 followers
October 19, 2019
Die Sprache des Donald Trumo von Bérengère Viennot
Erscheinungstermin 11.10.2019, gelesen dank Netgalley im September 2019
Das dünne Büchlein analysiert Trumps Sprache und Sprachhintergründe aus der Sicht einer Übersetzerin.
Der Einstieg des Buches, in dem die besondere Problematik ausgeführt wird, Reden zu übersetzen, die mit Wiederholungen, grammatischen Brüchen oder unvollständigen Erklärungen gespickt sind, hat mich fasziniert. Hier muss eine authentische Übersetzung nicht glätten, sondern die Schwächen und den typischen Stil mit übertragen, damit die Übersetzung der Situation gerecht wird. Das Buch fällt für mich in drei Teile: Die Bezüge zwischen der Tätigkeit des Übersetzers in Bezug auf die sehr spezielle Sprechweise und Wortwahl Trumps, der Bereich, in dem sein Umgang mit Humor, seine sprachliche Kompetenz, seine Relation zu Wissen und Wissenserwerb betrachtet werden. Diese Bereiche bilden den ersten und letzten Teil des Buches und haben mir sehr gut gefallen. Zahlreiche Zitate mit den entsprechenden Quellenhinweisen unterstreichen die Inhalte und ergänzen die Wertung der Autorin.
In diesen Bereichen möchte ich von einem gelungenen Werk sprechen, wenn da nicht ein paar Kapitelchen in der Mitte wären.
Frau Viennot, die über große Bereiche des Buches darauf hinweist, dass sie in ihrer Arbeit die Sprache als Werkzeug nutzt und beherrscht, fängt sich in der Mitte stellenweise selbst in einer Falle.
So gibt es ein komplettes Kapitel über Melania Trump oder vielmehr darüber, warum Frau Viennot nicht über Frau Trump in diesem Buch schreiben möchte. Sie hätte entweder in einem Satz das Nichtschreiben begründen können, das Kapitel ganz weglassen oder ohne diesen Hinweis das Kapitel entsprechend umformulieren sollen. So ist es ein Widerspruch in sich. Ähnlich ging es mit beim Kapitel über eine vermutete Leseschwäche von Donald Trump. Frau Viennot als Mutter eines legasthenischen Kindes fand gute Argumente auch Donald Trump so einzuordnen, wurde aber gleichzeitig nicht müde mehrfach zu erwähnen, dass sie weder die Kompetenz habe, es zu beurteilen, noch Ferndiagnosen für tragbar halte. Dieses starke Gewichten und Abschwächen der eigenen Aussagen relativiert etliche Argumente und schwächt das ansonsten interessante Buch.
#DieSpracheDesDonaldTrump #NetGalleyDE #BérengèreViennot #KathrinliebtLesen #Rezension #Bookstagram #Aufbauverlag
Profile Image for Mascha.
96 reviews
October 13, 2019
Bérengère Viennot ist eigentlich Übersetzerin – dabei liegt ihr Schwerpunkt auf der Übertragung der Reden von Donald Trump ins Französische. In Die Sprache des Donald Trump verbindet Viennot Sprachanalyse mit politischer und gesellschaftlicher Interpretation.

Wer sich ein klein bisschen intensiver mit den sprachlichen Ergüssen Trumps auseinandersetzt, merkt schnell, dass Kohärenz, Inhalt und Grammatik nicht seine Stärken sind. Viennot zeigt dies sehr deutlich an vielen Beispielen – vor allem die Eindrücke aus der Übersetzungsarbeit (inklusive der Übertragung aller Fehler und Verschrobelungen) sind sehr eindrücklich. Viennot zeigt in ihrem Buch, dass Trumps Sprache – sowohl stilistisch als auch inhaltlich – zugleich “Ursache und Wirkung eines neuen Amerika” (S. 12) sei.
Hier führt sie zum einen die Verrohung der Sprache an, aber auch die inzwischen zum Bonmot verkommenen “Alternativen Fakten”.
Ultimativ zieht Viennot den Kreis von Trump über die Alternativen Fakten bis zu den Gründervätern der U.S.A., die mit der Verfassung der U.S.A. das primäre Dokument der Alternativen Fakten geschaffen haben – ein interessantes Argument, bei dem ich mir aber nicht sicher bin, ob es wirklich so speziell auf die U.S.A. auszulegen ist. Schafft sich nicht jede Nation in diesem Sinne ihre eigene Geschichte?

