Bem-vinda à Sociedade Secreta de Impostoras Anônimas!Você já teve aquela sensação de que nunca é boa o suficiente?De que precisa estudar mais?Trabalhar mais?Malhar mais?E que, se não fizer isso, a qualquer momento perceberão que você é uma farsa?Durante muito tempo me senti exatamente assim. Achei que estava sozinha até saber que a Michelle Obama, a Michelle Pfeiffer e a Michele estagiária sofriam da mesma coisa.Gente, será que eu sou a única Rafa sofrendo esse problema de Micheles, ou será que tem mais mulheres como eu?Descobri que esse problema – chamado de Síndrome da Impostora – é universal e atinge milhões de mulheres em diferentes países e contextos. Aliás, existem grandes chances de essa ser uma questão sua também!Neste livro, conto minhas experiências, explico sobre essa síndrome e suas complicações, e também algumas maneiras de a acolher e controlar (em vez de deixar que ela controle você). Convido você a entrar na minha vida, na das Micheles, na sua e na das demais mulheres que fazem parte dessa Sociedade Secreta de Impostoras Anônimas.
Normalmente eu passaria longe de livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal, mas decidi ler esse por saber que a autora partiu de sua própria experiência e de seu próprio incômodo com a sensação de ser incapaz para começar a pesquisar sobre a síndrome de impostor(a). A parte que ela fala de como já foi afetada por isso, de quantas oportunidades não soube aproveitar ou como se sentiu mal com as próprias conquistas é realmente muito boa, e eu me identifico com quase tudo o que ela menciona nesse capítulo. Até aí, o livro é muito bom. A partir da metade é que o conteúdo começa a ficar duvidoso. No capítulo seguinte, que propõe reconhecer o problema e aprender a identificar os nossos gatilhos para nos sentirmos impostoras, alguns dos exercícios para combater a "voz" da impostora são muito bons. Mas outras das soluções que a autora propõe são muito presas à realidade da própria autora e não fazem sentido para "mulheres comuns". Planner mensal baseado em como o ciclo menstrual afeta nosso humor? Evitar apresentar projetos no período de TPM, e deixar para começar coisas novas no período fértil? Palhaçada! Essas orientações sobre se conhecer melhor e saber como os hormônios afetam o humor para "ter uma rotina melhor no trabalho" só parecem possíveis para mulheres que ocupam cargos executivos e/ou de liderança em grandes empresas, com rotina de reuniões executivas e etc. Não dá pra uma pessoa normal com emprego normal escolher que tipo de demandas vai cumprir no trabalho porque "durante essa semana o meu ciclo não favorece esse tipo de atividade". Pensar nisso é ridículo! Até que a autora tenta, ao longo do livro, considerar outros tipos de vivência e realidade - em certo trecho, ela menciona que pessoas de grupos marginalizados ou de minorias sociais, independente do gênero, também são muito afetadas pela síndrome de impostor - mas no fim, as soluções apontadas só parecem possíveis pra quem está na mesma classe social que ela. O pressuposto de que tantas mulheres são afetadas pela síndrome de impostora por causa do machismo estrutural e do quanto nossas capacidades são subestimadas desde a infância faz todo o sentido, mas não é "dando as mãos" pra todas as outras mulheres que se vence um pensamento retrógrado da sociedade. Em ambientes de trabalho - porque é principalmente desse contexto que a autora fala - também existe mulher babaca, que vê defeito em tudo no trabalho dos outros, que pisa em quem ta embaixo só porque ocupa uma posição de poder, mesmo que abaixo dela estejam outras mulheres. A sugestão de "pedir desculpa a todas as mulheres que você já julgou" parece papo de quem descobriu o feminismo no mês passado e ainda ta deslumbrada com a ideia, sem considerar recortes de raça, classe, orientação sexual ou o próprio fato de que pessoas diferentes pensam de forma diferente e têm objetivos e ideais diferentes.
