Os mutantes se lançam em uma missão para destruir o Molde-Mãe, que está sendo construído no espaço. Eles não podem se dar ao luxo de falhar - não importa o quanto tenham que sacrificar para isso. O destino de Dentes-de-Sabre é decidido. E, no futuro, chega a Falange!
Jonathan Hickman is an American comic book writer and artist. He is known for creating the Image Comics series The Nightly News, The Manhattan Projects and East of West, as well as working on Marvel Comics' Fantastic Four, FF, and S.H.I.E.L.D. titles. In 2012, Hickman ended his run on the Fantastic Four titles to write The Avengers and The New Avengers, as part the "Marvel NOW!" relaunch. In 2013, Hickman wrote a six-part miniseries, Infinity, plus Avengers tie-ins for Marvel Comics. In 2015, he wrote the crossover event Secret Wars. - Wikipedia
"Que todos saibam e a notícia se espalhe: Krakoa é para todos os mutantes."
Muito boa essa forma que encontraram de restaurar o universo mutante, não tinha me ligado que era isso que estava rolando... Ansioso pra ver mais o desenrolar desses acontecimentos!
A "mutantidade" não tem limites! Depois de instituir uma nação mutante do nada no meio do Pacífico, os X-Men e seus mutantes assosciados aprenderam a desafiar a própria morte. Já que mutantes morrem e ressuscitam a todo o momento na Marvel, foi uma ótima sacada de Jonathan Hickman estabelecer que eles podem desvanescer da existência e retornar à vida através de determinados procedimentos que envolvem os poderes mutantes de jovens alunos dos Instituto Xavier. Ou seja, Jonathan Hickman fez também a lição de casa lendo as mais recentes histórias e percebendo os mais novos personagens criados na mitologia dos X-Men. Através disso ele estabelece Os Cinco - número cabalístico na mitologia mutante - seres capazes de, colocados em sincronia, trazer seus amigos mutantes de volta à vida. Assim, os domínios dos mutantes acabam não sendo apenas físicos, mas também metafísicos, já que eles rompem outras fronteiras da existência que não são mais aquelas estabelecidas pelo que significa ser humano, que é a noção de deixar de viver, de encarar a morte um dia. Mais que humanos, eles agora, mais que nunca, são mutantes.
Dieser Band hat das volle Potential ausgeschöpft zu was die neue Zeitlinie fähig ist. Die Auslöschung der mächtigsten Mutanten und ihre Wiedergeburt, der Aufbau Krakoas und die Eingliederung ehemaliger Feinde. Die Zeitlinie 1000 ist mir immer noch etwas unverständlich, aber ich bin immer noch begeistert vom Design, den Figuren und der Handlung. :)
Vai ser nessa edição que veremos o quanto o grito revolucionário dos X-Men em Krakoa pode ser poderoso. Isso porque eles serão levados contra a parede e é então que Xavier e Magneto abrem as comportas de tudo e partem para o ataque em definitivo. Hickman mostra que essa nova versão dos mutantes não está mais disposta a ser saco de pancadas dos seres humanos. E isso vai afetar profundamente a maneira como o resto do mundo passará a observá-los. Essa é uma edição tão concentrada no grito de guerra dos mesmos que quase não vemos muita coisa sobre o futuro e quando isto acontece será sobre a linha temporal mais distante com mais segredos sendo apresentados. Para Hickman, entre os mutantes não há amigos ou inimigos, mas uma raça que precisa se unir caso deseje prosperar. As diferenças precisam ser deixadas por ora. Claro que algo sinistro sempre existe no meio de tudo.
"Assim sendo, por que vocês não fingem que um objetivo nacional maior está sendo cumprido hoje e eu finjo que vocês poderiam me deter? (Emma Frost)"
Por ter mais edições de Dinastia de X, Pepe Larraz acaba ganhando um destaque maior neste volume. É aqui que vemos o quanto o artista consegue ser versátil ao entregar cenários os mais diversos possíveis. Desde um julgamento em uma corte americana, ao estranho ambiente de Krakoa até os fundamentos tecnológicos de uma nave espacial. A variação é muito grande e haveria tudo para se enrolar, o que não aconteceu. O longo trecho de infiltração na base é bem legal, e a arte consegue transmitir a tensão vindo dos dois lados do conflito. Seja entre os humanos encurralados dentro da base ou dos X-Men combinando seus poderes para lidar com situações muito arriscadas. Tem momentos de perseguição, explosões acontecendo por toda parte, raios laser disparados de todas as direções. Se você quer ver coisas explodindo, esta é a edição perfeita para você. Gostei de como Larraz construiu modelos diferentes de Sentinela para colocar contra os X-Men e não ficou tanto no modelo clássico de Bolivar Trask. A quadrinização está bem padrão e nem precisava ser nada além disso, bastando dar um destaque maior aos detalhes do cenário e fornecer à ação momentos que sejam realmente bombásticos.
