Charles Xavier hat seinen Traum von Toleranz und Frieden zwischen Mutanten und Menschen begraben – und die Regeln auf immer verändert. So bricht eine neue Zeitrechnung an: Die von der Menschheit oftmals verhassten und gejagten X-Men leben endlich in Sicherheit, gleichzeitig treten sie als selbstbewusste Weltmacht auf. Doch im All und in der fernen Zukunft erheben sich alte und neue Bedrohungen …
Der Beginn der revolutionären, gefeierten und einzigartigen X-Men-Saga von Autorensuperstar Jonathan Hickman (AVENGERS, INFINITY), gezeichnet von Pepe Larraz (UNCANNY AVENGERS) und R. B. Silva (X-MEN: BLUE).
Jonathan Hickman is an American comic book writer and artist. He is known for creating the Image Comics series The Nightly News, The Manhattan Projects and East of West, as well as working on Marvel Comics' Fantastic Four, FF, and S.H.I.E.L.D. titles. In 2012, Hickman ended his run on the Fantastic Four titles to write The Avengers and The New Avengers, as part the "Marvel NOW!" relaunch. In 2013, Hickman wrote a six-part miniseries, Infinity, plus Avengers tie-ins for Marvel Comics. In 2015, he wrote the crossover event Secret Wars. - Wikipedia
Nunca, na história recente deste país, um quadrinho de super-heróis foi tão comentado e esperado como a minissérie Dinastia X/Poderes de X, de Jonathan Hickman e companhia. Aqui, ela está sendo publicada num novo volume da revista X-Men. Mas será que todo esse buzz e antecipação fazem jus ao conteúdo da revista? Sim, meus amigos, faz jus sim. Estamos vivenciando uma reviravolta na forma como encaramos os filhos do átomo parecida com a revolução que Grant Morrison fez no início dos anos 2000, transformando a Escola Xavier em algo muito maior e transformando as equipes x em Corporação X. Hickman transforma não apenas os X-Men, mas os mutantes em uma nação na minissérie Dinastia X e em Poderes de X ele reinventa o futuro dos mutantes, futuro este, que sempre foi pintado e repintados por diversos artífices, e Hickman vai além. Uma das inspirações para este movimento, acredito eu, tenha sido a saga da Fundação de Isaac Asimov, que faz com que uma ideia repercuta anos e anos pela galáxia, mesmo com diversos obstáculos no seu caminho quase a apagando. Recomendo a leitura de Fundação para procurar algumas semelhanças. As duas minisséries, além de trazer belos desenhos e conceitos de personagens desenvolvidos por Pepe Larraz e R. B. Silva, também conta com gráficos explicativos desenvolvidos por Hickman que tornam a leitura mais completa e mais profunda, da mesma forma que em Fundação temos interrupções nos capítulos pela Enciclopédia Galáctica. De qualquer forma, seja inspirado ou não por Fundação, Jonathan Hickman soube dar um passo além com os mutantes, que apreciam fadados à mesmice. Mas mais importante do que isso, ele soube capturar a atenção de novos e antigos leitores para suas histórias de uma maneira que agradou tanto público como crítica, mas principalmente à Marvel, que acabou lançando uma grande leva de títulos na onda desta nova empreitada. Estava mesmo na hora de os X-Men retornarem com tudo depois de anos sendo boicotados pela própria Marvel, que dava mais respaldo para os Vingadores e até mesmo aos Inumanos devido aos direitos cinematográficos. Tomara que os próximos anos tragam um futuro brilhantes para os melodiosos mutantes da Marvel, assim como Hickman tem previsto por um longo tempo na sua linha do tempo do gene x.
Estou cada vez mais ansioso pra descobrir o que ele está fazendo com os mutantes e estou AMANDO todo esse vislumbre do futuro que ele está nos proporcionando...
Sí, yo había dicho que dejaba los cómics de superhéroes, que no volvía a comprar una colección como tal, y en fin... había dicho muchas cosas. Pero todo el mundo hablaba tan bien de la etapa de Hickman en los mutantes... me ha gustado tanto al frente de 4F y Vengadores... y Panini ha sacado unas ediciones tan apañadas y ordenaditas... Que he caído.
