José Mauro was born in Rio de Janeiro on February 26 of 1920. His family was very poor, and when he was still very young, he migrated to Natal where relatives took care of him. Entering the Medical Faculty, José abandoned the course of studies in his second year and returned to Rio de Janeiro.[citation needed] There he worked as a boxing instructor and even as a painter's model.
José iniciated his literature with the novel Banana Brava. His greatest success was his novel Meu Pé de Laranja Lima, that tells about his own personal experiences and the shocks he suffered in his childhood with the abrupt changes of life.
José was part Indian and part Portuguese. He passed his childhood in Natal. When he was 9 years old, he learned to swim, and with pleasure he still remembers the days when he threw himself to the waters of the Potengi River to train for swimming competitions. José frequently went to the sea. He won many swimming competitions and, like every boy, liked to play soccer and to climb on trees. José's first job, from 16 yars old to 17 years old, was a sparring partner of featherweight boxers. Next, he worked in a farm in Mazomba, his job was to carry bananas. After that, he became a fisherman and lived on the coastline at Rio de Janeiro. Later he moved to Recife, where he became an elementary teacher and teacher at a fishermen's center.
Because of his prodigious capacity of telling stories, possessing a fabulous memory, brilliant imagination, and a large human experience, José felt he was obligated to become an author, and started to write novels when he was 22 years old.
The author had his original methods of writing. In the beginning, he would choose the scenarios where the characters would move. Then he would transfer to this place and do rigorous studies there. To write the novel Arara Vermelha, José traveled 450 leagues in the brute wilderness. Next, he builds all the novel, determining even the sentences of the dialogues. He had a memory that, for a long time, allowed him to remember every little detail of his studied scenario. "When the story is entirely made in imagination", reveals the author, "is when I begin to write. I only work I have the impression that the novel is exiting from all the pores of the body."
José relates that after finishing writing the first chapter, he passes to the conclusion of the novel, without even elaborating the plot. "That, he explains "because all the chapters are already produced mentally. It is not really important writing a sequence, like alterating the order. In the end everything goes well". José was a cinemactor and worked in films such as Carteira Modelo 19, Fronteiras do Inferno, Floradas na Serra, Canto do Mar (of which he wrote the screenplay), Na Garganta do Diabo, and A Ilha. He won many prizes, such as the Saci prize to best supporting actor, the Saci prize to the best actor of the year, and the Governo do Estado prize to best actor of the year. His novels Arara Vermelha and Vazante were filmed.
Era uma vez…uma fazenda imensa… Era uma vez…um passarinho… Era uma vez…um peixe dourado… Era uma vez…um cavalo de ouro… Era uma vez…uma árvore… Era uma vez… um cenário e quatro histórias que se entrelaçam… Um livro com a sensibilidade, a poesia e a magia, que transpira da escrita José Mauro de Vasconcelos.
Drama tras drama con las historias de Vasconcelos, eso seguro. Este librito en particular, tiene cuatro historias, tres de ellas tienen como protagonistas a animales y la cuarta a un árbol, y obviamente, todos los personajes terminan sufriendo a su manera, ya sea por lo que han hecho, por el destino, o por la idiotez humana. En realidad, puede que al final nos dejen algún tipo de enseñanza sobre la importancia de lo que tenemos, de la naturaleza, y demás, pero sin duda son más que tristes. Recomendable para los que gustan del autor y de lecturas un poco deprimentes.
Bu yazının orijinali (ve daha iyi görüneni) canlabirsene'de yayınlandı.
Şeker Portakalı ve Yaban Muzu'nun yazarı José Mauro de Vasconcelos'un insanları bu sefer hayvanların elinden ele aldığı bir kitap Hayatın O Güzel Şarkısı. Bu aralar, insanların ne kadar kötü yaratıklar olduğunu ele alan kitaplar peş peşe geldi benim için; normalde de pek sevmem insanları, onlarla mecbur kalmadıkça muhatap olmak istemem ve gerçekten hemcinslerimden daha bir tiksindim. Kendi hırslarımızın, arzularımızın peşine düşüp bu yolda kime, neye zarar verdiğimizi hiç ama hiç düşünmüyoruz cidden.