A única edição de Potências de X é um flashback e R.B. Silva precisa lidar com o lado mais bizarro desta edição. Seja com Xavier e Cifra chegando pela primeira vez em Krakoa depois de muito tempo e transformando-a para melhor uso dos mutantes ou do bizarro Bar Sinistro. Lembro que quando li esse trecho da primeira vez, fiquei um pouco confuso porque Sinistro acabou se transformando em um arauto do caos completo, quase uma versão Marvel do Coringa. Silva consegue dar esse visual de estranheza mantendo a essência meio vitoriana do Nathaniel Essex. Então todo o lugar onde os Sinistros se encontram parece saído de alguma narrativa inglesa vitoriana em algum tipo de teatro decadente. Silva vai puxar para uma palheta mais voltada para o escuro com foco no roxo e no azul. O que complementa o cenário e fornece ao leitor um ar de algo que é deste mundo e ao mesmo tempo não é. O artista brincou um pouco com a quadrinização, mas nada que fosse fora da curva. Para mim, além do Clube Sinistro, a cena com a chegada da Falange é de arrepiar.
O começo de Dinastia X vai nos mostrar um Dentes-de-Sabre sendo julgado após ele, Mística e Groxo roubaram alguns dados sensíveis. É aqui que toda a discussão sobre a nova geopolítica enxergada a partir de Krakoa como uma nação soberana toma forma. No passado, os mutantes jamais fariam algo tão ousado quanto Emma Frost faz ao entrar no meio do julgamento e conseguir sair dali com Creed sem fazer muito esforço. Em poucas páginas, Hickman coloca os mutantes como tendo os humanos seguros pelo pescoço graças ao que Xavier está oferecendo via Krakoa. Há um receio claro entre os líderes mundiais de que os X-Men podem simplesmente parar de fornecer os remédios para curar doenças e para dar mais longevidade. É usar de maneira bastante inteligente as leis dos homens para fazer efeito às medidas que eles desejam. Emma é perfeita para esse papel de negociadora porque ela se encontra nessa linha cinza entre o absoluto carisma e o poder de manipulação mental. Não é possível saber ao certo o quanto Emma usa sua telepatia para conseguir o que deseja.
A missão à base é bastante perigosa. E logo o leitor percebe que é uma missão sem volta mesmo e a tensão aumenta exponencialmente. Descobrir que Karima Shapandar, a Sentinela Ômega que já chegou a ser aliada dos X-Factor agora está do lado da Orchis coloca as coisas em outro patamar. Hickman se sai bem ao nos mostrar o quanto a Orchis é repleta de recursos e que seus membros são cientistas acima da média. Não estamos falando de uma organização de perdedores, mas de uma que escolheu a dedo aqueles que fazem parte de sua equipe. Quando as mortes começam a acontecer aos montes, é criada uma sensação de choque, principalmente em relação a quem morre de fato. Gosto desse Ciclope trazido por Hickman, um líder persistente e que não se importa em pensar se vai morrer ou não. Ele apenas executa as ações, como um bom soldado. Esses capítulos funcionam bem para nos mostrar o quanto esse alvo, em particular, era essencial para os mutantes e que era preciso destruir tudo não importasse o custo humano. Ainda vamos ver mais da Orchis ao longo das mensais, mas aqui foi importante estabelecer as motivações da dra. Gregor. Pelo jeito não foi a última vez que vimos Karima e a dra. Gregor.
"Para você morrer, teria de ser esquecido e ninguém esquece o fundador de uma nação." (Magneto)
No meio das edições de Dinastia X, Hickman nos leva a rever os momentos mais críticos da história dos mutantes, quando houve o massacre de mutantes, a destruição de Genosha, os eventos causados por Wanda Maximoff. É aqui que o roteirista nos leva a pensar que essa minoria foi levada ao limite e que tudo o que eles fizerem agora é um dar de volta à maneira como os humanos sempre os destruíram. E é nesse momento que as linhas entre bem e mal se embaçam e Xavier e Magneto não veem qualquer problema em seguir atrás de indivíduos que sejam reprováveis. As luvas foram tiradas e chegou a hora de revidar os anos de exploração e morte. Esse não é mais um Charles Xavier tranquilo e pacifista, mas um símbolo para uma espécie mutante que precisa chegar a algum lugar. Tem um momento em que as coisas estão indo para o espaço em que Xavier consegue manter a calma, mesmo alguns de seus alunos mais antigos estando prestes a morrer e pedindo sua ajuda. Esse é um professor que é o líder de uma nação que fará tudo para manter sua soberania.
