3020. Muitos anos após a Guerra do Milénio, um período negro, marcado por guerras, doenças e catástrofes naturais, a humanidade descobre, a poucos quilómetros da costa portuguesa, uma fonte limpa e inesgotável de energia e constrói a Plataforma Experimental Energética Atlântida ou, mais simplesmente, como havia de ficar para sempre conhecida: Atlântida.
Fruto dos enormes avanços científicos e tecnológicos a humanidade alcançara, no início do quarto milénio, um período único de paz, prosperidade e qualidade de vida. No entanto, a morte de uma pessoa e o misterioso desaparecimento dos seus dados pessoais vão desencadear uma inesperada sucessão de acontecimentos que poderão vir a ditar uma nova realidade em todo o mundo.
Conseguirão a tecnologia e a ciência encontrar o segredo para um novo futuro?
This project started in 2017 with a vague idea of a journey. A journey to a totally different place, where there was no other way to visit but through reading. But, at the same time, a place accessible to everyone who wanted to go there. And that's how the story of the great tower of Lusitania, the energy platform of Atlantida, Abel Ghoddos and Jonas X, the life records, the giant ants, the DADs and the delta number, in the distant future of 3020, came about. I hope that everyone who wishes to make this journey will have fun along the way. And I take this opportunity to thank Diogo Colaço, Ana Paula Serro, Marta Moleirinho and Vera Braga for the successive reviews and the fantastic cover. And...of course, to João Gonçalves for believing in an unknown and debutant author.
3,5* O mundo avança e o quarto milénio acaba de nascer. Em Lusitânia, uma das personalidades mais relevantes que fez avançar a ciência mundial é encontrada morta, com os seus dados roubados. Leiam a resenha! https://www.noconfortodoslivros.com/l...
A história decorre em 3020, e depois de vários anos de lutas, guerras, doenças e outros desastres, a humanidade descobriu uma fonte limpa e inesgotável de energia e construiu, a poucos quilómetros da costa portuguesas, a Plataforma Experimental Energética Atlântida ou mais conhecida como Atlântida . Confesso que, para mim, não foi muito fácil entrar na história, quer pelas diferenças tecnológica que encontrei, que me fui familiarizando à medida que ia avançando na leitura, mas também pela quantidade de personagens que nos são apresentadas. A narrativa é complexa, com muita informação, não só sobre as condições actuais mas também sobre o passado (a nossa actualidade mas também a nossa história mais antiga), tornando o livro muito rico mas que exige mais da nossa concentração. Tal como já referi, foi difícil para mim assimilar todos os personagens que nos são apresentados inicialmente e, andei alguns capítulos a sentir-me um pouco "perdida" sobre quem era quem e qual a sua função. Felizmente, à medida que ia avançando fui consolidando as informações. O livro tem um ritmo mais lento, onde podemos sentir que pouco avançamos na trama mas é compreensível. Estamos perante um primeiro volume de uma trilogia de ficção-cientifica, daí serem tão importantes as informações e contextualizações deste novo planeta Terra e da nação Lusitânia. Mas posso-vos dizer que nos últimos capítulos, a narrativa ganha ritmo e aquele final fez-me desejar ter já o próximo livro à mão😉 Para mim, o livro teria funcionado melhor se tivéssemos a lista de personagens e a cronologia logo no início e não no final. Pois talvez me tivesse ajudado a entender melhor as personagens. Uma narrativa bem construída e sólida, bem escrita e com um crescendo na acção que nos faz ficar "colados" aos últimos capítulos na expectativa de percebemos o mistério. E fico ansiosamente à espera da continuação
Tenho de confessar que não leio muitas distopias, acho que só li umas três, que não tiveram nada a ver umas com as outras, por isso estava com receio de ler esta, e pior que não gostar, seria não perceber 🤭 Mas, posso dizer que se percebe bem e que foi a distopia que mais gostei de ler até hoje. 😊 No início foi um bocado confuso, pois estávamos a entrar no mundo que o autor criou para chegar à história, mas mal ele começa a contar a história em si, o livro ficou fantástico. 😉 Gostei muito da Sonya, ela é retrógrada há 6 anos, os retrógradas são pessoas que vivem como se ainda estivessem em séculos anteriores ao século XXI, no caso dela ela é uma retrógrada do século XX, super despachada e resolvida. Agora estou ansiosa para que os próximos livros saiam! Eu gostei mesmo muito da forma como o livro está escrito, das personagens e da trama. O livro é bem emocionante, cheio de ação e mistério. Tem personagens muito boas ainda por definir, e acredito que nos próximos livros vamos ser surpreendidos por elas, sobretudo pelo António. Quero rever a Sonya e o Jonas, pois acho que dali ainda vai dar uma história mais interessante 🤭 Quem leu concorda? Parabéns ao autor por este livro magnifico. 👏👏👏 5 ⭐⭐⭐⭐⭐
Como antiga aluna do IST, assim que soube que o atual Presidente publicou um livro de ficção, adicionei-o à minha TBR e posso dizer que esta leitura foi uma óptima surpresa.
