La Anhenerbe, «Sociedad de estudios para la historia antigua del espíritu», fue un departamento de las SS creado por Himmler con tres objetivos: investigar el alcance territorial y el espíritu de la raza germánica; rescatar y restituir las tradiciones alemanas y difundir la cultura tradicional alemana entre la población.
Eric Frattini explica en este libro qué fue la Anhenerbe, para qué se creó y cómo fue posible la justificación científica de un esoterismo consparanoico y racista en el que participaron mentes tan malvadas como inteligentes.
ERIC FRATTINI (1963- ) worked as a correspondent in the Middle East and has lived in Beirut (Lebanon), Nicosia (Cyprus) and Jerusalem (Israel).
Frattini is the author of around twenty books amongst which are Osama bin Laden, the sword of Alah (2001); Mafia Inc. 100 years of Cosa Nostra (2002); Vatican Secrets (2003); United Nations, a history of Corruption (2005); La Conjura, Kill to Lorenzo de Medici (2006); Mossad, the wrath of Israel (2007), or the tetralogy about the history of the most famous espionage services (CIA, KGB, Mossad and MI6).
His works has been published in several countries like in the United States, Great Britain, Canada, Australia, France, Portugal, Italy, Bulgaria, Romania, Brazil, Poland and Russia. Frattini is the director and scriptwriter of approximately twenty research documentaries for the main Spanish televisions. In 2007, he published El Quinto Mandamiento (The Fifth Commandment), his first novel, which has been translated into numerous languages.
The Labyrinth of Water, his second novel to date, has been launched in Spain by Espasa Calpe in 2009 and translated into forteen languages. English has been translated by St. Martin's Press (New York) and JR Books (London).
Se nota la documentación durante toda la lectura, además de que viene con sus referencias en cada una de ellas. Hay datos muy muy interesantes y que desconocía pero se me ha hecho demasiado denso y pesado. El tema experimentos médicos se habla poco y se centra más en las investigaciones arqueológicas, las teorías del hielo, las expediciones al TÍBET etc.
Aprendí varias cosas, pero pudo haber sido muchísimo más corto. También tiene una organización extraña. Aprendí sobre: 1. El robo de arte polaco 2. La historia de la Ahnenerbe en general y los intentos por probar la importancia aria (incluyendo la idea de que todo era hielo).
Um livro muito bem documentado sobre as trafulhices “científicas” que ajudaram a criar as Leis de Nuremberga e a “legalizar” o Holocausto, sobre as organizações que as fomentaram e difundiram e sobre os seus monstruosos responsáveis. Mas este é também um livro sobre a brandura dos castigos que os Aliados impuseram a muitos desses monstros e, ainda, sobre o vergonhoso recrutamento de alguns deles pela CIA, pela Marinha dos EUA e por Estaline no início da Guerra Fria. Sobre a edição portuguesa da Bertrand há que dizer que a tradução é bastante satisfatória e lamentar veementemente a inclusão das centenas de notas do autor em conjunto no final do livro, entre as páginas 313 e 336, e não em pé de página. Para ler um livro paginado desta forma (e isto parece estar a tornar-se uma moda) é quase indispensável ter quatro mãos; dois marcadores são mesmo MESMO necessários caso contrário é impossível fazer uma leitura corrida. Quem é responsável por uma produção tão estúpida como esta pode trabalhar com livros, a embrulhá-los, a expedi-los pelo correio, a abonecar montras com eles a arrumá-los nas estantes, porventura até a folheá-los, mas quanto a ler - nem um, pela certa!
Apesar de ter uma ideia geral do que aconteceu sob a ordens e regras do Nazismo, eu não tinha a mínima noção do nível de mesquinhez e atrocidades a que tinham chegado.
Vi este livro durante a pandemia e chamou-me a atenção pelo sub-título: História da "ciência" usada para validar a ideologia". Chamou-me a atenção quando lia e via muito do que ia acontecendo à volta do COVID.
Este é um livro que todos deviam ler para que NUNCA mais seja possível acontecer 2 coisas:
1° - usarem a ciência e cientistas para validarem, com mentiras, as ideias das chefias;
2° - tantos milhões de pessoas (como era a população alemã) não terem detetado ou terem ignorado os sinais de alerta até ser demasiado tarde.
O desafio de cada um de nós não é só que o nazismo, ou algo semelhante, nunca mais seja possível de acontecer
O desafio de cada um de nós é não ser como foram milhões de alemães que ignoraram/fingiram que nada se estava a passar, para no fim dizerem que nunca concordaram e que até colaboraram escondendo judeus.
En este libro el autor desgrana que fue y lo que supuso esta organización dentro del organigrama del nazismo, quizá una de las menos conocidas para el gran público. Arqueología al servicio del movimiento, experimentos en humanos, asesinatos en k nombre de la ciencia...
It' a Must Read. I could write a lot about it, but I lost my words after this shocking (in several ways, not only on cruelity, indifference, injustice or interests from the Allies also) touch with reality.
Um livro, que para conhecedores da história pormenorizada do NSDP e futuras ramificações, apresenta algumas falhas nos primeiros 3 capítulos. No entanto não deixa de ser um livro com alguma relevância no que aporta ao conhecimento da Ahnennerbe. Interessante.