Em Nova Eldorado, cidade que um dia teve o céu coberto pelo brilho da aurora boreal, as estudantes Amanda Valente e Luna Bocaiúva vivem como completos opostos. Ninguém pensaria que elas seriam vistas juntas, até que uma tragédia se acomete sobre a família de Luna, e ela precisa recorrer a inteligência de Amanda se quiser trazer justiça para os Bocaiúva. Porém não será tão fácil entrar em um acordo. Se Luna é lembrada por seu visual rebelde, sua falta de compromisso e sua ascendência, tomada como estrangeira por muitos, Amanda, a garota de cachos vermelhos, é famosa por seu orgulho, sua desconfiança e pelas notas incríveis. O problema começa quando sentimentos inesperados se afloram entre elas, ao mesmo tempo em que uma chantagem trás o passado de Luna de volta. A confiança que constroem será posta à prova, o que pode não só afastá-las de vez, como também levá-las ao limite para decidir o que é mais importante para cada uma: orgulho, família, amizade ou amor?
Armadilha para Lobos é um livro totalmente incrível!! Não se deixe levar apenas pela premissa do “clichê”, porque ele é muito mais do que isso! Aliás, se o livro não tivesse nenhum dos pontos que vou citar a seguir e só tivesse o clichê nerd e badgirl, ele já seria super fofo! E sabe por quê? Porque como LGBT+, posso afirmar que é MUITO difícil encontrar um clichê bem desenvolvido para esse público e, às vezes, tudo que queremos é algo que envolva um romance lindinho para a gente rir, chorar e comer pipoca. Os héteros tem tanto disso... por que não podemos ter também? Agora vamos aos pontos que me deixaram com o coração quentinho, de tanto que me emocionaram e me deixaram entusiasmada. 1º - A história tem protagonismo LGBT+ e o foco não é na sexualidade dos personagens. Nós, que fazemos parte da comunidade, sabemos como é difícil encontrar um livro que mostre que podemos ser mais do que pessoas que sofrem preconceito e que são julgadas por serem quem são( quando não são erotizadas pela sua preferência sexual, né?). Armadilha nesse caso não é NADA clichê, porque traz protagonistas cheias de atitude, inteligentes, com uma família amorosa e com laços incríveis de amizade! Isso me fez ver esse livro como um exemplo perfeito de representatividade! 2º - A história valoriza o nosso território nacional que é riquíssimo!! Em meio a tantas histórias que abordam o cenário americano/ estrangeiro e pessoas babando ovo de qualquer coisa que venha de fora, ver uma autora que teve a coragem e a disponibilidade de pesquisar sobre o Brasil e mostrar as nossas raízes me deixou suuuper feliz! Afinal, quando que vocês, leitores, tiveram a oportunidade de ver uma história escrita por uma autora paraense, em um cenário totalmente nacional( e nesse ponto incluo também o protagonismo indígena, o negro e o gordo!), cheio de fantasia e mais: com representatividade LGBT+? Eu, pelo menos, nunca tinha visto algo assim! 💕 3º - O livro foi feito com muito cuidado e carinho, havendo leitura sensível de duas indígenas, além de ter um amor e um aconchego que você sente em cada página! 4º - Achei maravilhoso que a autora colocou a Amanda, protagonista negra da história, para ser a pessoa mais inteligente do colégio e que, apesar de ser nerd, também é cheia de opiniões e é a pessoa que toma mais atitudes para que haja o desenvolvimento da relação com a Luna( badgirl lésbica e indígena). Isso porque nas histórias, normalmente os personagens que são sempre colocados na posição de conquistadores são os bad boys/ bad girls, enquanto que os nerds são vistos como os que “não pegam ninguém”. 5º - A-M-E-I como os elementos mágicos foram muito interessantes e tão sutis ao mesmo tempo! Tudo se encaixou muito bem ali! 6º - As referências à história original da Chapeuzinho foram super criativas! Fala sério, não é incrível ter uma Chapeuzinho de cabelos black vermelhos no lugar do velho capuz? Além disso, tem o nome da gangue, que só não menciono aqui para não dar spoilers! Rs 7º - Além de tudo, a história tem a Maria Flor, uma personagem trans super importante que NÃO tem disforia e que está em um relacionamento hétero e saudável, o que ajuda a mostrar que gênero não tem nada a ver com sexualidade! 8º - A cena de sexo foi suuper fofa e realista. ZERO erotizada/ hiperssexualizada( como sabemos que acontece muito com lésbicas e bissexuais no mercado, né?) 9º - O fato dos personagens serem LGBT+ é retratado como algo totalmente natural e ninguém em Nova Eldorado tem problema com isso! Aliás, Nova Eldorado é a cidade que vai ser palco para todos os outros livros da coleção, o que torna tudo absolutamente encantador! 10° - O FINAL É FELIZ! ❤️
E com isso só posso dizer: leiam “Armadilha para Lobos”! Como LGBT+, me senti muito contemplada! Maria Eloise é maravilhosa e muito sensível em tudo o que faz!
