Amei a leitura, especialmente das duas primeiras partes, que reconstroem e nos contam do passado milenar dessa região berço de tanta sabedoria da humanidade e de tantas idiossincrasias!
Não ousarei avançar nos comentários sobre questões de política internacional, imperialismo, guerra, petroleo, comércio, cultura, religião e Estado, mas elas estão lá, esperando aprofundamento e a bibliografia disponível é amplíssima! Sugiro, pra começar, o Edward Said, e suas obras sobre o orientalismo e também sobre imperialismo.
Senti uma vontade looooouca de fazer com as últimas páginas como se fossem um pergaminho, e que a narrativa, por alguma mágica, chegasse até os nossos dias. Sem dúvidas, muitos paralelos são possíveis.