Świadek narodzin nowoczesnej Europy, epoki marzeń i rozczarowań, Caspar David Friedrich zwraca się w swej twórczości przede wszystkim ku naturze. Zainspirowany poezją i filozofią romantyzmu, oddaje w swoich obrazach uczucie osamotnienia, którego doświadcza w obliczu tajemniczych wyroków losu. W jego malarstwie samotne postacie, zagubione wśród mgieł i ruin, przywodzą na myśl wciąż aktualne pytania o sens ludzkiej egzystencji.
Caspar David Friedrich é um dos pintiores do romantismo que chega aos nosso dias intacto no seu interesse. As paisagens idealizadas e as figuras enigmáticas mantêm um apelo e estimulam duma forma que já não sucede com muitos dos seus contemporâneos, inclusive aqueles que a historiografia mais apressadamente consagrou. É claro que continuamos a gostar de ver Delacroix e Géricault, mas olhamo-los como pintores de época; já o mesmo não acontece, comigo, com Friedrich e Turner, que continuam a desafiar-me. Sobre o livro em si, não direia grande coisa, a não ser que cumpre todos os requisitos para ser uma óptima monografia sobre este alemão do Norte, esquecido durante um século: as reproduções (algumas, infelizmente, reduzidas), a contextualização histórica, a análise pormenorizada de algumas obras.