Hayatın O Güzel Şarkısı'nda bir kuş, bir balık, bir tay ve bir mango ağacının kısa ama özlü hikâyeleri bekliyor sizi. Ormanda, ailesiyle birlikte yaşayan muhabbet kuşu bir anda kendini bir kafeste buluyor. Tam intihara karar vermişken kaçma şansı oluyor ama o kadar yorgun, o kadar bitkin ki bunu bile yapamıyor. Küçük tay ise annesinin prensi, ortamın yakışıklısı olarak büyüyor ve yarış atı olunca da en hızlı o olduğu için insanların da gözdesi haline geliyor. Ta ki sakatlanana kadar; sonrasında önce bir at arabasını çekerken, sonra da değirmeni döndürürken buluyor kendini. Minik balık da aynı şekilde kendisini bir kadının evindeki cam kâsede bulmasının ardından pislik içinde yüzmeye çok fazla dayanamıyor. Mango ağacı ise çocukluğundan beri kollayıp, sevdiği küçük çocuğun büyüyünce onu hatırlamamasından, aralarında geçenleri unutmasından kahroluyor.
Çocuklara, insanların doğaya ve diğer canlılara karşı ne kadar gaddar davrandığını ve çoğu zaman bunun para ve gösteriş dışında bir amacı olmadığını anlatan hem sevimli, hem de hüzünlü bir kitap Hayatın O Güzel Şarkısı. "İnsanların büyüyüp kalpsiz olmaları ne üzücü şeydi; bunu şimdi anlıyordu. Büyük insanların ağaçlarla konuşup anlaşamamaları ne kötüydü."
Este é o terceiro livro que leio de José Mauro de Vasconcelos. Em todos os seus livros, a terra ganha voz, o vento sussurra segredos, e a beleza do mundo brota de cada página como flores silvestres. Faz-nos sentir comunhão com o universo. E, é sempre quando temos o coração quente do amor e sensibilidade das palavras de só quem já experimentou essa união com com a natureza, que José Mauro nos confronta com o reflexo da nossa própria desconexão. A magia que ele pinta com tanto esmero é destruída pelas mãos humanas, que, alheias ao que é sagrado, destroem o que não compreendem. Mãos de pobres de espírito que vagueiam por este mundo, cegos ao encanto na simplicidade que a natureza oferece.
Deixo aqui um excerto de um poema de Fernando Pessoa que inspirou o título deste livro:
"Um internado num manicómio é, ao menos, alguém, Eu sou um internado num manicómio sem manicómio.
Estou doido a frio, Estou lúcido e louco, Estou alheio a tudo e igual a todos: Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura Porque não são sonhos Estou assim...
Pobre velha casa da minha infância perdida! Quem te diria que eu me desacolhesse tanto! Que é do teu menino? Está maluco. Que é de quem dormia sossegado sob o teu tecto provinciano? Está maluco. Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou."
Qualquer obra de José Mauro de Vasconcelos é um aperto no coração. O autor não alguém que abusa do drama, mas suas histórias são de uma tristeza dolorida, daquela que faz chorar e soluçar.
Essa pequena coletânea de contos tem como tema o abandono, a crueldade e a solidão. São temas comuns a vida e para que o leitor pudesse rapidamente se identificar, todos receberam uma roupagem de fábula, com animais e plantas antropomórficos que exibem uma inocência frágil. Uma confiança ingênua.
A história do Cavalinho de Ouro talvez seja aquela tenha sido a mais bem trabalhada - é uma característica de Vasconcelos a predileção por personagens infantis. Não suponha contudo que a história se assemelhe a outro clássico como Meu Pé de Laranja Lima; a ideia se aproxima mais do desenrolar da vida.
