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Inês de Castro
Um Romance tragico, historico e para muitos tema de debate.
Seis seculos, muitas historias, personagens, guerras...mas o nome de Ines de Castro perdura enquanto Luis de Camoes nao for esquecido.
Inês, com apenas dez anos contempla o cenário onde terá início o primeiro acto de uma tragédia que ficará para a história como uma das mais belas histórias de amor de sempre. A sua ama, pronuncia as palavras que o destino se encarregará de cumprir - «um príncipe amar-te-á pelo teu colo de garça e pelos teus cabelos loiros e as tuas fontes virão a ser cingidas por uma coroa real». No castelo de Peñafiel, Inês e Constança tornar-se-ão irmãs de alma, unidas pelo mesmo amor - D. Pedro. E se um dia mais tarde o príncipe português casar-se-á com Constança respeitando-a pela sua serenidade é a Inês que amará perdidamente «Inês era a força da cascata, o rumor do mar enraivecido, o roçar do vento quando o cavalo se lança a galope». A morte de D. Constança afasta momentaneamente os dois amantes, mas será então que Pedro e Inês irão viver, na idílica Quinta das Lágrimas, as horas mais felizes do seu infortunado amor. Mas o destino lança nos corações de alguma nobreza as facas da ambição que irão atraiçoar e manchar de sangue o esbelto pescoço de Inês. A beleza lendária de Inês de Castro foi captada na perfeição por esta autora, numa obra que ficará certamente na memória do leitor.
Seis seculos, muitas historias, personagens, guerras...mas o nome de Ines de Castro perdura enquanto Luis de Camoes nao for esquecido.
Inês, com apenas dez anos contempla o cenário onde terá início o primeiro acto de uma tragédia que ficará para a história como uma das mais belas histórias de amor de sempre. A sua ama, pronuncia as palavras que o destino se encarregará de cumprir - «um príncipe amar-te-á pelo teu colo de garça e pelos teus cabelos loiros e as tuas fontes virão a ser cingidas por uma coroa real». No castelo de Peñafiel, Inês e Constança tornar-se-ão irmãs de alma, unidas pelo mesmo amor - D. Pedro. E se um dia mais tarde o príncipe português casar-se-á com Constança respeitando-a pela sua serenidade é a Inês que amará perdidamente «Inês era a força da cascata, o rumor do mar enraivecido, o roçar do vento quando o cavalo se lança a galope». A morte de D. Constança afasta momentaneamente os dois amantes, mas será então que Pedro e Inês irão viver, na idílica Quinta das Lágrimas, as horas mais felizes do seu infortunado amor. Mas o destino lança nos corações de alguma nobreza as facas da ambição que irão atraiçoar e manchar de sangue o esbelto pescoço de Inês. A beleza lendária de Inês de Castro foi captada na perfeição por esta autora, numa obra que ficará certamente na memória do leitor.
- GenresPortugal
168 pages, Hardcover
First published January 1, 2004
About the author
María Pilar Queralt del Hierro
55 books18 followersÉ licenciada em História Moderna e Contemporânea pela Universidade Autónoma de Barcelona, onde leccionou de 1980 a 1982, a cadeira de História de Espanha, na Faculdade de Ciências da Informação. Publicou as biografias: Balaguer (1984), La vida y la época de Fernando VII (1997) , Madres e hijas en la Historia (2002), Novias Reales (2004) e Tórtola Valencia, una mujer entre sombras (2005). É autora dos livros de relatos Cita en azul (1995) e Las sombras de la tarde (2005); e das novelas históricas Los espejos de Fernando VII (2001), De Alfonso, la dulcísima esposa (2003), Inés de Castro (2003) e La pasión de la reina (2005). Colabora regularmente com as revistas Historia y Vida, National Geographic Magazine, e Historia 16.
No campo das reportagens de viagens publicou vários livros como Montserrat, el dragón dormido (2002) ou España: tierra, fuego, agua y aire (2003). Em Novembro de 2004 obteve o prémio da Imprensa do Turismo da Bélgica pelo artigo «Las damas de Flandres».
A tradução para português do seu romance Inês de Castro (2004) alcançou rapidamente os primeiros lugares do top de vendas. É membro do Conselho Geral da Fundação Inês de Castro com sede em Coimbra.
