El muchacho casi atropellado es una historia de Amor, así, con mayúscula. Del amor apasionado, del amor ciego, inevitable e incomprensible, inabordable, intratable. Pero también del amor de amistad, sincero, honesto, cómplice, que no conoce de prejuicios ni de recelos, sino de generosidad, apoyo, compañía, nos hace ver otros mundos o nos enseña a ver el mundo con otros ojos, sin pedir nada a cambio. El amor verdadero acepta la diferencia, es tolerante y es más fuerte que el rencor, que los recelos, que el dolor.
Un muchacho empieza a escribir, casi a regañadientes, un diario con el que espera redimirse de la depresión por una pérdida inconsolable. Y poco a poco comienza a recuperar su vida, gracias a la aparición inesperada de un grupo de amigos que le animan a atreverse a creer en sus sentimientos y a no sentirse más atropellado por la vida. Y también llega el amor, con sus luces y sombras, y sus modos misteriosos e insondables. Y con él todos logran superar miedos y traumas, porque el amor es más fuerte que todo, más fuerte incluso, que la muerte.
Aaaah. Esse livro tem muitos problemas. Não acho que vou fazer resenha completa, detalhada e tal, mas vou comentar algumas coisas que mais me incomodaram: - de modo geral, a escrita não condiz com o personagem/história. Parece mais um livro de auto-ajuda (sem muita característica de auto-ajuda também) porque os pensamentos do autor se misturam/são os do protagonista, que não mostra muita personalidade. Dificilmente encontraria um adolescente falando como ele fala, pensando, usando tais e tais palavras. Enfim, isso me incomodou. - o livro era pra ser um diário. De jeito nenhum um diário seria tão detalhado e fiel assim. Não comprei a ideia principal, então... - erro de autor iniciante: usar uma mesma palavra nova repetidas vezes, e depois simplesmente esquecer que ela existe. Vi muito. Faltou copidesque. - a história tem falta de coesão e coerência em muitos pontos, faltou revisão e copidesque². - não há um enredo bem definido. Senti como se estivesse lendo aleatoriamente passagens de uma vida qualquer - isso pode ser bom, mas não foi a sensação geral da leitura, infelizmente. - achei boa parte da ideia (e de algumas cenas, inclusive) muito, _muito_ parecida com as coisas que li em "As Vantagens de Se Invisível", que, ao contrário, tem um enredo bem definido. Não pude evitar comparações. - agora o que realmente mais me incomodou foi o _tom_ geral da trama. É uma história triste, mas um triste que _te deixa triste_. Me senti mal em muitos momentos porque infelizmente não consegui tirar uma lição positiva da maioria das passagens - parece tudo muito conformista, muito estagnado e "pra baixo" mesmo. Não acho que seja motivador, pelo contrário....
Enfim. Tive momentos em que achei certas passagens muito boas, mas outras que foram me deixando bem pra baixo, então não posso classificar como mais que isso se a leitura não me traz coisas positivas em sua maior parte.
Demorei meses para voltar a leitura, e desisti de vez depois de algumas páginas. Super corrido e muitas vezes maçante com todos esses questionamentos filosóficos dos personagens. Acredito que seja a maneira errada de usar clichês. Não me convence em nenhum aspecto... Infelizmente.
Eu não sei nem o que dizer desse livro. Então não vou dizer muito kkkk Mas assuntos MUITO importantes e MUITOS delicados abordados de uma maneira muito superficial como se fossem fácil desse jeito. Não curti não.
Querido Vinícius Grossos, ou devo lhe chamar de DESTRUIDOR DE SENTIMENTOS? Esse livro foi maravilhoso e eu adorei TUDO nele. De verdade! Agora eu sou um garoto SUPER atropelado por você.
Se você tiver lido a sinopse vai ver que não diz muito da história. Fui ler o livro sem saber quem era o autor e sem ter visto nenhuma resenha sobre o ele. Curiosamente, não sou de ler resenhas antes de pegar algum livro, gosto de ter o prazer de descobrir a leitura sozinha, de sentir o texto, de ver como eu percebo a história por mim mesma. Quando termino a leitura e nunca ouvi nada sobre ele acabo pesquisando para ver se o autor tem outros títulos, quando haverá novos lançamentos e só então leio uma ou outra resenha para ver se o sentimento geral foi o mesmo que o meu.
