Jump to ratings and reviews
Rate this book

Blade of the Immortal - Double edition series #2

Клинок бессмертного, том 2

Rate this book
Рин вместе с бессмертным телохранителем Мандзи продолжает разыскивать своих заклятых врагов в громадном муравейнике Эдо конца XVIII века, но мало-помалу идея мести за погибших родителей уже не кажется ей такой желанной. Приспешники Аноцу гибнут один за одним, и кажется, что этой кровавой вендетте не будет конца. И если у Мандзи нет сомнений в выбранном пути, то Рин уже готова бросить поиски отмщения!

«Клинок бессмертного» — самая известная и масштабная работа Хироаки Самуры («Снегурочка на весеннем ветру», «Повозка Бладхарли»), которая издавалась с 1993 по 2012 годы. В этой манге Хироаки Самура отошел от привычных канонов самурайского боевика и вновь вернул популярность этому жанру. «Клинок бессмертного» удостоился многочисленных наград, включая премию Айснера, и получил несколько экранизаций, последняя из которых вышла в 2019 году.

464 pages, Hardcover

First published January 1, 1995

4 people are currently reading
37 people want to read

About the author

Hiroaki Samura

485 books247 followers
Hiroaki Samura ( 沙村広明) is a Japanese cartoonist and illustrator. He is best known for writing and illustrating the manga Blade of the Immortal (1993-2012). Among his other manga series Die Wergelder (2011-2018) and Wave, Listen to Me!, the latter serialised since 2014.

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
76 (39%)
4 stars
89 (46%)
3 stars
24 (12%)
2 stars
2 (1%)
1 star
0 (0%)
Displaying 1 - 13 of 13 reviews
Profile Image for Tomasz.
686 reviews1,048 followers
November 11, 2022
Nadal uważam, że niektóre kadry i rysunki są dość nieczytelne, zwłaszcza w scenach walki, a „szkicowa” kreska nie każdemu się spodoba, ale wciąż czyta się dobrze. Obawiam się tylko, że fabuła pójdzie w stronę walki z „samurajem tygodnia” i pokonywania kolejnych przeciwników z ich backstory pomiędzy, ale na razie jest git.
(czytałem oczywiście wydanie polskie, którego nie ma na Goodreads)
Profile Image for Ignacio.
1,457 reviews307 followers
April 22, 2018
Vaya, vaya, vaya... una vez pasados los primeros duelos con gente rarita la historia comienza a centrarse en el tema de la venganza, el por qué y el precio a pagar. La conversación entre Rin y Anotsu y las últimas 200 páginas centradas en el enfrentamiento con el artesano de las máscaras son de aúpa. Sigo mejor los combates y aprecio el contrapunto que ofrece Samura respecto a otros mangas. Cuando desaparecen los bocadillos y da paso a la acción, consigue ralentizar la lectura. No ya tanto por la confusión (sí, hay cosas que cuesta pillarlas), como por su manera de detallar los pequeños gestos y sutilidades de la contienda.
Profile Image for Facundo Mosquera.
323 reviews8 followers
January 31, 2022
opino lo mismo que el anterior. No consigo conectar con la historia ni los personajes, por lo que me aburre. Meh
Profile Image for Aleksandra.
1,547 reviews
January 15, 2021
Once again I’m here to say I’m surprised by how much I’m enjoying this manga. The art is definitely to die for. The fights between Rin and Anotsu, Araya arc were excellent. I’m looking forward to continuing on this manga. I hope it won’t take too long for Alt Graph to publish book3.
Profile Image for Paulo Vinicius Figueiredo dos Santos.
977 reviews12 followers
December 2, 2021
Neste segundo volume, Hiroaki Samura continua a mostrar por que ele é um fenômeno não só na arte de contar histórias como em representar personagens. Narrativamente, ele continua a dar um chute na porta e questionar uma série de dogmas relacionados aos samurais. Conceitos de honra, vingança e habilidade com a espada são colocados por ele em xeque e nos pomos a refletir se ele realmente não tem razão. Humanizando os personagens, ele embaça a linha que separa o bem e o mal. Já na arte, ele continua experimentando técnicas de desenho e começamos a ver o autor chegando a um consenso sobre o que encaixa melhor com o mangá. Tem algumas cenas memoráveis neste segundo volume.

