Num dia você é jovem e se preocupa apenas com o dever de casa e o horário em que o seu desenho favorito vai passar na TV. No outro, sua mãe não volta pra casa.
Se dona Mônica tivesse levado o celular ou ligado de algum telefone público, os filhos definitivamente teriam tido uma noite melhor. Agora, cansados e irritados — pela noite sem dormir, pela preocupação com a mãe, pelo medo do abandono —, Murilo e Melissa percorrem a cidade em busca da mãe desaparecida ao mesmo tempo em que lidam com uma verdade aterrorizante: um dia, as pessoas que amamos seguirão seus próprios caminhos.
Pedro Poeira é apaixonado por livros, séries, lasanha e filmes da Disney. Mora em São Paulo e é formado em letras pela USP. É autor de "Adivinha quem não voltou pra casa?", best-seller da Amazon, e "A gente dá certo", publicado pela editora Nacional. Você também pode encontrar uma história sua na coletânea "As crônicas da Unifenda". De tanto tempo livre quando criança, hoje passa mais tempo no mundo da ficção — seu preferido — do que no mundo real. Você pode encontrá-lo nas redes sociais em @pedropoeira.
"Adivinha quem não voltou pra casa?" é o tipo de história que te fisga logo nas primeiras páginas. A narrativa de Pedro é intensa ao mesmo tempo em que há certa sensibilidade na forma como conduz os personagens. Esse conto entrou pra minha lista de favoritos do ano, recomendo muito!
conto maravilhoso, escrita excelente, o pov da mãe e o pov da GATA??? eu amei e se minha mãe fizesse isso comigo nem ia dar tempo dela me ver de novo porque eu ia ter um ataque de nervos e morrer novinho.
A trama de "Adivinha quem não voltou para casa?" é super simples: mãe desaparece, filhos saem desesperados atrás dela. Mas o grande rolê não é o sumiço da mãe, mas o significado que cada membro da família representa pro outro. A gente vai acompanhar os dois filhos, a gata da casa e a mãe, até decifrar como que essas relações se organizam e as emoções que estão tensionando a família nesse dia.
Ainda assim, o sumiço da mãe é o fio condutor da narrativa e é um ótimo alívio cômico (ou talvez só para mim, pq eu achei bem divertido). Minha única crítica é que o menino bem que podia ter vestido uma roupinha que não tivesse rasgada para correr atrás da mãe, mas não sou ninguém para julgar.
Essa história nasceu para ser curtinha e foi abordada de um jeito muito inteligente. Bem feliz com essa leitura.
Hoje estávamos sem luz em casa, eu e minha mãe sozinhos, e decidi que queria ler 'Adivinha quem não voltou pra casa?' em voz alta junto com minha mãe. Não sabia muito sobre a história, mas o suficiente pra saber que haveria um impacto em ambos. E meu deus, SE TEVE! Pedro tem uma escrita gostosa, acessível que só te faz parar de ler se for para dar algumas risadas ou limpar as lágrimas (ambos ocorreram durante esse conto). É uma história tão simples, mas tão linda! Choramos os dois, e conversamos sobre o conto puxando assuntos relacionados pelo dobro do tempo que lemos. E tudo terminou num abraço.
É magnífico, de tirar o fôlego. Um conto que deveria ser lido por muita gente. Por fim, te amo mãe! ❤️
Vi o vídeo da Bel sobre esse conto há alguns meses e eu estava com grandes expectativas. Esse é o problema, eu estava esperando emoção e não recebi muito disso. E Eu adorei a escrita, muito mesmo. Os aspectos geográficos tanto na linguagem, quanto na história deixam essa paulistana aqui emocionada. Mas, é isto. Esperava mais emoção, esperava algo que tocasse mais meu coração. Porém, nem por isso deixei de gostar muito dos irmãos M e dos pontos de vista durante o conto.
Pra falar a verdade, eu esperava um pouco mais. Achei a mensagem bonita, mas não me identifiquei muito com o enredo nem a com escrita. Mas vale a pena dar uma chance.
Que história mais inteligente e tocante!! É muito bem escrita e acho muito legal como o autor conseguiu colocar os pontos de vista das pessoas para a gente entender a cabeça de todas elas. Adorei o Murilo. E o final foi a parte mais legal!!! O pdv da Mônica foi incrível demais!
“Para as mães preocupadas com os filhos, existe um único som capaz de aliviar o aperto em seus peitos. Os irmãos M descobriram, naquela tarde de domingo, que o mesmíssimo som que acalmava os nervos de dona Mônica toda vez que um deles passava do horário de chegar em casa, era igualmente tranquilizador para eles: a tranca do portão da frente sendo aberta.”
Primeira leitura de 2021 concluída! Acho que todo mundo já leu esse conto, menos eu, mas antes tarde do que nunca, é que bom foi ter lido essa história! O Pedro tem uma habilidade incrível com as palavras para explorar as relações familiares, e gostei muito da forma como a história é organizada em pontos de vista diferentes, mas com um autor onisciente. É um texto com cheiro, sabor e cor, com descrições muito certeiras tanto de aspectos físicos quanto de psicológicos. Adorei a relação entre os irmãos e senti uma verdade muito grande na forma como os personagens foram construídos. Doido pra ler outros trabalhos do Pedro!!!