Com esse livro não foi diferente, já tinha visto em livrarias, mas não tive a oportunidade de folheá-lo, a Jess perguntou se eu queria ler e não perdi a chance de passear por ele. A primeira coisa que me impactou logo de cara foi saber que ele é escrito por um autor nacional. Em seguida fiquei namorando a capa (sim, de novo, é mais forte do que eu #nãomejulguem) gostei muito da escolha das cores. Gostei da bicicleta, achei o jogo com o título bem bacana, enfim, para uma leiga do mundo gráfico tudo estava bem legal.
Mas vamos a história, como a sinopse conta, o protagonista passa por uma situação trágica e entra em depressão, se isola do mundo e para tentar reaprender a viver passa a escrever um diário por orientação de sua psicóloga. Sim, ele é menino, tem 17 anos e uma maturidade invejável.
A primeira coisa da história que me chamou atenção foi a introdução, Vinícius te avisa logo ali que não vai dar nome ao personagem principal porque ele pode ser qualquer um. E o mais curioso é que apesar de ter lido isso logo no início eu só fui me dar conta que o dono do diário não tinha nome mesmo lá pela metade do livro. Parece que estou tão acostumada a ter o nome de todos na história que eu não entendi a mensagem que ele quis passar logo de cara, só durante a leitura mesmo que fui notar essa característica. E antes que isso assuste alguém, já digo que não faz falta nenhuma, você se apega ao garoto quase atropelado da mesma forma.
Você passa a conhecer esse garoto através do diário e o que ele escreve diariamente. A proposta da psicóloga é que ele escreva tudo o que acontece com ele por trinta dias para que ele passe a compreender melhor seus sentimentos e caminhe em direção a vida novamente. Ele resistiu o máximo que pode, mas acabou começando e ao ser quase atropelado por um carro em seu condomínio sua vida vai mudando.
Ele conhece novos amigos, conhece o sentimento do amor, passa por uma montanha russa de emoções e toma gosto por viver a vida como nem mesmo antes da tragédia ele tinha. Você só descobre o que foi que aconteceu com ele depois da metade do livro, mas o motivo é simples: o livro é narrado em primeira pessoa, somente com o passar do tempo e com a resolução de vários dilemas internos ele consegue tocar no assunto. E quando ele se sente pronto ele conta ao diário tudo o que aconteceu de forma detalhada.
ra mim, a revelação foi além do óbvio, nem com as pistas que ele deu ao longo do livro eu consegui vislumbrar a história inteira e isso me deixou muito satisfeita, gosto de ser surpreendida pelo autor. E o melhor é que quando ele conta tudo ainda tem coisas novas para acontecer e mais avalanches de emoções.
É um livro profundo, sobre sentimentos, sobre depressão, sobre como acontecem coisas ruins com pessoas boas o tempo todo e, principalmente, sobre como é necessário superar tudo isso com base nos momentos de felicidade que vivemos. Ninguém é feliz ou triste o tempo todo o lance é como você vai lidar com os seus sentimentos quando se sentir quase atropelado por eles, sejam bons ou ruins.
Ah! Antes de terminar preciso destacar duas coisas: as músicas e os livros. Gente, sério! Em um mês o protagonista lê três livros: Admirável mundo novo, On the road e O apanhador no campo de centeio. Preciosidades da literatura internacional, que pegaram meu coraçãozinho literário logo na primeira página quando ele diz que está lendo o texto de Aldous Huxley e eu olhei para a minha estante e vi o danado ali na fila esperando para ser lido. Me conquistou na hora, já passei a respeitar o livro porque esse clássico da ficção não é conhecido ou lido por muitos apesar de ser uma obra prima. E as músicas? A maioria é MPB, Rock e Pop internacional, várias eu não me lembro de ter ouvido, mas conheço quase todas as bandas e já preparei a listinha para ouvir assim que abrir o Spotify.
Como puedo empezar esto... Dios mío porque no me detuviste. Las persona que leen mis reseñas saben que siempre intento ser positiva. Generalmente doy puntajes altos y recomendó los libros...
SI ESTÁS PENSANDO EN LEER ESTO TE RUEGO Y SUPLICO QUE TE ABSTENGAS.
Empezamos con un personaje sin nombre... literal. Una metáfora que ni el autor entiende y un interés amoroso de lo más insoportable de este mundo (a tal punto en el que cada vez que aparecía pedía que se matara o algo)
De los muchos personajes qué hay, solo dos son personas decentes. El protagonista tiene sus momentos, pero me agota que a los dos segundos ya esté enamorado de alguien que no le hace bien, de hecho, es de las relaciones más tóxicas que he leído y si tienes un amigo como la chica principal... te pido que te alejes sin pensarlo dos veces, no es sano, no es divertido, hazte ese favor.
