O livro diz que não devemos lutar contra os sentimentos ou sensações ruins, pois o foco colocado sobre as negatividades apenas as ampliam. É preciso integrar todos os sentimentos e sensações ao invés de excluir. Não é necessário existir um sentido ou causa para sermos felizes e bem resolvidos na vida, pois essa já é a condição da nossa essência. Podemos ser felizes a partir de nós, independente de haver ou não motivos exteriores. Há quem pensa que precisa resgatar carmas ou pagar pelos pecados para só depois ser feliz, mas a felicidade é apenas uma questão de se sintonizar com a paz interior do eu profundo e divino. Não é necessária nenhuma absolvição para sermos felizes se soubermos nos dar permissão para tal independentemente de todas as questões externas. Não precisamos provar nada nem para nós e nem para os outros para sermos felizes, desde que tenhamos essa liberdade de crenças. Às vezes a gente pensa que tem alguém tentando nos controlar e não enxerga o nosso eu autocontrolador, e daí não conseguimos deslumbrar com a vida porque ficamos aprisionados pelos medos. Para fluir com a vida precisamos nos encantar com ela. É preciso se dar atenção, ser e fazer o que o coração intui, se considerar, ver aquilo que se tem de bom, se apoiar, se dar carinho e saber que cada um tem o seu tempo, jeito e ritmo para aprender as coisas, para se desenvolver e melhorar dia após dia em variados aspectos. Os sentimentos mais fortes são aqueles que ficam impregnados no inconsciente. Nenhuma ideia pode ser impressa no inconsciente se não for sentida. O sentimento do agora é sempre mais forte do que o possível sentimento do futuro. Pensar ou dizer para si mesmo o que vai acontecer não funciona se a vibração do momento presente for outra. Por exemplo, não adianta eu dizer que vou ficar saudável se nesse exato momento o sentimento predominante em mim é o de estar doente. É preciso se ver (imaginar) e se sentir saudável para que assim aconteça se acaso estiver doente.
Pensamento e emoção acontecem na mente. O pensamento acontece no consciente e a emoção no inconsciente/subconsciente. Quando os dois se alinham surge o sentimento, que reflete no corpo físico na forma de sensação, mais especificamente no coração. É o sentimento que comanda tudo o que a pessoa atrai para si. Quando dormimos o inconsciente (feminino) e o consciente (masculino) se encontram e trocam suas informações. Sentir o desejo realizado antes de dormir é fundamental para acelerar o processo de manifestação positiva. Jamais devemos dormir com sentimento de fracasso, tristeza, carência ou preocupação. Nosso livre-arbítrio está justamente na liberdade de escolher o que queremos sentir. Não atraímos o que desejamos, nem tampouco o que simplesmente pensamos, mas sim o que sentimos com mais profundidade e força. Devemos redefinir o conceito de desejo como sendo uma notificação para receber algo que já temos e que já é nosso, mas que talvez não tenhamos consciência de tal pré-apropriação. É essa consciência sentida, experimentada, imaginada e vibrada que faz o desejo tornar-se visível.