Somos deixados no final do primeiro volume com Makie se encontrando com Anotsu e finalmente chegando a termos consigo mesma. É chegada a hora de retomar o confronto com Manji e mostrar sua real habilidade com a espada. Mas, a personagem ainda continua tendo muitas dúvidas acerca de matar pessoas. O que é certo ou errado? Um combate explosivo que levará Manji aos seus limites e mesmo com um corpo imortal, ele pode não ser páreo para a genialidade da espadachim. Já Rin tem um encontro inesperado e revelador que coloca em dúvida se sua vingança é algo realmente justo. Principalmente quando ela percebe que ela mesma não segue os princípios do Munten'ichi-ryu. Quando ela se dá conta da verdade nas palavras de seu acusador, seu coração se parte e Rin não sabe mais o que fazer. Para retomar sua jornada, ela precisará descobrir o que a motiva a enfrentar os membros poderosos do Ittou-ryu. Sem falar na chegada de um estranho vendedor de máscaras que esconde uma ferocidade nunca antes vista pelos personagens.

Uma bela edição, diga-se de passagem. Aqui Samura começa a aprimorar mais o seu traço e as experimentações vão ficando mais e mais escassas à medida em que ele chega a uma forma final para aquilo que ele deseja. Não à toa o próprio design da Rin se torna belíssimo da metade desse volume em diante. Mesmo o Manji também toma uma forma final. Nesse volume, ele troca o hachurado pelo sombreamento e pelo uso do lápis. Dava para perceber como as hachuras e as linhas faziam parte de um design inicial, mas Samura parece ter preferido dar mais corpo para o traçado dos personagens. As linhas de expressão, a composição deles em uma cena. Um ótimo exemplo dessa mudança está no duelo entre Manji e Makie em umas casas meio velhas. Os personagens parecem fazer sentido dentro daquele quadro. Seus traços são mais sólidos, com um design corporal elegante e preciso. Ainda que os momentos de ação na primeira metade ainda sejam um pouco confusos, Samura começa a dar mais coerência às cenas. Os movimentos da Makie são bastante fluidos, como uma borboleta traçando um voo com suas asas ou Anotsu com suas linhas poderosas, escondendo uma fragilidade ilusória, porém desconcertante. Já nos capítulos em que o Araya aparece percebemos essas mudanças em pleno efeito.

Tem um momento do mangá que é belíssimo. É uma página toda sem balões que apresentam o golpe definitivo entre Makie e Manji. A transição é toda feita de momento para momento e a cena parece ter saído do cinema. São pequenos quadros mostrando várias tomadas, com um close no Manji, outro na Makie, outro em uma gota de orvalho caindo na água, outro com a poeira sendo levada pelo vento, outro de uma árvore ao fundo com folhas caindo. Talvez seja o melhor exemplo a ser inserido em livros de desenho criativo mostrando o que é uma transição de quadros de momento para momento. Quando visualizei aquela página em específico, me lembro que chegou a arrepiar e fiquei preso naquela cena por alguns minutos. Mesmo ela sendo um momento que se passa em milésimos de segundo. Quando o Samura quer criar algo chocante, o resultado é algo nesse nível. Ele brinca com outras situações como essa ao longo desse volume, mas nada com esse impacto (pelo menos não aqui).