No campo das reportagens de viagens publicou vários livros como Montserrat, el dragón dormido (2002) ou España: tierra, fuego, agua y aire (2003). Em Novembro de 2004 obteve o prémio da Imprensa do Turismo da Bélgica pelo artigo «Las damas de Flandres».
A tradução para português do seu romance Inês de Castro (2004) alcançou rapidamente os primeiros lugares do top de vendas. É membro do Conselho Geral da Fundação Inês de Castro com sede em Coimbra.
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Community Reviews
Displaying 1 - 24 of 24 reviews
February 2, 2013
My first read for the Portuguese Historical Fiction Challenge (http://anecasworld.blogspot.pt/2013/0...) was a book about Inês de Castro, by far the most tragic queen of Portugal as she was only crowned after her death. I had no expectations for this particular book but the story of Inês de Castro is one that I have been curious ever since I first started studying her at school. There's something about such a powerful, and tragic, love story that has an irresistible appeal and one can't help but want to find out all possible details about the woman who put father and son fighting against each other and who drove the country to a civil war.
The book starts with the story of Pedro and Inês being told to the spanish writers Luis Velez de Guevara and Lope de Vega (real characters who wrote plays about Inês de Catro). It starts with a young Inês at her parent's home and follows her to the home of D. Constança Manuel and, when this young lady marries Prince D. Pedro to the court of Portugal where her fate is sealed.
Queralt del Hierro provides a fictional account that relies mostly of the feelings the characters developed for one another and the examination of the their motives. Before the passion that binds Pedro and Inês the focus is on the friendship between Inês and Constança, even after the queen realises the depth of feeling between her friend and her husband. I definitely gained a new respect for D. Constança.
The story proceeds through Inès murder at the hand's of D. Afonso's men and the subsequent war, the search for the killers and the crowning of Inês' cadaver. The author also manages to include Teresa Lourenço, D. Pedro's lover after Inês, who became the mother of King John I. I don't think much is known about her and I thought it sad that she ends up being such a tragic figure as Inês in this story.
As a whole I enjoyed it but I think it could have been richer with more details from the period, their daily lives and, eventually what drew Pedro and Ines besides a powerful attraction that made them fall in love almost at first sight. I would have liked to know the people behind the legend and as it is, I think we stayed mostly with what the legend mentions.
I definitely am curious now to read other books about Inês and see how they compare. There's an author's note at the end of this book that lists all the other books devoted to Inês de Castro that I found particularly useful.
Grade: 3.5/5
The book starts with the story of Pedro and Inês being told to the spanish writers Luis Velez de Guevara and Lope de Vega (real characters who wrote plays about Inês de Catro). It starts with a young Inês at her parent's home and follows her to the home of D. Constança Manuel and, when this young lady marries Prince D. Pedro to the court of Portugal where her fate is sealed.
Queralt del Hierro provides a fictional account that relies mostly of the feelings the characters developed for one another and the examination of the their motives. Before the passion that binds Pedro and Inês the focus is on the friendship between Inês and Constança, even after the queen realises the depth of feeling between her friend and her husband. I definitely gained a new respect for D. Constança.
The story proceeds through Inès murder at the hand's of D. Afonso's men and the subsequent war, the search for the killers and the crowning of Inês' cadaver. The author also manages to include Teresa Lourenço, D. Pedro's lover after Inês, who became the mother of King John I. I don't think much is known about her and I thought it sad that she ends up being such a tragic figure as Inês in this story.
As a whole I enjoyed it but I think it could have been richer with more details from the period, their daily lives and, eventually what drew Pedro and Ines besides a powerful attraction that made them fall in love almost at first sight. I would have liked to know the people behind the legend and as it is, I think we stayed mostly with what the legend mentions.
I definitely am curious now to read other books about Inês and see how they compare. There's an author's note at the end of this book that lists all the other books devoted to Inês de Castro that I found particularly useful.
Grade: 3.5/5
March 25, 2015
Na verdade acho q nao é necessario um
Comentario sobre a historia de amor (verdadeira) mais linda e tragica do mundo! Amo o amor entre Inês e Pedro e acho q quanto mais livros eu leio sobre este tema, mais me fascina esta historia, estas pessoas e este amor !
A maneira como a autora resolveu contar esta historia é bastante interessante. O relato foi feito sem muito drama e paixao, foi narrado de uma maneira mais "seca", mas nem por isso, menos bonita, menos apaixonante. Recomendo este e quantos livros existirem sobre a rainha Ines de Castro!