Als Geisteswissenschaftlerin hatte ich in meinem Studium einen recht großen Anteil Linguistik, in meinem Master habe ich mich viel mit Nordamerika beschäftigt: ich bin also prädestiniert für dieses Buch, und ich bin sehr froh, dass es mir in die Hände gefallen ist. Viennot analysiert die Trump’sche Sprache gekonnt und auf den Punkt gebracht, und ist dabei durchgehend unterhaltsam zu lesen. An ein paar Stellen des Buches neigt Viennot zu der rhetorischen Kette “hier ist eine These – ich möchte über diese These aber eigentlich nichts sagen, da ich dafür nicht qualifiziert bin – wenn wir schonmal dabei sind, sage ich es trotzdem”, aber zum allergrößten Teil hat es mir sehr viel Spaß gemacht, Die Sprache des Donald Trump zu lesen.
Profile Image for Bucheslust.
110 reviews11 followers
August 13, 2019
Zu Beginn muss ich erwähnen, dass ich kaum Sachliteratur in meiner Freizeit lese. Hier hat mich aber das Cover (ähnelt ein wenig „Er ist wieder da“) und die Thematik direkt fasziniert. Als halbwegs politisch interessierter Mensch ist mir Trump mit seinen Aussagen und vor allem den Tweets seit der Kandidatur 2016 eine Quelle ständiger Fassungslosigkeit, Erheiterung, Wut und Kopfschüttelns.
Dieses Buch musste ich einfach lesen.

Seine Tweets und die nasale Stimme sind sicher den allermeisten aus Medien und dem Internet bekannt, aber hier bietet sich eineganz neue Perspektive.
Die Autorin ist professionelle Übersetzerin und kann Trumps Ausdrucksweise mit der normal angemessenen politischen Sprache objektiv vergleichen.

Schreiben tut Viennot auf unterhaltsam informative Weise, viele Zitate und Verweise verleihen dem Buch einen sehr angenehmen Stil- der umso mehr im Kontrast zu Trump’s ganz eigenem Englisch steht. Sie bringt den Leser zum erschrocken Auflachen und dann wieder zum Nachdenken.

Wer sich vorher schon an den Tweets des amtierenden Präsidenten gestört hat tut es nach dem Lesen dieses Buches umso mehr. Man fragt sich wirklich, wie sehr man schon abgestumpft ist, dass die Ausdrucksweise kaum noch schockiert, sogar hingenommen wird. Die Autorin rüttelt wach, was in den 3 Jahren Amtszeit etwas eingeschlafen ist.

Das Buch ist relevant, wichtig und unterhaltsam, ich hoffe es erreicht in den USA viele kommende Wähler.

Ich bin schockiert und begeistert.

Meine volle Empfehlung, 5/5 Sterne für Viennots „Die Sprache des Donald Trump“.


Vielen Dank an den aufbau Verlag und NetGalleyDE für das Rezensionsexemplar im Austausch gegen eine faire Bewertung.
Profile Image for Saskia.
354 reviews43 followers
August 9, 2019
Vielen Dank an den Aufbau Verlag, der mir über NetGalley ein Rezensionsexemplar zur Verfügung gestellt hat.

"Die Sprache des Donald Trump" von Bérengère Viennot ist ein kluges Buch, das unterhält, informiert und nachdenklich macht. Die Autorin und ihre Übersetzerin Nicola Denis haben ein Talent für Sprache und es war eine Freude Viennots Ausführungen zu folgen. Zudem war es spannend, das Sprachphänomen Trump aus der Perspektive einer Übersetzerin zu betrachten und dabei sowohl mehr über das Berufsfeld zu erfahren als auch einige Beispiele zu bekommen, wie verschieden manche Phrasen übersetzt worden sind und welche unterschiedlichen Bedeutungen dadurch kommuniziert werden.

Aufgrund der Kürze des Buches, es handelt sich immerhin um einen Aufsatz, diskutiert Viennot zwar nur einzelne Aspekte (u.a. politische Traditionen, aber auch die Wechselwirkung zwischen Staatsoberhäuptern und der Bevölkerung und viele mehr), aber in meinen Augen haben sie in ihrer Kombination einen facettenreichen Einblick gegeben. Deshalb kann ich das Buch allen, die an der Thematik interessiert sind, sehr empfehlen.
Displaying 1 - 21 of 21 reviews

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