“Combater a Síndrome da Impostora não significa se achar melhor que alguém. É se considerar semelhante a todos. Se o outro pode, eu também posso!”
Poxa que livro legal! Ele me prendeu do começo ao fim e me identifiquei com muitas situações que ela escreveu. Me fez refletir sobre muitas coisas. Agora vejo que todo julgamento é uma confissão, muitas vezes vem junto com a arrogância por parte de pessoas inseguras, que se sentem mal, porém criam a ilusão de serem "melhor" e precisam diminuir o outro para se sentir bem.
Assim como a maior parte das mulheres, Rafa Brites já se questionou se era “boa o bastante”. Quando ela conta isso e traz exemplos de outras mulheres bem-sucedidas que também lutam contra a Síndrome da Impostora, fica claro que estamos quase todas no mesmo clube. Ou, como sugere a Rafa, na Sociedade Secreta das Impostoras Anônimas. Ela sugere o acrônimo EMPACAR (para explicar as principais causas de nos rendermos à síndrome) e o acrônimo BRILHAR para mostrar como podemos nos libertar dela. Um livro de rápida leitura e de linguagem simples, bastante coloquial - algo que permite quase uma conversa entre autora e leitores.
Livro rápido, objetivo e com conteúdo que agrega conhecimento da síndrome da impostora. Rafa Brites fala com clareza e com uma escrita leve e divertida do tema e achei muito interessante a forma como direciona o leitor pra reflexão. Um ponto que apesar de que acho q a questão hormonal (TPM)não seja algo que interfere achei interessante a pegada de que as mulheres tem que buscar o autoconhecimento e fugir dos comentários / histórico machistas da nossa sociedade e super gostei da explicação do ciclo hormonal e a indicação dos períodos em que somos mais produtivas ou não (Sad but true). Acho que vale a tentativa de aplicar. Recomendo a leitura para mulheres que se identificam com o tema.
É um livro de leitura fácil e despretensiosa, parece mais uma conversa informal entre a autora e as leitoras. O tema central é a sensação de insuficiência que acomete a tantas mulheres e é fácil se identificar com as situações descritas. Senti falta de um maior aprofundamento em certos temas que são pincelados de forma muito superficial, mas é uma leitura gostosa e que pode servir como pontapé inicial para processos de autoconhecimento.
Leitura simples e divertida, ajuda a entender melhor alguns momentos que passamos na vida, onde nós questionamos sobre nossa capacidade. Dá dicas bem valiosas, vale a pena a leitura.
Que livro maravilhoso de ler! Acho que sou meia impostora hahahaahaha Me identifiquei em alguns pontos, porém em outros, nadinha !!! Kkkkkk Mas é uma leitura muito boa, divertida. Eu amei o livro
É uma autobiografia que funciona como autoajuda. Não tem um direcionamento científico e sim de compartilhamento das próprias experiência com o intuito de que se aprenda pela experiência da autora.
A autora Rafa Brites mandou muito bem na leitura do seu audiobook e esse é um dos fatores que aumentam o engajamento. O conteúdo é importante para as mulheres.
Acho que comprei esse livro num impulso, porque não costumo compranenhum livro de auto-ajuda como esses. Ainda mais um livro de auto-ajuda que tenha direcionamento excluisvo para mulheres. Mas eu devia estar numa daquelas semanas de ego ferido e dilacerado e achei que talvez esse livro pudesse ser de alguma valia para mim. Mas não foi. Além de ser um livro sexista, que parte do pressuposto de que a síndrome do impostor ocorra de uma forma exclusiva para as mulheres (deixando de lados outras miniorias que sofrem o mesmo ou pior), a estrutura como é feito subestima o leitor, ou no caso, a leitora. Parece mais uma cartilha de alfabetização em empoderamento do que uma obra com embasamento. Achei bastante boba a forma como o texto é apresentado, parece texto da revsta Capricho. Uma pena porque se fosse um livro bem embasado, bem articulado e bem fundamentado poderia ser de ajuda para muita gente (não apenas mulheres ) que sofrem desse tipo de síndrome.
