Pertencer a uma das famílias mais importantes do mundo não é fácil. E é ainda mais complicado quando se pertence ao submundo do crime. Para os de bem, a nova geração Saints é obscura e inescrutável. Para os do mal, eles são a realeza do crime organizado. Antes, os herdeiros Saints eram apenas descendentes da máfia, até que algumas situações, durante as suas adolescências, fazem com que a nova geração comande a máfia. Aniella Saints é linda, divertida e letal, sua razão de viver é a família. Mas a mulher de traços delicados não esconde de ninguém seu lado mau, afinal, ser executora da máfia não é para qualquer um e ela se vangloria de tal feito. Aniella sabe o porquê veio ao mundo e garantiu seu lugar nele. Levi Nikolov é um importante executivo e o atual chefe da Bratva em território americano. Homem de beleza extraordinária e inteligência aguçada, que revela a intensidade de sua frieza através de seus olhos inescrutáveis. Jogar com um Nikolov é brincar com a morte. A ameaça de guerra continua a pairar sobre as cabeças das famílias, fazendo com que os Saints selem um acordo com os Nikolov. Por mais que Aniella lute contra a tradição do casamento, sempre soube que é inevitável e acredita que será Levi quem a esperará no altar. O que ela não desconfia é que o belo executivo cansou de seus jogos e a deixará de lado. Não importa qual máfia, a regra é alianças são cingidas com matrimônios e, no que depender das famílias, um casamento acontecerá com ou sem o desejo de Aniella. Esses são os herdeiros Saints e não sabemos como serão suas histórias de amor.
Eles tem um relacionamento aberto por 10 anos, são parceiros sexuais e não são exclusivos. Ambos tem outros parceiros. Segundo as regras da família ela tem idade e prazo para arrumar um marido e começar uma família. Ele como chefe de máfia russa, também deve arrumar esposa. Ela se nega a casar e ele arruma uma noiva apropriada. Arruma uma mulher toda certinha e perfeita, bem oposta do ser selvagem e mortífero que é a heroína. Ela é a assassina da máfia italiana. Como sempre temos uma cena em que heroína assiste o herói transando com outras mulheres... todo livro da autora tem isso. Tenho pavor! Ela fica chocada quando ele aparece com outra mulher! Ué, querida... você não quis o cara e afirmou que jamais se casaria... ele arrumou outra. A fila andou! Ele também tem obrigações familiares e não poderiam ser parceiros de foda a vida inteira. Daí a louca decide que também vai se casar e o primo do herói é o possível candidato. Ela está com tesão e já começa a se agarrar com o tal primo... se o herói não interrompe ela já teria transado com o cara. Ela gostou do beijo do cara! hahahaha! Misericórdia! O herói também tenta fazer o relacionamento com a noiva dar certo, mas ela parece um pássaro assustado, hahahaha! Achou o beijo doce e sem fogo! Ok, eu gosto quando a heroína tem liberdade sexual, mas ela se mostrou dominada pelos instintos e meio animalesca. Sei lá... Não fui com a cara dela! Ela também tem trauma de infância daquele treinamento que eles fizeram e que deu tudo errado. Ela é tão instável que a família fica só esperando a bomba nuclear detonar... hahahaha! Sendo que a bomba é ela! No final eles tem o HEA deles e segue o baile!
Aniella, o segundo livro de A Tríade é bom, só não achei o melhor de todos. Nesta história conheceremos Aniella e Levi. Uma italiana e um russo. Aniella sabe que precisa casar-se, é uma “obrigação” familiar. Porém ela, igual seu pai, reluta com unhas e dentes aceitar seu destino, apesar de sempre ter tido o “seu” Levi ali para ela. As coisas mudam quando ele aparece com uma noiva. Levi sempre teve fortes sentimentos pela Aniella. No entanto, ela não quer se casar e ele sabe que precisa para conseguir manter-se em seu posto de chefe da máfia russa. Aceitando seu destino, ele escolhe uma esposa para si, não a mulher que ele sempre desejou e agora precisa seguir em frente, mas as coisas ficam difíceis tendo Aniella perto de si. Em meio a briguinha de gato e rato do casal, uma trama contra o chefe da máfia russa se constrói e junto a isso, ainda precisam lidar com a Yakuza tentando roubar o território americano, e não posso esquecer da peça que o destino prega no casal e na vida deles. Esse é um bom livro, mas com certeza não o meu favorito de todos. Aniella é uma mulher forte, destemida e poderosa, isso eu não posso tirar dela e eu adorei essas características, porém, ela também foi muito mimada, impulsiva e arrogante. Em determinado momento eu esperei que Levi só falasse para ela deixá-lo em paz, porque sim, ela fez as escolhas e ficou revoltada com as consequências. Sim, esperava mais de Aniella. Levi é um homem calculista, frio, mas com enorme coração, apesar de esconder bem isso dos outros. Depois de passar anos esperando pela sua garota, ele precisa desistir e tomar “outro rumo” em sua vida. Apesar de compreender os motivos que o levou a tomar um novo rumo em sua vida, vi um homem “idiota” e que não consegue encarar algumas coisas de frente, sendo mais fácil fugir do que lidar com a situação e isso me fez querer imensamente bater nele. Enfim, a história poderia ter focado mais no presente (algo que ocorreu, mas pouco se comparado com o resto do livro), principalmente porque quando as coisas começaram a melhorar, as coisas ficaram corridas e isso acabou tornando a história muito boa em somente um ok, e nem mesmo o fato do livro ser escrito em primeira pessoa e intercalando os pontos de vista conseguiu me cativar como os outros livros da autora. Apesar disso, o livro não é ruim, temos romance, sexo, drama e até mesmo momentos tensos, com luta e brigas. No quesito capa, a editora manteve a identidade visual e isso foi um ponto positivo. Na parte da diagramação poderia ter sido melhor, principalmente nas idas e vindas entre passado e presente, já na revisão não está ruim, apesar de poucos erros de digitação, nada que incomode a leitura. Vale a pena ler? Sim, principalmente se você leu os livros anteriores e já quero sim ler o próximo.