Comentario sobre a historia de amor (verdadeira) mais linda e tragica do mundo! Amo o amor entre Inês e Pedro e acho q quanto mais livros eu leio sobre este tema, mais me fascina esta historia, estas pessoas e este amor !
A maneira como a autora resolveu contar esta historia é bastante interessante. O relato foi feito sem muito drama e paixao, foi narrado de uma maneira mais "seca", mas nem por isso, menos bonita, menos apaixonante. Recomendo este e quantos livros existirem sobre a rainha Ines de Castro!
October 18, 2025
Con una narrativa elegante e impecable, María Pilar Queralt, me ha transportado al siglo XVII, a una taberna en la que un desconocido narra a Lope de Vega y a Luis Vélez de Guevara la historia de Inés de Castro para que la inmortalicen en sus obras.
Bajo mi punto de vista está obra es una obra de arte. Impecable.
📖❤️
Bajo mi punto de vista está obra es una obra de arte. Impecable.
📖❤️
Read
June 4, 2017A história fala sobre a vida D. Inês e do rei D. Pedro, desde a sua infância até à sua morte. As alegrias e dissabores da vida, bem como o sofrimento por um amor correspondido mas não aceitável.
O início do livro é um pouco "seca", com poucas emoções. Há medida que é contada a história da rainha coroada depois de morta, esta começa a desenvolver com aspetos históricos (e talvez alguns inventados), mas encontra-se uma essência de que devemos aceitar D. Inês não só como ajudante de D. Constança (a sua amiga e confidente de infância), mas como alguém mais maduro para a época e sendo mulher.
Esta história também nos apresenta o príncipe D. Pedro, que desde logo é arranjado um casamento para si (com D. Constança) e, também, desde o momento em que as duas meninas chegam a Lisboa que o príncipe se encanta pela sua amiga do que pela sua futura esposa. Também ele sofre de um amor que deve esconder, no entanto, o amor fala mais alto em alguns momentos de traição.
Estará este amor condenado?! Tal como sabemos, depois da morte de D. Constança, D. Pedro e Inês vivem um amor verdadeiro na Quinta da Lágrimas, contra tudo e todos, mesmo contra ao Rei. Depois deste saber, que passados 6 anos o filho teve filhos bastardos e se casou com Inês, manda-a expulsar de Portugal para que o filho reine com responsabilidade. Após a morte de D. Inês, D. Pedro enlouquece e só quer vingança, mas apesar disso, acaba por ser um Rei bom e próspero, considerado o Justiceiro.
Se já havia curiosidade na história encantadora da Quinta das Lágrimas e se queria visitá-la, o bichinho cresceu. E agora com mais conhecimentos, a visita, certamente, será melhor.
O início do livro é um pouco "seca", com poucas emoções. Há medida que é contada a história da rainha coroada depois de morta, esta começa a desenvolver com aspetos históricos (e talvez alguns inventados), mas encontra-se uma essência de que devemos aceitar D. Inês não só como ajudante de D. Constança (a sua amiga e confidente de infância), mas como alguém mais maduro para a época e sendo mulher.
Esta história também nos apresenta o príncipe D. Pedro, que desde logo é arranjado um casamento para si (com D. Constança) e, também, desde o momento em que as duas meninas chegam a Lisboa que o príncipe se encanta pela sua amiga do que pela sua futura esposa. Também ele sofre de um amor que deve esconder, no entanto, o amor fala mais alto em alguns momentos de traição.
Estará este amor condenado?! Tal como sabemos, depois da morte de D. Constança, D. Pedro e Inês vivem um amor verdadeiro na Quinta da Lágrimas, contra tudo e todos, mesmo contra ao Rei. Depois deste saber, que passados 6 anos o filho teve filhos bastardos e se casou com Inês, manda-a expulsar de Portugal para que o filho reine com responsabilidade. Após a morte de D. Inês, D. Pedro enlouquece e só quer vingança, mas apesar disso, acaba por ser um Rei bom e próspero, considerado o Justiceiro.
Se já havia curiosidade na história encantadora da Quinta das Lágrimas e se queria visitá-la, o bichinho cresceu. E agora com mais conhecimentos, a visita, certamente, será melhor.
April 4, 2018
Não tinha grandes expectativas acerca deste livro antes de o ler, primeiro porque não conhecia esta autora, segundo porque já sabia que a história ia andar à volta dos amores de Pedro e Inês e que dificilmente me iria surpreender, a não ser o facto de, pela primeira vez, ter oportunidade de ler a história mais do que famosa de Pedro e Inês pela mão de um autor não português.
