Cléo nunca foi de pensar no passado, para ela aquilo que passou não precisa voltar mais, até se deparar com a foto de seu ex-amor de adolescência noivo, feliz da vida, e ela, ainda na mesma. E o pior de tudo, ela foi contratada para esse mesmo casamento, sem poder recusar o trabalho, ela promete para si mesma que vai deixar pra lá. Mas quando o vê, seu coração dispara e sabe que precisar tomar decisões drásticas. O noivo não pode casar, e ela vai fazer de tudo para que seja ela a subir no altar.
"Eram 23:40 do dia 19 de Janeiro de 1997 quando a portadora da felicidade veio ao mundo. Proclamaram-me Beatriz – do latim: "bem-aventurada”. Os meus pais, os meus irmãos – mais velhos -, os meus avós, toda a minha família ficaram “encantados” comigo: uma coisinha de 45 centímetros e 2490 gramas.
Passei o meu primeiro ano de vida em Tires, Cascais. Nessa altura, milhões de “caracolinhos” pretos cobriam a minha mente imaginativa, guardando um mundo de fantasia lá dentro – que mais tarde eu iria descobrir.
Quando me mudei para o Montijo, descobri o poder da amizade, histórias diferentes, pessoas diferentes… Estava fascinada!
Foi quando fui para o infantário que descobri o meu “pequeno mundinho”, a minha (extremamente) fértil imaginação e algumas das pessoas que seriam a minha inspiração.
Mais tarde, quando fui para a primária, aprender a ler e a escrever foi uma dádiva para mim. Foi o desbloquear de um novo mundo. Um mundo onde tudo me era perceptível, um mundo cheio de formas de comunicação. Apaixonei-me imediatamente pelos livros e pelos seus mundos mágicos.
Cresci. O mundo real fascinava-me cada vez mais. Viagens por países e cidades, mudanças de casa, estudos e brincadeiras preenchiam o meu mundo. Aos doze anos, descobri um novo e mágico mundo. Era um mundo no qual eu decidia, escolhia e liderava. Era o mundo da escrita.
Fui absorvendo o melhor dos meus pequenos grandes mundos. Viajava, tinha diversas experiências, amava, sonhava, apaixonava-me e sofria desgostos no mundo real – agora misturado com o mundo da fantasia – e criava, imaginava e sonhava no mundo da escrita.
Agora, desvendo o meu pequeno mundo (da escrita) aos leitores, esperando que eles gostem tanto como eu. Pois… cada livro é um novo mundo por descobrir."
1,5 stars Bom, esse livro foi algo... A premissa é boa porém achei que o enredo, os personagens e até o drama não foram desenvolvidos tão profundamente. A personagem principal é uma bagunça, extremamente ingênua, e muitas vezes imatura. Eu realmente fiquei confusa, tentando entender como ela roda a doceteria dela, porque não faz sentido. Ela não sabe como uma empresa deve rodar. Ainda falando de Cléo, eu não acredito que a melhor amiga dela deixou ela fazer as loucuras que ela fez. Qualquer amiga sensata teria feito a outra perceber a idiotisse que estava fazendo. Já o romance... Que romance? Até teve potencial mas de novo, ele só ta lá e não foi desenvolvido. O livro é curto, o que eu entendo as coisas serem mostradas mais na superfície, porém muitas coisas aconteciam e nada acontecia. Senti que várias coisas ficaram sem muito resolução e outras coisas eu não consegui acreditar que realmente aconteceriam do jeito que aconteceu. Mas é isso, pelo menos eu li rápido.
Eu realmente gostei muito da história! Fiquei agoniada para saber como tudo terminaria e passei alguns momentos muito irritada com a Cléo! Foi impressionante o como ela não conseguia enxergar algo bem na frente do nariz dela!