E é nessa edição que Hickman institui a possibilidade de ressuscitar quem ele quiser, a hora que ele quiser. Ele vai nos mostrar como esse novo grupo de X-Men foi capaz de garantir um dispositivo capaz de revivê-los o quanto precisassem. Nessa edição em particular o roteiro nos pega pelo braço e mostra os primeiros dias daquilo que viria ser um grande projeto de união entre a espécie mutante. Krakoa vai funcionar como esse lar de união entre eles. E é algo até um pouco simbólico já que a própria ilha é um estranho construto com consciência e uma flora toda própria. Não apenas isso como o fato de Xavier chamar vários mutantes que outrora foram inimigos de alguma forma como Exodus e os Morlocks, os membros do Clube do Inferno, Sinistro, Apocalipse. Não há reprimendas mais sobre quem trazer para dentro dessa conversa. Ou seja, Xavier já não se importa tanto com a moralidade do caminho que está prestes a seguir. A chegada destes elementos incomuns oferece um enorme grau de imprevisibilidade e há um manancial para histórias envolvendo a lealdade destes personagens e a vontade de estar em uma iniciativa que é maior do que simples rivalidades. É o estabelecimento de um local como nação soberana, permitindo a eles fazer o que quiserem. A gente sabe que vai dar zebra em algum momento, principalmente pela instabilidade de alguns deles, mas veremos.
Por ora, Hickman está aumentando as apostas e brincou com a história de que super-heróis sempre revivem. Ele institucionalizou a coisa e mostrou a nós, leitores, como ele faz isso de um jeito científico. A geopolítica entrou de vez nas histórias dos personagens, o que certamente não agradou aos nerds chatos de plantão que dizem que em seus gibizinhos não tem discussão sobre política. Spoiler: é por essas e outras que uma parte do público Marvel detesta a fase do Hickman, porque ela vai lidar pesado com essa relação dos seres humanos com minorias, principalmente quando as minorias decidem pôr luvas de pelica e dar um tapa na cara dos seus opressores.
El proyecto krakoano de Xavier ya tiene una forma muy definida y ha llegado el momento de hacerse cargo de la futura amenaza de Nimrod... y es turno de los X-men! Aunque quizá la misión sea demasiado costosa...
Mientras, descubrimos como nace el krakoano y también el más grande secreto sobre Cerebro
Morir, para ti, sería ser olvidado, y nadie olvida al fundador de una nación.
Cuando me muera quiero que me entierren con estos cómics, muchas gracias.
Mini reflexión que escribí en mi instagram: algo que me fascina de X-Men es que siempre fue de los grupos más vendidos y mejor aclamados por la crítica hasta que M*rvel said nope porque les iba mejor que a los Avengers. Por una década, X-Men fue víctima de malos escritores e historias aún peores, y que haya vuelto de ESTA MANERA me enloquece. Hickman vino para decir "no me olvidé de esta familia, y voy a hacerle justicia", e hizo más que eso, porque Hickman hizo arte y nos dio una historia con una calidad que hacía AÑOS no veía tanto en X-Men como en todo M*rvel. Literalmente es como ver renacer a un fénix que le hace fck u a todos en la compañía. Posta estos números me hacen acordar a la Golden Era y no doy más de los sentimientos lloro.
O meu volume preferido até agora, com certeza. Não podia não favoritar esse quadrinho.
Todas as pontas soltas que tinham no 1º e 2º volume foram fechadas aqui, mas ainda tem bastante coisa para o próximo volume, que conclui essa fase da Dinastia X/Potencia de X.
Queria dar um destaque para os diálogos que tiveram aqui que foram MUITO fodas. É incrível como o Hickman sempre da uma ênfase em como os humanos tratam os mutantes, como os mutantes se sentem sendo perseguidos e vendo seus ~irmãos~ morrendo por humanos. Os diálogos são muito pesados e mostram com muita clareza o modo que eles ja não aguentam mais isso, os mutantes ja estão cansados de toda essa perseguição, eles ja tentaram de tudo para fazer as pazes com a nação humana, mas nunca conseguiram.
Ansioso para terminar esse arco, que está muito bom, e continuar lendo a história dos heróis.
Construir um novo futuro faz-se à custa de sacrifícios. No terceiro arco narrativo da série, os X-Men terão de ir ao espaço para eliminar uma forte ameaça, um sentinela controlado por inteligência artificial que está a ser construído por cientistas vindos das mais diversas organizações. Serão bem sucedidos, mas morrerão, o que nos revela outro dos segredos de Krakoa: os poderes combinados da ilha, de alguns mutantes, da base de dados de adn mutante coligida pelo vilão Sinistro e as capacidades de Charles Xavier permitem a ressurreição dos X-men, em corpos clonados. Também ficamos a conhecer o papel de Cifra, o mutante capaz de traduzir qualquer língua e que vive em simbiose com um alienígena tecnorgânico, tem no estabelecimento de uma comunicação entre os mutantes humanos e a ilha mutante.
Ya vuelvo a entender mejor la locura del primer número. Se centran casi todo el tomo en una trama que avanza perfectamente bien y que estás tan metido que solo quieres más y más. El problema es cuando te vuelven a sacar de ella para contarte otra cosa que aunque es interesante, a mí por ejemplo, me deja más confuso. Tanto guión como dibujo y los detalles extras que te proporcionan son de 10.
Esto ya empieza a ser más claro y, a pesar de que no me convence el rumbo que está tomando, parece interesante. Lo peor, sin duda, es que se le quita muchísima relevancia a las muertes de los personajes por una cosa que sucede en este tomo, que no voy a spoilear... pero no me gusta...