Rogério Colaço traz-nos um futuro onde a relação Homem-máquina é muito mais próxima do que a que hoje conhecemos. O universo está muito bem conseguido. Apesar de me ter custado a entrar neste mundo, talvez fruto de ler pouca sci-fi, rapidamente entrei na história e fiquei cativada pela narrativa. Os capítulos são curtos e o facto de haver algum mistério cativa desde logo o leitor, numa narrativa que é facilmente equiparável a autores estrangeiros como Dan Brown. As expressões tipicamente portuguesas adicionaram bastante à obra, mostrando a grande diferença entre ler livros originalmente escritos em português ou traduzidos para português. Os ditados populares fazem parte da narrativa e dão-lhe dimensão que, desculpem-me a franqueza, não se consegue quando se insere as mesmas expressões numa obra originalmente escrita noutro idioma.
Apesar de ter gostado bastante, e de ter mais elogios a fazer do que apontar coisas que não gostei, talvez por este ser o primeiro livro de ficção do autor, algumas arestas poderiam ter sido melhor limadas e, acredito, serão numa narrativa futura. Para começar, o início deixou-me de pé atrás, com personagens que aparentavam ser demasiado perfeitas e pouco relacionáveis. Entendo que neste futuro os humanos vivem até mais tarde, podendo portanto fazer mais com as suas vidas. Ainda assim, sendo um futuro tecnologicamente mais avançado, as pessoas terão de se especializar cada vez mais numa só área, o que torna pouco credível personagens com quatro (QUATRO!) doutoramentos em áreas tão diferentes como a física e a filosofia. O mesmo acontece com a chanceler-mor, que, para além de mulher na política, foi atleta profissional e fez ainda um doutoramento. Finalmente, neste ponto, o Jonas é, quase sempre, caracterizado como jogador de xadrez. A menos que este facto ainda se venha a revelar fundamental, não haveria necessidade de o referir tantas vezes.
Gostei muito das várias mulheres em posições de poder, não só pela relevância social de mostrar às jovens que conseguem chegar a estes casos, mas, acima de tudo, por não ser a mentalidade mais presente no IST, onde, muitas vezes, as mulheres são diminuídas por estarem numa faculdade tipicamente masculina, em áreas socialmente mais associadas aos homens. Ainda assim, apesar da presença das mulheres em cargos de poder, e da presença de uma relação LGBTQ, muitas vezes Helena é referida apenas como “amiga” de Raquel, e não como companheira, sendo que deveria ter sido sempre apelidada de companheira. Adicionalmente, neste ponto, achei uma pena que a Raquel, uma mulher tão bem sucedida, fosse, a dada altura, reduzida à ambição não conquistada de ser mãe, como se a ambição máxima da vida de uma mulher fosse ter filhos.
Finalmente, para os antigos alunos do IST, vai haver aqui uma pequena viagem no tempo, ao verem a faculdade tomar forma nesta narrativa, ainda com alguns dos seus elementos característicos, o que acabou por ser algo nostálgico.