Obs: Vi um comentário aqui dizendo que foi utilizado o termo “mulato” na história. Saí daqui e fui dar um control find no livro, o que me fez constatar o que no fundo já sabia: isso NÃO acontece em nenhum momento! O termo utilizado na realidade é mestiço, inclusive escolhido pela própria autora que é não-branca( e own voices) para se designar em sociedade.
Frequentar a escola, estudar para o vestibular e se manter longe de encrencas... Não deve ser algo difícil, hum? Passa a ser se você é uma moça esquentada, muito perfeccionista, querendo o primeiro lugar nas provas e, de repente, depara-se com uma missão: ajudar alguém a estudar em cima da hora, para as provas para as quais você está há anos se dedicando! Amanda vai ajudar bem contra à vontade Luna, porém a revelia não dura muito. Nesta versão do clássico Chapeuzinho Vermelho, a hostilidade logo cede espaço a uma pergunta: e se Chapeuzinho e Lobo, na verdade, atraem-se? E se Lobo tiver segredos dos quais se envergonha e precisa superar? Em Armadilha para Lobos, em vez de um elemento masculino que atraí a Chapéu para um caminho tortuoso, temos duas jovens que se atraem (com uma boa pimenta mesmo!) e se influenciam, prontas para aprender com o passado, deixar cair as máscaras e seguir pela estrada que não leva à casa da Vovó, mas à Universidade, à vida adulta e a um romance bem fofo!
Eu não poderia ter mais orgulho de ver uma história como essa acrescentando voz à literatura sáfica nacional! Com uma escrita leve, de fazer devorar página por página sem parar, Armadilha Para Lobos me fez passar por muitos sentimentos durante a leitura. Eu me diverti com os personagens e me apaixonei por eles. Me sensibilizei com os temas que falam sobre família e julgamento social. Me encantei pela representatividade rica e naturalizada que a história conseguiu trazer: desde a orgulhosa ancestralidade indígena, à sexualidade sem tabu das protagonistas, até a transgeneridade sem sofrimento de uma das personagens mais queridas! Maria Eloise é uma autora que sabe deixar o leitor ansioso para conhecer mais do seu trabalho.
Decepção é a palavra certa para descrever este livro. Desde que ele apareceu nas minhas redes sociais eu fiquei muito animada por causa dessa capa belíssima e porque ele aparentava ter tudo o que eu gosto nele: sáficas, é um reconto de um conto de fadas e é uma fantasia urbana. Ele conseguiu me decepcionar em praticamente tudo isso sendo extremamente mal desenvolvido.
