É impossível passar pela Quinta do Comandante, em Oliveira de Azeméis, e ficar indiferente ao edifício em avançado estado de degradação que ali se ergue. Atrás daquelas paredes em ruínas tanto se escondem histórias de amor como episódios trágicos com um f
Vanessa Fidalgo nasceu em São Domingos de Benfica, a 15 de maio de 1978. Licenciou-se em Comunicação Social, na variante de Publicidade e Marketing no ano 2000, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), da Universidade Técnica de Lisboa (UTL). Como colaboradora, assinou artigos para as revistas Sábado, Loud Magazine, jornal Inside e também para o portal Disco Digital. Desde 1997, é jornalista no diário Correio da Manhã, escrevendo atualmente para o seu suplemento Domingo. Foi aqui que publicou a reportagem «Ainda há histórias de casas assombradas», uma viagem pelo País real e pela internet sobre os mitos de fantasmas que de norte e a sul do País continuam a alimentar a imaginação popular, e que viria a dar origem ao livro, Histórias de um Portugal Assombrado, o primeiro da sua carreira. É casada e mãe de uma menina.
Mais um livro interessante desta autoea, recomendado a quem gostar deste tipo de temas. Mais uma vez nao desiludiu e deu a conhecer mais um pouco do nosso PORTUGAL, lugares, lendas e pessoas. Recomendo
é mais um livro interessante escrito pela autora Vanessa Fidalgo, neste livro temos várias histórias de lugares abandonados por Portugal, de Norte a Sul, com histórias de palácios, cidades em ruínas e etc. Nota-se bem a pesquisa exaustiva que a autora fez e está um trabalho magnífico, mas a mim não me encantou, prefiro histórias fantasmagóricos.
É uma pena que um tema tão interessante tenha tido um tratamento tão infeliz. Poderia ter sido um trabalho académico importante na defesa do património e da memória mas ficou muito aquém do que prometia. A linguagem mais parece saída de um romance de cordel, um diz-que-disse sem menção a fontes verificáveis ou confiáveis na maior parte das vezes, e sem a indicação de notas a dar estrutura e solidez ao texto (a bibliografia aparece listada no final mas pouca informação acrescenta). A edição e a revisão, a terem existido, foram pobres e ineficientes, dada a quantidade de erros facilmente detectáveis.