Como as redes de supermercados cresceram tanto? Carrefour e Pão de Açúcar formam um duopólio? Como o Estado permitiu que isso acontecesse? Que impactos esse gigantismo traz para os consumidores e fornecedores? E para os quase 200 mil funcionários das duas maiores redes? Essas e outras perguntas ecoaram em nossas cabeças por meses. As respostas estão neste livro-reportagem, que destrincha as estratégias que fizeram dos grupos franceses os donos do mercado. E mostra que o preço mais alto não está nas prateleiras.
Assunto importantíssimo e que precisa de muito mais atenção. Pra quem já acompanha o trabalho do João e do Victor, no entanto, vai ver pouca coisa nova nesse livro.
À medida que grandes grupos economicos se expandem e se tornam forças dominantes de cada vez mais atividades econômicas e espaços sociais, se torna cada vez mais imperativo pensar em alternativas para conseguir um desenvolvimento equilibrado, inclusivo e respeitoso com a dimensão humana e comunitária. Este livro apresenta o resultado de pesquisas cuidadosas e humanizadas que demostram que o rumo que estamos seguindo é um beco sem saída civilizatório.
Ótimo livro. Nos faz repensar relações de consumos e questionarmos sobre qual a diferença entre "o nosso gosto por algo" e a maneira que a indústria formata nossos hábitos de consumo para isso.
Possívelmente é uma ótima iniciação ao tópico, ele aprofunda na medida certa (a ponto de passar a mensagem mas sem ser entediante e repetitivo) e também navega sobre uma vasta quantidade de tópicos adjacentes que se referem ao funcionamento do mercado.