Primeiramente, congratulo o escritor pela forma como desenhou o possível planeta em 3020. O modo de viver, no qual as refeições não existem, ao avanço da tecnologia, onde robôs são assistentes pessoais e auxiliam nas tarefas domésticas, na segurança, entre outras áreas. O enredo desenrola após a morte de um elemento essencial da construção, na fase inicial, da plataforma da Atlântida. O que gera o conflito não é o facto de alguém ter falecido, mas sim, de todos os seus dados pessoais terem desaparecido, como se nunca tivesse nascido. Um enredo brilhante, poderoso e viciante. Aponto o pormenor de os capítulos serem pequenos, o que proporciona fluidez e naturalidade da leitura. Chegamos a um ponto da história que, pura e simplesmente, não conseguimos parar. Deu-me vontade de mergulhar para dentro da obra e puder vivenciar, na primeira pessoa, o mundo daqui a um milénio! Claro que não posso deixar de mencionar, e realçar, o facto de, em 3020, não existirem livros! (Não sei como é que as pessoas conseguem viver, sequer 😂), sendo estes apenas abordados nas disciplinas da escola como algo que a população do século XXI utilizavam para adquirir conhecimento. Explico melhor com um exemplo, no século XXXI os livros eram vistos como, no século XXI, pensamos no quão estranho é alguém, outrora ter utilizado a pedra ou madeira para escrever. A única crítica que coloco é, inicialmente, o livro ser bastante confuso, porém facilmente nos enquadramos na história e entramos no mundo do escritor. Recomendo, vivamente, a todos que desejem viajar no tempo!
✔Entrei com um pouco de receio na leitura porque não costumo ler muitas distopias, mas após as primeiras páginas já estava colado ao livro e à história.
➡Adorei a construção do mundo, a nova realidade e a ótima descrição e criação das personagens. Logo desde cedo formulei 1000 teorias, mas felizmente nenhuma se realizou eheh. ➡Simpatizei desde logo com o Trio: Jonas, Rui Pietra e gostei muito muito de conhecer um pouco a Sonya 😍 ➡Capítulos pequenos e cativantes alternando entre si as personagens e os respectivos relatos. Isto a meu ver é ótimo pois prende mais o leitor ao livro, o querer descobrir mais e estar sempre com um pé atrás relativamente a tudo e todos. ➡Gostei da escrita, da informação, do conhecimento transmitido, dos sentimentos, da dinâmica, das referências, da relação entre personagens. Basicamente havia uns 2/3 aspetos que alterava, mas isso já depende do gosto de cada um
📌Quero ler mais e mais e aguardo muito ansiosamente o segundo volume! Ficou tudo em aberto e tenho enumeras questões na cabeça que quero ver respondidas.
(◔◡◔) 𝔹𝕠𝕠𝕜 𝕣𝕖𝕧𝕚𝕖𝕨 ⭐Ler esta obra do @rogerio foi uma autêntica estreia neste género de leituras mais futuristas. . ⭐ Este livro, tal como o título indica, é passado no futuro, no ano 3020. Neste ano, podemos verificar que tudo se altera no funcionamento da sociedade. Existe uma plataforma responsável por criar energia que é vendida a outros países. E, existe ainda um sistema chamado "MagnaCella" que é responsável por guardar todos os "registos de vida" dos habitantes de Lusitânia (Portugal após a Guerra dos Milénios). Acontece que estes "registos de vida" só são possíveis de existir graças ao chip que cada habitante tem. Mas, uma grande tragédia vai acontecer. O grande criador da Plataforma de Energia, ou seja a Plataforma de Atlântida vai aparecer morto e, no lugar do chip tem uma enorme cicatriz e o médico responsável não lhe encontra o tal famoso chip. Por outro lado, o famoso "registo de vida" em "MagnaCella" desapareceu, algo que aos olhos dos responsáveis é impossível. . ⭐ Com isto, vai surgir uma grande conspiração e uma espécie de missão na plataforma de Atlântida para que se descubra o que realmente aconteceu. Essa missão vai estar a cargo de um agente especial. . ⭐ Se fosse a vocês, eu leria o livro para descobrir tudo sobre ele e sobre a sua missão. . ⭐ Confesso que, quando o autor me contactou para ler o seu livro fiquei um pouco reticente porque eu nunca tinha lido nenhum livro mais futurista, apenas visulizava alguns filmes. Todavia, não hesitei e encarei esta leitura como um desafio. . ⭐ Este desafio foi bastante agradável porque a história não foi nada chata, pelo contrário, senti-me prendida a ela desde início. . ⭐ Achei que o autor tem uma boa escrita, leve e simples e cativante. . ⭐ Todo o livro me surpreendeu bastante e, por isso, estou desejosa de ler os próximos dois da trilogia. . ⭐ O livro tem ainda aspetos históricos sobre os Templários. Aspetos esses explicados de uma forma tão simples e bonita.