No romance sáfico é esperado que haja um trope de inimigos para amantes. Mas quando se fala dele o esperado é: duas pessoas não se gostam, por motivos adversos elas são forçadas a se unirem e dessa união é desenvolvido GRADUALMENTE afeição natural entre elas. O problema é que tudo isso acontece em 20% e, arredondando o número de páginas para 200, é como se em 40 páginas todo o conflito desse trope fosse resolvido e quem lê muitos livros assim sabe que não é assim que funciona. A Lune passa a conviver mais com a Amanda para estudar com ela e durante esse período elas desenvolvem sentimentos uma pela outra, só que esse período não é mostrado (quase como se tivesse fora do livro ou na cabeça da autora mesmo) ele é extremamente rápido. Elas tem poucas interações é tudo um quadro do bob esponja de "a few moments later" quando repentinamente a Amanda (logo a Amanda que não queria nada de paquera no meio dos estudos) beija a Lune. Não dá nem para comparar com Insta Love, porque esse trope já é claro na sinopse na maioria das vezes e não surpreende o leitor, aqui em Armadilha para Lobos é só mal desenvolvido mesmo.
E então chegamos na confusão que é essa história. Para um livro ser divulgado como uma fantasia urbana ele tem que ter no mínimo um pouco de desenvolvimento disso, mas isso não acontece. O leitor fica perdido sobre absolutamente TUDO no número de Nova Eldorado, a desculpa que esse é o primeiro livro da coleção e que isso seria mais desenvolvido nos outros não cabe aqui, pois justamente por ser o primeiro deveria ter demostrado elementos místicos o suficiente para instigar o leitor a ler o resto da coleção. E mostrar eles no finalzinho não conta até porque o autor tem que pensar em conquistar o leitor desde o início, pois nem todo mundo tem paciência para ler um livro que "só fica bom no final". Voltando aos elementos místicos temos um conflito mágico mostrado de forma rasa que levou as pessoas a oprimir uma minoria étnica. Dá para contar nos dedos de uma mão a quantidade de vezes que houve menção a magia, que parecia ser algo presente nessa sociedade só que se perdeu, mas não tenho certeza disso (sabe por quê não tenho certeza? isso mesmo porquê não tem desenvolvimento na narrativa). E até agora estou tentando entender o título, já que a menção de lobos acontece em 50% da história (mais uma falha da narrativa)...
Outro detalhe, gostei bastante da autora ter feito uma leitura sensível com pessoas indígenas. E tinha tudo para dar certo essa ideia, mas para um livro que passa uma ideia de representação étnica-racial ambas tiveram suas falhas. Começando que para se ter uma boa representação é necessário uma boa descrição dos personagens, seja de características físicas e de personalidade. E de físicas a autora não consegue fazer direto, por exemplo só dá para saber que o Jonathan é negro em 50% do livro quando ele já havia aparecido uma porrada de vezes. Teve uma falha que partucularmente me irritou, em um momento a Lune entra no Grêmio estudantil e fala o nome completo de dois personagens só isso, não fala mais nada nem características físicas eles tem no máximo ela menciona um como um "irmão". E eu só consegui imaginar bem as protagonista pela arte de capa, pois se fosse depender da descrição do livro. Falando em descrição em outra cena bastante confusa a Lune entra no quarto da Amanda e cometa sobre a aparência dele e elas duas tem um pequeno diálogo sobre ele, mas tudo isso acontece sem em nenhum momento ocorrer a descrição do quarto. E para piorar no capítulo seguinte a Lune entra de novo no quarto, só que sozinha, e faz uma descrição completa da decoração dele o que é completamente sem lógica, já que a importância da descrição era um recurso narrativo naquela conversa onde ela não está!!! Outra coisa que me incomodou foi a autora utilizar o termo "mestiço" para se referir a filhos de um relacionamento interracial...
O que salvou esse livro para mim foi algumas cenas avulsas, o final que me deixou curiosa sobre o que aconteceria nós próximos livros e que eu simpatizei com alguns personagens. Ainda tenho mais algumas críticas a essa história, mas estou com preguiça de escrever.
Ah quase espaço de mencionar: gostei muito mesmo foi como ser LGBT é algo completamente normal o único preconceito mesmo de lá é o racismo anti-indigena e a xenofobia (achei interessante ter sido abordado a sexualização que a Luna sofre bem como ela ser tratada como "exótica" pelos outros).
