Há uma coisa que une Ana Cecília, Felipe e Mirela: o amor pelos livros super gays de Mariano Madeira. Agora, os três vão se aventurar em uma estranha viagem para conhecer o ídolo.
Maria Freitas é escritora e jornalista. Autora de Cartas para Luísa, As razões de Cris e Sempre estive aqui. É fundadora e responsável pelo Cadê LGBT, projeto de promoção e divulgação de literatura queer, e host do podcast Bi Sem Carteirinha. E atualmente está escrevendo a série de contos e novelas bissexuais Clichês em rosa, roxo e azul.
que conto maravilhoso gnt, é bem rapidinho e dinâmico, algo bem levinho, uma leitura só pra descontrair, sem falar da própria diversidade/ representatividade, além de ser um clichê bem diferente...
Estou finalmente terminando a minha leitura dos Clichês em Rosa, Roxo e Azul de Maria Freitas com essa história que eu considero como um abraço para quem gosta da literatura brasileira contemporânea voltada para o público jovem. Isso porque, nesta história, embarcamos junto com Ana Cecília, Felipe e Mirela, três adolescentes que estudam na mesma escola e moram na mesma cidade, mas não têm muita coisa em comum, numa viagem até a cidade próxima para ver seu autor favorito numa turnê de lançamento de um livro novo. A empolgação dos três e o que cada um está disposto a fazer para ir já me conquistou desde o início, e quando percebi que existia mais sobre eles do que a circunstância que os unia, fui ficando ainda mais interessada! A história é rápida e está cheia de referências à literatura YA nacional, com títulos de livros e de seus autores citados de forma explícita ou cifrada. Me diverti muito percebendo eses easter eggs não só às obras de outras pessoas mas também à própria coleção dos Clichês.
*4,5 De todos os livros que já li da Maria Freitas, com outras dimensões, superpoderes e viagens no tempo, nada me deixou tão incrédula quanto três adolescentes prestes a roubar um carro pra conhecer o seu ídolo literário, apesar disso, a história é incrivelmente divertida e a relação entre o Felipe, a Mirela e a Ana Cecília teve um desenvolvimento muito fofo e divertido, apesar dos percalços e assim como todos os contos dessa coletânea, eu queria que tivesse mais desse trio maravilhoso.
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Como sempre, os contos da Maria Freitas são excelentes. A história é muito gostosa e a escrita é leve, muito divertida. Só não avaliei com 5 estrelas porque achei que faltou desenvolver melhor o final, umas 3 páginas a mais já resolveria o problema, creio eu. De qualquer forma, curti bastante a leitura.
Eu me diverti demais com essa história e torci horrores por esse romance! Já quero ler uma continuação dessa história com mais detalhes sobre todos os personagens.
É uma estória legal, os personagens são interessantes, eu tava esperando um final diferente e um pouco mais impactante, então o que me resta é esperar por uma continuação.
Gosto dos personagens, mas ter três narradores em um conto de 55 páginas faz com que a gente não se conecte com os personagens tanto quanto eles mericiam.