A Bíblia de Jerusalém é considerada por teólogos e biblistas a melhor edição da Sagrada Escritura para o aprofundamento bíblico. Revista e ampliada, incorpora as mais recentes contribuições das ciências bíblicas, em tradução direta dos idiomas originais, com valiosas citações à margem do texto bíblico, bem como introduções, notas de rodapé e mapas.
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A Bíblia de Jerusalém é uma das traduções diretas dos originais em hebraico que tem o maior reconhecimento entre os estudiosos de teologia, e posso comprovar, depois de sua leitura, do impressionante cuidado pelos envolvidos em sua criação.
A Bíblia de Jerusalém é a edição brasileira (1981, com revisão e atualização na edição de 2002) da edição francesa Bible de Jérusalem, que é assim chamada por ser fruto de estudos feitos pela Escola Bíblica de Jerusalém, em francês: École Biblique de Jérusalem.
Além dos textos bíblicos, as passagem tem notas de rodapé com contexualização histórica, que achei muito úteis. E a leitura do início ao fim foi também uma experiência interessante, dada a variedade de estilos dos textos, do modo como as narrativas se entrelaçam, e de como é patente o desenvolvimento dos conceitos bíblicos. Fica a recomendação, é realmente uma das mais completas bíblicas para os estudiosos de teologia.
Li a Bíblia durante o ano, conforme o livrinho que distribui as leituras nos 365 dias. Comparada com outras edições a linguagem da Bíblia de Jerusalém é mais erudita. Ao final li os capítulos dos Provérbios de maneira continuada para encerrar antes das viagens de final de ano.
Ler a Bíblia por inteiro pela primeira vez foi uma proposta que me fiz no final do ano passado. Não tinha um objetivo religioso, mas o de ler um daqueles fundamentais da nossa tradição. Ao longo de 2025 fui lendo outros materiais que me ajudassem a ter uma compreensão melhor do texto. Não é uma coisa tão simples assim, já que foi algo escrito ao longo de séculos para públicos com referências muito diversas das nossas. Há vários planos de leitura que podem ajudar a quem se dedica a essa empreitada. Um dos quais é Plano de leitura anual da Bíblia, de Paulo Bazaglia. É bem simples, mas funciona como uma bússola. Não há comentários a respeitos dos textos, apenas a sugestão do que se ler a cada dia. Há outros que podem ser encontrados pela internet afora e até mesmo o chat GPT pode oferecer um plano de leitura anual. Há também cursos oferecidos pela internet e que também podem ajudar e também há vídeos facilmente encontráveis no Youtube. De qualquer modo, recomendo que se tenha um plano leitura. A escolha da Bíblia a ser lida poder ser um problema. De algum modo foi para mim. A tradução é um terreno que pode ser bastante espinhoso. A Bíblia é um texto que tem sido constantemente traduzido e retraduzido. As diferenças entre as versões podem ir muito além da escolha de sinônimos. Às vezes, ao se comparar edições diferentes, vê-se apenas uma leve semelhança entre os textos. Alguns tentam ser mais literais, outros buscam um maior nível de compreensão para um público moderno. Enfim, não é um texto fácil de ser traduzido e, a depender de qual seja a casa editorial, descobertas históricas ou arqueológicas podem induzir a mudanças nos textos traduzidos. Tradução é, pois, uma questão bem complexa. A minha escolha foi a Bíblia de Jerusalém pelas notas, pela tradução feitas por especialistas e pelo fato de ser objeto de atenção e de revisão constante pela casa editora. Sendo uma Bíblia católica tem também todos os textos, o que não acontece com as Bíblias protestantes. Há outras boas traduções, caso da Bíblia do Peregrino e da Ave Maria. Essa última tem um estilo mais simples, mas que pode agradar ao leitor. Há, ainda, edições com propostas voltadas para um público mais leigo, outras mais acadêmicas ou que tentam ser mais literais em relação ao texto. Outras, por fim, são orientadas pela vertente religiosa que a patrocina. Cada qual tem vantagens e desvantagens. Enfim, sugiro que se dê uma olhada nas edições disponíveis no mercado.
Comecei a ler a bíblia em junho de 2019. Nos finais de semana acordava um pouco mais cedo, antes de todos, para ter um momento de reflexão. Foi uma jornada de conhecimento que me ajudou muito nas minhas dificuldades momentâneas. Várias passagens eu contei para os meus filhos, tais como o chamado de Samuel para sua missão, Daniel na cova do leões, os justos na fornalha entoando cânticos, os vendilhões do Templo. Enfim, obrigado meu Deus por conseguir concluir a tarefa. Mas, na verdade, a Bíblia nunca podemos afirmar que terminamos a leitura da Bíblia... a riqueza de ensinamentos é muito grande...
Não dei 5 ⭐ porque ainda estou lendo. Numa minuciosa leitura já encontrei alguns erros ortográficos, de espaçamento etc, mesmo com todo cuidado que a editora com certeza teve. Ademais, as notas de rodapé deveriam ter uma fonte (tamanho da letra) um pouco maior, mesmo que a Bíblia ficasse volumosa como à do Peregrino. Mas certamente darei 5 ⭐, pois as notas de rodapé dela são excelentes, além da tradução tb.