Shame on me.
En fin, veremos a ver que sale de todo esto, que además siempre he creído que con Hickman lo importante no es como empiezan las cosas, sino como acaban. Y el principio está siendo un poco confuso. Jonathan Hickman trabajó en dos series limitadas que servirían como preludio a un nuevo landscape en las colecciones mutantes, Dinastía de X y Potencias de X (en este caso, se leería "Potencias de 10", por el número romano), y ambas colecciones se publicaron de forma simultánea, y en esta edición se han ordenado los números de forma cronológica. Dinastía de X se va a centrar en el tiempo presente, por así decirlo, y de momento, nos cuenta como la Patrulla, dirigida por el renacido Charles Xavier (al que ahora llaman Xavier Alfa), se asienta en la isla de Krakoa, que se convierte en una especie de santuario para los mutantes al que los humanos no pueden entrar; mientras que en Potencias de X, vamos a ver diversos momentos de la historia de los mutantes, desde la juventud de Xavier (el año 1), a una futura ascensión de la raza mutante (Ascensión), pasando por el momento presente (año 10) y la guerra entre los mutantes y los centinelas de Nimrod (año 100).
Y bueno, en este primer tomo, La dinastía que creó Xavier, vamos a ver cómo se plantea esta historia, con los X-Men sembrando las flores de Krakoa en diversos puntos del mundo (incluyendo el Marte terraformado de Ex Nihilo en Vengadores), lo que les permite establecer una serie de portales y refugios en diferentes puntos, y vemos que alrededor de Xavier se han reunido mutantes de todos los colores. Vamos a ver a Tormenta, Cíclope, Lobezno y Gatasombra, pero también a Mística, Magneto, el Sapo y Dientes de Sable. Y por otro lado vamos a conocer a una nueva generación de mutantes (Año 100), quimeras creadas por las artes de Siniestro, como Rasputín o Cardenal, que van a colaborar con Magneto o Lobezno en la futura lucha con los Centinelas.
Y no puedo contar mucho más, es solo un tomo que incluye los dos números iniciales, así que las cosas simplemente se están planteando, y todos sabemos que Hickman tarda en poner los juguetes sobre la mesa. Además, los números están llenos de información, tienen numerosas páginas de texto para explicar temas como la creación de las quimeras, etc, de modo que esto es solo el principio y tengo mucho que asumir.
Verán, sé que a los humanos les encanta el simbolismo casi tanto como sus religiones. Y quería -necesitaba- que entendieran... que ahora tienen nuevos dioses.
Algo que no sé si me encanta o no de la Hickman era es el lugar donde ubica a los mutantes. Como que de a momentos se me hace como que roza lo soberbio, y aunque de a momentos me gusta y me hace pensar que es el modo que ellos tienen de devolverle al mundo lo que les dieron... a veces me incomoda.
En fin, qué hermoso al fin poder arrancar este arco de los cómics de X-Men, que tanto aman la crítica y los fans.
Durante muitos anos, a franquia X-Men foi meio que deixada de lado pela Marvel. Fruto do acordo de produção de filmes para o MCU em que os X-Men estavam nas mãos da Sony Pictures. Então a gente sentia que a Marvel meio que tinha um ponto de vista envergonhado sobre os mutantes. A chegada de Jonathan Hickman aos mutantes em 2019 foi comemorada. Hickman já tinha um status de grande roteirista, fruto de seus arcos no Quarteto Fantástico e nos Vingadores. Sempre que ele pegava o leme de algum grupo, tudo mudava. Seus X-Men prometiam muito e ele jogou teases de que chacoalharia o universo dos mutantes. No momento em que escrevo essa resenha, nos caminhamos para o final de um período que levou quatro anos de histórias, com seus altos e baixos. Nem tudo foi bom e nem tudo foi ruim, como em qualquer período de histórias de um roteiristas ou grupo de roteiristas. Hickman tirou os mutantes do lugar comum onde eles se encontravam antes e introduziu uma série de conceitos que não serão mais esquecidos. E como qualquer ideia revolucionária, Hickman incomodou aos puristas que queriam ver as mesmas histórias na mesma escolinha lidando com os mesmos problemas. Porque o seguro parece ser o melhor quando na verdade não é. O seguro só é melhor para aqueles que não ousam, para aqueles que preferem o mesmo feijão com arroz. E estes terão que conviver com o fato absoluto de que Hickman se tornou uma das referência em fases dos mutantes ao lado de outros grandes criadores como Chris Claremont.