Li literalmente tudo no mesmo dia, muito leve e o audiobook (que é a própria autora que narra) deu um que mais divertido.
Me identifiquei com todas as situações do início ao fim e foi importante pra eu voltar a refletir nos porquês e pensar o que posso fazer para mudar. Precisava muito escutar isso para começar a virada de chave e transformar o medo, a insegurança, a vergonha e conseguir dividir com o mundo quem eu realmente sou e tenho a oferecer.
“Cuidado com seus pensamentos, pois eles se tornam palavras. Cuidado com suas palavras, pois elas se tornam ações. Cuidado com suas ações, pois elas se tornam hábitos. Cuidado com seus hábitos, pois eles se tornam seu caráter. E cuidado com seu caráter, pois ele se torna seu destino.” (Frank Outlaw)”
“Nenhuma mudança vem sem confronto” “O mundo não irá parar e esperar que você se sinta totalmente segura”
Leitura leve, engraçada, como se fosse uma conversa entre amigas. Não conheço uma mulher que não seja impostora consigo mesma e, embora não seja meu gênero de leitura preferido, valeu mto a pena ter dado uma chance. Apenas aprendemos a lidar com imposições culturais quando damos nome a eles e indico esse livro pra todas as mulheres que conheço, falar sobre como nos sentimos vulneráveis revela mto sobre a sociedade que vivemos.
Esse livro me fez tão bem! Faz muita diferença ouvir uma mulher contando sua experiência para outras mulheres. Sororidade do início ao fim. A Rafa fala com consciência de classe, com acolhimento e encorajamento sobre diversos assuntos. Ela me ajudou a lembrar que ninguém é melhor que eu, mas que eu também não sou melhor que ninguém: sou única. Recomendo fortemente que escutem o audiolivro, porque é a própria Rafa que narra e isso faz muita diferença!
Nunca pensei que fosse ler (ouvir, no caso) um livro de autoajuda. Detesto esse tipo de livro: a linguagem simplista parece supor que todo público-alvo é raso e limitado...; as pílulas; o festival de obviedades. Claro que tinha de surgir um segmento de autoajuda para o nicho da mulher empoderada.
Mas confesso que a estrelinha é porque realmente o formato não me desce.
Primeiro audiolivro da vida! Coloquei ja no 1,25x de velocidade. Fiquei ate na duvida se o livro estava realmente todo lido, ou se foi um resumo. Foi boa a experiencia. a tal da impostora é quando voce acha que nao acredita que é boa o suficiente e nao se permite, ou fica ansiosa em tentar.
Achei o livro extremamente raso e bobo. Uma pena dado que o tema é super interessante. Mas o linguajar e forma de tratar o tema, foi completamente distorcido.
Como audiolivro eu achei que valeu a leitura, pois aproveitei momentos em que estava fazendo outra coisa para ouví-lo.
Traz boas reflexões, mas raso em soluções. Acho que trazer soluções nem era o objetivo do livro, visto que é mais um relato da autora, mostrando como muitas mulheres com vivências totalmente diferes podem se sentir da mesma maneira.
Minha nota é: ⭐️⭐️⭐️ pois ouvi no formato de audiolivro, como e-book acho que teria abandonado.
Achei livro de fácil leitura e como uma excelente impostora em processo de desconstrução me deparei com muitas similaridades que me ajudaram a refletir sobre. Sem duvidas me ajudou no processo (que ainda estou) de abandono da impostora. “por não acreditar em si mesma, você não divide com os outros o que tem de melhor. Isso não deixa de ser uma espécie de avareza. Você tá privando o mundo das suas qualidades. Você pode melhorar a vida de muita gente com o que sabe fazer. Mas essas pessoas jamais vão ter acesso a isso se você trancar essas habilidades por achar que não é boa o suficiente”