No entiendo al autor, me esforcé en intentar empatizar con los personajes, en serio, pero no, personajes problemáticos que no deberían ser idealizados de ninguna manera.
Solo digo y en resumen, es un mal libro, no lo lean.
Este livro é, claramente, uma cópia de "Quem é Você, Alasca?". O protagonista se parece, a "mocinha" é idêntica à Alasca e a história também é igual a do livro. Não poderia dizer que isso não me incomodou, porém, ainda assim, gostei do livro. Sinceramente, melhor do que o do John Green, que é um autor pelo qual tenho diversos problemas. Apesar de tudo, recomendo como uma leitura despretensiosa.
Eu posso dizer que entrei nesse livro sabendo de quase nada sobre a trama, pois a sinopse do livro é muito vaga e nem passa mais de 1% do livro...
É um livro de amadurecimento/crescimento que consegue exprimir os sentimentos e pensamentos de seu personagem principal de uma forma em que os leitores podem simpatizá-lo em algum momento da leitura( não estou falando que ele é um personagem perfeito, pois ele definitivamente ele não é; contudo, ele demonstra em alguns momentos que sabe disso...). Eu sempre gosto de ler livros que foram escritos em formatos de ''diários''(chame do que você quiser...), pois, além de estar lendo algo bem íntimo e pessoal como estivesse literalmente na pele daquela pessoa, dá a ideia de que a leitura é mais rápida e fluída, sempre querendo saber a vida de quem escreve. Claro que para esse efeito surtir na leitor, o autor tem que executar bem na sua escrita, então, kudos(ou créditos/elogios se preferirem) ao Vinícius. YAY!
Um pequeno aviso de certa importância: Totalmente contrário que a capa do livro sugere, se trata sim de uma história pesada para um YA( mas pessoalmente acho que é um New Adult) e tem alguns elementos que podem deixar algumas pessoas desconfortadas, então, por isso que estou dando um Trigger Warning para situações de abuso e de depressão...
Agora voltando ''à programação normal''; um aspecto que nenhum leitor deixaria passar são a incorporação de músicas dentro da trama, as quais são bem colocadas com algum momento de certa importância para o personagem(isso não quer dizer que é um livro musical - no sentido: um personagem quer dizer algo importante para alguém e começa cantar o que queria dizer[vocês me entenderam, né?] -, mas imagina se fosse??? Seria legal e muito interessante... Okay voltando aqui.); assim não só criando um clima da história, mas criando uma própria playlist para o livro.
Só quero deixar registrado que amei tanto quando o autor fez uma referência/discussão Mary e Max(recomendo muito que você que está lendo esta resenha para ver o mais rápido possível!) que eu TIVE que marcar a passagem em que isso aparece no meio da trama. Aliás fiz algumas marcações durante do livro depois de muito tempo... YAY!
Se eu estou fazendo uma mega recomendação desse livro? Sim, estou. Ainda não percebeu isso?!
Por outro lado, houveram algumas coisas que me deixaram de dar cinco estrelas ao livro... Não muitas, máximo três ou duas coisas.
Exemplo: A amizade entre o personagem e um grupo de três amigos teve um desenvolvimento muito rápido e esse fato, talvez pelo fato de não ser como nenhum dos personagens, incomodou um pouco quando eu parei para pensar sobre a trajetória do livro.
Mas, enfim, só por que o livro que você gostou não é perfeito é o que deixa com aquele ar de perfeição ou algo parecido na sua opinião.
Voltando a falar que a leitura desse livro é recomendadíssima por mim aqui, pois com uma escrita fluída e um tanto bonita, O Garoto quase atropelado é aquele livro que apesar de tudo deixa seus leitores com a sensação de quase serem atropelados(quem leu o livro vai entender o que quis dizer)... Depois desse livro e de 1+1, quero ler mais coisas do Vinícius para ontem!
El título es bastante llamativo y al leer la contraportada también me pareció interesante, sin embargo al comenzar a leerlo me di cuenta un es un libro que va muy lento y en algunos pedazos se vuelve aburrido, me costo leerlo, tuve que parar y concentrarme en otra lectura por que realmente me estaba costando prestarle atención. El libro se pone interesante casi al final cuando ya empiezan a pasar cosas y empieza a ser un poco más fluida la lectura, sin embargo no es un libro que volvería a leer.
