Melhores trechos polêmicos: "...Quando, por trás da personalidade humana, a 'Vontade do Eu Profundo' – que é quem responde pela administração dos impulsos anteriores ao pensamento – se encontra desperta, o 'ego terreno' estará alinhado com os propósitos enraizados nos seus sonhos mais relevantes. É necessário aprender a despertar no psiquismo, em todas as manhãs, a 'vontade de progredir'. Isso é o mesmo que ofertar condições ao Espírito para que ele possa assumir as 'rédeas' da própria existência, a cada dia... Se a maioria dos arquivos mentais são 'arquivos-lixo', 'arquivos infectados', somente a 'limpeza' deles proporcionará uma condição mental mais harmoniosa. Para isso, é necessário abrir esses arquivos mentais e trabalhá-los no sentido de ajustá-los, purificá-los, descarregálos ou, até mesmo, deletá-los. As 'chaves' que acionam a 'abertura' ou o 'fechamento' de arquivos – ou seja, os mecanismos que acionam o 'jogo dos arquivos' –, residem na 'atitude mental' do indivíduo... O livre-arbítrio de uma pessoa aparece quando as circunstâncias da vida provocam uma atitude/decisão da parte dela... Qualquer crença é um tipo de pseudorrealidade, porque é algo que a pessoa acata, em que ela dá por sabido o que ainda precisa ser descoberto. Ela pode mesmo até sentir conforto com a sua crença, caso acredite que existirá alguém cuidando dela, devido àquela fé que possui... Jesus também sofreu devido à pseudorrealidade descrita nas escrituras judaicas, que estabelecia que o Messias teria que usar a força para dominar os povos da Terra. Como Jesus sabia que ele era 'o Messias', deveria obedecer completamente ao que estava estabelecido nas tais escrituras, porém ele não o fez, e foi crucificado por não cumprir esse desígnio de Javé. Cada atitude mental que uma pessoa tem, são sinapses com as quais ela cria, reforça, ressignifica ou destrói os conceitos, valores e opiniões alojadas no seu cérebro sob a configuração 'eletroquímica sináptica', a cada segundo... Vontades produzidas por outras mentes de seres espirituais (vivem nas esferas espirituais), astrais (situados no universo antimaterial, paralelo ao universo material), ou extraterrenos (não humanos terrestres, habitantes do universo material, que por processos tecnológicos, tal conseguem), tanto podem ser benéficas quanto problemáticas. Os extraterrestres, por exemplo, podem estacionar a nave deles próxima à Terra, e monitorar o psiquismo de seres humanos de seus interesses e, às vezes, mexem nos DNAs humanos, como se fossem uma matriz, e o psiquismo de cada uma dessas pessoas responde a tais alterações. Alguns 'deuses' do passado, como os Nephelim (ou Anunnaki), fizeram um pouco de tudo, inclusive manipulação genética, para 'domesticar' os ancestrais humanos. Os extrafísicos, do universo vizinho, desempenhando a 'função predadora de deuses' junto aos nossos ancestrais, também fizeram de tudo para dominar os humanos, tanto nos tempos dos 'portais abertos' entre os dois universos, como nos atuais, em que os mesmos se encontram fechados devido ao 'jogo' de um tipo de entropia existente entre os dois universos que compõem a Criação na qual existimos... As vontades que vivem no psiquismo de um ser humano são 'ordens químicas' que fluem por meio dele, e a pessoa pensa que vieram do seu 'Eu' todos aqueles desejos que está sentindo... Os seres extrafísicos de grande poder mental, tidos como 'deuses', na Antiguidade, que pretendiam controlar completamente a humanidade terrestre, ficaram 'surpresos' quando uma mulher – Pandora, no mito grego, e Eva, no mito judaico – se expressou ao dizer que se sentia 'alguém', pois que tinha ideias próprias, e não obedeceria mais ao seu Criador. Surgiu, nesse ponto, o protoconceito de individualidade, aspecto inédito no âmbito da Obra do Criador 'caído'. Esses 'deuses', geradores da vida biológica no universo material desta Criação, não sabiam que há um Espírito 'ligado' ao corpo humano... Se alguém desejava promover uma 'lavagem cerebral' nos nossos desavisados ancestrais, implementando o temor a Deus como o motor que levaria todos a aceitar a dominação psíquica por parte das religiões como forma de sair do grupo dos filhos do diabo para o dos filhos de deus, efetivamente o fez com bastante eficácia. Somos todos hoje filhos da estupidez esquecidos que reside na própria capacidade humana o ato de amor, de sorrir, de perdoar, de sonhar, de distinguir o bem e a ternura, de eleger a elegância moral e a civilidade como forma de interação entre os irmãos e irmãs da raça humana, enfim, de estabelecer o próprio código de conduta filosófica como lei maior de sociabilidade. Mas o que fizeram as religiões? O contrário disso! Criaram pecadores angustiados, tementes, aterrorizados por que podem ser castigados por deus a qualquer hora, obrigaram as pessoas a ter uma fé simplória, pouco refletida, sem questionamentos, transformaram deus e Jesus em comerciantes baratos do toma lá dá cá, viciaram todos os seus fieis em se tornarem pedintes profissionais e crentes em cujas lentes cabe todo tipo de crendice barata. O pior: acostumaram as pessoas a transferirem para pretensas autoridades religiosas, responsabilidades que lhes são próprias! Até onde isso vai se perpetuar?..."