Em uma São Paulo do início do Séc. XX já esquecida por nós, mas não apagada, um crime bárbaro é cometido. Seu protagonista, uma jovem professora. Mas quais seriam os motivos? Seriam eles justos? E como se comportaria a sociedade ao julgar tal crime? E mais importante, para fins de registro, como a jornalismo se posicioniu na época? Com um aspecto totalmente jornalístico, o autor se propõe a recontar essa parte esquecida da história criminalística brasileira. Bastante material acerca do caso, com fatos vindos diretos dos autos processuais, porém, o aspecto jornalístico de tudo é anti climático, o que pode frustar a experiência dependendo da sua motivação ao ler esse livro. Mas se buscar informação histórica, costumes e pensamentos da época, esse é um prato cheio.