Eu amei a estrutura do conto e a escrita do Pedro. Acho que ele perde um pouco quando se prolonga mais do que deveria na última parte, mas nem liguei tanto por conta de todo o resto do conto. Muito bonito, inteligente, e gostoso de ler.
É um bom conto, tem uma premissa legal e é bem escrito. Geralmente não leio contos, nunca fico saciada com histórias curtas rs mas gostei desse, é simples, leve, mas tem uma mensagem interessante. Achei que haveria uma reviravolta ou algo assim (acredito que o hype me fez criar expectativas altas), por isso avaliei com 3 estrelas; não é ruim, mas também não é incrível. De qualquer forma, valeu a experiência, recomendo para quem está a fim de ler algo mais leve, rápido e agradável.
Uma das minhas leituras favoritas do ano. Fazia tempo que uma história não me deixava tão ansioso. Eu DEVOREI esse conto e passei o tempo todo com o coração na boca. Adivinha quem não voltou pra casa? tem uma escrita cinematográfica incrível e fluida – leve, mas inteligente em passar os sentimentos certos para o leitor. Eu realmente não sei o que mais dizer sobre a história sem ir muito a fundo em spoilers, mas as 5 estrelas devem indicar minha impressão bem o suficiente. Além disso, o conto me passou tantas emoções que eu me senti na beira da cadeira em um cinema assistindo ao desenrolar da história e montei uma playlist com minha própria trilha sonora no Spotify.
Uma das melhores obras que li esse ano, "Advinha quem não voltou pra casa?" é muito bem escrito, com personagens extremamente bem desenvolvidos e muito, muito inteligente. Pedro tem a capacidade imediata de imersão em suas palavras e nas primeitas páginas você já se encontra investido em sua narrativa. Este é um conto de vários sentimentos, como pânico e alívio, e - o mais importante, te faz pensar!
eu me apaixonei por essa história em 65 páginas. a escrita do pedro é LINDA e muito fluida, a história em si é muito cativante e traz lições, ensinamentos e críticas pra ficar refletindo por um tempo. lindo demais!!
comecei a ler achando que era sobre uma coisa depois descobri que era sobre outra e só no final entendi realmente qual foi a intenção do autor com essa narrativa. acho que ainda to pensando mt nessa história. (parabens pela escrita. amei demais) Parabens pro autor por fazer a gente refletir assim hahaha vou atrás de outras coisas dele agr
Talvez pelas avaliações eu criei uma expectativa grande, talvez eu não estivesse no momento para essa leitura, mas, apesar disso, eu gostei da história. É uma leitura leve, porém depois que o conto termina parece que ainda falta algo.
como é bom ler contos nacionais que fazem a gente se identificar... que levam a uma reflexão e deixam a gente com um quentinho no coração depois que termina. ♡
esse aqui é um desses. leve, pra ler em uma sentada e super bem-humorado e divertido. tem uma escrita gostosa e pontos de vista interessantes, que acrescentam demais na trama. dá pra ver como essa história é pessoal pro autor e quanto da vida dele tem nela, principalmente depois de ler a carta dele no fim.
sou uma pessoa que valoriza cada momento porque sei que ele será único. podemos até tentar, mas nunca vamos repetir aquela sensação, aquela energia e a forma como um determinado fato ocorreu. o que nos restam são apenas memórias, partes da nossa história e lembranças guardadas para sempre. e grande parte das minhas memórias mais lindas são com a minha família, também de três, que eu tenho tanta sorte de ter do meu lado hoje.
sei que logo vamos todos seguir rumos diferentes também, e é por isso que devemos dar a devida importância a todo o tempo que temos juntos.
"nós somos como as ondas, que colidem e se esparramam pela praia, e depois se juntam às marés e percorrem o oceano, talvez até o mundo — e ninguém sabe exatamente aonde vai parar."
que honra. saio da minha primeira leitura de 2021 prestando ainda mais atenção em cada segundo.
Eu amo histórias sobre irmãos, e não foi diferente com essa. Durante a leitura, o conto acaba evoluindo para uma história de família, e cada um dos integrantes tem sua relevância na narrativa, com seus momentos alegres, tristes, melancólicos e bem-humorados, tudo muito bem equilibrado. O que mais me surpreendeu sobre a escrita do Pedro é que ele tem um domínio incrível da voz em 3ª pessoa, que ganha flexões e nuances distintas dependendo do personagem que está em foco. A história como um todo é coesa, satisfatória e continua na cabeça mesmo depois que chegamos na última linha. Certamente vou ficar de olho nos próximos lançamentos do Pedro.
Favoritado do ano, com certeza! ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ e um 💜 porque Pedro Poeira é um dos maiores do Brasil. Que narrativa, que lindo incrível e que mensagem tão tocante! Nem preciso me demorar em escrever uma resenha digna, porque várias pessoas já o fizeram. Só quero expressar o tanto que esse livro me tocou e me fez chorar! Obrigada, Pedro, por ter escrito isso!
Leitura bem fluida, que nos mantém presos na história. Me identifiquei bastante com o que é tratado no livro, o que me fez gostar ainda mais. O conto é curtinho, mas muito bem escrito e bem criativo, recomendo muito!