Acabou por ser uma leitura agradável. Vê-se que a autora fez o trabalho de casa e, embora não tenha acrescentado grande coisa ao que eu já sabia, foi bastante comedida no que respeita a dar asas à imaginação e à fantasia. Felizmente que não pôs o D. Pedro I a trincar os corações dos algozes ou a Corte a beijar, por ordem real, a mão da que "depois de morta foi rainha". O facto de ter mantido os pés assentes na terra e não ter feito grandes conjecturas que sacrificariam a História contam a seu favor. Só me pareceu um pouco ridícula e nada convincente a forma como explica a "traição" de Pedro com Teresa Lourenço (a qual deu à luz aquele que anos mais tarde viria a ser D. João I).
Curioso é também o plano do século XVII, aquele em que o cavaleiro português narra a história aos dois interlocutores espanhóis, logo numa época em que as duas coroas ibéricas se encontravam na cabeça do mesmo monarca (Filipe IV de Espanha, III de Portugal), mas enfim... Compreende-se essa opção: o siglo d'oro é sempre um grande atractivo para os escritores espanhóis ambientarem as suas histórias.
Acabou por ser uma leitura agradável. Vê-se que a autora fez o trabalho de casa e, embora não tenha acrescentado grande coisa ao que eu já sabia, foi bastante comedida no que respeita a dar asas à imaginação e à fantasia. Felizmente que não pôs o D. Pedro I a trincar os corações dos algozes ou a Corte a beijar, por ordem real, a mão da que "depois de morta foi rainha". O facto de ter mantido os pés assentes na terra e não ter feito grandes conjecturas que sacrificariam a História contam a seu favor. Só me pareceu um pouco ridícula e nada convincente a forma como explica a "traição" de Pedro com Teresa Lourenço (a qual deu à luz aquele que anos mais tarde viria a ser D. João I).
Curioso é também o plano do século XVII, aquele em que o cavaleiro português narra a história aos dois interlocutores espanhóis, logo numa época em que as duas coroas ibéricas se encontravam na cabeça do mesmo monarca (Filipe IV de Espanha, III de Portugal), mas enfim... Compreende-se essa opção: o siglo d'oro é sempre um grande atractivo para os escritores espanhóis ambientarem as suas histórias.
September 13, 2017
Sou suspeita. A história de Inês de Castro e D.Pedro é, sem sombra de dúvida, das passagens mais extraordinárias da história. Este livro descreve-nos e fantasia-nos exactamente isso. Um amor que transborda de loucura e paixão, uma mulher belíssima e os corações partidos que foram deixados pelo caminho.
Read
January 17, 2015A história não é nova, mas gostei de a rever e de conhecer a autora. Foi uma leitura agradável.
December 13, 2015
A mais bela história de amor que se conta... Um livro de fácil leitura mas que nos cativa do inicio ao fim.
January 31, 2022
2.5 estrellas. Nada sobresaliente
No puedo decir que es un mal libro, por qué está bien no escrito y ordenado, pero es demasiado corto y simple.
La historia es sobre Inés Castro mejor conocida como la Reina Cadáver ya que según el mito fue coronada Reina de Portugal siendo cadáver ,la novela cuenta su vida desde la niñez cuando comienza a ser dama de compañía de Constanza una dama castellana , quien siendo una adolescente viaja a Portugal para casarse con el futuro Rey Pedro I de Portugal, la complicación surge cuando Pedro se enamora de Inés, no de Constanza, igual se casa con Constanza por qué es un arreglo político, no se llevan mal, de hecho son amistosos y tienen hijos juntos pero Pedro va a tener un amorío con Inés, Constanza intenta impedirlo pero muere joven a causa de parto y Pedro forma una familia informal con Constanza, de quién está realmente enamorado y cuyos hijos quiere colocar en la sucesión al trono portugués aunque el padre de Pedro nunca lo acepta y termina ordenando el asesinato de Constanza.