É isso. Eu não gostei muito do livro, mas essa é a minha opinião vai que você (pessoa que está lendo) ame ele? nunca se sabe.
Achei a proposta incrível (sou muito fã de recontos) e achei o enredo muito bem feito. Luna me conquistou de cara e o desenvolvimento dela só fez meu carinho pela personagem ser crescente conforme o andamento do livro. Único ponto "negativo" (e nisso digo por um gosto bem pessoal) é que achei a construção do romance bem instalove, não muito natural, e acabou não me descendo muito (mas eu naturalmente não curto instalove em livros). Fora isso, recomendado demais!
"Armadilha para lobos" é um daqueles livros que a gente lê e não consegue tirar da cabeça por muito tempo. É um livro que os personagens acompanham a gente, que fazem a gente sorrir e se emocionar horrores! Foi uma das minhas melhores leituras esse ano, e eu vou guardar a Amanda, a Luna, a Maria Flor e os outros no meu coração com muito carinho! Esse livro é só uma das provas de que a literatura nacional, independente, sáfica e ficcional tem MUITA qualidade e merece mais reconhecimento, e meu sonho é que todo mundo leia "Armadilha" pelo menos uma vez na vida! OBS: a cena da formatura me fez chorar igual um bebê AAAAAAAAAAAAAAA
eu realmente gostei de ler Armadilha para Lobos, foi empolgante e fluído. as personagens me cativaram de primeira, mesmo com todos os seus defeitos e embates pessoais. foi interessante acompanhar toda a relação entre os demais personagens, até que se tornassem amigos e alguns até mais do que isso. o primeiro beijo do casal principal pode ter sido rápido demais, mas depois ao meu ver, tomou um rumo mais gradual de desenvolvimento e de conquista de confiança também.
um ponto que me atrapalhou um pouco, foi a escrita. não é ruim, porém confusa em algumas descrições e diálogos. também acredito que faltou um pouco mais de descrição dos personagens, para que ê leitore tivesse uma visualização mais clara na hora de os imaginar. e ainda sobre descrições: não sei se consegui entender totalmente o cenário em que a história se passa, gostaria de ter tido maiores explicações e contextualização da magia que envolve El Dorado. por fim, a palavra "mestiço" acabou sendo usada para definir uma pessoa nascida de uma relação inter-racial, foi uma falha na hora de escrever e revisar. é o primeiro livro da autora, acredito que sua escrita irá evoluir em seus próximos trabalhos.
voltando para os pontos positivos: é um livro repleto de diversidade. temos personagens não-brancos, indígenas (apesar de que teria sido interessante saber qual a etnia da Luna e de sua aldeia), trans e com diferentes tipos de corpos. a forma com que o racismo anti-indígena e a xenofobia (inclusive, podem acabar sendo gatilhos) são tratados como os maiores problemas de El Dourado, como Luna sendo feitichizada por ser uma """estrangeira exótica""". e essa visão de como as partes mais pobres de uma cidade são sempre marginalizadas pelo próprio governo e mídia, que ignoram que o problema é bem mais profundo (e que a classe alta não é nada santa). outra coisa legal é que pessoas e relações LGBTQIAP+ são tão naturais neste universo, em nenhum momento o fato de maria flor ser uma mulher trans por exemplo, foi "motivo" para que ela sofresse qualquer tipo de discriminação.
no geral, acredito que tenha sido uma boa forma de se iniciar a coleção Abraqueerdabra. com certeza, me senti ainda mais inspirada em ler os demais volumes, explorar o universo criado e saber mais sobre essa boreal tão especial que envolve o céu.