Hoje concluí "O garoto quase atropelado" e me sinto um pouco perdido com tudo o que li. Ainda não consigo dizer se o livro foi bom ou não. A grande mensagem é sobre amizades e amores; e é nisso que tento me apegar, mas tenho dificuldades. Muitos temas são abordados e, particularmente, nenhum personagem me conquistou. Fiquei muito confuso! O que mais incomodou foram os diálogos rasos e improváveis - até para quem costuma construir/imaginar o mundo apresentado no livro.
Esse livro merece a medalha de mérito por ter me feito gostar de romance. Sempre achei romance água com açúcar demais pra me satisfazer (na literatura). Vinícius, muitos muitos parabéns pelo livro! Só precisava ter um alerta de gatilho porque, nossa, vários momentos me deixaram no chão, inclusive todas as reviravoltas.
Gostei da história e a forma como o autor decidiu contá-la. Foi uma leitura bem leve e rápida, embora eu tenha achado que algumas partes foram extremamente exageradas (coisa tipo bem fanfic mesmo) e tiveram alguns momentos que eu tive que parar um pouco de ler por ter sentido vergonha alheia. O bom é que isso durou só no começo, mas acho que não precisava ter sido TÃO EXAGERADO DRAMATICAMENTE.
2.5* Sou fã do autor e esse livro é muito importante fala sobre temas importantes mas pra ser franco ele não funcionou pra mim e não consegui me conectar com os personagens em nenhum momento e também me incomodam resoluções "automáticas" enfim. Não é ruim mas não rolou muito pra mim.
Fala sobre doenças mentais super legais, porém escrita muito infantil, e muito drama....(principalmente o "tudo bem, superei, mesmo que tudo esteja um caos" no fim.
Este es el sexto libro que he leído este año, y en definitiva puedo decir que va a estar entre los peores al final, si no es que el peor que, sinceramente, espero así sea, pues no quiero encontrarme algo más malo que esto en lo que queda del año.
Al principio me fue inevitable compararlo con "Las ventajas de ser invisible" (que sí es un buen libro), por lo que pensé dos cosas: mero plagio y puede que me guste. Pero nada más alejado de la realidad.
Unos personajes insufribles con una trama peor aún. Nada de lo que pasaba me hacía sentir que fuera posible de que sucediera, y la verdad es que en serio, EN SERIO, intenté empatizar con los personajes, pero cada que hablaban, especialmente cierta señorita, sólo esperaba que el libro se acabara ya para no tener que saber nada más de esta gente con sus relaciones tóxicas e incoherentes.
ADEMÁS, tratan temas tan importantes y sensibles de una forma pésima. Es como si el autor tuviera un par de ideas y dijera "Jummm, quiero incluirle esto para poder meter MIS opiniones del tema a lo basto", y al final intentara conectar ese par de ideas con una pésima ejecución que deja mucho que desear.
Como puedo empezar esto... Dios mío porque no me detuviste. Las persona que leen mis reseñas saben que siempre intento ser positiva. Generalmente doy puntajes altos y recomendó los libros...
SI ESTÁS PENSANDO EN LEER ESTO TE RUEGO Y SUPLICO QUE TE ABSTENGAS.
Empezamos con un personaje sin nombre... literal. Una metáfora que ni el autor entiende y un interés amoroso de lo más insoportable de este mundo (a tal punto en el que cada vez que aparecía pedía que se matara o algo)
De los muchos personajes qué hay, solo dos son personas decentes. El protagonista tiene sus momentos, pero me agota que a los dos segundos ya esté enamorado de alguien que no le hace bien, de hecho, es de las relaciones más tóxicas que he leído y si tienes un amigo como la chica principal... te pido que te alejes sin pensarlo dos veces, no es sano, no es divertido, hazte ese favor.
No entiendo al autor, me esforcé en intentar empatizar con los personajes, en serio, pero no, personajes problemáticos que no deberían ser idealizados de ninguna manera.
Solo digo y en resumen, es un mal libro, no lo lean.
Esse livro tem tanta coisa importante que é difícil até saber por onde começar. Eu simplesmente amei como o Vinícius Grossos conseguiu criar personagens tão únicos e envolventes que funcionam perfeitamente juntos em um grupo completamente desajustado. Enquanto eu lia parecia que ele me conhecia tão bem que tinha pego cada pedacinho da minha personalidade, meus medos e angústias e transformado tudo isso em personagens que eram exatamente quem eu sou.
Para los que buscan una reseña en español xd. Pues no voy a mentir, me gusto el libro (con este libro inicie mi vida lectora) si tiene problemas pero yo creo que tienes que leerlo para sacar tu propia conclusión