La novela se basa en un hecho histórico real, y no toma demasiadas libertades, aunque si supone muchas cosas, y hace que los personajes se comporten más como dos buenas personas modernas que como nobles medievales, el hecho es muy interesante en si pero la novela no le hace mucha justicia, para empezar no muestra las cosas solo las cuenta y los diálogos son muy muy pocos, es muy poética la narración pero esto no ayuda a adentrarte en la historia, la autora no describe nada y hace un manejo raro del tiempo y el espacio, cuenta las cosas sin detenerse a explorar el movimiento de los personajes, el paso del tiempo, ni las descripciones de los lugares, mucho menos justifica por qué están en un lugar y dónde están. Además las cosas pasan de forma poco probable por no decir implausible, por citar un ejemplo Inés y Pedro se encontraban en el jardín del castillo para hacer el amor en secreto, ¿enserio ? ¿ Quien fue el genio que pensó que ese era el tipo de lugar en el que el príncipe heredero y la dama de su esposa podían hacer el amor sin ser vistos? , si claro por qué no había guardias, ni personas pasando, ni otros empleados.
Y de esa forma la novela hace referencia a cosas no lógicas, además se va por la salida rápida y aburrida del "amor instantáneo" ellos se ven a los ojos y se aman, no ahí más que eso en la historia de amor, no ahí otra razón por la que están juntos, no intercambian conversaciones, ni pasatiempos, así que no se entiende por qué desafían al mundo juntos así que más parece una cosa solo de lujuria, lo cual no es malo pero es ilógico, pasan años y no se entiende que los conecta ok se atrajeron por el físico pero no se nota la conexión que los mantiene juntos, nada de su personalidad ni de su relación, el libro nos dice que Pedro a tenido otras amantes pero nunca se entiende, ¿por qué Inés es diferente para el, que la hace tan especial y única? , creo que esa falta de desarrollo del amor que es el elemento principal es uno de los errores de la novela más graves por lo menos para mí.
Cómo dije al inicio no puedo decir que es un mal libro, pero la ejecución es un poco torpe, y es demasiado sencillo, pero si alguien quiere introducirse en el tema o busca una novela sencilla basada en hechos reales creo que no es mala opción, a mi honestamente me decepciono, esperaba leer la historia apasionante de Pedro e Inés, como fue tener su amor escondido, como iniciaron la relación, como ella consiguió que el desafiará todo por ella, leer cartas de amor, escapadas románticas, los nervios de Inés por embarazarse de su amante sin estar casados, como hizo ella para favorecer a sus hermanos y colocarlos como aliados de Pedro, como criaban a sus hijos, todas esas cosas que aquí o NO lees o lees super resumido sin explicación lógica y sin proceso, puede que solo me pasará a mi pero nunca me emocioné con nada que pasó y vaya que sucedieron cosas dramáticas, y eso es por qué todo se sintió plano y vacío tal ves por lo corta que es la novela.
No creo que este sea mi último libro de esta autora por qué de alguna forma me recordó a Jaidy Plaidy solo que esta autora escribe sobre mujeres de la realeza portuguesa y española, que me interesa mucho.
No puedo decir que es un mal libro, por qué está bien no escrito y ordenado, pero es demasiado corto y simple.
La historia es sobre Inés Castro mejor conocida como la Reina Cadáver ya que según el mito fue coronada Reina de Portugal siendo cadáver ,la novela cuenta su vida desde la niñez cuando comienza a ser dama de compañía de Constanza una dama castellana , quien siendo una adolescente viaja a Portugal para casarse con el futuro Rey Pedro I de Portugal, la complicación surge cuando Pedro se enamora de Inés, no de Constanza, igual se casa con Constanza por qué es un arreglo político, no se llevan mal, de hecho son amistosos y tienen hijos juntos pero Pedro va a tener un amorío con Inés, Constanza intenta impedirlo pero muere joven a causa de parto y Pedro forma una familia informal con Constanza, de quién está realmente enamorado y cuyos hijos quiere colocar en la sucesión al trono portugués aunque el padre de Pedro nunca lo acepta y termina ordenando el asesinato de Constanza.