São 4 estrelas, mas um pouco menos, mas muito mais que 3 estrelas.
Antes de mais, tiro o chapéu ao autor. Que mundo brutal! A quantidade de pormenores (que de início pode cansar a leitura e torna tudo confuso) é simplesmente genial. É indispensável para integrarmos o ano de 3020, que tem tecnologias mirabolantes e fascinantes. Acho que não consigo enfatizar o quão bem construída está esta distopia. O quão bem pensado está tudo. Tudo faz sentido!
A falha deste livro, para mim, está na pontuação. Eu não sei se é característico da escrita do autor, se é um problema de revisão, ou se é um problema meu. Mas eu tive um grave conflito com as vírgulas desta obra. Mesmo assim, consegui habituar-me, passar por cima e apreciar a história! Por isso não se fiem neste pequeno pormenor como razão para não o ler. Outra questão, foi a falta de romance. Eu sou uma devoradora de romances, e adoro quando aparece desprevenido nos livros. No entanto, eu creio que irá aparecer, num dos próximos livros.
All in all, é um bom livro. Principalmente para quem gosta de ficção científica (nunca tinha lido nada do género) e distopias futurísticas. Tem uma trama de mistério muito boa, que me fez querer saber sempre mais, mas sem chegar a qualquer lado, porque afinal este é apenas o primeiro de 3 livros.
Bem, foi uma leitura diferente, ficção científica escrito por um autor português onde mostra Portugal já uma nação avançada, estilo de vida completamente diferente daquilo que costumamos a viver, onde independência da tecnologia é praticamente nula, sem ela seria um caos total. Estamos a falar no ano 3020, 1000 anos de avanço.
Neste livro de ficção científica, envolve um pouco de mistério quando descobrem que uma importante figura pública morre, mas o mais estranho é ainda está por explicar, quando as autoridades descobriram que alguém apagou a base de dados do falecido...como se ele nunca tivesse existido.
Será que há uma conspiração? Porque dar ao trabalho de apagar base de dados dessa pessoa específicamente ?
O meu entusiasmo por este livro surgiu quando vi a sua apresentação no Youtube - "FNAC Talk | Como será o mundo daqui a 1000 anos?". De imediato o coloquei na minha lista de leituras. Gosto muito de ficção científica, sobretudo quando ela falta da evolução, da tecnologia e dos modos de vida. O facto de o autor ser um verdadeiro cientista e investigador com largos anos de experiência traz uma grande credibilidade ao pano de fundo e o leitor toma com grande verossimilhança os enormes avanços científicos que ocorrem até ao próximo milénio. Ao longo da obra senti o verdadeiro esforço de construção de um novo mundo, ao jeito de Frank Herbert, por isso, só posso estar ansioso pela continuação da trilogia. Bem haja Professor!