Neste primeiro número temos o começo das duas revistas que fazem parte da minissérie que introduz este novo status quo para os X-Men: Dinastia X e Potências de X. As revistas são interligadas, mas possuem desenvolvimentos e temporalidades diferentes. Então falemos delas separadamente, tentando traçar os links. Começamos com Dinastia X que já nos apresenta de cara o novo lar dos X-Men, a ilha de Krakoa. Explorando Krakoa, os X-Men descobrem que seus recursos naturais tem poderes que podem beneficiar mutantes e humanos. Xavier percebe que pode empregar estes recursos para ajudar em sua causa. As flores de Krakoa não apenas possuem poderes de criar túneis entre diferentes partes do universo (desde que possuam flores de Krakoa) como também são capazes de produzir medicamentos que podem estender o tempo de vida dos humanos e curar doenças mentais. E os mutantes estão dispostos a oferecer isso a um preço, é claro: o reconhecimento da soberania de Krakoa como uma nação mutante. Tendo entrado em contato com alguns representantes de líderes mundiais, os novos X-Men se apresentam como uma nação unida e isso desperta a atenção da ORCHIS, uma organização que já monitorava os X-Men antes e, percebendo o perigo em potencial que eles representam, decide tomar ações contra eles.
Esta primeira história é uma real introdução ao que aconteceu aos X-Men para sua mudança de status. Como todo o primeiro ato de Hickman, ele serve para jogar sementes que só irão ser abordadas mais tarde e apresentar os personagens de seu tabuleiro. É uma edição bastante carregada em conteúdo geopolítico e temos finalmente os mutantes virando o jogo contra os humanos. Eles demonstram que a bola está com eles agora e começam a apresentar suas demandas. Não à toa o representante de Krakoa que é enviado para se encontrar com os dignitários é Magneto, e não Xavier. Hickman mostra que seus mutantes funcionam em tons de cinza, nem sempre realizando ações heróicas. O que está em jogo é sua sobrevivência e isto pode ser alcançado por quaisquer meios possíveis. Por exemplo, no meio desta primeira edição vemos Mística, Groxo e Dentes de Sabre indo roubar dados delicados no depósito da Controle de Danos, uma empresa que resgata objetos abandonados no confronto entre heróis e vilões. Os mutantes acabam se envolvendo em um enrosco com o Quarteto Fantástico. Durante a edição vemos o emprego dos famosos infográficos de Hickman aprofundando os conceitos que ele introduz durante as histórias. E aí, ler ou não esses infos vai mais de leitor a leitor. É possível ignorá-los numa boa. Para mim, gosto de acompanhar todos os conceitos apresentados, então é um extra que curti bastante.
A arte nesta primeira edição fica a cargo de Pepe Larraz que é o responsável por Dinastia X. Sua arte é vibrante e repleta de cores. Tem muita coisa acontecendo pelo cenário, vários personagens sendo apresentados ao mesmo tempo e o artista consegue lidar com isso de forma bastante elegante. Ele não usa nenhuma quadrinização diferente, mas gosto como ele tem um cuidado todo especial com o cenário de fundo. Raramente ele emprega um quadro em branco somente com os personagens. Salvo o embate entre Mística, Groxo e Dentes de Sabre contra o Quarteto, essa é uma edição parada. Então seria bem fácil cair no erro de apresentar uma arte mais soft, relaxada. E não. São tantas informações em cena, que o leitor fica querendo encontrar os easter eggs, o que mais tem ali, o que está escondido. O que significam os aparelhos escondidos, quem é aquele personagem estranho ali. Gosto do design chamativo de Larraz. O Xavier que ele desenha é quase um alienígena dado o seu jeito estranho e peculiar de se movimentar. Seu Magneto é mais impositivo, intimidador. Outras de suas opções são meramente estéticas como mostrar a Jean Grey de volta ao seu visual de Garota Marvel. Embora eu vá gostar mais da arte do R.B. Silva nas próximas edições, neste primeiro volume Larraz arrebenta.