Confesso que tenho um fraco pela Makie. É uma das personagens que mais gosto em Blade justamente pela sua contradição interna. Aliás, preciso aplaudir o tradutor Thiago Nojiri pela escolha do título desse trecho. Os capítulos com o confronto entre Manji e Makie tem como título Dreamsong que qualquer um traduziria como Canção dos Sonhos. Ele escolheu traduzir como Dedilhando Sonhos, dando um ar poético incrível para os capítulos. E algo que combina demais com a personagem, uma drifter que tenta encantar as pessoas com o seu shamisen. Talvez essa seja a melhor definição para a Makie: uma drifter. Alguém que vaga sem rumo e sem destino, tentando entender qual é o seu lugar no mundo. Mesmo tendo uma habilidade sem igual com a espada, ela não consegue matar. Minto... até consegue, mas quando ela percebe o que está fazendo, a personagem trava. No seu confronto com Manji, Makie só consegue liberar o seu real potencial em respeito à habilidade de nosso protagonista. Makie coloca em questão esse afã dos empunhadores de espada em matar seus adversários. O que isso prova? Qual é o seu caminho da espada? É a primeira vez em Blade (terão outras) que vemos uma antagonista que consegue vencer o duelo de palavras.

Só que esse volume não fica por aí já que ficamos sabendo um pouco mais da filosofia do Ittou-ryu. E Samura mais uma vez mostra por que ele é um rebelde. Gostamos de ver os duelos entre os vários estilos de técnicas de espada. Mas, no Japão, os dojos seguem normas estritas para que um estilo fosse preservado ao longo dos tempos. Por essa razão, o Muten'ichi-ryu não aprova o emprego de armas estrangeiras em seu estilo. Somente a katana, a arma nacional do Japão. Um estilo tão dogmático assim não permite o uso livre das técnicas de espada. É com isso que Anotsu tem lutado: na sua visão não devem haver barreiras para os praticantes de espada. Todos devem ser livres para evoluir em suas técnicas como achar melhor. Anotsu cita dois exemplos de pessoas que mudaram o rumo das artes marciais desrespeitando regras: Ieyasu Oda com armas de fogo e Miyamoto Musashi ao empregar duas espadas ao invés de só uma. Será que sua forma de pensar é tão errada assim? Claro que vamos comentar sempre acerca dos meios que Anotsu usa para chegar ao seu ponto de destino, mas sua filosofia não é tão estranha assim.

Juntando os dois temas discutidos nos parágrafos anteriores, o dogmatismo nas artes marciais e a necessidade ou não de matar, ambos se chocam de forma direta com os objetivos da Rin. Samura faz isso de uma maneira bastante sutil até que isso explode como uma bomba. Primeiro, é preciso pensar que mesmo sendo a sucessora do estilo Muten'ichi-ryu, Rin usa adagas como sua técnica principal. Isso foge completamente dos ensinos de seu pai, ou seja, ela sequer segue os ensinamentos de seu dojo. Como ela pode criticar alguém que se coloca contra tais ensinamentos (e é a motivação-base) se nem ela mesma assim o faz? Ou seja, a acusação de hipócrita é jogada na cara. Outra situação que é exposta a ela é quantas pessoas precisarão morrer para que a vingança dela seja levada a cabo. Isso porque as mortes ultrapassaram apenas perseguir os membros do Ittou-ryu. Outras pessoas acabaram sendo arrastadas para esse ciclo de vingança. Para uma pessoa inocente como Rin, isso é um choque. Principalmente quando os números se tornam reais. Até este volume foram onze pessoas mortas, sendo três os envolvidos no ataque ao dojo. Portanto, a fala da Makie sendo contrária ao assassinato bate também na nossa personagem. Quando ambos os discursos convergem, Rin fica perdida. Ao fornecer essa tinta de humanidade aos personagens, Samura torna as linhas entre bem e mal muito turvas. Fica complicado saber quem tem razão no final. E provavelmente nunca saberemos ao certo.

