Encarar e entender o que o faz diferente sempre foi um desafio para Benedito, que passou os últimos anos em estado de negação quanto a sua bissexualidade. Mas, quando sua melhor amiga o confronta sobre isso, ele percebe que é hora de mudar.
Um YA LGBTQ+ sobre descobertas, muito drama, comédia e bastante referência à musicais da Broadway e música Pop.
Vicent Bernardo A Santos é um escritor, designer e ilustrador sergipano, nascido na cidade de Aracaju, cultiva uma paixão por suas raízes que inspira suas obras. Autor do livro Mar dos Afogados e do conto Feito Confete, preparando-se para lançar mais dois contos ainda esse ano, Vicent explora a literatura YA LGBTQ+ levando um pouco da sua sergipanidade para esse gênero.
apesar de ser curtinho, é um conto que foi gostoso de ler. eu ri bastante quando o Beto atracou o Igor, pensando que ele era gay. fiquei pasmado pelo plot twist. mas a bff do Bento é uma querida. ganhou pontinhos por sempre motivá-lo.
o conto é ótimo, principalmente, pra quem tá tentando entender sua sexualidade. curti muito a representatividade. <3
Eu gostei da história, gostei mesmo. Bento é um personagem cativante, assim como Yasmin, sua melhor amiga.
No entanto, preciso ser sincero ao dizer que, ao meu ver, faltou um pouco da profundidade que tanto me encanta ao ler um livro. Profundidade de trama, de personagens e de escrita. Foi tudo tão curtinho e rápido que, no final de tudo, eu não consegui me apegar. Fiquei confuso quanto ao enredo e não entendi muito bem para onde o autor estava querendo chegar, até que o capítulo final se apresenta e tudo parece acabar no meio do nada.
Apesar disso, eu consegui refletir como é importante nós, pessoas LGBTQ+, nos apegarmos em coletivos. Como a força do amor que está entre nós é capaz de salvar vidas. Há uma pequena diferença que nos exclui das outras minorias: quando se é LGBT, a mazela social está na afetividade e, em um mundo cada vez mais individualista, nossa luta está na berlinda da banalidade.
“Para Bento” pode se apresentar como um abraço a quem está passando pela mesma problemática.
Única coisa boa desse dia dos namorados sendo solteira é ter lido esse conto. Bernie conte comigo pra TUDO, sua escrita é maravilhosa. Bento é um personagem muito fácil de se gostar pq me vi nele.
É meio esquisito começar assim, mas quero contextualizar quem quer que vá ler. Eu estou no meio de um projeto de leitura pessoal, Um Conto Monodissidente por Dia durante uma Semana. Este foi o terceiro, e veio logo depois de duas leituras cinco estrelas (o que com certeza deixou minha expectativa mais elevada do que deveria). Eu não odiei o livro; Na real, até curti. Principalmente nas discussões que o autor levantou. Fiz algumas marcações bem interessantes. Mas ainda assim, vi alguns problemas. Na questão técnica, vou resumir dizendo que creio que a história teria se beneficiado com uma leitura crítica detalhada, um trabalho de edição mesmo. Foi tudo muito rápido, com personagens inconsistentes e pouco Show, mas muito Tell. Outro ponto que me ressaltou foi o excesso de referências à cultura pop. De maneira alguma considero isso um ponto negativo, é apenas um gosto muito pessoal meu preferir o mínimo disso possível numa história.
De maneira geral, creio que o autor tem muito potencial e este primeiro contato me deu, sim, vontade de conhecer outras obras dele.
Bento sempre bateu de frente com sua sexualidade, agora aos dezoito anos, vai aprender aos poucos a se aceitar e viver.
Achei o conto um tanto quanto inspirador e o final super esperançoso e feliz, o que me incomodou foi a quantidade de esteriótipos (por exemplo, uma personagem "gorda palhaça", ou termos como "bicuriosa"). Mas gostei da mensagem no final.