La novela se basa en un hecho histórico real, y no toma demasiadas libertades, aunque si supone muchas cosas, y hace que los personajes se comporten más como dos buenas personas modernas que como nobles medievales, el hecho es muy interesante en si pero la novela no le hace mucha justicia, para empezar no muestra las cosas solo las cuenta y los diálogos son muy muy pocos, es muy poética la narración pero esto no ayuda a adentrarte en la historia, la autora no describe nada y hace un manejo raro del tiempo y el espacio, cuenta las cosas sin detenerse a explorar el movimiento de los personajes, el paso del tiempo, ni las descripciones de los lugares, mucho menos justifica por qué están en un lugar y dónde están. Además las cosas pasan de forma poco probable por no decir implausible, por citar un ejemplo Inés y Pedro se encontraban en el jardín del castillo para hacer el amor en secreto, ¿enserio ? ¿ Quien fue el genio que pensó que ese era el tipo de lugar en el que el príncipe heredero y la dama de su esposa podían hacer el amor sin ser vistos? , si claro por qué no había guardias, ni personas pasando, ni otros empleados.
Y de esa forma la novela hace referencia a cosas no lógicas, además se va por la salida rápida y aburrida del "amor instantáneo" ellos se ven a los ojos y se aman, no ahí más que eso en la historia de amor, no ahí otra razón por la que están juntos, no intercambian conversaciones, ni pasatiempos, así que no se entiende por qué desafían al mundo juntos así que más parece una cosa solo de lujuria, lo cual no es malo pero es ilógico, pasan años y no se entiende que los conecta ok se atrajeron por el físico pero no se nota la conexión que los mantiene juntos, nada de su personalidad ni de su relación, el libro nos dice que Pedro a tenido otras amantes pero nunca se entiende, ¿por qué Inés es diferente para el, que la hace tan especial y única? , creo que esa falta de desarrollo del amor que es el elemento principal es uno de los errores de la novela más graves por lo menos para mí.
Cómo dije al inicio no puedo decir que es un mal libro, pero la ejecución es un poco torpe, y es demasiado sencillo, pero si alguien quiere introducirse en el tema o busca una novela sencilla basada en hechos reales creo que no es mala opción, a mi honestamente me decepciono, esperaba leer la historia apasionante de Pedro e Inés, como fue tener su amor escondido, como iniciaron la relación, como ella consiguió que el desafiará todo por ella, leer cartas de amor, escapadas románticas, los nervios de Inés por embarazarse de su amante sin estar casados, como hizo ella para favorecer a sus hermanos y colocarlos como aliados de Pedro, como criaban a sus hijos, todas esas cosas que aquí o NO lees o lees super resumido sin explicación lógica y sin proceso, puede que solo me pasará a mi pero nunca me emocioné con nada que pasó y vaya que sucedieron cosas dramáticas, y eso es por qué todo se sintió plano y vacío tal ves por lo corta que es la novela.
No creo que este sea mi último libro de esta autora por qué de alguna forma me recordó a Jaidy Plaidy solo que esta autora escribe sobre mujeres de la realeza portuguesa y española, que me interesa mucho.
February 25, 2026
y los hombres de hoy en día dan like a las historias de ig
March 16, 2022
Con muy buena prosa la autora nos mete en la Historia de amor de Inés y Pedro I, poniéndonos en la piel de cada uno de los personajes e intercalando la fidelidad histórica con la leyenda que ha animado a través de los siglos este drama.
Me ha gustado mucho este primer libro de la trilogía portuguesa
Me ha gustado mucho este primer libro de la trilogía portuguesa
November 9, 2022
Me pareció que la trama podría ser interesante y con un valor histórico que me apetecía conocer, pero el resultado ha sido una decepción, al menos parcialmente. La narración me ha resultado poco atractiva y falta de emoción. Al menos, el libro es breve y se lee rápido.
September 6, 2018
Llevaba tiempo con ganas de leerlo y la verdad, no me ha decepcionado. Lo recomiendo.
October 2, 2021
mais um livro maravilhoso sobre a maior história de amor de Portugal
March 3, 2022
Una muy bonita historia de amor a pesar de su cortedad de Inés de Castro; ideal para tomarla como primer contacto antes de adentrarse a trabajos históricos mayores
June 11, 2025
3.5 - I would have appreciated more time spent on the actual romance between Inés and Pedro (a decade goes by in a matter of pages). Rounded up because even so, it was very movingly written.
December 26, 2013
Quando me foi dada a oportunidade de escolher uma narrativa para apresentar sobre um mito nacional, para uma cadeira da faculdade, não primei certamente pela originalidade mas, definitivamente, por um lado meu que vocês já conhecem, um lado que não resiste a uma bonita história comandada pelo coração.
A tragédia de Inês de Castro foi o mito escolhido e, acreditem, difícil foi escolher qual o livro, o tipo de abordagem que desejava fazer ao tema, pois existem dezenas, talvez centenas de opções, nas mais variadas línguas e com múltiplas nuances interessantes – mais ou menos distantes da pseudo-realidade.
