A hora é agora Diante de um dos momentos mais dramáticos da história da humanidade é fundamental refletir com serenidade sobre como lidar com os problemas que todos enfrentamos. Uma das maiores líderes espirituais do país, Monja Coen atende a este chamado e faz neste livro um sensível convite ao desapego, como ferramenta para lidar com as dificuldades que a pandemia nos trouxe a todos. Intelectual respeitada, e autora best-seller com centenas de milhares de livros vendidos, Monja Coen reflete sobre importância de aproveitar estes momentos duros para empreendermos mudanças positivas e decisivas em nossas vidas. “O texto da monja Coen foi uma luz sobre minha quarentena”, diz a respeito do livro Leandro Karnal.
Foi jornalista profissional em sua juventude, tendo sido repórter do Jornal da Tarde, vespertino da empresa S.A. O Estado de S.Paulo – uma das maiores empresas jornalísticas do Brasil.
Na década de 1970 foi morar em Los Angeles, na California, trabalhando como funcionaria local do Banco do Brasil S.A.
Nessa época iniciou práticas regulares de zazen no Zen Center of Los Angeles.
Tornou-se residente da comunidade de Los Angeles e fez os votos monásticos em 14 de janeiro de 1983.
No mesmo ano, em Outubro, entrou para o Mosteiro Feminino de Nagoya, Aichi Senmon Nisodo e Toku Betsu Nisodo, onde residiu por oito anos, tendo se graduado como monja especial (Tokuso), habilitada a ser professora do Darma Budista de monges, monjas, leigos e leigas.
[PT] Este foi meu primeiro contato com a escrita da Monja Coen, então acredito que minha dificuldade inicial de me conectar tenha vindo disso. No começo, a leitura me soou um pouco como uma palestra, mas entendo que, pela proposta do livro, não havia mesmo espaço para uma abordagem mais densa. Ainda assim, gostei bastante da experiência.
[EN] This was my first contact with Monja Coen’s writing, so I believe my initial difficulty connecting with the book came from that. At first, the reading felt a bit like a lecture, but I understand that, given the book’s proposal, there wasn’t really room for a denser approach. Still, I really enjoyed the experience.
[FR] C’était mon premier contact avec l’écriture de Monja Coen, donc je pense que ma difficulté initiale à me connecter au livre vient de cela. Au début, la lecture m’a semblé un peu ressemblante à une conférence, mais je comprends que, compte tenu de la proposition du livre, il n’y avait pas vraiment de place pour une approche plus dense. Malgré cela, j’ai beaucoup apprécié l’expérience.
Achei o livro ok, ouvi um pessoal falando dele em 2020/2021. Achei interessante a forma que ela constrói a angústia e o medo da pandemia por meio do texto, mas tirando isso, não foi uma leitura revolucionária.
Acredito que deva ter outras obras da Monja que ela fale mais sobre a filosofia e princípios budistas... achei simples, mas é uma leitura rápida.
Talvez a review tenha mais a ver com a época que li do que com o conteúdo em si, imagino que se tivesse lido o livro em 2020 no "calor do momento" da pandemia, sentiria muito mais as palavras e a construção feita pela Monja, de qualquer forma a curta leitura te coloca em um ambiente, de certa forma, confortável, nada que vai mudar a minha vida de imediato, mas com alguns toques de experiência que podem ser facilmente implementados no cotidiano.
Acredito que a principal questão seja o fato de ser muito voltado a um momento muito específico, o do início da pandemia de Covid-19, onde tudo gira em torno disso, o que acaba tornando um pouco sem sentido pois sabemos o que aconteceu no fim. Ainda assim, podemos pensar em diferentes situações que podemos aplicar os pensamentos da monja. Uma leitura bem agradável, porém de fato, o conteúdo não chega nem perto do título e sequer chega perto de responder à pergunta.
Os ensinamentos da Monja são sempre maravilhosos. A escrita dela te traz calma. Neste livro ela aborda questões importantes sobre a pandemia que estamos enfrentando e nos faz refletir que tipo de seres humanos queremos ser a partir disso, o nosso ponto de virada. Recomendo.
Há um ponto de virada, tipo, "a partir daqui, tudo mudou" ou é algo que ~vai acontecendo~ até você se dar conta que houve uma mudança, que ficou no passado, em algum momento (ou vários momentos)?
Aviso de antemão que não é uma leitura fácil, pois não tem começo-meio-fim. São devaneios de Monja Coen que vão, voltam, voltam ainda mais, retornam ao presente, viajam para o futuro possível, para voltar ao passado ainda mais remoto. Parece uma palestra na qual ela fica falando sem um roteiro pré-definido. É estranho no começo, mas, deixe-se levar e vai lendo, vai lendo.... concorde com o que ela narra, discorde... enfim... PENSE. O ponto de virada é um ponto específico ou é um processo?
Não procure um resultado definitivo. Apenas caminhe pelos devaneios. Quando terminar o livro, aí sim pare, pense e SINTA a experiência.
Foi tão leve, suave, e delicioso ir me perdendo nos devaneios da monja. Pode não parecer fazer tanto sentido, mas é um compilado de situações que nos fazem ver quais as pequenas coisas que nos fazem mudar.
Uma leitura rápida, mas muito pertinente sobre o momento que estamos vivendo e o que podemos tirar de lição sobre ele. Gratidão, empatia e evolução devem estar entre elas!