Já Potências de X mostra o que acontecerá aos X-Men no futuro. Talvez seja o ponto mais misterioso desse começo de fase do Hickman. Ele expande para dois tempos no futuro: uma distopia insana e um momento de terminalidade de um milênio à frente. Nessa primeira edição só conseguimos deduzir coisas com base nas informações apresentadas. Daqui a cem anos teremos uma perseguição aos mutantes organizada por uma coalizão de homens e máquinas, onde as máquinas nitidamente controlam tudo sob o jugo de um poderoso Nimrod e sua companheira a Sentinela Omega. Nesse futuro existem bem poucos mutantes na Terra e estes são quimeras, ou seja agrupamentos de DNA compostos de vários mutantes. Temos algumas pistas entregues, como por exemplo as quimeras Rasputin e Cylobel. Rasputin é a gigante portando o espadão e a Cylobel é uma farejadora que é capturada pelos humanos. Tem um demônio vermelho que lembra o Noturno e percebemos de cara que é um indivíduo inteiramente pacifista, incapaz de lutar. Essa primeira história gira no confronto do grupo da Rasputin com os humanos, tendo Cylobel como refém. Ao final temos a apresentação do Nimrod, que é apresentado como um sentinela superdesenvolvido e inteligente, mas ao mesmo tempo de um temperamento bem violento. A Sentinela Omega não fica atrás, demonstrando traços de sadismo. Não vou ainda comentar sobre o futuro mais à frente porque teremos mais informações nas próximas edições.
A arte do R.B. Silva é diferente da do Larraz no sentido de que me parece que o Hickman deixou a arte dele mais solta. Nessa primeira edição tem muitos conceitos sendo apresentados e Silva consegue trazer uns cenários bem insanos. Isso talvez tenha me chamado mais atenção porque o design de personagens dele e aonde estes se situam chama a atenção do leitor. Sua arte é um ótimo chamariz para que a gente demonstre interesse pelo quadrinho. E como o roteiro é ainda mais misterioso do que o de Dinastia X, a arte deixa a gente salivando por mais. Outro ponto que gostei no artista foi a sua noção de virada de página. Essa edição passa em uma velocidade insana, não porque o roteiro é minguado, nem nada disso; é só que o leitor fica com aquele comichão de virar logo a página e saber o que vai acontecer a seguir. E o efeito dessa virada é muito satisfatória porque somos sempre presenteados com uma arte absurda logo a seguir ou algum cenário estranho. Hickman alterna o roteiro entre as temporalidades e a arte de Silva combina bem com isso porque o leitor sabe quando o cenário mudou sem precisar de recordatórios. Diferentemente da primeira história, Potências de X é bastante orientada para a ação então temos muita porrada, tiro e bomba na HQ. Mesmo com Hickman parando em algumas páginas e trazendo algum contexto, tem muita coisa acontecendo nas páginas e Silva consegue dar conta disso numa boa. É aquele caos organizado que tanto curto em algumas HQs de super-herói.
