Está frio na noite da festa mais importante para a família de Estrela. E nada faz a fogueira acender. Exceto Flor, uma misteriosa garota de cabelos roxos.
Maria Freitas é escritora e jornalista. Autora de Cartas para Luísa, As razões de Cris e Sempre estive aqui. É fundadora e responsável pelo Cadê LGBT, projeto de promoção e divulgação de literatura queer, e host do podcast Bi Sem Carteirinha. E atualmente está escrevendo a série de contos e novelas bissexuais Clichês em rosa, roxo e azul.
Sou suspeita pra falar, mas pra mim esse foi um dos melhores contos da antologia (junto com “Mas... e se?”). A fantasia é rica, cheia de história pra contar, um universo inteiro pra gente conhecer, mesmo sendo apenas pano de fundo. E o romance é de aquecer o coração como se fosse a própria Flor quem estivesse nos aquecendo com suas chamas roxas e seu sorriso fácil. As sensações da história são palpáveis: o frio de gelar os ossos, a quentura dos corpos de fazedores de fogo, a beleza do campo dos girassóis. Eu amei DEMAIS esse conto <3
Mais um conto fofo da série Clichês em rosa, roxo e azul e devo dizer que achei a pegada de fantasia adicionada a festa junina muito interessante. Eu amei o casal desse livro e acho que esse conto seria ainda melhor se fosse uma fantasia completa de várias páginas, porque é uma ideia tão interessante e cativante que eu gostaria de ver como ela escreveria esse mundo se ela tivesse mais espaço!
Enfim, recomendo essa seriezinha muito fofa para todos os amantes de contos repletos de diversidade!
Eu não estava esperando que esse conto fosse uma fantasia, e tive uma surpresa muito boa! Totalmente diferente de tudo o que já li, ele me trouxe uma nostalgia boa junto com um quentinho no coração (devem ser as chamas da Flor). Além disso, eu amo quando livros lgbtq+ normalizam as relações e não possuem estranheza/preconceito das personagens, é bom me distrair um pouco do mundo real em leituras como essa. Já estou animada para ler mais contos dessa autora!
Mais um conto maravilhoso dessa série/antologia. Dessa vez, Maria Freitas nos apresenta a uma fantasia, em que uma estrela caiu em uma fazenda, levou todo o calor daquela terra e agora pessoas com poder de manipular o fogo são necessárias para esquentar a população na festa junina. Gostei do romance entre as protagonistas, mas achei o conto meio curto, a autora poderia ter desenvolvido melhor algumas partes. De qualquer forma, foi uma leitura muito gostosa.
Estou desde janeiro acompanhando a série dos Clichês em Rosa, Roxo e Azul, da Maria Freitas, e até agora, esse foi o conto mais inusitado e curioso já lançado na série. Amei a história fantástica, as referências de festa junina e principalmente conhecer o passado da avó de Estrela com a avó da Flor. Mas Estrela e Flor também são muito fofas e eu amei a interação entre as duas.
Um dos melhores contos que li esse ano. Um universo onde uma estrela caiu dando poder aos moradores, famílias com características físicas e mágicas definidas e um romancezinho bobo e feliz para acalmar meu coração. Queria poder ler mais histórias nesse universo, Flor e Estrela são lindas, mas tento mais que poderia vim.
É fofo e tem representatividade negra e sáfica, mas... a questão da fantasia aqui realmente não me prendeu muito. Além disso, não consegui me conectar com as protagonistas.
Interessante. É um conto de fantasia com um romance sáfico, achei a parte da fantasia bastante legal, daria um belo livro. O romance é uma graça, achei a história no geral fofa.
meu coração ficou quentinho com esse conto, esses contos tem um potencial enorme pra serem livros de umas 300 pgs, a representatividade é dada de forma tão natural, a história é fluida e envolvente!!
Cada história me encanta mais! Essa foi, sem dúvidas, a minha favorita até agora. O clichê dos opostos se atraindo somado à uma boa dose de fantasia... incrível! Esse universo da queda da estrela e as guerras entre vilas daria um ótimo livro, viu.