26/08/23
4.5! estou com o meu coração em pedaços, literalmente. seja pelo amor puro e absurdamente lindo que o kon nutriu e nutre pela elena, seja pelo pedido de casamento ou pelo próprio casamento que foram uma das cenas mais emocionantes do livro, seja pelo kon dizendo que era uma honra ter a elena quebrando o seu coração, porque ela era que estava fazendo aquilo, a mulher que ele sempre amou.
sinceramente, não sei nem o que dizer. já havia gostado extremamente dos dois no primeiro livro, me apaixonado pela elena, pela personagem exótica e diferente que a bree porter colocou ao decorrer das páginas, de como ela conseguia ter uma mente tão extremamente fascinante, me surpreendendo com o seu jeito indiferente e frio de agir, mas que por dentro, só queria pertencer a aquela família.
a elena do primeiro livro, que não sabia como ou por onde começar a amar, que nutria um lado egoísta e individual, pensando primeiro em seus objetivos e em se salvar durante toda a sua vida, estaria um pouco surpresa com a elena do segundo livro. a elena, elena tarkhanov, com três filhos e um marido que a amava mais que tudo, que se arriscou, que amou, que se importou e fez de tudo para que as pessoas que ela amava estivessem seguras e felizes, mesmo que isso custasse a sua própria felicidade. acho extremamente tocante a cena em que ela própria pergunta ao konstantin como diabos ele conseguia fazer tudo aquilo, amar, cuidar, se importar, e reinar como o pakhan da máfia, porque ela sentia que poderia enlouquecer a qualquer momento.
e também acho absurdamente lindo como o kon abre o seu coração na frente da elena, e diz que ela era uma criatura de amor, mesmo quando não percebia isso, mesmo quando ela achava-se insensível, achava-se indiferente e incapacitada de amar. “oh, lyubimaya, you are spilling with love. for a long time it might not have been for a person, but i read your words and saw your eyes light up when you spoke about data and laboratories. you have been a creature of love your entire life; loving people is just harder than loving things.” e depois ela dizendo que havia quebrado o seu coração, e ele respondendo com um “an honor i would afford no one else.” ele é literalmente o MEU sonho e nunca irá existir homem mais apaixonado & rendido por sua mulher como konstantin ‘kon’ tarkhakov.
nunca irei superar os momentos em que eles tiveram com o niko, em como eles conseguiram fazer o impossível para mim que é ler e gostar de um livro com hidden baby, porque simplesmente essa trope nunca irá me descer, mas com você, kon&elena, eu aceito. acho querido e especial os momentos do nikolai/elena/kon, os momentos deles cozinhando, do kon levando ele para andar a cavalo, do nilo copiando cada pequeno passo do konstantin e chamando-o de pai pela primeira vez.
sempre digo e sempre direi que livros com crianças deixa tudo melhor, e neste, não errou em nada. o nikolai conseguiu conquistar meu coração desde o começo, com os seus sorrisos travessos, a sua forma de conseguir se meter em apuros a cada dois segundos, como ele fazia a maior zona em cada lugar em que se enfiava, encostando, pegando, cutucando, quebrando tudo o que via pela frente, mas como ele conseguia ser a criança mais calma e suave do mundo ao redor dos cavalos, nutrindo o mesmo amor que seu pai tinha por eles, e como ele conseguia ser a criança mais fofa do mundo quando copiava o que a elena dizia a cada minuto.
corações especiais ao meu roman, que simplesmente conseguiu conquistar mais e mais do meu coração, conquistar com as suas piadas, os seus xingamentos, a forma como ele chamava a elena de vadia e ela o chamando de idiota em troca, e em como os dois compartilhavam um amor fraternal um pelo outro, um carinho que rivalizava com qualquer um, junto a maneira como ele a chamava de irmã e a considerava família. “three years ago, roman had called me sister for the first time. it was the first time someone had ever expressed enough love for me to give me a familiar title. from Roman, it was a term of endearment and a sign of proof about how he had accepted me into the family.” + ele dizendo “you’re my family. i love you no matter what. even when you’re acting like a bitch, which is always.” MY favorite duo.