A escolha da obra de María Pilar Hierro teve como principal factor o aconselhamento de uma amiga, mas também o reduzido número de páginas, o facto de tender mais para a ficção do que para os factos históricos e ainda a biografia da autora – licenciada em História Moderna e Contemporânea.
O enredo é conhecido de todos e tem uma intemporalidade afectiva que marca pela diferença na época em que desenvolve a acção, uma época em que pouco se ousava ou pensava em sentimentos, pois tudo era decidido em prol do que fosse mais benéfico para o reino.
Ao contrário do que esperava, esta história surpreendeu-me por não se fixar apenas no romance entre D. Inês de Castro e D. Pedro I, o que na minha opinião é uma característica louvável e que distingue este livro de alguns dos seus homónimos – assim como a sua divisão capitular, em sete partes distintas, que prodigiosamente permitem a idealização cadenciada de todo universo trágico.
A primeira parte da narrativa e o início da segunda situam-se no ano de 1622 e têm como personagens principais um cavaleiro errante e desconhecido, que se oferece para contar pormenorizadamente a história de D. Inês a dois dramaturgos espanhóis do Siglo de Oro espanhol, D. Luis Vélez de Guerava e D. Félix Lope de Vega y Carpio – que mais tarde serão conhecidos e aclamados, em parte, pelas suas peças dedicadas ao drama nacional, Reinar Después de Morir e Inés de Castro, respectivamente.
A essência de todo o livro assenta, portanto, na forma como envolve factos verídicos com mitológicos, e por consequência ficcionais, com séculos de distância e que têm a capacidade de perdurar na memória, na mente de quem escuta o mito, até aos dias hoje, permitindo que o leitor se enleie e conjecture sobre o que realmente poderá ter acontecido aos amantes e aos dramaturgos.
(...)
Opinião completa em: http://historiasdeelphaba.blogspot.pt...
A tragédia de Inês de Castro foi o mito escolhido e, acreditem, difícil foi escolher qual o livro, o tipo de abordagem que desejava fazer ao tema, pois existem dezenas, talvez centenas de opções, nas mais variadas línguas e com múltiplas nuances interessantes – mais ou menos distantes da pseudo-realidade.
A escolha da obra de María Pilar Hierro teve como principal factor o aconselhamento de uma amiga, mas também o reduzido número de páginas, o facto de tender mais para a ficção do que para os factos históricos e ainda a biografia da autora – licenciada em História Moderna e Contemporânea.
O enredo é conhecido de todos e tem uma intemporalidade afectiva que marca pela diferença na época em que desenvolve a acção, uma época em que pouco se ousava ou pensava em sentimentos, pois tudo era decidido em prol do que fosse mais benéfico para o reino.
Ao contrário do que esperava, esta história surpreendeu-me por não se fixar apenas no romance entre D. Inês de Castro e D. Pedro I, o que na minha opinião é uma característica louvável e que distingue este livro de alguns dos seus homónimos – assim como a sua divisão capitular, em sete partes distintas, que prodigiosamente permitem a idealização cadenciada de todo universo trágico.
A primeira parte da narrativa e o início da segunda situam-se no ano de 1622 e têm como personagens principais um cavaleiro errante e desconhecido, que se oferece para contar pormenorizadamente a história de D. Inês a dois dramaturgos espanhóis do Siglo de Oro espanhol, D. Luis Vélez de Guerava e D. Félix Lope de Vega y Carpio – que mais tarde serão conhecidos e aclamados, em parte, pelas suas peças dedicadas ao drama nacional, Reinar Después de Morir e Inés de Castro, respectivamente.
A essência de todo o livro assenta, portanto, na forma como envolve factos verídicos com mitológicos, e por consequência ficcionais, com séculos de distância e que têm a capacidade de perdurar na memória, na mente de quem escuta o mito, até aos dias hoje, permitindo que o leitor se enleie e conjecture sobre o que realmente poderá ter acontecido aos amantes e aos dramaturgos.
(...)
Opinião completa em: http://historiasdeelphaba.blogspot.pt...
January 21, 2011
Amazing...