Trata-se da primeira obra de três da coleção "A Conspiração de Atlântida" de Rogério Colaço. É uma aventura apaixonante de um jovem rapaz em Atlântida que procura superar-se constantemente e que, devido a uma conquista fascinante, é cobiçado para uma resolução de classe global. A narrativa é sempre muito bem descrita, com detalhes muito interessantes de todos os locais por onde os personagens passam e um fio condutor de impossível interrupção. O "3020: A Conspiração de Atlântida Livro 1" prometeu uma história de aventura, conspiração e interajuda, características que, seguramente, também estarão à flor das capas sucessoras do mesmo. Que bela leitura de verão por terras de Atlântida, Constânzia e Lusitânia!!
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Este livro foi uma agradável surpresa no contexto da ficção científica escrita por um autor Português na nossa língua materna. O mundo de 2030 está bem construído e recheado de detalhes interessantes sobre o futuro ficcional do povo Luso. A narrativa está bem escrita, fluida e é muito fácil de ler, com capítulos curtos alternando entre os vários cenários em que a história se desenrola. Os personagens são igualmente interessantes e bem caracterizados. Gostei do livro e fiquei muito curioso quanto aos volumes seguintes da trilogia. A única questão menos bem conseguida a meu ver é o facto do livro terminar abruptamente, sem nos brindar com uma conclusão para os vários fios narrativos que são desvelados. Apesar de compreender que se trata de uma história que tem continuação nos próximos volumes, penso que, mesmo assim, um livro deveria poder ser lido isoladamente e satisfazer as expectativas criadas no leitor. Fiquei com vontade de continuar a ler, mas o segundo volume ainda não foi publicado, causando alguma frustração ao deixar a história a meio. Recomendo, mesmo assim, e reconheço com satisfação esta importante contribuição para a ficção científica escrita em Português.
Tive o prazer de acabar de ler o primeiro volume desta trilogia. Prendeu-me da primeira à última página, narrativa com bom ritmo, óptimo enredo, personagens com quem é extremamente fácil empatizar, e acima de tudo... excelentes conceitos, arrojados, no imaginar de um progresso de toda uma sociedade... mil anos no futuro! Não gosto muito de comparar escritores, porque pode ser redutor, mas é impossível não ver no estilo de escrita fluida, no suspense que é mantido página a página, algo que invoca o que o Dan Brown seria se escrevesse Ficção Científica. Aliás, bem mais do que isso: vemos conceitos, e uma fluidez de situações, de conceitos e de reviravoltas, que me recordaram o melhor de Philip K. Dick, em contos como "Minority Report" e "Do Androids Dream of Electric Sheep?" (que dá origem ao filme "Blade Runner"). Mas dito isto, é uma obra excepcional por si mesma, original quanto baste, que não deve nada a nenhum outro estilo ou escritor. R. C. Colaço apresenta-se como uma excelente adição à Literatura Portuguesa, mais ainda num género em que é bem deficitária, a Ficção Científica. Aguardo com expectativa pelos restantes dois volumes. :)
Foi fabuloso voltar ao género da ficção científica e de um mundo e realidade tão bem criado pelo autor. O certo é que, com um presente cada vez mais ameaçado pelo mal que fazemos, o futuro que Colaço nos dá tornar-se extremamente plausível.
Tendo gostado das personagens e da forma como a história foi construída, não pude deixar de notar como os diálogos e pensamentos me parecem extremamente eloquentes e em todas as personagens. Para uma sociedade onde a fala praticamente não existe nem os livros, considerei estranho.
Parabéns ao autor. Adoraria ver uma adaptação cinematográfica deste seu mundo.
Narrativa futurista interessante devido a descoberta de uma nova fonte de energia limpa e inesgotável. É curioso e fantástico ver a linha de raciocínio das varias personagens ao longo da obra e ao facto de certos eventos acontecerem devido ao falecimento de uma pessoa. Uma narrativa de ficção cientifica incrível.
Prosa maçuda. Diállogos cansativos. E se o enredo pode ter algum interesse, o assunto é ridículo. SErá possível que daqui a mil anos a Humanidade ainda se debata com problemas de energia? Simples falta de imaginação...