Embora não haja nada no livro que possa dificultar a compreensão infantil, eu não o recomendaria a ninguém menor de dez anos pelo impacto emocional que pode causar.
Cuatros historias tiernas y sencillas, escritas con la sencillez y calidez que caracterizan a Vasconcelos. Cada una de ellas trata sobre cómo el hombre arruina siempre la naturaleza y a los animales que viven en ella, perdiendo la sensibilidad y la capacidad de asombrarse y maravillarse ante la belleza y grandeza de la creación de Dios. Las historias son cortas y bastante tristes, pero valen la pena leer :) sobretodo si están buscando algo cortito con lo cual entretenerse y de paso emocionarse. Saludos. Elena.
Livro triste da poha! === Não gosto muito de livros que humanizem animais e, principalmente, plantas, porque não faz sentido colocar neles sentimentos e pensamentos humanos, ainda que intencionando repassar algum ensinamento importante. De qualquer forma, e mesmo nos levando a uma época mais simples, os 4 contos do livro - todos muito curtinhos, muito bonitos e singelos - acabam por mostrar uma realidade bastante triste, em que a indiferença do homem para com a natureza pode ser sentida de uma forma "maligna": a solidão do peixe de aquário, a decadência da fazenda onde vive a mangueira esquecida e abandonada, o orgulho despedaçado do cavalo que um dia foi campeão, a tristeza fatal do pássaro aprisionado... Também pode ser visto como um alerta, um aviso para que não abandonemos totalmente aquela inocência da infância, que nos fazia conversar e ter um amor mais profundo para com os animais e as plantas.
"La vejez es la única cosa que se puede comparar con la soledad".
Este es un libro hermoso, dónde te narran historias de 4 personajes (no humanos), que viven en la naturaleza, y que se ven afectados por las obras de los hombres.
"Y Candoca asistió a la tala del bosque y a la fuga de los pájaros hacia otro rincón donde los hombres no estuvieran llegando y dónde la sombra brindara paz".
Me había olvidado cuánto me gustaba el estilo de narracion del autor; y al leer estos cuentos, me pude meter en la historia por completo y empatizar con los protagonistas (un pichón, un pez, un potrillo y un árbol); sobre todo sabiendo que cosas así pasan todos los días, y que el ser humano les arrebata la vida a cientos de animales, como si tuvieran el derecho solo por poder hacerlo.
"Los hombres las llaman estrellas. Los poetas las llaman lágrimas..., pero en verdad son manchas. Así como esas que tu tienes en el cuerpo. Porque las estrellas son pecas en la piel de la noche".
Son historias cortas, que te llegan al corazón y te hacen sentir un pequeño vacío en el pecho. Te muestran la crueldad que tiene el ser humano, a travez de relatos desde la perspectiva de los animales y plantas. El autor tiene una habilidad para escribir y transmitir emociones en pocas páginas, que hasta te hace soltar el libro y reflexionar sobre lo que leiste.
Si te gustó El ruiseñor y la rosa de Oscar Wilde, estoy segura de que este te va a gustar (y entristecer) también.
Después de este libro veré las cosas de otra manera. 😞
Un libro que, según mi parecer, genera mucha conciencia sobre la flora y la fauna, y sobre lo nocivo que puede ser el ser humano, además de determinados sentimientos entre los que se resalta la soledad. Aunque pienso que las situaciones por las que esté atravesando cada uno dictarán el sentido que se le dará a las palabras de Vasconcelos. De rápida y amena lectura, para todo público: grandes y chicos, y de tipografía lo suficientemente grande.
Corazón de vidrio!! No me desepciono!!! Como todo lo de este autor que amo, 4 historias esta vez de la naturaleza. Que hace que los corazones de vidrio estallen por la realidad humana. Vasconcelos pone palabras en la boca de los que no pueden hablar o traduce el idioma de aquellos que no comprendemos o no queremos comprender. Cuatro historias, tres animales y un arbol, que sufrieron por los errores, la maldad y la incomprensión humana. ¿Cuando comprenderemos que no somos dueños?