esse livro me emocionou em muitos sentidos, em muitos quesitos. seja no “he falls first and he falls harder” do kon pela elena, de como ele conseguia ser o homem mais romântico e apaixonado existente na terra, seja no carinho que a elena criou por cada um dos membros daquela casa, em como aquilo poderia rivalizar com a elena do primeiro livro, que apenas estava ali para fazer o que precisava e ir em busca da sua liberdade, em como todos eles a aceitaram como uma intrigante da família, protegeram-na e sentiram a falta dela quando ela foi embora, seja na amizade em que o artyom e a elena criaram como cunhado & cunhada, os momentos da dani, elena & roksana, seja nos momentos em que o niko tinha com a família e compartilhava momentos de pai e filho com o kon, olhando para ele pela primeira vez em busca de auxílio, emocionando não só ao kon, mas a mim também.
e que casamento foi aquele? que votos foram aqueles? com o kon dizendo que a elena era sua alma e que não haveria mundo sem ela ao lado dele, dizendo que ela era a sua igual, o seu amor, a sua elena. que desde o momento que viu aquele artigo, se apaixonou por aquela mulher desconhecida e inteligente, que havia cativado a sua atenção e interesse, fazendo-o esperar por anos e anos até finalmente ficar com ela. e com a elena dizendo que nunca haveria palavras suficiente para descrever o seu amor e devoção ao konstantin, dicionários e enciclopédias que pudessem ajudá-la a formar o que ele significou e significava para ela, mas que havia uma que era boa o suficiente, o amor. escrevendo em seu corpo, dizendo que o amou ontem, que o amava hoje e que o amaria amanhã. até que o ar a deixasse, ela estaria devastadoramente apaixonada por ele. pois é… eu estava em prantos.
and alexa, play ‘daylight’ by taylor swift, please. ‘i don’t wanna look at anything else now that i saw you, i don’t wanna think of anything else now that i thought of you.’ + ‘i once believe love would black and white… but it’s golden.’ konelena’s coded! 🫂💚
“lyubimaya.” the only word could i say. “my love,” she replied. “my heart, my soul, my konstantin.”
02/01/24
my heart, my soul, my konstantin. <3
não irei me estender muito, mas eu os amarei para sempre & sempre. nunca irá existir um casal com o amor e adoração de ambos os lados como há em konelena, um homem tão apaixonado pela sua mulher como konstantin tarkhanov é por elena, agora, tarkhanov, uma mulher tão inteligente e tão extremamente linda como a elena, que ama, que protege e que sempre esteve disposta a se arriscar e perder tudo por aqueles que ela mais amava.
eu te amo kon & elena. o casal mais lindo, apaixonado e perfeito desse mundo, com as cenas mais lindas, com o casamento mais lindo, com os votos mais lindos, com as declarações mais lindas, com a família mais única, com o amor e devoção mais puro do mundo. ‘daylight’? = (konelena) core! 💚
19/10/25
releitura da minha vida <3 eles me emocionam muito muito muito, mesmo! a forma como eu quis chorar em 70% diz muito, porque é a terceira vez que eu releio esse livro. eu queria o amor do konstantin pela elena na pessoa que eu ficar para o resto da vida porque é bizarramente lindo como o konstantin ama a elena. é algo tão nítido, tão óbvio, tão sensitivo. você percebe só de ler os pensamentos, a devoção, o carinho, o desespero e o almejo de estar junto. “my elena, oh my elena. lyubimaya. my soul, my heart”. sem comparações, apenas sentimento.
eu te amo, konelena. pouquíssimos livros fizeram com que eu me sentisse tão apaixonada quanto konelena. eles são apaixonantes, viciantes. lindos, brilhantes. com um relacionamento tão lindo que até doi no centro do peito apenas com as lembranças dos momentos mais lindos deles. a devoção deles um pelo outro e como a elena se tornou uma criatura de amor (sempre foi) é a minha coisa favorita. e eu te amo, niko, com seus momentos preciosos como o filho mais doce desse mundo.
lyubimaya.
my love. my heart, my soul, my konstantin.
💚