Ler sobre a caminhada como ato revolucionário, logo depois de ter vivido a maior caminhada da minha vida (190 km em 7 dias) e ter encarado meus próprios processos transformadores, não poderia fazer mais sentido. E as conexões do autor com o tema das cidades e com a beleza, pra mim, foi como ler um espelho refletindo minhas ideias. Caminhar como ato de construção de comunidade e de cidade, de olhar revolucionário, pois lento e vagaroso sobre o belo. Muito feliz em encontrar essa discussão em livro.