Outro ponto marcante nesse segundo volume e que dá corpo ao que falamos até aqui é o que motiva alguém a brandir sua espada. Então, Rin não deseja se vingar; então o que a leva a levantar suas armas contra os membros da Ittou-ryu. O que achei um pouco covarde foi questionar se a vida dos pais da Rin valia tão pouco. Nesse ponto, discordo da narrativa e acho uma forma preguiçosa de dar a volta e fazer a personagem seguir adiante na história. Seria muito simples supor que a Rin chegaria a termos consigo mesma e "perdoado" de certa forma aqueles que lhe fizeram mal. A história acabaria aqui. Até o momento não ficaram claras suas motivações. Por exemplo, o Manji é uma pessoa muito mais simples de entender. Ele deseja se redimir e enxerga na proteção da Rin um caminho para isso. O que ela quiser fazer, ele vai com ela. A vingança da Rin é algo que somente ela sabe quando parar ou quando continuar. Claro que Manji sabe quando a personagem está sendo sincera consigo mesma ou quando ela arruma justificativas baseadas no que outros lhe falaram. E eu nem vou entrar no caso do Araya que é uma outra circunstância e algo que deixarei para a próxima resenha.

Uma segunda edição muito boa com a arte do Samura tomando enormes passos para uma solidez. Ele acrescenta a técnica de sombreamento ao que ele já fazia com as hachuras e produz uma arte mais polida. Alguns experimentos que ele faz ao longo do volume são lindos. A narrativa ganha bem mais profundidade ao fornecer humanidade aos personagens. Já não dá mais para colocá-los em uma dicotomia bem e mal, já que todos tem suas motivações claras, quer concordemos ou não com elas. Ficaram algumas perguntas a serem respondidas, sendo a principal delas se Rin vai encontrar os motivos que a levaram a seguir adiante.
Profile Image for Camilo Guerra.
1,226 reviews20 followers
December 4, 2019
La idea de la serie es que hay una chica que quire vengar a los asesinos de sus padres, apra lo cual, contara con la ayuda de un asesino/mercenario/samurai que además no peude morir, porque esta maldecido por unos gusanos que lo hacen ser practicamente inmortal.

Pero este tomo, nos deja las cosas un poco mas claras, volviendolas mas densas, hay una historia llena de traición, rabia, duelo, la estupidez de la violencia, todo llevado con una calma desesperante acompañado por un arte que te fulmina a cada trazo, y si, en ocaciones es algo confuso y requiero ver quien le pega a quien, pero hay unos cambios de lapiz rapidos a unas tintas detalladas que te rompen la cabeza. Gran serie.
Profile Image for Kevin Montiel.
30 reviews
May 11, 2024
En este segundo tomo, se trata de que la protagonista entra en una fase de resignación, despues de cierto suceso
y, se plantea la idea de dejar de vengarze. Pero, al final del libro sigue sin entenderse cuando quiere terminar con su venganza.

Tambien se llega a empatizar mas con la protagonista, cuando se nos muestra mas recuerdos de su pasado.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Eloy Anderson.
22 reviews8 followers
July 2, 2024
É muito difícil para mim encontrar um mangá que desperte meu interesse, e este parece ser excelente. O cuidado com o traço, como é apresentado aqui, é algo que não havia notado em outros. Os diálogos soam bastante peculiares, o que, por sinal, me agrada muito. A velocidade do enredo é rápida e cativante.
Profile Image for Jesus Flores.
2,584 reviews70 followers
August 30, 2025
Ok, como que vemos el pasado al parecer de el samurái como de la chica que pelea con él, mientras pelean.


Siguiente es que la chica rescata a un niño, y resulta que


Interesante el volumen.

3 stars
Profile Image for Gustavo Nascimento.
311 reviews7 followers
July 24, 2016
Parabéns a JBC por publicar Blade neste formato com mais de 400 páginas e em papel de boa qualidade. Na época da Conrad demoramos quase um ano pra história atingir este ponto. A história fica cada vez melhor, nesta edição surge Araya um dos vilões mais cruéis até o momento mas colocará Rin num dilema quanto a concluir sua vingança.
A arte é excelente, só é um pouco confusa nos combates.
Profile Image for Joni.
819 reviews46 followers
September 20, 2022
Que cosa de locos el dibujo de esta serie. Es impactante, ver para creer.
Displaying 1 - 13 of 13 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.