A proposta desse livro (e da coleção toda) me agrada muito. Amo releituras e amei encontrar tanta diversidade nessa história. Comecei a ler super empolgada, mas acabei achando um tanto infantojuvenil pro meu gosto atual, então acabou não funcionando tanto pra mim como achei que seria. É um livro super rápido de ser lido, com uma história fluída e que me prendeu até certo ponto. Mas confesso que depois de passado o plot do caderninho, eu só queria terminar logo (e no fim, achei o final fraco/jogado). Não fiquei apegada a nenhum dos personagens e nem ao romance em si, mas no geral, é um livro que dá para passar o tempo, da para encontrar representatividade e torcer para um zal sapatão. Mas fica um pouco a sensação de que será esquecível (ainda mais que não sei se vou ler o restante).
A proposta desse livro é uma coisa linda demais. Toda a história dos pais da Luna e da aldeia, as lutas, meu coração ficou num aperto tão grande, porque eu sei que isso acontece até hoje e confesso que não sei muito, mas eu quero colocar mais autores indígenas na minha lista... O romance eu achei bem fofo demais, enemies-to-lovers é tudo pra gente e é tudo que a gente pede e eu amo a naturalidade da sexualidade nesse livro.
Comecei a ler o livro pois fiquei sabendo do projeto Abraqueerdabra e fiquei interessado, acabei me surpreendendo pois é uma leitura super rápida e com uma história super gostosa de ler, pra quem curte um romance teen com aventura, drama e representatividade LGBT vai amar, vamos valorizar nossa literatura brasileira!
Terminei kk (Errata: eu tinha começado ontem, e não hoje)
Que livro gostosinho e cheio de representatividade deliciosa. Gostei muito.
A trama/o conflito principal em si é meio mais ou menos, mas as personagens são envolventes e te deixam querendo mais. O livro consegue ser sensível e delicado, e ao mesmo tempo mordaz na crítica ao governo e à xenofobia. E introduz um universo cheio de mistérios que te faz ter muita vontade de ler os outros livros passados em Nova Eldorado.
É um bom livro, apesar de ser de uma autora sem muita experiência. Apresenta bem o universo de Nova Eldorado e deixa com vontade de saber mais sobre a cidade. A história da releitura é bem divertida e dos 50% pra frente fica bem envolve-te. Leitura rápida e nacional, né!
Armadilha para lobos é um livro de fantasia que reconta a história de chapeuzinho vermelho e o lobo mal de uma forma contemporânea. Apesar de achar que o livro é bem escrito e planejado, eu tenho também minhas ressalvas com ele, por ter alguns pequenos defeitos (ou coisas que me deixaram meio assim) e que eu sei que poderiam ser resolvidas com uma leitura crítica ou sensível.
Mas armadilha para lobos é um livro divertido e tem uma leitura rápida e gostosinha.
Eu ainda estou bem reflexiva sobre esse livro, então vou pontuar as coisas que mais gostei: • Eu gostei muito da Luna e que o lance com o julgamento sobre a Amanda e vice-versa caiu logo por terra depois de umas tardes de estudo. • O livro conta com diversidade e foge de personagens padrãozinho. • As famílias das meninas são perfeitas com as suas particularidades. • Muito massa que a sexualidade alheia é super aceita no contexto geral do livro e os personagens são vistos por quem são e não apenas pela sua orientação sexual. • Fiquei imaginando que ela fossem se transformar em lobo, mas não a forma que a autora fez com a explicação da mãe da Luna no final foi tudo para mim, aliás mais um destaque para a mãe dela que é PERFEITA, porque ela falou exatamente tudo que pensei do rolê do João pra Luna. • E eu gostei dos elementos fantásticos foram inseridos Ponto negativo para mim: Para mim não ficou claro o porquê não estão deixando historiadores de fora levarem seu material, entendi que é para esconder alguma coisa que o governo está aprontando mas faltou essa explicação. E o motivo do rolê que está rolando ao entorno da cidade. Soube que a cidade estará em outros livros dessa série não sei se deixaram para explicar nos próximos.
This entire review has been hidden because of spoilers.
