O modelo avaliativo dos alunos do ensino básico está identificado como sendo o instrumento fundamental de concretização dos objetivos das reformas educativas contemporâneas.
Nos países com políticas de mercado mais acentuadas, a avaliação dos alunos é fortemente selectiva e nos países que adoptam políticas educativas com discursos mais democratizantes rejeita-se a selectividade escolar e a exclusão de alunos socioculturalmente desfavorecidos.
Contudo, nestes últimos, os modelos avaliativos tendem a eliminar a retenção dos alunos, mas mantêm dois traços comuns às reformas neoliberais: a denegação de recursos financeiros e a estratégia da culpabilização dos professores.