O que você faria se descobrisse que o seus maiores inimigos estão dentro de si? Conheça a história de Alan de Alcântara, um cirurgião austero, rígido e crítico, que jamais imaginou que atravessaria o caos psíquico. E atravessou. Mapear e domesticar os fantasmas da emoção foram os seus maiores desafios. Uma história de êxito, medo e renascimento.
Augusto Jorge Cury (Colina, 2 de outubro de 1958) é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de literatura psiquiátrica brasileiro. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas. À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.
Escolhi ler esse exemplar do afamado e competente psiquiatra pela lembrança de outros livros do autor, que valeram a pena cada parágrafo. Mas esse, só terminei de ler por respeito a Cury. O romance é previsível e os personagens não são detalhadamente apresentados. Em muitas passagens, seria interessante saber o que entendia e pensava Claudia, ou até mesmo Lucila. Porém, devo confessar que o enredo traz, de maneira simples, mas não simplista, uma explicação convincente sobre a eficiência da psicoterapia, inclusive em pacientes resistentes ao tratamento. Com uma linguagem acessível a grande parte da população, Cury esclarece com maestria o que acontece em nossa mente e como podemos e devemos ser responsáveis por nossa saúde emocional. Eu indicaria este livro a leigos no assunto. Inclusive, o daria de presente a algumas pessoas a quem vejo constantemente ignorar suas emoções e a capacidade de serem mais felizes.
Eu só não dei mais estrelas para esse livro porque ele é muito curto. Porém, é fantástico. Um livro para se ler muitas vezes, principalmente a partir do capítulo 10.
A mensagem que o livro transmite é muito importante. Contudo, o autor recorre muitas vezes a termos científicos e explicações científicas que foram difíceis de assimular. Além disso, penso que as personagens poderiam ter sido mais aprofundadas.
Excepcional viagem ao inconsciente humano com enfrentamento de traumas e fobias. Mais um surpreendente livro que relata as misérias humanas e traz-nos uma forma de lutar contra nossos maiores medos.
Neste livro viajamos pelo outro lado da medicina enquanto área de saúde e dos profissionais de saúde. Aqueles - como muitos adultos da actualidade - que se focam em exclusivo na carreira profissional: nas metas, nos objectivos e no sucesso. O dinheiro é importante e faz falta e dá estabilidade; mas não é tudo e hoje em dia esquecemo-nos da parte ludica da vida. De viver. De sair. De rir. De aproveitar tudo o resto. Ate da família em prol de se ser bem sucedido.
Uma boa parte do livro - para mim é a parte mais interessante, para além de toda a história da personagem - são as consultas de Psicoterapia de Alan e a estratégia de Marco Polo onde temos acesso a conceitos importantes da Psicologia que nos deixam a pensar.
"Viver é um contrato de risco sem cláusulas definidas"
Muito interessante, como leva as pessoa levar séria a perfeição e valorização excessiva do trabalho. E como o preconceito das sociedade e de nós mesmo, em relação aos problemas da mente da alma, do negativismo e positivismo, dos erros e dos fantasma do nosso ser em ralação as frustrações, fracassos.
Augusto Cury nos trás uma história verídica, nela ele narra a vida do doutor nerocirurgião, Dr. Alan, um homem que perdeu 15 anos de sua vida para a síndrome do pânico, a história de sua superação é emocionante. Uma bela história que nos ajudar a vencer os nossos vampiros emocionais.
história de um medico que entra em depressão profunda. a relação sobre reconhecer a doença, a importância da filha para sair dai, o renascer, e a fé. o dominar a mente e o pensamento negativo e destrutivo.
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Me vi em todos os momentos atormentados do personagem principal. Gostei das técnicas usadas, mas preciso testar na prática. Adam tem o dom de definir os monstros que atormentam nosso dia a dia.
I enjoyed that he used Marco Polo from another book and talked about such an important subject. The discussions between the main character and Marco Polo were really good.