🇵🇹 O autor Rogério Colaço criou um futuro muito realista a 1000 anos dos dias de hoje, onde já houve uma guerra, os níveis das águas subiram, e a tecnologia não é nada como a que conhecemos hoje em dia. Conseguiu construir algo baseado em conhecimento científico sólido, que explica de forma simples ao longo do livro, ajudando o leitor a compreender como é que a vida e interações humanas funcionam no ano de 3020. A história decorre ao longo de um período de tempo de dois dias. Esta é uma abordagem interessante, pois podemos acompanhar o desenrolar da ação em vários locais ao mesmo tempo, contudo dá ao livro uma progressão um pouco lenta. Eu provavelmente tive esta sensação, porque estava constantemente expectante para saber mais e desvendar o grande mistério que nos é apresentado no início do livro. As personagens são todas introduzidas em diferentes capítulos no princípio da história, o que permite ao leitor conhecê-las e ao seu passado numa fase precoce da narrativa, tornando mais fácil seguir as ações de cada uma à medida que a história avança. Foi muito interessante ver como cada detalhe da vida no futuro foi cuidadosamente pensado e explicado. Também há várias referências a coisas do presente. É muito engraçado vê-las mencionadas como “algo do passado” e compará-las ao que poderão vir a ser no futuro. A escrita é um pouco complexa, mas fácil de acompanhar, e muito cativante! No fim apenas nos é revelada a ponta do iceberg que é toda esta conspiração que começou no início do livro, deixando o leitor a ansiar por mais!
🇬🇧 The author Rogério Colaço created a very realistic future 1000 years from now, where there has been a war, the water levels have risen, and technology is nothing like we know it today. He was able to build something based on solid scientific knowledge, which is explained in simple ways throughout the book, so that the reader can comprehend the workings of human life and interactions in the year of 3020. The story takes place trough a time span of two days. This is an interesting approach, because we can see how the action is developing in various places at the same time, but it also gives the book a bit of a slow pace. I probably had this sensation because I was constantly eager to know more and unravel the big mystery which we learned about at the beginning of the book. The characters are all introduced in different chapters at the beginning, which allows the reader to get to know them and their back stories at an early stage of the narrative, making it easier to follow their actions moving forward. It was very interesting to see how every detail about how life would be like in the future was carefully thought about and explained. There are also many references to present things. It was very entertaining to see how they were referred to as “something from the past”, and to compare them with what they could be like in the future. The writing is a bit complex, but easy to follow, and very gripping! At the end we only get the tip of the iceberg that is the whole conspiracy that started to take place at the beginning of the book, leaving the reader craving for more!
Livro📚: 3020 - A Conspiração de Atlântida (Livro I) ⠀ Opinião: 4,5/5⭐️⠀ ⠀ A Conspiração de Atlântida posiciona Portugal como uma das federações mais importantes do mundo no século XXXI, relembrando o imaginário da época dos descobrimentos dos séculos XV e XVI. Nos séculos XXX e XXXI a Federação Lusitana desenvolve uma tecnologia de plataformas oceânicas que possibilita a produção de energia inesgotável, sem poluição e infindável. ⠀ ⠀ Preocupações atuais como a dependência energética de combustíveis fósseis, a subida do nível do mar e o impacto que a tecnologia tem nas relações humanas fundem-se numa história que revela possibilidades, soluções e riscos que o futuro apresenta, deixando o leitor a refletir sobre o que é ficção e o que já faz parte do quotidiano. ⠀ ⠀ O autor revela uma imaginação fantástica e minuciosa que nos transporta ao futuro, possibilitando uma análise e reflexão únicas sobre o presente e as possíveis consequências do progresso tecnológico.⠀ ⠀ Primeiramente, queria agradecer imenso ao escritor @colaco.rogerio pela cedência deste exemplar! 💙
Querem saber como irão ser as coisas no futuro? Ou como imaginariam ser? Este é o livro certo para isso, sem dúvidas! 🤯⠀ Foi um livro incrível! Eu imaginei-me completamente neste planeta completamente tecnológico e viajei 1000 anos no tempo para viver esta história! 🤩⠀ Muito mistério e primeiro que percebesse o que se passava e conseguir associar tudo e como aconteceu foi como um enorme puzzle! 🤯⠀ Achei um pouco confuso por serem muitas personagens e muitas datas, e andar de página em página foi um pouco complicado ao início para conseguir perceber mas depois habituei-me e a história foi fluindo incrivelmente bem! 💙⠀ Aquele final foi horrível para mim pois queria ler mais! 😫 Por isso mesmo estou super ansiosa para que saia rapidamente o segundo livro! 🥰🤩⠀ ⠀ Um livro mesmo fantástico e que nos leva viajar no tempo! ⏰ Leiam apenas! 🤩⠀ ⠀ Alguém já leu este livro? O que acharam? Ansiosos para que o segundo livro chegue? 🥰
Corre o ano de 3020, muitos anos após a Guerra do Milénio, um período negro, marcado por guerras, doenças e catástrofes naturais.