Este é um roteiro bem claustrofóbico. Os mutantes estão prestes a serem extintos. Não existe salvação para eles e as máquinas são poderosas demais. Mesmo com alguns seres bem poderosos como a Rasputin, as perspectivas são bem ruins para eles. Nos seus infos, Hickman nos mostra aonde os mutantes se situam, sendo que a maioria deles partiu para o império Shi'ar. Poucos permaneceram na Terra. O Nimrod quer finalizar sua programação a qualquer custo, exterminando-os do mapa. Hickman consegue passar bem essa ideia de que tudo está perdido e de que os mutantes tem seus dias contados. Rasputin e Cylobel parecem ter alguma conexão pessoal maior e a captura dela pelos humanos é aquele golpe cruel na personagem. Aliás, o roteiro não alivia nos golpes ao leitor; ninguém está seguro aqui. Estamos diante do drama final de uma espécie. E aí, ele quebra as nossas expectativas apresentando um cenário no futuro onde parece só ter mutantes. Só que mutantes extremamente evoluídos. Ficamos procurando onde estão os humanos ou se eles ainda existem. Hickman não responde e nos deixa intrigados. A melhor marca de um roteiro que funciona é o grau de intriga e curiosidade que ele deixa no leitor. Nesse sentido, foi muito satisfatório.
Li mais da metade dessa primeira série quando saiu, e poder relê-la e acompanhar o que não li é um privilégio. Para quem é fã de ficção científica, isso aqui é de salivar. Hickman emprega muitos mecanismos literário como os ganchos constantes, as viradas narrativas súbitas, o flashforward. Uma aula de bom roteiro, mas admito que quem é fã de quadrinhos de ação talvez não vá curtir tanto a série. Para mim, é uma das melhores coisas que li na década passada. E dessa vez, vocês, leitores, vão me acompanhar nessa jornada por dezenas de edições. Vamos curtir os altos e baixos dessa longa fase que reformulou os mutantes. Mesmo que eles estejam voltando para a monótona escolinha no ano de 2024, isso aqui vai ficar como canônico e não há como negar um grande roteirista. Viva a Revolução! Isso aqui é ouro!
Ich hab online einige Auszüge aus dem Comic gesehen und war sofort begeistert. Der erste Teil las sich hervorragend. Besonders die Intermezzi mit Daten und Hintergrundinformationen waren sehr gut gestaltet. Die Storyline war fesselnd. Besonders die Zeichnungen waren superb. Ich gebe nicht oft fünf Sterne aber dieser Comic hat sie sich allesamt verdient. Freue mich schon auf die nächsten. :)
3.5 estrellas. Es el primer tomo y, obviamente, es introductorio. En vez de respuestas nos responde con más preguntas... la parte de dinastía de X me encanta. La de Potencias X resulta bastante más compleja por los saltos temporales. Voy corriendo a leer el siguiente tomo!
Tenho uma relação complicada com as histórias de Hickman. Por um lado, estão cheias de conceitos interessantes, são expansivas e com um certo toque épico. Por outro, o argumentista favorece o hieratismo, grandes pronunciamentos, enormes panoramas, o que os torna algo pesados. House of X/Powers of X foi uma profunda revolução nos clássicos mas nem sempre bem abordados X-Men, em que Hickman pega naquele que foi um dos primeiros inimigos do grupo, a ilha viva de Krakoa, e o transforma num ser sentiente, uma geografia viva que será um porto de abrigo para os mutantes. A natureza única da ilha permite-lhe abrir portais biológicos para qualquer local do planeta, e não só, portais de livre acesso para mutantes mas impeditivos para os humanos. A nova nação mutante impõe-se não pela força, mas pelo isolamento e dádivas para negociação com a humanidade. É o velho sonho de Charles Xavier, de um mundo melhor para todos, conseguido com a união de poderes. Mas será um sonho que perdurará? No futuro, uma união entre humanos e máquinas inteligentes mostra que os sonhos nunca perduram para a eternidade.
Comecei a HQ não entendendo muita coisa do que estava rolando, mas acabei curtindo bastante o rumo que tomou.
Nunca li nada do X-Men nos quadrinhos, o único arco que comecei a ler mas parei foi "Fabulosos X-Men", fora isso, minhas referencias sobre os mutantes são todas dos filmes. Como muita gente diz que não é muito bom ter isso como referencia, decidi me jogar de cabeça no universo dos quadrinhos.
