Depois de A Febre de Urbicanda, publicada na colecção de 2019, Schuiten e Peeters, os premiadores criadores da série Cidades Obscuras, regressam à colecção Novela Gráfica com Rever Paris, uma história onde deixam excepcionalmente de lado o universo de Cidades Obscuras para se aventurarem numa viagem ao futuro de Paris. Um futuro ancorado na realidade mas que não esquece a homenagem aos criadores visionário do século XIX, como Jules Vernes ou Albert Robida.
Fevereiro de 2156. Kârinh nasceu na Arca, uma colónia espacial criada por um grupo de ex-terráqueos que cortaram todos os laços com o seu planeta natal. A jovem sempre sonhou com esta terra que nunca viu, e especialmente com Paris, uma cidade descoberta nos livros. Ao ser escolhida para uma expedição à Terra, o seu sonho vai poder tornar-se realidade, mas a Paris que a espera é bem diferente da que conhece dos livros…
François Schuiten was born in Brussels in 1956, as the son of two architects. He studied at the Saint-Luc Institute where he met Claude Renard. Together, they created the comics 'Aux Médianes de Cymbiola' and 'Le Rail', as well as three volumes of '9ème Rêve'. François also collaborated with his brother Luc on the series 'Terres Creuses' which was published in the legendary Pilote magazine. His final breakthrough into the mainstream of comics came with his transfer to the more adult Métal Hurlant magazine. In 1980, together with Benoît Peeters, he created the series 'Cités Obscures', in which his love of architecture is magnificently visible.
Eu simplesmente amei essa 'bande dessinée' ou historia em quadrinhos. Principalmente porque eu adoro historias sobre distopias. É legal que a gente nao consegue se situar no tempo, mesmo que se passe no futuro, a referencia é o século 19/20.
Trata-se de uma Distopia que nos dá uma catastrófica visão do futuro de uma das cidades mais míticas da Europa. Muito interessante a contextualização histórica feita no final.
jednocześnie jedne z najpiękniejszych ilustracji jakie kiedykolwiek widziałem w powieści graficznej połączane ze średnią fabułą - szczerze zaskoczyła mnie jej obecność.
Le dessin est très beau, le Paris du futur magnifique. L'histoire est charmante, sensible. Mais la fin n'a pas de sens. Lorsqu'elle s'éloigne dans le vaisseau de ses sauveteurs, on voit derrière le "toit de Paris" intact. Mikhaïl était sûrement bien vivant, et elle aurait pu aller le chercher plutôt que de filer sans un regard en arrière.
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