3.5 🌟 eu não conhecia direito a coleção mas peguei grátis na Amazon ( obg escritories) e decidi dar uma chance. O livro me surpreendeu, gostei muito da parte fantástica da trama, e achei a introdução pro mundo da coleção muito boa, visto que não jogadas mil e uma informações pro leitor, como acontece na maioria dos livros de fantasia. De começo eu pensei que seria um livro bem básico, mas ele se mostra muito mais intenso ao decorrer da história. Devo dizer que não houve tanta presença dos elementos da história da Chapeuzinho Vermelho ( eles existem é claro, porém não são tão destacados ). O romance entre as duas personagens é bem gostoso de acompanhar, mas achei que mais cenas entre elas seriam muito bem aceitas. Super indico pq é uma leitura leve, mas não é boba. Devo admitir que surtei muito quando entendi que os outros personagens tbm representavam alguma outra lenda/ conto. Me senti a maior burra quando percebi quem a Branca, os gêmeos e o Jonathan eram 🤡
No início, não me prendeu, mas a leitura depois de algumas páginas é simplesmente viciante. A história por si só é incrível, cheia de reviravoltas, mistérios a cerca do universo e dos personagens, que, por sua vez, são muito bem escritos. O fato de todos os livros dessa "saga" se passarem no mesmo universo, em El Dolrado, é simplesmente mágico para mim, me faz boba toda vez que pego uma referência ou algum nome no ar que reconheço de outro livro. O desenvolvimento do casal também é muito bem desenvolvido e trabalhado, podendo te deixar sem ar, angustiado, de coração quentinho, tudo. O final é chocante, os plot twists são muito bons.
Gostei bastante deste livro, li de uma vez só pois ele é bastante fluido. No entanto, não acho que ele é bem uma releitura de Chapéuzinho Vermelho. Apenas um cena faz referência e só.
Gostei bastante dos personagens apresentados aqui, especialmente a Maria Flor e a Branca, que são as melhores amigas que alguém pode querer. A fantasia é construída de forma gradual e bem lenta e nem chega a ser tão aprofundada nesse volume, que é a introdução de uma série.
Única coisa que senti falta é de um conflito menos brusco mas facilmente ignoro isso pois a cena de Anhangara me pegou demais. Bem legal.
Não tenho palavras para descrever a experiência incrível que passei lendo esse conto, simplesmente me encantei pela escrita envolvente e pelo cuidado da autora ao trazer uma representatividade indígena e sáfica com muito respeito e carinho.
O romance enemies to lovers foi bem desenvolvido, me fazendo torcer a cada capítulo pelo primeiro beijo do casal e surtava a cada interação sem farpas. Os personagens secundários também foram muito bem escritos, trazendo uma maior complexidade ao enredo o deixando ainda melhor.
Estou ansiosa pare ler o resto dos contos dessa coleção.
Li esse enquanto esperava na fila do hospital, achei uma história divertida no começo, mas depois de um tempo se tornou um pouco irritante. Gostei da ideia de trazer Chapeuzinho Vermelho pro YA LGBT, porém algumas cenas que faziam referência ao clássico poderia ter ficado de fora (motivo: vergonha alheia).
A escrita é bem gostosa de ler e passa rapidamente tanto que num piscar de olhos tava na metade da história, personagens interessantes, a relação das protagonistas foi bem construída não sendo aquela história de na página 1 se odeiam e na 30 já estão apaixonadas foi feito um aumento gradativo, e me pegou de surpresa a referência a branca de neve no meio.
minha principal decepção foi por esperar mais fantasia na história — já que é o gênero do livro — e tivemos isso apenas no final, o desenvolvimento do romance também deixou a desejar. a ideia do enredo é ótima, mas decepcionou no desenvolvimento ao meu ver, ainda lerei os outros da coleção.
Gostei muito das personagens, a curiosidade pra saber o que iria acontecer com elas me fez terminar a leitura bem rápido. E adorei Nova Eldorado, tô animada pra ler mais histórias nesse universo.
A diversidade é apresentada com uma naturalidade incrível, de um jeito que nem sempre se encontra por aí. Gostei do cenário urbano com um tanto de crime e misticismo.