Estou me surpreendendo bastante, tem muita gente que não conheço e muita coisa que dizem que ainda fico meio perdido, mas conforme vou lendo, vou entendendo tudo.
Entendí, pero como no entendí Al menos eso creo... o sea, el primer número de Dinastias de X es más menos claro, establece un nuevo statu quo de los mutantes, ahora todos viviendo en Krakoa y existiendo en comunidad y como nación Pero Potencias de X... tipo que se viene al futuro? no sé, algo así entendí. Pero bueno, aunque a veces se da algunas vueltas raras, Hickman es un apellido en el que se puede confiar
faz bastante tempo que eu não pego um quadrinho de super herói para ler, o último foi também x men, os únicos que eu realmente me importo. talvez seja uma questão de ser uma nova saga, mas eu senti que houve uma melhora bastante perceptível, a história é fluida e tem páginas explicando e se aprofundando um pouco mais na história, eu não me lembro se tinha isso antes mas lembro de me sentir bastante perdido, enfim, foi muito bom.
Me ha explotado la cabeza solo con el 1º número. Desde la primera pagina ya ves que vas a leer algo diferente a lo que estas acostumbrado y donde va a abrirse un camino nuevo y diferente Esas dos partes tan diferenciadas, o no, del número donde conocemos Krakoa y para lo que está destinada o donde vemos ese futuro de nuevo más "robótico",hace que no entiendas nada y que solo quieras leer más.
Porque los mutantes, una supuesta analogia para la segregación, tiene ahora una lógica eugenista donde son ellos los qu3 van a inevitablemente dominar la tierra y entonces segregan a los humanos de krakoa? Según clara krakoa es el paraíso comunista y no se equivoca, estos zurdos se meten en todo loco. Son mejores ilustradores que escritores qsy.
Five stars ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️. It’s kind of bittersweet to re-read this masterpiece when you know how the Krakoan era will unceremoniously end a few years later with so much untapped potential. Nonetheless, it’s still one of my favorite comic books of all time. Thank you for everything Jonathan Hickman 🙏
Un MUY buen cómic para empezar en los X-Men. Tengo esa sensación de volada de cabeza, no tanto por la historia (muy buena), sino por los recursos visuales utilizados para contarla. Me ha volado el cerebro.
1er tome de la série qui redéfinit les x-men et qui est un des meilleurs comics de 2019.
Les deux premiers numéros sont des introductions. Hickman pose ses pions, tout en nous laissant suffisamment dans le flou. Le rythme de lecture est guidé par le scénariste qui nous oblige parfois à lire des notices explicatives qui regorgent de détails dans le fond et la forme pour nous donner des pistes tout en aidant à la compréhension de ces nouvelles données introduites dans les pages précédentes. Ces moments encyclopédiques appellent également à la réflexion, à une sorte de lecture active. Chaque dialogue exprime beaucoup avec peu et on sent que les sous textes sont nombreux. Puis on vire dans une histoire divisée en plusieurs temporalités et qui se rapprochent par instant de la hard sf. Bien qu'introductif ces numéros ont leur moment d'action et permettent une bonne introduction au monde des x-men. Ne vous inquiétez pas, par le suite beaucoup de choses vont s'éclaircir.
Niveau dessin c'est excellent, que ce soit la mise en page, le découpage ou les couleurs.
Los primeros números de la etapa de Hickman son muy sugerentes y plantean semillas y conceptos muy ambiciosos. Dinastía de X fusiona de alguna forma las visiones tradicionales de Xavier y Magneto para lanzar un órdago a la humanidad y establecer un nuevo estatus mutante. Valorar Potencias de X en este punto es más complicado por lo ambicioso de su horizonte temporal, pero, aun así, se presenta una retrospectiva muy interesante sobre las prácticas genéticas mutantes a lo largo de los años. En definitiva, ambas colecciones ahondan con mucho tino en los aspectos más jugosos de la franquicia, especialmente el conflicto racial y la identidad y reconocimiento culturales. Por ahora, el apartado gráfico no me parece tan excepcional como se dice mayoritariamente.