Agatha Magalhães nunca se apaixonou antes, e estava tudo bem. Mas, com a adolescência, dúvidas sobre quem ela é começaram a surgir dentro do próprio coração. Quando Eu Descobri o que Era Ser Eu é um conto que narra a trajetória de Agatha para encontrar o seu espaço no mundo, e talvez descobrir que a letra A não é só a inicial de seu nome.
Um conto extremamente pessoal, mas que muitos conseguiram se identificar.
A verdade é que nós, que fazemos parte da comunidade aro/ace estamos sempre sedentos por personagens que passem pelo mesmo que nós. Queremos encontrar histórias de amores platônicos, queremos ler sobre a dificuldade de se aceitar e queremos ver e ter a certeza que outras pessoas nos entendem também.
“Quando eu descobri o que era ser eu” é um desses livros que marca, principalmente pela proximidade que sentimos da personagem principal, de seus anseios, inseguranças e experiências. É um livro que marca não tanto pela narrativa, mas sim pela representatividade.
É muito bom se sentir ouvido, percebido, entendido, e é isso o que eu acho que esse livro traz. Recomendo demais para todos aqueles que estejam se questionando ou estejam com medo de se aceitarem justamente por sentirem que são “diferentes”.
Um conto extremamente pessoal, mas que muitos conseguiram se identificar.
A verdade é que nós, que fazemos parte da comunidade aro/ace estamos sempre sedentos por personagens que passem pelo mesmo que nós. Queremos encontrar histórias de amores platônicos, queremos ler sobre a dificuldade de se aceitar e queremos ver e ter a certeza que outras pessoas nos entendem também.
“Quando eu descobri o que era ser eu” é um desses livros que marca, principalmente pela proximidade que sentimos da personagem principal, de seus anseios, inseguranças e experiências. É um livro que marca não tanto pela narrativa, mas sim pela representatividade.
É muito bom se sentir ouvido, percebido, entendido, e é isso o que eu acho que esse livro traz. Recomendo demais para todos aqueles que estejam se questionando ou estejam com medo de se aceitarem justamente por sentirem que são “diferentes”.
O livro é bem levinho, é como ler um diário. <\b< O livro é uma serie de relatos sobre autodescoberta. A escrita da Alanys combina bem com a sua idade. O estilo dela é aquele clássico adolescente e ela aplica bem no que propõe. A escrita é leve e eu acho que seria o tipo de coisa que eu amaria ler quando mais novo.