A marca que SW deu a si mesmo, “o homem que estava lá” não poderia ter sido mais apropriada, frequentou grandes personalidades do mundo do século XX, cobriu Nuremberg, a fundação de Israel, seu amor pelos filhos, pela rotativa e o legado que deixou na imprensa. Homem de se reinventar infinitamente e com criatividade.
De todas biografias que li, não foram poucas, está se encaixa nas top 3, trabalho fenomenal da Karla Monteiro.