Qué emoción me da leer a José Mauro de Vasconcelos. A este libro le tengo especial cariño porque lo compré usado y traía escrita, a mano, la letra de Muchacha ojos de papel. La mayor ternura posible.
Cuatro historias sencillas y tiernas. La vida de un pájaro, un pez, un caballo y un árbol. Es un libro reflexivo y muy emotivo. Increíble lo que lloré.
عنوان الكتاب بالعربي هو قلب من زجاج من نشر دار ملهمون، لم اجد النسخة العربية على قودريدز لذلك سأكتب مراجعتي هنا، و الغلاف بالعربي يحمل نفس الصورة. الكتاب من تأليف خوسيه ماورو كاتب شجرتي شجرة البرتقال الرائعة.
الكتاب قصير يتكون من 4 قصص قصيرة. 3 قصص تروى على لسان الحيوانات و قصة واحدة تروى على لسان شجرة. تتحدث القصص عن حب الحيوانات للحياة و انهم عندهم شخصيات و مشاعر و انهم ينبسطوا لما يكون عندهم أصدقاء سواءً اصدقاء من الحيوانات او من البشر و يحزنوا لما يشعروا بالوحدة. اعتقد ان الفكرة من القصص هي ان الحيوانات تمتلك قلب من زجاج؟ قلب الحيوانات شفافي ما يصعب للشخص يشوفه انه موجود لو فقط القى نظرة واحدة. تتحدث القصص عن أنانية و همجية البشر كيف انهم يحبسوا الحيوانات في اقفاص و يسجنوهم فيها و يمنعوهم من الحياة او بالأصح يجبروهم على الفشل في انهم يعيشوا الحياة.
اعتقد ان القصص تطرح فكرة مهمة جداً و هي : لماذا نرى ان إيذاء الحيوانات هو شي عمّلي و اننا لا نستطيع ان نعيش الحياة بشكل جيد إلّا لو قمنا بإيذاء الحيوانات بدلاً من ان نعيش معهم بسلام و صداقة ربما؟ تتحدث القصص ايضاً عن ان كيف بعض البشر لما يكبروا يتخلوا عن خيالهم و شخصياتهم المنفردة و مشاعرهم المرهفة مع الحيوانات و الطبيعة، و يصيروا عبارة عن اشخاص عمليّين و رسميّين.
شيء محزن كيف ان الحيوانات لديهم آمال و مشاعر جميلة لكي يعيشوا الحياة و يسعدونا بصداقتهم و لكن البشر يقومون بإجبارهم على الفشل و معاملتهم كمخلوقات غبية لا تفهم و فوق ذلك يقومون بحبسهم و قتلهم رغماً عنهم. يعتقد البشر ان كونهم عمليّين اهم من كونهم طبيعيين. يعتقدون ان إنجاز الأعمال بسلاسة و عمليّة، و لو كانت هذه الأعمال تتضمن ايذاء و قتل الحيوانات، اهم من كونهم يكونوا على طبيعتهم المسالمة مع الحيوانات.
لهذا السبب انا اصبحت نباتي، لأنني ادركت فعلاً ان الرحمة مع الحيوانات افضل بكثير من ايذائهم و حبسهم في اقفاص و قتلهم. اتمنى ان يدرك الأخرين هذا الشيء ايضاً. احببت قصتين كثيراً من بين الأربع قصص التي هي قصة السمكة و قصة شجرة المانجو، و القصتين الباقيتين لم تعجباني كثيراً و لكنهما كانتا جيدتين. الترجمة لم تكن جيدة كثيراً و لكن على الرغم من هذا وصلتني المشاعر التي اراد إيصالها الكاتب. تحمست اقرأ رواية شجرتي شجرة البرتقال الرائعة لنفس الكاتب!
Una hermosa historia en 4 cuentos que nos enseña a querer la naturaleza y a no perder de vista lo importante como nuestro hogar y aquellos a quienes queremos.