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NICOLAS E MATEUS: Uma História de Felizes para Sempre

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Mateus Resende, um empresário Paulistano, tem sua vida virada de ponta à cabeça após um "encontro" com um de seus funcionários no elevador. Nicolas estava atrasado para o trabalho, como sempre, e pede ao estranho que segure a porta enquanto corre apressadamente pelo Hall da empresa. Mateus, para os amigos de Nicolas, era apenas um conquistador e que, por ser um homem muito rico, não se envolvia em relacionamentos duradouros com ninguém, e, junto a isso, o fato de ser muito mais velho... mas todos estavam enganados, na verdade, Mateus era viúvo e com um filho da mesma idade de Nicolas... Pedro Resende ao conhecer Nic fica completamente apaixonado pelo funcionário da empresa do pai... Um Romance LGBT para todos os públicos. *Sem conteúdo sexual. Luiz Gustavo Revisã Roberta Costa Revisão Edições Vila Rica Diagramaçã Cris Spezzaferro 978-65-00-00157-0

142 pages, Kindle Edition

Published February 26, 2020

2 people want to read

About the author

Adriano Silva

67 books4 followers
Adriano Silva nasceu em Porto Alegre, em 1971. Fez carreira em cargos de direção na Editora Abril (Exame, Você S.A., Superinteressante) e na TV Globo, onde foi chefe de redação do Fantástico. Hoje é sócio das empresas de comunicação Damnworks e da The Factory.

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Profile Image for Alexandre Willer.
Author 4 books18 followers
January 30, 2020
Dou duas estrelas por ser um autor gay pelo menos isso e não hétero pagando de autor LGBTQ mas, fico em dúvida qual alternativa seria menos dolosa.

Novamente temos uma cascata de clichês normativos, o gay macho alfa rico, bem sucedido, dono de uma beleza única e, neste caso, 'velho' - oi? 45 ou 46 anos é velho? Tudo bem, a comunidade gay tem outros parâmetros quanto ao quesito idade mas reforçar isso taxando de velho quem está com essa idade? Atualmente, as pessoas vivem mais, melhor e produzem mesmo depois do que se considerada como idade avançada, mesmo dentro da comunidade LGBTQ os gays mais velhos tem sido vistos com outros olhos ainda que sejam guetificados ante a eterna juventude tão prezada pelas bixas.

Se o livro desejava tecer um retrato sobre relacionamentos entre gays jovens e mais velhos apenas lidou com esterótipos previsíveis e não ajudou em nada a desmistificar ou promover igualdade ou representatividade. Não bastasse isso, o gay mais jovem, Nick, é frágil, feminilizado, novamente estereotipado e totalmente normativo talvez o desejo do autor fosse representar gays jovens, imaturos, talvez pocs e nada demais se fossem mas a feminilização comportamental segue como problema ou seja, temos personagens gays que se comportam como homens e mulheres héteros, até quando isso precisa acontecer?

Os personagens são rasos, não há profundidade, são todos medidos pela mesma régua moral já que nenhum deles é aprofundado, não é extrapolando em diálogos cheios de lições de moral clichês que se dá profundidade ou verossimilhança a um personagem. Não é pregando padrões de relacionamento normativo que se agrega algo a discussão homoafetiva muito pelo contrário, segue-se ecoando os ditames da sociedade hétero, triste.

A trama é rocambolesca, os encontros, eventos e atrações acontecem do nada, não há desenvolvimento, são acontecimentos em cadeia e para crer em tudo isso é preciso estar drogado ou ter algum tipo de falta de senso crítico patológico tamanho o vazio narrativo que se desenrola nas quase 140 páginas do livro. Não bastasse isso, o livro tem vários erro de grafia, não houve revisão? Saiu das redes sociais direto para a Amazon? Não sei vocês mas antes de publicar um livro prefiro estar seguro de que não há erros, pode acontecer? Obviamente! Mas na quantidade que este aqui apresenta é desleixo, lamento dizer. Se o o autor não se importa, eu como leitor me importo e muito.

Se isso é literatura LGBTQ então melhor não existir literatura LGBTQ.
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