A humanidade descobre, a poucos quilómetros da costa portuguesa, uma fonte limpa e inesgotável de energia e constrói a Plataforma Experimental Energética Atlântida. Fruto dos enormes avanços científicos e tecnológicos a humanidade alcançara, no início do quarto milénio, um período único de paz, prosperidade e qualidade de vida.
No entanto, a morte de uma pessoa e o misterioso desaparecimento dos seus dados pessoais vão desencadear uma inesperada sucessão de acontecimentos que poderão vir a ditar uma nova realidade em todo o mundo. Conseguirão a tecnologia e a ciência encontrar o segredo para um novo futuro?
O que achei do livro? Não leio muita fição científica mas gostei muito desta experiência! A construção do mundo foi bastante credível, o autor vai descrever como o mundo evolui, desde o aumento dos niveis de água, a conflitos mundiais e epidemias. E depois como a tecnologia e a ciência vão trazer uma paz supostamente duradoura.
No entanto, sendo este o primeiro livro de uma trilogia, teve um desenvolvimento consideravelmente lento para o que estava à espera. A narrativa ganha intensidade nos últimos capítulos e o final deixa muito a desejar pelo próximo livro. No entanto, não há notícias de quando pode vir a sair, com muita pena minha 😢
A história é ridícula, sobretudo por se passar daqui a 1000 anos!
1) Daqui a 1000 anos andará ainda a Humanidade com problemas energéticos? Não bastarão os próximos 50 anos para dominar quer a energia solar quer a fusão nuclear?! 2) Daqui a 1000 ainda vai haver uma Lusitânia, com domínio sobre uma boa parcela do Atlântico?! 3) Daqui a mil anos os seres humanos ainda serão como são hoje? Não haverá extensões mentais, não viverão ligados à realidade virtual, não se terão libertado deste corpo?
A história é ridícula e não fica favorecida pelos diálogos excessivos e pela escrita cansativa.
500 páginas e é apenas o 1º volume. Há a promessa de mais 2. Foge!
Comecei este livro por duas vezes. Na primeira, desisti da leitura mais ou menos a meio. Na segunda, rapidamente me interessei pela história e fiquei viciada nela.
Adorei como a narrativa se desenrola ao longo do livro, permitindo-nos criar teorias sobre a sua evolução. No entanto, fiquei um pouco desapontada com o final, pois a estória não fica concluída. Apesar da intenção ser continuá-la nos seguintes livros da trilogia (proposta apresentada pelo autor), senti falta de um encerramento mais concreto da ação deste volume.
Infelizmente, a sequência deste livro ainda não foi publicada 😭
Enredo obsoleto daqui a cem anos quanto mais daqui a mil anos! E mal escrito, palavras a mais, um escritor novato que não sabe escrever diálogos. Mas o pior ainda é a ideia de que daqui a mil anos nos estaremos ainda a debater com falta de energia! E o autor é professor catedrático de engenharia...