His nurse, innocent of his tragedy, say the words that the destiny will be responsible for enforcing - 'a prince will love you by your neck of the heron and your blond hair and your sources are to be filleted by a royal crown '. -
At Penafiel Inês and Constança will become soul sisters, united by the same fortune. And if one day later the Portuguese prince will come to respect Constança, his wife already, the sanity and serenity of your character, hopelessly in love Inês by fire sweeping his temper: "Inês was the force of the waterfall, the sound of the sea rage, the rustling of the wind when the horse throws a gallop. "
The death of D. Constança separates the lovers for some time, but it is then that Pedro and Inês will live in the splendor of the idyllic Quinta das Lágrimas, the happiest hours of his ill-fated love "at the mistake of soul, deaf and blind, that Fortune does not leave lasting much '.
His nurse, innocent of his tragedy, say the words that the destiny will be responsible for enforcing - 'a prince will love you by your neck of the heron and your blond hair and your sources are to be filleted by a royal crown '. -
At Penafiel Inês and Constança will become soul sisters, united by the same fortune. And if one day later the Portuguese prince will come to respect Constança, his wife already, the sanity and serenity of your character, hopelessly in love Inês by fire sweeping his temper: "Inês was the force of the waterfall, the sound of the sea rage, the rustling of the wind when the horse throws a gallop. "
The death of D. Constança separates the lovers for some time, but it is then that Pedro and Inês will live in the splendor of the idyllic Quinta das Lágrimas, the happiest hours of his ill-fated love "at the mistake of soul, deaf and blind, that Fortune does not leave lasting much '.
April 9, 2015
Da história à lenda e da lenda ao mito, vai, por vezes, uma linha muito ténue. Esta não é exceção. Atenção: spoilers.
A história dos amores de Pedro e Inês é uma das mais bonitas da nossa cultura. Quem não ouviu contar os encontros e desencontros dos dois apaixonados, a quem o amor, segundo Camões, separou?
Há toda uma literatura em torno desta história, mas a que María Pilar Queralt del Hierro, historiadora e romancista, nos conta prima pelo POV, já que toda ela está centrada na personagem feminina, desde que, muito jovem, é entregue à família de D. Constança, de quem será, mais do que dama de companhia, uma verdadeira irmã. E é esta amizade incondicional que nos faz compreender como é que D. Constança terá consentido a presença de Inês ao seu lado, mesmo sabendo dos amores que uniam a sua irmã de alma ao seu marido.Ler mais em https://pelaspalavras.wordpress.com/2...
A história dos amores de Pedro e Inês é uma das mais bonitas da nossa cultura. Quem não ouviu contar os encontros e desencontros dos dois apaixonados, a quem o amor, segundo Camões, separou?
Há toda uma literatura em torno desta história, mas a que María Pilar Queralt del Hierro, historiadora e romancista, nos conta prima pelo POV, já que toda ela está centrada na personagem feminina, desde que, muito jovem, é entregue à família de D. Constança, de quem será, mais do que dama de companhia, uma verdadeira irmã. E é esta amizade incondicional que nos faz compreender como é que D. Constança terá consentido a presença de Inês ao seu lado, mesmo sabendo dos amores que uniam a sua irmã de alma ao seu marido.Ler mais em https://pelaspalavras.wordpress.com/2...
September 26, 2014
Um fantástico romance histórico sobre uma mulher extraordinária que nos deixou como legado um das mais belas histórias de amor.
Termino com uma aldravia poética:
padeceu
inês
de
castro
cruel
carrasco
Termino com uma aldravia poética:
padeceu
inês
de
castro
cruel
carrasco
February 13, 2016
Li em dois dias.
Uma história de amor contada numa escrita poética e que até parece ter música por trás .
Pena não o ter lido na língua original .
Uma beleza.
Vou comprar outros livros da Pilar.
Adorei e recomendo .
Uma história de amor contada numa escrita poética e que até parece ter música por trás .
Pena não o ter lido na língua original .
Uma beleza.
Vou comprar outros livros da Pilar.
Adorei e recomendo .
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January 23, 2011
a melhor historia de amor sobre a qual muitos já escreveram
January 2, 2014
gostei muito!
faço minhas as palavras que encontrei aqui:
http://aminhaestante.blogspot.pt/2011...
faço minhas as palavras que encontrei aqui:
http://aminhaestante.blogspot.pt/2011...
January 8, 2015
Um romance que se revela uma abordagem bem diferente da história de Inês de Castro e de Pedro I, de Portugal.
Muito bom!.
Muito bom!.
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